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Chanceleres da ALBA cerram filas frente a tentativas desestabilizadoras

Reunion ALBAMediante a voz de seus chanceleres e outros altos funcionários, os países que integram a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA-TCP) reafirmaram em 10 de agosto, nesta cidade, sal posição unânime de rechaço ante as tentativas desestabilizadoras contra governos progressistas e democráticos da região.

Na 4ª Reunião Extraordinária do Conselho Político da ALBA-TCP, as delegações articularam um plano de ações conjuntas a fim de fazer face às conspirações direitistas e imperiais, fundamentalmente contra os poderes legítimos estabelecidos no Equador e em El Salvador.

Entre os acordos tomados pelas delegações dos 11 países membros da aliança regional ressaltam a definição de comissões de chanceleres para o acompanhamento direto nas duas nações ameaçadas; a denúncia do processo desestabilizador ante a comunidade internacional e os organismos de integração como a Unasul, Celac e Caricom; bem como convocatórias a um tuitaço mundial e a mobilizações populares que em 13 de agosto próximo referendem, nos estados da ALBA, o rechaço às tentativas golpistas no continente.

Nas conclusões da reunião, o presidente Nicolás Maduro exaltou o papel de Cuba e sua Revolução como paradigma de resistência diante da longa arremetida hostil do imperialismo norte-americano, e pôs como exemplo de sua dignidade os resultados derivados do processo de restabelecimento das relações diplomáticas com os Estados Unidos.

“Eis Cuba como uma única peça, depois de anos de batalha, depois de anos de batalha e dignidade; é um dos pontos de referência da nova história americana. É a história de um modelo que deve se firmar na consciência de nossos povos”, disse o presidente.

O chanceler cubano Bruno Rodríguez qualificou de importante e oportuna a reunião e destacou “a mobilização da consciência de nossos povos e a articulação dos esforços em defesa da autodeterminação”, como alternativas efetivas para enfrentar “a arremetida do imperialismo, das multinacionais e das oligarquias”.

O Conselho Político do bloco também fixou posições de denúncia sobre outros conflitos internacionais como a promoção imperial do desmembramento da nação líbia, bem como a crise humanitária no mar Mediterrâneo, por causa do deslocamento provocado pelas guerras no norte da África e no Oriente Médio.

(Granma)

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