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Intensidade nas negociações e alianças possíveis

feria-internacional-de-la-habanaMAIS uma vez a Feira Internacional de Havana, em sua 34ª edição, reafirma-se como a bolsa comercial de caráter geral mais importante de Cuba e o Caribe e uma das mais representativas da América Latina, segundo afirmou, em 31 de outubro, o ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro (Mincex), Rodrigo Malmierca Díaz, ao deixar inaugurado o evento no recinto de feiras Expocuba, o qual se estenderá até 4 de novembro próximo.

Na presença do vice-presidente do Conselho de Ministros e titular da Economia e Planejamento, Ricardo Cabrisas Ruiz, indicou que «têm sido credenciados mais de 3,5 mil expositores em uma área de 28.934 metros quadrados, abem como empresários de 73 países, o que converte esta edição na maior dos últimos anos».

Nesta ocasião, Venezuela, China e a Rússia ratificam-se como importantes parceiros comerciais; a Espanha volta a ser o país mais representado; incrementam sua participação França, Itália e o Japão e participam pela primeira vez Etiópia, Tanzânia e o Gabão.

De acordo com Malmierca, o incremento da participação é uma demonstração do interesse que em nível internacional está gerando o mercado cubano, bem como do reconhecimento das oportunidades de negócio existentes. Ainda, reflete o rechaço ao bloqueio econômico comercial e financeiro imposto a Cuba.

O titular do Mincex reconheceu que «Cuba atravessa limitações financeiras conjunturais que têm afetado o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, e se produziram desbalanços transitórios de liquidez em divisas e alguns atrasos aos provedores externos».

Não obstante, sublinhou, «reiteramos a vontade de nosso governo de cumprir as obrigações».

Apesar das dificuldades defrontadas, precisou, «o ano 2016 tem sido um período muito intenso de aproximação de empresas estrangeiras, o qual se corresponde com a política traçada por nosso governo de consolidar os vínculos com os parceiros tradicionais e diversificar as relações econômicas internacionais, assunto ao qual prestamos particular interesse no contexto atual».

«Entre as empresas cuja assistência cresce estão as provenientes dos Estados Unidos», precisou Rodrigo Malmierca, às quais as leis do seu país impedem, com algumas exceções, a participação no mercado cubano devido ao bloqueio que permanece vigente, e é o principal obstáculo no processo rumo à normalização das relações.

Relativamente ao empresariado cubano, destacou a presença das principais empresas exportadoras, sem obviar que o pavilhão nacional, disposto em 5 mil metros quadrados, conta com 125 entidades expositoras, representando 350 empresas.

E como prato principal das atividades colaterais, sublinhou a realização do Primeiro Foro de Investimentos onde será apresentada a atualização da Pasta de Oportunidades 2016, a qual é muito mais ampla quanto ao número de projetos e ao montante de capital de fora que é preciso atrair, e incorpora setores que não estavam contemplados em versões anteriores.

(Granma)

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