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A Bienal atrás do muro … e além

patinaje malecónAPÓS seu primeiro fim de semana, a 12ª Bienal de Havana se afasta, cada vez mais, do conceito de megashow e adentra nas comunidades e ocupa praças, parques e outros espaços públicos, a fim de expor o trabalho de quase mil artistas cubanos e estrangeiros e dialogar com a nossa realidade.

Na tarde do domingo, 24 e maio, foi aberto o projeto paralelo Atrás da parede, em que 60 artistas de vários países expuseram suas obras na avenida Malecón (beira-mar), apostando em obras que estimulem a interação com o público .

Sem dúvida, um dos projetos mais atraentes é a Pista de gelo, do norte-americano Duke Riley, localizado no cruzamento das ruas Malecón e Belascoain, resultado da investigação feita por este artista de Nova York, sobre a história das pistas de gelo em Cuba, em meados de século passado. A peça, feita com folhas de um material semelhante ao gelo, mas que não é afetado pelo calor, permitirá ao público desfrutar de patinagem, hóquei e jogos organizados para a ocasião.

Peças como Delicatessen, de Roberto Fabelo, Balance cubano, de Inti Hernandez; Árbol de luz, de Rafael Villares e Cubo azul, de Rachel Valdés, entre outros, são parte da amostra que cobre todo o caminho desde o Parque Maceo até La Punta.

Para esta semana, estão a inauguração de vários espaços de exposições e intervenções públicas, tais como o Museu Orgânico de Romerillo (MOR), o projeto conjunto Con lentes de contacto, no Instituto Superior da Arte (ISA) e as performances Des-Concierto II e III, de Adonis Ferro, no Pavilhão Cuba.

(Granma)

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