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Nossa bandeira tremula no Rio

bandera en rioA bandeira nacional subiu até o mais alto do mastro enquanto o Hino da Pátria era cantado por aqueles que terão a honra de defendê-la nos Jogos da 11ª Olimpíada.

Homens e mulheres comprometidos com sua história desfrutaram empolgados nessa tarde-noite carioca concebida como animadas boas-vindas oficiais ao certame, que será inaugurado em 5 de agosto, no estádio Maracanã.

“Para o Rio uma saudação do povo cubano”, escreveu o dr. Antonio Becali, presidente do Instituto Cubano de Esportes (Inder) antes de assinar o mosaico de cerâmica atribuído à sua delegação no mural instalado na zona internacional da vila.

Pouco antes, Becali trocou presentes com a prefeita do lugar, Janeth Arcain, ex-jogadora de basquete, com medalhas em jogos olímpicos, a qual em seu discurso destacou os valores do olimpismo e convocou a enaltecer o jogo limpo.

Uma dança das tribos, tornada homenagem às tradições brasileiras advertiu desde cedo o papel atribuído à música como complemento do ato protocolar, e esta se converteu em expressão do ambiente festivo que geram as lides quadrienais.

Ritmos emblemáticos como forró, samba e bossa nova misturaram-se com a contemporaneidade do funk local para tributar a esse propósito, como parte de um fluido espetáculo, depois do qual os atletas da Ilha trocaram saudações com seus protagonistas.

“Sempre é bonito ver içar a bandeira nacional, um momento importante que nos estimula mais para a competição”, disse pouco depois o tricampeão do mundo de boxe Julio César La Cruz.

Cuba inscreveu 124 competidores de 18 esportes e incrementou sua presença na vila com a cegada dos times de luta, comandados pelo bicampeão olímpico do estilo clássico Mijaín López, quem será o porta-bandeiras na cerimônia de abertura.

(Granma)

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