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Vocação de servir

LOGO ELECCIONES CUBAQUE o Parlamento seja uma radiografia de Cuba, de seus homens e mulheres de bem, embora não estejam todos; que haja universitários, operários, jovens e também aqueles que nos colocaram aqui; que estejam os humildes e que a nenhum falte a vocação de servir…

Com esse conceito, a presidenta da Comissão de Candidaturas Nacional, Gisela Duarte Vázquez, informou ao Granma Internacional a composição dos candidatos para deputados da Assembleia Nacional do Poder Popular (Parlamento), os quais devem ser eleitos pelo povo em 11 de março, junto aos delegados das assembleias ou governos provinciais.

Dos 605 candidatos para deputados que foram propostos em 21 de janeiro, significou que 47,4% são delegados de circunscrições de base; por isso, todos os municípios do país serão representados no Parlamento com cerca de dois deputados, e um deles será do município.

Gisela disse que foi levado em conta, aliás, o princípio de ratificação e renovação da legislatura atual. Nesse sentido, 338 deputados serão eleitos pela primeira vez, e dos restantes, 148 têm um só mandato. As mulheres, entretanto, representam 53,22%, e isso nos coloca como o segundo Parlamento do mundo com maior representação feminina, superado só pelo da Ruanda, com 61,3%.

Segundo Gisela Duarte, também cresceu o número de jovens entre 18 e 35 anos, os quais são 13,2% do total, sendo certo que a média de idade dos candidatos é de 49 anos. Destacou, de igual modo, que 40,66% são negros e mestiços; ultrapassando 86% os que possuem nível universitário e os outros têm nível médio superior.

Quanto às principais atividades produtivas e de serviços representadas no Parlamento, especialmente daquelas estratégicas para o desenvolvimento econômico do país, sublinhou que 234 candidatos estão ligados diretamente à produção, ao setor não estatal, saúde, pesquisa, educação, bem como no âmbito camponês e cooperativo. E considerou que foi importante levar em conta os trabalhadores da cultura, os órgãos da mídia e da comunicação, o esporte, as instituições religiosas e as organizações sociais.

Destes candidatos, 133 trabalham nas entidades do Poder Popular e deles, 72,3% são presidentes de conselhos populares e assembleias municipais, quer dizer, estão relacionados diretamente com o povo. A candidatura inclui, igualmente, líderes das organizações populares, dos estudantes, do Partido e da União dos Jovens Comunistas, desde o território até os escalões superiores de direção. Igualmente, há representação dos ministérios das Forças Armadas Revolucionárias e do Interior.

Gisela Duarte reiterou que «para atingir o estimado de 605, as comissões de candidaturas desenvolveram um complexo trabalho de eleição, que teve em conta as mais de 12 mil propostas surgidas das 970 reuniões plenárias das organizações populares, efetuadas no país todo».

Considerou que «ser proposto já é um reconhecimento e esse foi o princípio para ser escolhido como pré-candidato. Nesta oportunidade, os 605 que finalmente foram indicados para candidatos, em 21 de janeiro, saíram das reuniões plenárias e, caso for analisado de forma numérica, em cada uma delas foi preciso examinar, aproximadamente, 20 propostas, as quais, sabemos, não são as únicas que puderam ser incluída».

Inclusive, prévio ao exercício eletivo pelas assembleias municipais, sublinhou que «as pré-candidaturas foram consultadas com 99% dos 12.515 delegados das circunscrições, processo muito profundo que deu pé a mudanças de algumas propostas».

Os eleitos, com sua vocação de servir, não só representam o rosto de um povo, mas também serão o reflexo de nossa diversidade e da unidade que lhes faz sentido.

(Granma)

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