Reflexões de Fidel »

O G 20, O G 21 E O G 192

O G 20, O G 21 E O G 192

Como se não existissem causas suficientes para enlouquecer, a proliferação de rubricas com motivo da crise multiplica-se de tal maneira, que ninguém as entende. A primeira foi a do G-20, grupo selecto que pretendeu representar a todos em Washington; a segunda, o grupo também selecto de APEC que se reuniu em Lima; lá estavam presentes o país mais rico, Estados Unidos de América, no número um, com um PIB per capita de 45 mil dólares por ano, e aquele que ocupa ao redor do número 100, é a República Popular China, com 2 483, o maior investidor dos Bónus do Tesouro daquele país.

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STELLA CALLONI

STELLA CALLONI

Seu livro “A operação Condor” denuncia uma série de crimes atrozes cometidos recentemente pelos Estados Unidos contra os povos da América Latina e constitui um texto clássico para compreender o que significa o imperialismo ianque. É a denuncia mais objectiva e detalhadamente documentada que até hoje tinha lido, insuperável em seu estilo e eloqüência. Impressiona a lista de figuras eminentes, militares e civis, vilmente assassinadas dentro ou fora dos seus respectivos países, entre eles notáveis personalidades, religiosos como o arcebispo salvadorenho, Oscar Arnulfo Romero, os generais chilenos Schneider e Prats, presidentes de outros países, bem como a conspiração em Chile que concluiu com a morte de Salvador Allende e o estabelecimento de um governo fascista. Houve presidentes dos Estados Unidos envolvidos directamente, como o Nixon, Reagan e Bush pai. Em nosso país Estela é conhecida por aquela obra.

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O ENCONTRO COM HU JINTAO

 O ENCONTRO COM HU JINTAO

Suas palavras narraram as proezas do povo chinês nos últimos 10 meses. Grandes e extemporâneas nevadas, um terremoto que devastou áreas de superfície equivalentes a três vezes a de Cuba, e a crise econômica internacional mais grave desde a Grande Depressão dos anos 30, golpearam a imensa nação de 1 300 milhões de habitantes.

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O PARTO DOS MONTES

O PARTO DOS MONTES

Bush se mostrava feliz com ter Lula a sua destra no jantar da sexta-feira. A Hu Jintao, ao qual respeita pelo enorme mercado de seu país, pela capacidade de produzir bens de consumo a baixo preço e o caudal de suas reservas em dólares e bônus dos Estados Unidos, sentou-o a sua esquerda.

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A REUNIÃO DE WASHINGTON

A REUNIÃO DE WASHINGTON

Alguns dos governos que nos apóiam, tendo em conta as recentes declarações, não deixam de incluir nas mesmas que o estão fazendo para facilitar a transição em Cuba. Transição para onde? Para o capitalismo, único sistema no qual acreditam religiosamente. Não expressam nem sequer uma única palavra para reconhecer o mérito de um povo que, submetido a quase meio século de ruins sanções econômicas e agressões, defendeu uma causa revolucionária que unida a sua moral e a seu patriotismo deu-lhe forças para resistir.

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O TERCEIRO FURACÃO

O TERCEIRO FURACÃO

Em muitos sítios onde as famílias esperavam e recebiam materiais para as moradias, e batiam palmas com admiração aos operários que restabeleciam a eletricidade, tão vital para muitos serviços, outra vez voltarão a viver em parte a mesma experiência. 

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AS ELEIÇÕES DE 4 DE NOVEMBRO

AS ELEIÇÕES DE 4 DE NOVEMBRO

Amanhã será um dia de grande importância. A opinião mundial estará atenta do que acontecer com as eleições nos Estados Unidos. Trata-se da nação mais poderosa do planeta. Com menos de 5 por cento da população do mundo suga cada ano enormes quantidades de petróleo e gás, minérios, matérias-primas, bens de consumo e produtos sofisticados procedentes do exterior; muitos deles, em especial os combustíveis e os extraídos das minas, que não são renováveis.

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O ENCONTRO COM LULA

O ENCONTRO COM LULA

Não é a injeção de dinheiro em si para os países em desenvolvimento o
que critico na minha reflexão de ontem, como interpretaram alguns
telexes.

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A PIOR VARIANTE

A PIOR VARIANTE

O Fundo Monetário Internacional, que é o mesmo cachorro com diferente
coleira, anuncia a injeção de elevadas somas para seus clientes da
Europa Oriental.  Injeta a Hungria o equivalente a 20 biliões de euros,
grande parte dos quais são dólares procedentes dos Estados Unidos.  As
máquinas não cessam de imprimir notas nem o FMI de outorgar seus
leoninos empréstimos.

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O ANALFABETISMO ECONÔMICO

O ANALFABETISMO ECONÔMICO

Chávez falou em Zúlia do “camarada Sarkozy”, e o disse com certa ironia, mas sem ânimo de o ferir. Antes pelo contrário, quis reconhecer sua sinceridade quando, em sua condição de Presidente rotativo da Comunidade de Países Europeus, falou em Beijing. Ninguém proclamava o que todos os líderes europeus conhecem e não confessam: o sistema