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Cuba : Exposição de Caravaggio e seus seguidores

O Narciso de Michelangelo Merisi Caravaggio e 12 óleos de seus seguidores exibem-se desde hoje cá em uma mostra preparada especialmente para Cuba, a cuja abertura assistiu o vice-ministro italiano de Cultura, Riccardo Villari.

Hoje estamos semeando cultura, afirmou ao deixar aberta a exposição na sala transitória do Hemiciclo de Arte Universal, do Museu Nacional de Belas Artes.

Quando a linguagem da cultura fala, agregou, promove um crescimento espiritual e mantém aberta uma ligação entre nossos dois povos.

Após agradecer à equipe que trabalhou durante vários meses para trazer pela primeira vez a Havana uma das fazes cimeira do pioneiro do barroco, Villari recordou que foi um trabalho que mobilizou a todo o Ministério de Bens Culturais da Itália.

Seu homólogo cubano, o vice-ministro Fernando Rojas agradeceu este presente, fruto de uma cooperação que a cada dia ganha força e permite afiançar os históricos laços de amizade entre a ambas as nações.

Na abertura marcaram presença conceituadas personalidades da ilha, entre eles o Arcebispo de Havana, Jaime Ortega, o vice-ministro das Relações Exteriores, Dagoberto Rodríguez, e a presidenta do Conselho Nacional de Patrimônio, Margarita Ruiz, entre outros.

Em palavras da curadora da amostra, Rosella Vodret, superintendente do Pólo dos Museus de Roma, Caravaggio em Cuba ilustra uma época fundamental da arte italiana, na que a cidade foi protagonista da profunda transformação que teve lugar durante os primeiros 30 anos do século XVII ou .

Como reflete no catálogo o ministro cubano de Cultura, Abel Prieto, o encontro com esta coleção será uma nova contribuição ao desenvolvimento espiritual do nosso povo, sempre ávido do intercâmbio com o melhor da cultura universal.

“O Narciso na fonte”, pintado em 1599-60, é o centro da exposição que compreende duas partes, uma com seis peças da primeira geração de seus seguidores e outra da segunda, com obras como Descanso na fugida a Egito, de Orazio Gentileschi, e Baco e um bebedor, de Bartolomeo Manfredi.

Os 13 originais, abertos ao público até 27 de novembro, pertencem aos fundos da Galeria Nacional da Arte Antigo do Palácio Barberini, a Galeria Borghese, a coleção Lampronti e do Convento de São Francisco em Ripa Grande.

(Prensa Latina)

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