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Eleições presidenciais no Equador

Correa y LeninO candidato de Aliança País, liderou o primeiro turno das eleições presidenciais nessa nação sul-americana e se confirmou como o grande favorito para suceder Rafael Correa no Palácio de Carondelet.

No fechamento desta edição, ainda sem estarem disponíveis os resultados totais das eleições, Moreno contava com uma vantagem impossível de atingir para o banqueiro e multimilionário Guillermo Lasso, da Aliança CREO-SUMA, que ocupava a segunda colocação.

Com mais de 72% das atas escrutadas, o candidato da Alianza País contava com 38,66% dos votos, muito peto de vencer as eleições no primeiro turno.

Lasso detinha 28,9% dos sufrágios e a candidata da Aliança Partido Social Cristão-Madera de Guerrero, Cynthia Viteri, aparecia na terceira colocação, com pouco mais de 16% dos sufrágios.

Mais de 12 milhões de equatorianos estavam convocados às urnas para renovar os cargos de presidente e vice-presidente da República, o total da Assembleia Nacional, de 137 assentos e cinco parlamentares andinos, além de decidir sobre uma consulta popular sobre paraísos fiscais.

A vitória de Moreno é a continuação do apoio do povo equatoriano à continuidade do projeto econômico e social liderado por Rafael Correa que fez mudar o rosto da nação sul-americana, em meio de crises econômicas e desastres naturais.

A agência Andes informou que no encerramento da jornada, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) estabelecia que 81,13% dos equatorianos foram às urnas e se registou um absenteísmo de apenas 18,87%.

Mais de 300 observadores internacionais estiveram presentes em todo o território equatoriano para verificar que não existam anomalias nos recintos eleitorais.

(Granma)

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