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	<title>Cubadebate (Português) &#187; WikiLeaks</title>
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		<title>Pedem à OEA firmeza contra os EUA e apoio ao Equador</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 14:02:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assange]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[Quito, 24 ago (Prensa Latina) A Organização de Estados Americanos (OEA) deverá ser firme no debate de hoje e responsabilizar aos Estados Unidos do conflito entre Reino Unido e Equador, e respaldar a este último, opinou o acadêmico Germán Rodas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2839" src="/files/2012/08/julian-assange-mordaza.jpg" alt="" width="300" height="250" />Quito, 24 ago (Prensa Latina) A Organização de Estados Americanos (OEA) deverá ser firme no debate de hoje e responsabilizar aos Estados Unidos do conflito entre Reino Unido e Equador, e respaldar a este último, opinou o acadêmico Germán Rodas.</p>
<p>O catedrático na Universidade Simón Bolívar disse em entrevista com Prensa Latina que, como nos velhos tempos, a perseguição e o seguimento a regimes latinoamericanos e do mundo geram situações complexas. Em particular referiu-se à ameaça britânica ao governo do Equador de uma eventual incursão em sua Embaixada em Londres para prender ao jornalista australiano Julian Assange, protegido do Estado sul-americano com a condição de asilado.</p>
<p>Para o também historiador, os impérios ao se sentir descobertos atuam da maneira que o fazem, sobretudo quando não fazem sentido e ameaçam à missão diplomática equatoriana de ser assaltada em seu próprio território.</p>
<p>Apontou que como nos séculos XV, XVI e XVII, os que se proclamam impérios na atualidade acham que podem invadir recintos diplomáticos como a de Equador, para retirar a Assange e levar a um tribunal estadunidense a fim de julgar nesse país, ainda que se assegure o contrário.</p>
<p>Rodas assinalou que a resposta equatoriana a favor do fundador de Wikileaks guarda relação com a proteção de sua vida em frente à jugarreta para prendê-lo, o extraditando primeiro a Suécia por supostos delitos sexuais, e depois poder o entregar a Washington.</p>
<p>Frente a isso, recordou como mecanismos integracionistas (União de Nações Sul-americanas (Unasul) e a Aliança Bolivariana para Nossos Povos da América (ALBA) deram uma resposta contundente destes espaços de união regional.</p>
<p>Com a rejeição desses blocos, apontou, os países membros deram a mensagem de que sim existem setores nesse hemisfério dispostos a defender a soberania.</p>
<p>Por outra parte, questionou os supostos ilícitos pelos quais é acusado a Assange, depois de considerar que uma das duas denunciantes possui um historial contrarrevolucionário, a qual vincula com a suposta intenção de fazer dano ao comunicador australiano pelos cabos diplomáticos estadunidenses divulgados.</p>
<p>O especialista assegurou que Assange revelou as manipulações das embaixadas estadunidenses pelo mundo, em estudo perene e em busca de informação para tratar de promover sua política mundialmente.</p>
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		<title>UNASUL: Reino Unido e Equador devem se entender com respeito mútuo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 14:00:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ecuador]]></category>
		<category><![CDATA[UNASUL]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[Quito, 22 ago (Prensa Latina) O secretário geral da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), Alí Rodríguez, afirmou que o Reino Unido e o Equador devem se entender de maneira soberana e em base ao respeito mútuo para resolver a crise pelo caso Assange. "Como mandam as mais elementares práticas internacionais da diplomacia e do princípio do direito internacional", acrescentou.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2828" src="/files/2012/08/ali-rodriguez.jpg" alt="" width="300" height="250" />Quito, 22 ago (Prensa Latina) O secretário geral da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), Alí Rodríguez, afirmou que o Reino Unido e o Equador devem se entender de maneira soberana e em base ao respeito mútuo para resolver a crise pelo caso Assange.</p>
<p>&#8220;Como mandam as mais elementares práticas internacionais da diplomacia e do princípio do direito internacional&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Rodríguez, em entrevista à Prensa Latina, fez referência à ameaça britânica ao Equador de entrar na sua embaixada em Londres para prender o australiano Julian Assange, fundador do WikiLeaks, o que Quito repudiou.</p>
<p>O alto dirigente do bloco integracionista agregou que esta situação, com risco para a soberania de uma nação sul-americana, consolida ainda mais a unidade regional.</p>
<p>&#8220;É o que está acontecendo, o que se está demonstrando e o que se está evidenciando&#8221;, enfatizou ao aludir ao apoio deste organismo ao Equador, contido na Declaração de Guayaquil, acordada nessa cidade durante o fim de semana.</p>
<p>Afirmou que, se o Reino Unido tem interesse em manter boas relações com a UNASUL e a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), deve reconhecer as práticas ao redor da figura do asilo que se mantiveram na região de maneira inalterável e consecutiva.</p>
<p>No entanto, sugeriu que antes os britânicos deveriam retirar o documento de ameaça e criar as condições que existiam antes para que possa fluir uma negociação em termos de respeito mútuo entre países soberanos.</p>
<p>A contribuição da UNASUL seria para garantir a paz e encontrar uma saída a esta situação, manifestou.</p>
<p>Rodríguez atribuiu a atitude britânica ao fato de que os países imperiais se negam a assumir as novas realidades que vive a região latino-americana.</p>
<p>Tal consideração, manifestou, teria levado o Reino Unido a emitir uma documento oficial com a ameaça de entrar na sede diplomática do Equador em Londres.</p>
<p>O secretário executivo da UNASUL qualificou esse comunicado como detestável e revoltante para qualquer nação.</p>
<p>Concluiu que existem muitos argumentos e fundamentos para o apoio unânime outorgado ao Equador nesta instância.</p>
<p>O direito ao asilo, afirmou, é uma tradição comum que deve ser aceita em outras regiões, para uma convivência pacífica na órbita.</p>
<p>Assange permanece refugiado desde 19 de junho deste ano na Embaixada do Equador na capital britânica e tenta evitar sua entrega à Suécia, para ser extraditado aos Estados Unidos, o país mais prejudicado pelos cabos do WikiLeaks.</p>
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		<title>Máximo diplomata dos EE.UU. em Cuba monitorou redes da internet</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 18:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Gross]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Farrar]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[SINA]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[O chefe da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba, Jonathan Farrar, monitorou a internet para possíveis ações subversivas, de acordo com um cabo publicado por Wikileaks e reproduzido hoje por sites cubanos. A averiguação de Farrar junto a sua esposa ocorreu em agosto de 2008, quando escreveu um memorando dirigido ao Departamento de Estado qualificado de sensível, sem que reportasse obstáculos das autoridades da nação caribenha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2127" alt="" src="/files/2011/08/20110604073504-wikileaks-logo.jpg" width="300" height="250" />O chefe da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba, Jonathan Farrar, monitorou a internet para possíveis ações subversivas, de acordo com um cabo publicado por Wikileaks e reproduzido hoje por sites cubanos.</p>
<p>A averiguação de Farrar junto a sua esposa ocorreu em agosto de 2008, quando escreveu um memorando dirigido ao Departamento de Estado qualificado de sensível, sem que reportasse obstáculos das autoridades da nação caribenha.</p>
<p>O diplomata recomendou à Casa Branca que facilitasse programas para violar regras estabelecidas pelos provedores locais da rede de redes, denunciou o site <a href="http://www.cubasi.cu/"  target="_blank" rel="nofollow">www.cubasi.cu</a> que reproduziu neste sábado a página <a href="http://www.cubadebate.cu/"  target="_blank" rel="nofollow">www.cubadebate.cu</a>.</p>
<p>&#8220;A SINA (a Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba) acolhe com entusiasmo todas as contribuições que venham de Washington, onde continua um trabalho para desenvolver programas que evitem os filtros de internet&#8221;, escreveu em suas considerações finais.</p>
<p>Ademais anunciou que buscará melhorar as condições locais de internet e analisará sua possível utilização em operações dos sites e em nossa faixa de ação, acrescentou.</p>
<p>O texto intitulado &#8220;Navegar pela Rede em Havana&#8221; descreveu as visitas a vários pontos de acesso à rede, incluídos vários hotéis, para comprovar se os sites de algumas das organizações beneficiadas por Estados Unidos estavam acessíveis.</p>
<p>Farrar reportou a impossibilidade de aceder aos sites de antigas e presentes organizações que recebem dinheiro governamental de Estados Unidos para o Programa Cuba, com o objetivo de mudar o sistema político da nação caribenha.</p>
<p>Entre os sites bloqueados mencionou o Diretório Democrático Cubano, o Centro Cubano para uma Cuba Livre ou o Grupo de Apoio à Dissidência, todos filiados a projetos subversivos contra Havana. Reconheceu que podia se entrar a sites de Organizações não Governamentais que se relacionam com os direitos humanos internacionais tais como o Observatório de Direitos Humanos e Anistia Internacional.</p>
<p>&#8220;Inclusive, pode ser descarregado todo o relatório HRW 2007 se você é paciente e espera vinte minutos&#8221;, precisou no relatório.</p>
<p>Também pode ser navegado sem restrição alguma no site da SINA, no Departamento de Estado, na Organização das Nações Unidas (ONU) e inclusive ler meios como The Washington Post e o The New York Times.</p>
<p>O artigo de CubaSi recordou que em março passado os tribunais cubanos condenaram ao cidadão estadunidense Alan Gross a 15 anos de prisão pelo delito de atos contra a independência ou a integridade territorial do Estado.</p>
<p>A condenação produziu-se depois de ser comprovado que Gross participou diretamente em um projeto subversivo dos Estados Unidos para tratar de destruir a Revolução com o emprego de sistemas de infocomunicações que fosse do controle das autoridades.</p>
<p>(<a href="http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=318528&amp;Itemid=1"  target="_blank" rel="nofollow"><strong>Prensa Latina</strong></a>)</p>
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		<title>Abusos dos EUA na ilegal base de Guantánamo à descoberta</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 22:32:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guantánamo]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 750 relatórios secretos filtrados por WikiLeaks confirmam os abusos cometidos pelos Estados Unidos no cárcere da ilegal base de Guantánamo, e revelam que 60% dos réus foram levados a essa prisão sem terem nenhum vínculo com a guerra santa. Os casos da maioria dos prisioneiros — 758 de 779 — são descrevidos em]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1999" src="/files/2011/04/guantanamo-us-prisoners.jpg" alt="" width="300" height="250" />Mais de 750 relatórios secretos filtrados por WikiLeaks confirmam os abusos cometidos pelos Estados Unidos no cárcere da ilegal base de Guantánamo, e revelam que 60% dos réus foram levados a essa prisão sem terem nenhum vínculo com a guerra santa.</p>
<p>Os casos da maioria dos prisioneiros — 758 de 779 — são descrevidos em detalhes em memorandos que a Força de Tarefa Conjunta na Baía de Guantánamo enviou ao comando sul dos Estados Unidos em Miami, Flórida.</p>
<p>Ainda há 170 prisioneiros nesse cárcere, onde foi criado um sistema policial e penal sem garantias, e onde somente interessavam duas questões: a informação que obteriam dos presos, embora fossem inocentes, e se podiam ser perigosos num futuro.</p>
<p>Pessoas idosas com demência senil, adolescentes, doentes psiquiátricos graves e professores ou granjeiros sem nenhum vínculo com a guerra santa, foram levados ao cárcere e misturados com terroristas, como os responsáveis pelos acontecimentos de 11-S.</p>
<p>Segundo os relatórios, Abu Zubaydah — suposto detento de alto valor, sequestrado no Paquistão, em março de 2002 e que esteve 4 anos e meio em prisões secretas da CIA — foi submetido em 83 ocasiões à técnica de tortura conhecida como waterboarding (submarino), forma controlada de asfixia por afogamento.</p>
<p>Os 759 arquivos foram revelados simultaneamente pela mídia estadunidense e europeia, entre eles o jornal El País.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos lamentou a divulgação e reconheceu que os relatórios foram escritos com informações de 2002 e 2009. (Extraído do El País)</p>
<p>-<br />
<em>Granma Internacional</em></p>
<div><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://whocanwritemyessay.com/" >i have to write an essay due tomorrow</a></div>
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