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Cuba celebra Dia Mundial do Glaucoma

Glaucoma1Com o objetivo de chamar a atenção sobre as doenças oculares progressivas e a importância de sua detecção antecipada, instituições cubanas de saúde celebram hoje o Dia Mundial do Glaucoma, a segunda causa de cegueira a nível internacional.

Por isso, esta jornada, entre as atividades, trocamos com os pacientes sobre esta doença crônica irreversível, disse a Prensa Latina o chefe do Departamento de Glaucoma do Instituto Cubano de Oftalmologia Ramón Pando Ferrer, Francisco Fumero.

Assim mesmo, de 14 a 16 deste mês desenvolveremos em nosso centro uma oficina de atualização ao que assistirão especialistas de toda a nação, adiantou.

A ocasião será propícia para mostrar novas investigações, bem como as experiências, atendendo às características da cada município e província da ilha, informou.

Um dos principais órgãos do ser humano são os olhos, e se se afeta de maneira definitiva, o paciente terá uma invalidez para desenvolver durante toda a vida seu trabalho quotidiano, reflexionou.

Em tal sentido, fazemos questão da necessidade de que as pessoas confiem nos oftalmólogos da atenção primária disseminados nas áreas assistências de todas as províncias do país, e se remetam a eles ante qualquer sintoma, aconselhou.

‘A clínica é a mãe da especialidade, e com um bom exame pode ser diagnosticado e tratar a doença de maneira efetiva’.

Fumero sublinhou que Cuba conta com suficiente disponibilidade de medicamentos para favorecer o controle da pressão intraocular, a qual altera o campo visual. A propósito disso, chamou aos afetados por esse mau oftalmológico a ter disciplina no cumprimento de seu tratamento.

É necessário a aplicação do colírio, porque um dos principais fatores de risco é a pressão intraocular e a controlando evitamos a progressão desse problema a maior velocidade, indicou.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um total de 4,5 milhões de pessoas padecem glaucoma no planeta com projeções de 11 milhões de afetados para o 2020.

Conquanto a doença é incurável, 90% da cegueira que provoca poderia ser evitado mediante a detecção antecipada e tratamento, considera o assessor regional de saúde visual na América Latina e o Caribe na Organização Pan-americana da Saúde, Juan Carlos Silva.

(Prensa Latina)

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