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Trovadores advogam por devolução do território ocupado em Guantánamo

trovadores ahsTrovadores e artistas participantes da 40ª Jornada da Canção Política uniram suas vozes, em 2 de agosto, para reclamar a devolução do território ocupado pela ilegal base naval norte-americana, na província de Guantánamo.

O povoado marinho de Caimanera e a Brigada da Fronteira foram os palcos escolhidos pelos trovadores para expressar, através de antológicas músicas da nova trova cubana, o desejo do povo, legítimo dono desse pedaço de terra ocupado pelos Estados Unidos, há mais de um século.

Como parte do programa realizou-se na cidade de Guantánamo uma palestra com Víctor Casaus, diretor do Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau, instituição que durante 20 anos tem difundido a obra criadora dos trovadores cubanos no espaço ‘A Guitarra Limpia’.

A noite foi propícia para a confraternização e a descarga musical dos trovadores nos bairros e a inauguração de Remembranza, exposição de pôsteres do Centro Pablo, na galeria Pórtico da Associação Hermanos Saíz, desta província.

O evento, que se estenderá até o dia 4, começou com o concerto Te doy una canción, em homenagem aos fundadores do Movimento da Nova Trova cubana.

Mais de uma dúzia de artistas nacionais e locais interpretaram peças antológicas, como Creéme e Pequeña Serenata Diurna, acompanhados pelo público assistente.

“Quando viemos a pedido de Lorenzo Cisneros, Topete, para fazer parte da primeira edição da Jornada, não podíamos imaginar que 40 anos depois seria o único evento dedicado à Canção Política em Cuba. Oxalá continue vivente muitos anos mais”, declarou à imprensa o conhecido cantor e autor cubano Augusto Blanca.

Várias gerações de trovadores cubanos, como Marta Campos, Heidi Igualada, Eduardo Sosa, Tony Ávila e jovens talentos do território marcam presença, nestes dias, na Jornada, considerado o evento mais antigo da AHS.

(Granma)

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