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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Universidade</title>
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		<title>Princípios</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 21:35:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5106" alt="FEU Congreso" src="/files/2018/07/FEU-Congreso.jpg" width="300" height="252" />NÓS não estamos seguros. Em um mundo globalizado, cada vez mais interligado, com tendência ao neoliberalismo e no coração de uma onda da direita nas Américas, a juventude é o alvo nas tentativas de desestabilizar Cuba, estratégia utilizada hoje mais forte do que nunca.</p>
<p>«Em um mundo assim, os princípios são os que nos podem salvar», insistiram os jovens no 9º Congresso da Federação dos Estudantes Universitários, que acaba de concluir em Havana, e que entre as principais questões discutidas foi a subversão político-ideológica, um conceito que é atualizado como guerra de símbolos, não convencionais, de quarta geração.</p>
<p>São outros nomes para o mesmo fenômeno: tentativa desesperada de converter, principalmente a novas gerações, em sujeitos sem história, sem interesses políticos, que desprezem ou suplantem sua cultura. Acima de tudo, que esqueçam que a Revolução foi um fato realizado pelos jovens.</p>
<p>Não é por acaso que os delegados do Congresso se lembram de Fidel, cujo exemplo significa rebelião permanente contra o mundo do capitalismo; uma rebelião consciente, organizada, destinada a destruir a sociedade de dominação e que está encaminhada à construção da libertação, que os jovens sejam capazes de melhorar a si mesmos e ao mundo, e que o projeto seja tão ambicioso que resulte viável.</p>
<p>O Congresso também recordou o «delicioso despotismo», como chamou o jornalista espanhol Ignacio Ramonet ao controle das mentes através da indústria cultural norte-americana, uma pseudocultura que tenta moldar a opinião pública, os gostos e as preferências, sentimentos, educação, promoção, a divulgação de notícias.</p>
<p>A subversão voltada para os jovens em Cuba tem uma referência particular, com a abertura, em 2015, do World Learning, um programa de verão para jovens cubanos organizado nos Estados Unidos com o objetivo de transformá-los em «líderes» de uma mudança política na Ilha.</p>
<p>Alejandro Sanchez, ex-bolsista da World Learning e estudante na Universidade de Havana, explicou durante o Congresso como, uma vez nos Estados Unidos, os coordenadores do programa não se esconderam para afirmar que jovens cubanos eram um investimento e salientaram a necessidade de ter sucesso na aplicação em Cuba dos projetos que lhes foram ensinados.</p>
<p>«Esse engano não nos pode cegar», disse o garoto, que viveu essa experiência. Fortalecer a preparação nas salas de aula, manter e defender nossos valores e idiossincrasia devem ser as prioridades de todos. Vamos segurar-nos em nossos princípios.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cubanos recordam 61 anos do Assalto ao Palácio Presidencial</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 18:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os cubanos recordam hoje os 61 anos do Assalto ao Palácio Presidencial, a tomada da emissora Rádio Relógio e a morte do líder estudantil José Antonio Echeverría. Essas ações armadas foram protagonizadas por jovens do Diretório Revolucionário, braço armado da Federação Estudantil Universitária.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4863" alt="JA-Echeverria-bandera" src="/files/2018/03/JA-Echeverria-bandera.jpg" width="300" height="256" />Os cubanos recordam hoje os 61 anos do Assalto ao Palácio Presidencial, a tomada da emissora Rádio Relógio e a morte do líder estudantil José Antonio Echeverría.</p>
<p>Essas ações armadas foram protagonizadas por jovens do Diretório Revolucionário, braço armado da Federação Estudantil Universitária.</p>
<p>Os lutadores tinham o propósito de derrubar o regime com o justiçamento do ditador Fulgencio Batista.</p>
<p>Depois seriam entregues as armas da guarnição do Palácio ao povo, que seria convocado por meio da emissora Rádio Relógio e assim tomar outros pontos da cidade, como o Quartel Mestre da Polícia para ocupar seu forte arsenal.</p>
<p>De acordo com registros históricos, parte da missão era assaltar outras estações policiais e quartéis até dominar a capital.</p>
<p>O Diretório Revolucionário se propôs a realizar uma ação que decapitaria a tirania de Batista, que mantinha ensanguentado o país.</p>
<p>O secretário-geral desse agrupamento, José Antonio Echeverría, organizou a ação, que seguia a estratégia de &#8216;golpear de cima&#8217;.</p>
<p>Mediante este ataque na cidade, os jovens cooperavam com os guerrilheiros que combatiam em Sierra Maestra, no oriente cubano, comandados pelo líder da Revolução, Fidel Castro.</p>
<p>Os 50 jovens que entraram no antigo Palácio Presidencial tinham diferentes missões, os que subiram ao segundo andar procuraram o ditador, mas este fugiu por uma escada interna, anexa a seu escritório.</p>
<p>Segundo diversas fontes, os combates dentro do palácio foram violentos e muitos lutadores morreram, e outros lhes esgotaram as munições.</p>
<p>Decide-se então retroceder, para pedir reforços e continuar posteriormente o ataque, mas a operação de apoio não funcionou.</p>
<p>Depois da tomada da emissora Rádio Relógio, José Antonio Echeverría dirigiu-se à Universidade de Havana.</p>
<p>O automóvel que viajava foi interceptado por um veículo da polícia estacionado no recinto universitário e o líder estudantil morreu metralhado com apenas 24 anos de idade.</p>
<p>Fidel Castro descreveu o assalto ao Palácio Presidencial como &#8216;uma operação bem organizada, um ato de extraordinária audácia e coragem, no qual também teve falhas e imponderáveis&#8217;.</p>
<p>Apesar de não ter alcançado seu objetivo, a ação de 13 de março de 1957 tem uma grande importância histórica, pois comoveu a consciência popular e acrescentou repúdio ao regime tirânico de Batista.<br />
<strong><br />
(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Uma universidad comprometida com a sua nação</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 17:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4749" alt="Universidad 2018" src="/files/2018/02/Universidad-2018.jpg" width="300" height="242" />O avanço da Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável aparece no âmbito mundial como um imperativo que tenta contestar o modelo atual de desenvolvimento, que é insustentável, excludente e predador, o qual dependerá, ineludivelmente, de mobilizar o potencial humano, as capacidades científicas e tecnológicas e os valores humanistas que pode promover a educação superior.</p>
<p>Cuba pode gabar-se das suas universidades comprometidas com os destinos da nação. Foto: Ariel Cecilio Lemus<br />
«Esse é um desafio que Cuba assume», segundo expressou o ministro da Educação Superior, José Ramón Saborido Loidi, na conferencia que deixou inaugurado, em 12 de fevereiro, o Congresso Universidade 2018, no teatro Karl Marx, e o faz a partir da experiência de ter formado quase um milhão e meio de profissionais, desde 1959, e de contar com 12% de sua população nom nível universitário.</p>
<p>No ato, no qual marcou presença o primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, o titular desse setor expressou que o modelo de universidade que construiu a Ilha maior das Antilhas a define como humanista, moderna, científica, tecnológica e inovadora, integrada à sociedade, comprometida com a construção da nação.</p>
<p>Isso pode ser percebido, para pôr apenas um exemplo, na participação de professores e pesquisadores universitários na atualização do modelo econômico e social cubano e nas transformações que experimenta a própria educação superior. «Trata-se, disse o ministro, de continuar melhorando a pertinência e qualidade de um sistema totalmente gratuito.</p>
<p>Saborido Loidi definiu alguns desafios do ensino na região, entre eles a necessidade de uma universidade comprometida com a sociedade, ter conseguido que a educação seja um bem público e direito humano universal, a qualidade da formação de professores, maior aproveitamento das tecnologias da informação e as comunicações e a batalha contra a mercantilização do ensino superior.</p>
<p>Passados 20 anos de ter sido celebrado o primeiro congresso Universidade e quando se completa o centenário da Reforma de Córdoba, o evento que terá lugar no Palácio das Convenções, até 16 de fevereiro, reúne mais de dois mil participantes de 60 países e pretende converter-se em espaço aberto para o diálogo, segundo expressou seu secretário executivo, Omar Herrera.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Universidade de Havana prontifica-se para Havmun 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 22:20:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir de hoje, 29 de março, inicia-se na Universidade de Havana (UH) o Modelo das Nações Unidas, Havmun 2016, espaço para debater, refletir e propor possíveis soluções às preocupações que afetam o mundo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4139" alt="Universidad alma mater" src="/files/2016/03/Universidad-alma-mater.jpg" width="300" height="203" />A partir de hoje, 29 de março, inicia-se na Universidade de Havana (UH) o Modelo das Nações Unidas, Havmun 2016, espaço para debater, refletir e propor possíveis soluções às preocupações que afetam o mundo.</p>
<p>Gicela Morales, especialista do Departamento de Comunicação Institucional da UH, informou à ACN que nesta ocasião o tema principal será “A paz como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável”.</p>
<p>Será até 1º de abril este evento, organizado pela Federação Estudantil Universitária dessa casa de altos estudos, com a colaboração da Associação Cubana das Nações Unidas e o Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>Morales disse que se prevê a assistência de mais de 250 delegados nacionais e de fora, os quais trabalharão em sete comissões, cinco delas em idioma espanhol, uma em francês e outra em inglês.</p>
<p>Enfatizou que neste ano Havmun celebrará seu vigésimo aniversário e entre as atividades colaterais será realizado o 3º Workshop Internacional, onde estarão presentes os chefes de delegações estrangeiras e também um encontro com antigos integrantes.</p>
<p>Morales comentou que no teatro Sanguily da Universidade serão ministradas palestras e conferências magistrais. E destacou “Os paradoxos da racialidade: um olhar a partir de Cuba”, a cargo de Zuleica Romay, presidente do Instituto Cubano do Livro e Prêmio Casa das Américas 2012.</p>
<p>“Repercussão de conflitos armados sobre as crianças, estratégias contra o terrorismo, descolonização, ações globais para o desenvolvimento da educação, a ciência e a cultura, e outras temáticas resultam essenciais para o Modelo Cubano de Nações Unidas”, precisou.</p>
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		<title>Estudantes protestam no Chile contra venda de universidade</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Milhares de estudantes da Universidade Central do Chile protagonizam ações de protesto nesta capital contra a venda de 50 por cento dessa casa de estudos a uma empresa privada. As federações estudantis da referida instituição chamaram a manter a greve docente que iniciaram na semana anterior, paralelamente às marchas pelas ruas de Santiago, em rejeição ao que qualificam como um típico ato de busca do lucro em detrimento do interesse educacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1945" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-1945" src="/files/2011/04/estudiantes-chile.jpg" alt="" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Chile, protestos estudantis. </p></div>
<p>Milhares de estudantes da Universidade Central do Chile protagonizam ações de protesto nesta capital contra a venda de 50 por cento dessa casa de estudos a uma empresa privada.</p>
<p>As federações estudantis da referida instituição chamaram a manter a greve docente que iniciaram na semana anterior, paralelamente às marchas pelas ruas de Santiago, em rejeição ao que qualificam como um típico ato de busca do lucro em detrimento do interesse educacional.</p>
<p>O Chile precisa de uma revolução na educação, afirmou o presidente da Federação de Estudantes da Universidade Central, Adrián Prieto, que acrescentou que os alunos da Universidade Central querem continuar pertencendo a uma instância pluralista, laica e independente.</p>
<p>O líder juvenil denunciou também a demissão de mais de 100 professores por estes oporem-se à citada venda de ações à Empresa de Investimentos Norte Sul.</p>
<p>Enquanto isso, ex-presidentes de federações de estudantes e egressos de faculdades da Universidade Central emitiram uma declaração de apoio aos alunos da referida instituição e pediram ao ministro de Educação do Chile, Joaquín Lavín, que encaminhe a solução do conflito em um prazo não maior de 30 dias.</p>
<p>De igual modo, expressaram sua solidariedade com a ação de protesto os estudantes de outras instituições como Universidade do Chile, Universidade de Santiago, Universidade Diego Portales e a Academia de Humanismo Cristão.</p>
<p>O Governo chileno deve intervir e assegurar que se preservem os interesses acadêmicos das universidades e se ponha fim ao lucro na educação, destacou Camila Vallejo, presidenta da Federação de Estudantes da Universidade do Chile.</p>
<p>Como é possível que um Estado que fala de uma revolução no setor educacional não seja capaz de defender os direitos dos 12 mil estudantes da Universidade Central, se perguntou por sua vez o também líder universitário Camilo Ballesteros.</p>
<p>Em declarações à imprensa local, Aldo Flores, vice-presidente da Federação de Estudantes da Universidade Central, manifestou que as mobilizações e a greve vão continuar. &#8220;Os estudantes estamos convencidos que o caminho das mobilizações é o correto&#8221;, afirmou.</p>
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