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Cuba continuará trabalhando para unir decisões perante os desafios coletivos

Raul aec 3Cuba continuará trabalhando desde a presidência do Conselho de Ministros da Associação dos Estados do Caribe para unir decisões perante os desafios coletivos, assegurou neste sábado o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no encerramento da 7ª Cúpula do mecanismo regional.

Antes de iniciar sua intervenção, o presidente cubano enviou condolências à família do campeão de Boxe Mohamed Alí, que morreu hoje e estendeu a saudação à comunidade afro-americana dos Estados Unidos, pela qual o esportista sempre lutou. Lembrou igualmente a amizade de Alí com o líder Fidel Castro.

Voltando ao tema da Cúpula, assinalou que a Associação, fundada em 1994, foi criada para unir toda a família caribenha e reconheceu a contribuição de todos seus membros bem como dos que se incorporaram.

Isto demonstra o interesse que suscita o Caribe, indicou o chefe de Estado.

Em outro momento ressaltou que a Declaração de Havana e o Plano de Ação 2016-2018 e os debates da jornada demonstraram a capacidade de tratar temas essenciais de nossos povos, uma questão que, na opinião dele, é imprescindível para continuar avances em termos de cooperação.

A Cúpula que hoje conclui demonstra a capacidade de nossa região para dialogar e concertar posições sobre os problemas e desafio comuns que enfrentamos e para perseverar na busca de soluções aos mesmos, adaptadas às condições, necessidades e prioridades da área, assegurou.

O general-de-exército assinalou igualmente que a paz, a estabilidade, a defesa dos interesses de nossos povos e o exercício da soberania e autodeterminação sem ingerência externa, são essenciais para avançar nas metas de cooperação traçadas.

A conjuntura nos obriga a perguntar-nos como consolidar o atingido, disse ao alertar que a nova onda neoliberal que vive a região nos impedirá cumprir os objetivos de integração que nos fixamos.

O presidente cubano ressaltou que essa onda neoliberal representa a desmontagem das políticas sociais inclusivas e significa um aumento da pobreza, da desigualdade, a desregulamentação do mercado e a diminuição do papel do Estado.

Em outro momento destacou a contribuição de Alfonso Múnera a frente da Secretaria Geral.

A partir de agosto este esforço será liderado pela embaixadora June Soomer a quem novamente felicitamos, disse.

(Granma)

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