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Reconhecem trabalho solidário de amigo australiano

AuatralianoO prestigioso intelectual australiano Tim Anderson afirma que a Revolução Cubana é uma sociedade inédita no mundo, reco-nhecendo nela seu sentido da ética, a justiça social e seu humanismo, pelo qual continuará dando sua ajuda pessoal às causas internacionais empreendidas por Cuba, desde 1º de janeiro de 1959.

Ele considera que na atualidade este sistema social é um exemplo bem sucedido, conduzido pelo guia de um líder histórico, Fidel Castro Ruz, que deixou um legado para a humanidade, por ter sido um constante defensor dos princípios progressistas e um estudioso do desenvolvimento econômico, os direitos humanos e a autodeterminação dos povos da África, Asia-Pacífico e a América Latina.

Em seu país, Tim Anderson pertence à Associação de Amizade Austrália-Cuba em Sidney, tem sido um constante e efetivo amigo da Ilha maior das Antilhas em todos os campos e já publicou inúmeros artigos a favor dos movimentos de libertação nacional e das revoluções soberanas nascidas nas nações subdesenvolvidas, principalmente em Cuba e a Venezuela.

Por tais razões, em dias recentes, recebeu a Medalha da Amizade outorgada pelo Conselho de Estado, como reconhecimento ao seu desempenho solidário, tornado patente ao apoiar a alfabetização em seu país com o método cubano ‘Sim, eu posso’, aplicado em comunidades indígenas. Também, com os projetos de cooperação no tema da saúde entre ambos os Estados.

Igualmente, contribuiu na promoção da colaboração cubana em Timor Leste e nas Ilhas do Pacifico e publicou materiais audiovisuais e jornalísticos sobre o internacionalismo desenvolvido pelo povo da Ilha caribenha em outras latitudes do planeta.

Após receber tão alta condecoração, Anderson entregou à presidenta do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP) Kenia Serrano Puig, uma escultura elaborada por indígenas australianos, um livro de condolências pelo falecimento do Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz e um texto da sua autoria sobre a guerra invasora na Síria.

Acerca deste tema fez questão de dizer: «Meu livro é dirigido a pessoas de fala inglesa com uma concepção diferente dos conflitos militares da atualidade. Elas têm sido enganadas com a guerra na Síria. Resolvi documentar a mentira criada na opinião pública internacional e revelar a verdade da situação bélica no Oriente Médio».

Tim Anderson indicou, aliás, que na Austrália existem várias organizações de solidariedade com Cuba, conformadas dentro de alguns sindicatos, espaços comunitários e movimentos sociais. Eles exerceram influência no sentido de que o governo vote a favor da Ilha maior do Caribe nas Nações Unidas relativamente à eliminação do criminal bloqueio econômico, comercial e financeiro, imposto pelos Estados Unidos desde 1962.

Indicou que vai continuar nessa luta e, ademais, em outros temas importantes, como a desocupação do território de Guantánamo, onde se mantém de forma ilegal uma base, contra a vontade do povo e o governo cubano. Também divulgando a verdade do sistema socialista, que se constrói em Cuba, porque os órgãos da mídia deturpam a realidade.

«Nós todos — precisa o ativista da solidariedade— somos conscientes de que a política do governo da Austrália tem mudado relativamente a Cuba e mostra sinais de ser mais respeitosa. Isso foi devido a que teve de reconhecer o sucesso dos programas de cooperação implementados por Cuba nas Ilhas do Pacífico, principalmente na esfera da saúde».

«Com esse objetivo, os grupos solidários se reúnem uma vez ao ano para celebrar os encontros nacionais e nesse evento se traçam estratégias em diversos projetos de troca cultural, esportiva e de iniciativas de apoio à Revolução», comenta o escritor australiano.

Referiu que para este ano 2017 será ampliada na Austrália a Rede de Intelectuais em Defesa da Humanidade, para incorporar maior número de escritores e pensadores de seu país, que desejam uma mudança no bem-estar das pessoas. Ainda, buscarão consolidar vários projetos de cooperação bilateral de forma tal que empresas australianas financiem e negociem com seus similares de Cuba.

Finalmente, Anderson expressou à nossa publicação: «Sinto-me muito honrado, por ter recebido esta condecoração. Não existem palavras para manifestar o sentimento por um reconhecimento como este, sou um amigo de Cuba e recebo a medalha como um símbolo do compromisso constante que continuarei mantendo com Cuba».

(Granma)

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