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Cubanos esperam nova condenação a bloqueio dos EUA contra a ilha

Havana, 12 nov (Prensa Latina) Os cubanos esperam com otimismo o dia de amanhã, em que a comunidade mundial pelo vigésimo primeiro ano consecutivo repudiará em votação aberta o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto desde a década de 60 por Estados Unidos.

Um editorial do jornal Granma recorda hoje que no passado ano a resolução intitulada Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba foi assinada por 186 dos 193 países membros da ONU, com os únicos votos na contramão dos Estados Unidos e Israel. As abstenções foram protagonizadas por Ilhas Marshall, Micronesia e Palau.

Recentemente, de 25 de setembro a 1 de outubro, a Assembleia Geral das Nações Unidas acolheu, no marco de seu 67 Período de Sessões, um debate de alto nível no que presidentes, premiês, chanceleres e outros altos servidores públicos emitiram pronunciamientos contra o cerco de Washington, aponta Granma.

Quase meia centena de países dos cinco continentes, acrescenta, solicitaram à Casa Branca o fim desta criminosa política, reclame amparado nos princípios do Direito Internacional, no multilateralismo, na liberdade de comércio e navegação, a condenação às leis extraterritoriales, a coexistencia pacífica e o direito dos povos ao desenvolvimento e a escolher seu próprio destino.

Refere o quotidiano, que o bloqueio contra Cuba foi um dos seis temas mais tratados na Assembleia Geral da ONU neste ano, e que a essa política foi qualificada de genocida, violatoria e fracassada, anacrônica, uma reliquia da guerra fria e um crime de lesa humanidade.

A editorial denúncia que um bilião 66 bilhões de dólares em danos econômicos, afetações humanas inestimáveis e uma permanente perseguição às transações cubanas por todo o planeta constituem alguns dos impactos de uma política convertida em um obstáculo para o desenvolvimento sócio-econômico do país caribenho.

A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, considerou imprescindível sua eliminação para que Cuba avance na atualização de seu modelo econômico, ante o qual chamou a “pôr fim a este anacronismo, que é condenado pela imensa maioria dos membros das Nações Unidas”, recordou o jornal.

O povo cubano e seu governo agradecem o chamado desse imenso e compacto número de líderes na Assembléia Geral da ONU de pôr fim ao bloqueio, com o compromisso de continuar lutando por um mundo melhor, e de fomentar ainda mais a irmandade entre nossos povos, conclui o editorial.

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