Artigos de Estados Unidos

Reflexões de Fidel »

A Guerra Fascista Da Nato

A Guerra Fascista Da Nato

Não era preciso ser um adivinho para saber o que previ com rigorosa precisão em três Reflexões que publiquei no sítio Web CubaDebate, entre 21 de fevereiro e 3 de março: “O plano da NATO é ocupar Líbia”, “Dança macabra de cinismo”, e “A Guerra inevitável da NATO”. Nem sequer os líderes fascistas da Alemanha e da Itália foram tão sumamente descarados por ocasião da Guerra Civil Espanhola desatada em 1936, um episódio de que muitos talvez se tenham lembrado nestes dias.

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Entre a emigração e o crime

Entre a emigração e o crime

A realidade é que muitos jovens centro-americanos têm sido conduzidos pelo imperialismo a cruzarem uma rígida e cada vez mais infranqueável fronteira, ou prestar serviços nos bandos milionários dos narcotraficantes. Não seria mais justo ―pergunto-me― uma Lei de Ajuste para todos os latino-americanos, como a que foi inventada para castigar Cuba há já quase meio século? Continuará crescendo até o infinito o número de pessoas que morrem cruzando a fronteira dos Estados Unidos e as dezenas de milhares que já estão morrendo cada ano nos povos aos que o senhor oferece uma “Aliança Igualitária”?

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As Verdadeiras Intenções Da “Aliança Igualitária”

As Verdadeiras Intenções Da “Aliança Igualitária”

Ontem foi um dia longo. Desde o meio-dia estive atendendo as peripécias de Obama no Chile, como tinha feito no dia anterior com suas aventuras na urbe do Rio de Janeiro. Essa cidade, em brilhante desafio, derrotara Chicago em sua aspiração de ser sede da Olimpíada de 2016, quando o novo Presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da Paz parecia um êmulo de Martin Luther King.

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A aliança igualitária

A aliança igualitária

O mundo está sofrendo ao mesmo tempo as conseqüências da mudança climática; a escassez e o preço dos alimentos, as despesas militares e o esbanjamento dos recursos naturais e humanos, crescem. Uma guerra era o mais inoportuno que podia acontecer nestes momentos. O percurso de Obama por América Latina passou para um segundo plano, ninguém apenas se ocupa do tema. No Brasil, tornaram-se evidentes as contradições de interesses entre os Estados Unidos e esse país irmão.