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Chanceler cubano destacou vigência do Não Alinhamento ao chegar à Venezuela

noalO ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, destacou nesta sede a transcendência atual do Movimento dos Países Não-Alinhados, cuja 17ª Cúpula se reúne aqui até o dia 18 de setembro.

«O não alinhamento tem enormes méritos históricos, mas também total vigência», disse ao chegar a este território insular, e ao se referir aos temas que serão o centro dos debates do encontro multinacional acrescentou que «CE preciso defender a independência, a soberania e a autodeterminação, mediante a unidade e a concertação».

«Um abraço revolucionário, antiimperialista e solidário para o bravo povo», enfatizou em sua saudação e desejo bons augúrios ao mandato do Movimento que a República Bolivariana assumirá na Cúpula: «Venezuela receberá a presidência e o fará de maneira bem sucedida. Será uma vitória do povo venezuelano».

Bruno Rodríguez participará em 15 e 16 de setembro no debate político que constituirá o Encontro de Chanceleres, sob o lema “Paz, soberania e independência”, um segmento que precederá a Cúpula de chefes de Estado concebida para sábado e domingo.

A segunda jornada da Cúpula terminou as sessões das Reuniões de Altos Funcionários nas quais foi elaborado o documento base que discutirão e aprovarão chanceleres e mandatários.

Em tais reuniões a Venezuela foi escolhida como coordenadora das comissões política, econômica e social do Movimento, um aspecto que, junto à participação em massa de delegados visitantes, a chanceler anfitriã Delcy Rodríguez exaltou como elementos de reconhecimento à diplomacia de paz que promove seu país, e desmontam as tentativas da direita de isolá-lo.

«Aquelas transnacionais da comunicação que pretenderam tornar invisível a Venezuela para que não se efetuasse esta Cúpula têm sido derrotadas hoje, com a presença em massa de todas as delegações dos Países Não Alinhados», afirmou.

Mediante sua conta no Twitter, Rodríguez também fez a denúncia de um plano da aliança da direita do Brasil, Paraguai e Argentina, cujos governos fizeram declarações que outra vez põem em causa a legitimidade da Venezuela à frente de Mercosul; naquela que pode ser considerada uma tentativa oportunista de desacreditar o governo bolivariano em meio do cenário da Cúpula do MNOAL.

(Granma)

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