O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, ressaltou nas redes sociais o trabalho dos médicos da nação antilhana no Brasil, que encerrarão seus serviços ali devido a condicionamentos do presidente eleito desse país, Jair Bolsonaro.O ministério cubano de Saúde Pública anunciou na semana passada a decisão de não continuar sua participação no programa Mais Médicos do Brasil, ante condicionamentos e ameaças de Bolsonaro.
Cuba qualifica de inaceitável a postura do presidente eleito brasileiro, quem fez referências depreciativas sobre os profissionais que prestam serviços nas zonas mais complexas e humildes da nação sul-americana.
Nos cinco anos de trabalho do programa Mais Médicos, uma iniciativa criada em agosto de 2013 pela então presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, cerca de 20 mil colaboradores cubanos atenderam 113 milhões de pessoas em mais de 3.600 mil municípios.