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Respeito pelos heróis da classe operária

heroes 1 mayoDAS mãos do general-de-exército Raúl Castro Ruz, quatro trabalhadores cubanos receberam, em 1º de Maio, o título de honra de Heróis e Heroínas do Trabalho da República de Cuba.

Após concluída a cerimônia, com a emoção sincera e demonstrada, acederam a conversar com a imprensa.

“Eu recebo este reconhecimento em nome dos moradores de Caibarién, dos de Santa Clara, dos de Granma e dos de Santiago de Cuba; e de muitos dirigentes que junto a mim têm compartilhado o combate”, disse Lázaro Expósito Canto, membro do Comitê Central do Partido e primeiro-secretário em Santiago de Cuba.

“O povo é o mais importante, é minha razão de ser”, expressou. “Minha tarefa é defender o povo e o faço todos os dias a qualquer custo”.

“Neste momento me lembro do meu pai e de Fidel. Eles foram os que me ensinaram que o ódio não se multiplica, que o único que se multiplica é o amor”, afirmou Carlos Alberto Cremata, diretor geral e artístico do grupo teatral La Colmena e da companhia infantil La Colmenita.

“Martí escreveu: ‘se me abrissem o peito devo ter agora muito belo o coração’. Isso é o que eu estou sentindo”, acrescentou.

“Eu nunca sonhei que ia receber essa condecoração das mãos de Raúl”, indicou, por outra parte, Juan Ricardo Santiesteban, construtor da província Granma. “Não tive um infarto porque eu estou pronto para tudo, mas eu nunca pensei estreitar a mão do general-de-exército”.

“Assim que chegar à minha província vou me incorporar à escola de ofícios, para dar aulas à nova geração; para incutir a esses rapazes o pouco conhecimento que tenho”, asseverou Juan Ricardo, quem tem ha sido, também, trabalhador vanguarda em 29 ocasiones.

Da mesma forma, Inorbis Román Caraballo, professora da escola de ensino primário Mártires del 12 de abril, em Guantánamo, disse que se sentia orgulhosa por esta distinção, a qual “me compromete a impulsionar a educação como uma das trincheiras da Revolução, porque com os educadores a população tem o futuro certo”.

Acrescentou que ao chegar a sua província, pretende “transmitir aos trabalhadores, alunos e pais as emoções que senti aqui, porque também temos um exército de jovens que se está preparando, com entusiasmo, para levar adiante a obra da Revolução”.

O desfile e este ato nos têm demonstrado que Cuba está firme, que defenderemos nossos princípios ao preço que seja necessário, disse.

A mulher cubana — manifestou igualmente— sempre tem estado presente na obra revolucionária. “Por isso temos que continuar convocando-as; porque quando a força da mulher se impõe a obra é invencível, tal como dizia nosso Herói Nacional”.

(Granma)

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