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Delegação de sociedade civil cubana viaja a Lima para VIII Cumbre

delegacion-limaRepresentantes da sociedade civil cubana viajam hoje a Lima, Peru, para participar em foros relacionados com a VIII Cimeira das Américas.

Estudantes, trabalhadores, mulheres, artistas, empresários e atletas de alto rendimento, entre outros setores, chegarão à capital peruana para expor a realidade da ilha, a nome das mais de duas mil organizações e associações que integram a sociedade civil cubana.

Em Lima, a VIII Cumbre das Américas -cujo segmento de chefes de Estado e de Governo secionará o 13 e 14 de abril- será palco de encontros de jovens, de parlamentares, de empresários e de indígenas, este último sem delegados da maior das Antilhas.

Segundo manifestaram aqui alguns membros da delegação, na capital do país sul-americano defenderão à revolução do 1 de janeiro de 1959 e denunciarão a exclusão de Venezuela da cumbre hemisférica.

Em declarações a Prensa Latina, Asael Alonso, pesquisador do Centro de Estudos sobre a Juventude, precisou que em Lima, os jovens da ilha exporão sua realidade e recusarão qualquer provocação de contrarrevolucionários ‘vingam de onde vingam’.

‘Ali não permitiremos provocações de mercenários pagos pelo imperialismo yanqui. Onde estejamos os jovens genuínos desta revolução os enfrentaremos com decisão’, sublinhou.

Por sua vez, o dirigente sindical Misael Rodríguez e a representante da Federação de Mulheres Cubanas Marisol Pérez, asseguraram que a sociedade civil cubana alçará em VIII Cumbre a voz em solidariedade e em defesa da Revolução Bolivariana, após a decisão do governo peruano de não convidar a Venezuela, uma postura atribuída por muitos ao mandato de Estados Unidos.

Outros membros da sociedade civil adiantaram que na capital peruana denunciarão também a exclusão de delegados dos Comitês de Defesa da Revolução, a organização cubana mais numerosa, com mais de oito milhões de integrantes, e da Associação Nacional de Agricultores Pequenos.

Especialistas reiteraram nesta capital um palco tenso na VIII Cumbre das Américas, tendo em conta a agressividade da administração estadunidense, e em particular do presidente Donald Trump, contra Cuba, Venezuela e os imigrantes; bem como o regresso ao poder em América Latina de governos de direita.

(Prensa Latina)

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