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	<title>Cubadebate (Português) &#187; União Europeia</title>
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		<title>UE promove estratégia para ligar-se com a Ásia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 18:33:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A UE propõe ações concretas em três temas: criar entendimentos de transporte, energia, redes digitais e conexões humanas; oferecer alianças de conectividade com países asiáticos e organizações; bem como promover o financiamento sustentável mediante a utilização de diversas ferramentas financeiras, agrega a nota.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5211" alt="Uniion europeua" src="/files/2018/09/Uniion-europeua.jpg" width="300" height="248" />O presidente da União Européia (UE), Jean-Claude Juncker; e a ministra do Exteriores do bloco, Federica Mogherini, emitiram hoje um comunicado conjunto em vista de uma nova estratégia para ligar melhor a Europa com a Ásia.</p>
<p>A UE propõe ações concretas em três temas: criar entendimentos de transporte, energia, redes digitais e conexões humanas; oferecer alianças de conectividade com países asiáticos e organizações; bem como promover o financiamento sustentável mediante a utilização de diversas ferramentas financeiras, agrega a nota.</p>
<p>A Comissão Européia, única instância responsável de elaborar propostas de nova legislação e de aplicar as decisões do Parlamento Europeu e o Conselho da UE, baseia-se na própria experiência de melhorar as conexões entre seus Estados membros, com outras regiões.</p>
<p>A UE tem como objetivo agora &#8216;ligar melhor a Europa e a Ásia através de redes físicas e não físicas a fim de fortalecer a resiliência das sociedades e das regiões, facilitar o comércio, promover a ordem internacional baseado em regras e criar vias para uma maior sustentabilidade&#8217;.</p>
<p>A comunicação informa o compromisso da UE com seus sócios do oceano Pacífico, na procura de benefícios para os cidadãos da Europa e para aquelas nações que vêem o valor de seu enfoque da conectividade.</p>
<p>A nova estratégia para ligar melhor a Europa com a Ásia se debaterá no Parlamento Europeu e no Conselho, e contribuirá com a análise das relações na XII Cúpula Ásia e Europa, a desenvolver nesta cidade entre os dias 18 e 19 de outubro.</p>
<p>Os chefes de Estado ou de Governo de 51 países da Europa e da Ásia, representantes da UE e o secretário geral da Associação das Nações da Ásia Oriental, se encontrarão aqui em torno do tema &#8216;Europa e Ásia: sócios mundiais para fazer frente a desafios mundiais&#8217;.</p>
<p>O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, presidirá a Cúpula, na qual tratarão de reforçar o diálogo e a cooperação entre ambos continentes quanto a uma variedade de questões, entre elas o comércio e os investimentos, a conectividade, o desenvolvimento sustentável e a mudança climática e os desafios em matéria de segurança.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Informam alta dos preços na zona do euro</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:55:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritório de estatísticas européia Eurostat informou hoje que o crescimento dos preços ao consumidor na zona euro se reduziram levemente em janeiro. Isso ocorreu apesar à medida subjacente nesse sentido que vigia de perto o Banco Central Europeu (BCE), com altas pela primeira vez em meses.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4802" alt="zonaeuro" src="/files/2018/02/zonaeuro.jpg" width="300" height="219" />O escritório de estatísticas européia Eurostat informou hoje que o crescimento dos preços ao consumidor na zona euro se reduziram levemente em janeiro.</p>
<p>Isso ocorreu apesar à medida subjacente nesse sentido que vigia de perto o Banco Central Europeu (BCE), com altas pela primeira vez em meses.</p>
<p>O Eurostat declarou que os preços ao consumo nos 19 países que compartilham o euro baixaram 0,9 por cento em janeiro frente ao mês anterior, e aumentaram em termos interanuais 1,3 por cento.</p>
<p>Tais dados confirmam estimativas anteriores do BCE, e das expectativas do mercado.</p>
<p>No entanto, os preços dos alimentos sem processar aumentaram 0,7 por cento frente ao mês anterior, e 1,1 por cento comparado com o mesmo mês do ano anterior, enquanto os da energia subiram 1,8 intermensual em janeiro, e 2,2 por cento interanual.</p>
<p>Sem ter em conta destes dois voláteis componentes, os preços baixaram 1,3 por cento frente a dezembro, e subiram 1,2 por cento em relação a janeiro do ano anterior, acelerando-se com respeito a 1,1 por cento dos três meses prévios.</p>
<p>Tais argumentos incluem uma medida que o BCE denomina inflação subjacente, quando vigia de perto seu desenvolvimento para tomar decisões de política monetária.</p>
<p>Tal relatório aponta a um dado que exclui o álcool e o fumo, sensíveis a mudanças na fiscalização dos estados, que subiu um por cento internual, em relação a 0,9 por cento dos três meses anteriores.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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		<title>Líderes da UE debatem em Bruxelas orçamento depois do Brexit</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 16:35:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brexit]]></category>
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		<description><![CDATA[Os chefes de Estado e Governo da União Européia (UE), sem a presença britânica, debateram hoje aqui sobre as eleições para o Parlamento de 2019 e o orçamento do bloco comunitário depois do Brexit. Um porta-voz do Conselho informou nesta sexta-feira na rede social Twitter o início da Cúpula Informal de fevereiro que reúne os líderes europeus para abordar o futuro comunitário depois da saída de Reino Unido da UE.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4793" alt="Brexit" src="/files/2018/02/Brexit-en-la-UE.jpg" width="300" height="218" />Os chefes de Estado e Governo da União Européia (UE), sem a presença britânica, debateram hoje aqui sobre as eleições para o Parlamento de 2019 e o orçamento do bloco comunitário depois do Brexit.</p>
<p>Um porta-voz do Conselho informou nesta sexta-feira na rede social Twitter o início da Cúpula Informal de fevereiro que reúne os líderes europeus para abordar o futuro comunitário depois da saída de Reino Unido da UE.</p>
<p>A retirada de Londres, prevista para março do próximo ano, restará aos cofres europeus uns 10 bilhões de euros, situação diante da qual as 27 nações restantes devem desenhar um orçamento plurianual para após 2020.</p>
<p>O presidente da Comissão Européia, Jean-Claude Juncker, declarou que os Estados membros deverão contribuir com mais dinheiro para desenvolver novas políticas e manter as existentes.</p>
<p>O chanceler federal de Áustria, Sebastian Kurz, negou um maior pagamento dos países contribuintes brutos depois do Brexit e assinalou que a UE deve administrar eficientemente o orçamento em tarefas como a política de segurança.</p>
<p>Por sua vez, o premiê holandês, Mark Rutte, referiu-se ao objetivo de &#8216;modernizar o orçamento&#8217; europeu e destacou que seu país é partidário de reduzir o marco financeiro plurianual.</p>
<p>O premiê de Luxemburgo, Xavier Bettel, reconheceu o custo das decisões adotadas na UE para garantir a segurança das fronteiras ou proteger o meio ambiente, e defendeu por encontrar um balanço entre o pagamento e as despesas.</p>
<p>Os Estados membros concordam com a Eurocâmara e a Comissão no financiamento de prioridades como a imigração ilegal, melhorar a segurança, a defesa e reforçar o investimento em programas de investigação e inovação.</p>
<p>No entanto, existem discrepâncias entre os líderes e com out</p>
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		<title>Cuba e a União Europeia: um período que começa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 18:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um comunicado da imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Ilha, que refere o fato, refletiu que «os laços entre Bruxelas e Havana têm melhor correspondência, de acordo ao nível dos vínculos de Cuba com os Estados que integram o bloco comunitário, os quais experimentam um avanço significativo nos últimos anos».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4698" alt="criusis analisis" src="/files/2017/11/criusis-analisis.jpg" width="300" height="253" />Um comunicado da imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Ilha, que refere o fato, refletiu que «os laços entre Bruxelas e Havana têm melhor correspondência, de acordo ao nível dos vínculos de Cuba com os Estados que integram o bloco comunitário, os quais experimentam um avanço significativo nos últimos anos».</p>
<p>Por outro lado, o comunicado da UE referiu-se a um incremento nas relações do bloco comunitário com Cuba, nação que desenvolve um processo de atualização econômica, política e social.</p>
<p>As negociações do Acordo começaram em abril de 2014 e finalizaram em março de 2016. Finalmente, em 12 de dezembro de 2016, o acordo foi assinado em Bruxelas pela Alta Representante de Política Exterior do bloco, Federica Mogherini, e o chanceler cubano Bruno Rodríguez.</p>
<p>Com a assinatura deste também finalizou a chamada Posição Comum, que esteve vigente a partir de 1996 e manteve praticamente congeladas as relações entre Cuba e a UE.</p>
<p>Acerca da abertura do Acordo e sua importância para ambas as partes, o semanário Granma Internacional dialogou, de forma exclusiva, com o embaixador da delegação da União Europeia em Cuba, Alberto Navarro.</p>
<p>O funcionário primeiramente lembrou que as relações entre Cuba e a parte comunitária foram estabelecidas em 1988, contudo, durante 20 anos (1996-2016) estiveram limitadas pela chamada Posição Comum.</p>
<p>«Não obstante — assinalou — em 2008 foi reiniciado o diálogo em nível político, complementado pela cooperação bilateral com a Ilha; e após a assinatura do Acordo, em 12 de dezembro de 2016, os laços bilaterais tomaram um novo impulso».</p>
<p>Agora, com a aplicação provisória do ADPC, cria-se um marco legal para formalizar o diálogo político e reforçar a cooperação em diversos âmbitos.</p>
<p>«Resumindo, trata-se de um dia importante, que representa o começo de uma etapa de benefícios para cubanos e europeus, pois com o Acordo Cuba e a EU conseguem uma relação mais séria e matura», disse o funcionário espanhol.</p>
<p>Navarro explicou que agora o documento entra em vigor de maneira provisória e será implementado permanentemente quando os Parlamentos dos 28 estados membros da UE o ratificarem.</p>
<p>«Atualmente, já foi ratificado pela Alemanha, Bulgária, Estônia, Hungria, Eslováquia e República Tcheca, embora seja esperada a ratificação dos 22 países nos próximos meses; normalmente esse processo demora cerca de dois anos», assinalou.</p>
<p>APLICANDO O ACORDO</p>
<p>Após a aplicação do ADPC, começarão novos processos e outros terão continuidade. Segundo o embaixador, como parte do diálogo político, em cada dois anos — pelo menos — será realizado o Conselho UE-Cuba, presidido pelo chanceler caribenho e a Alta Representante europeia, e onde os 28 Estados membros do bloco comunitário assistirão como observadores.</p>
<p>Nessa reunião será debatida a situação de Cuba e a União Europeia e o contexto regional deste, bem como desafios conjuntos: multilateralismo, direito internacional, mudança climática, prevenção de conflitos e outros.</p>
<p>Em termos de cooperação, continuará o processo reiniciado em 2008.</p>
<p>A esse respeito, entre 2008 e 2017, a UE financiou projetos na nação caribenha por um montante aproximado de 120 milhões de euros, em setores como a segurança alimentar, energias renováveis, troca de especialistas e preparação e resposta perante as situações de desastres; todos em prol de contribuir para o desenvolvimento de Cuba e seus habitantes.</p>
<p>Acerca das trocas comerciais, a União Europeia é um dos principais parceiros da nação caribenha. Nesse sentido, o embaixador assinalou que o ADPC não é de livre comércio, embora tenha um importante componente comercial.</p>
<p>Referindo-se aos projetos imediatos, Navarro mencionou o convênio de energia renovável e um relacionado com a agricultura sustentável e a segurança alimentar.</p>
<p>Igualmente, transcendeu que proximamente será inaugurado o Centro de Referência para Adolescentes de Havana Velha, fruto da cooperação entre a UE e Cuba, com a Unicef e o Gabinete do Historiador como contrapartes.</p>
<p>Também, no âmbito cultural, foram abertas, no Palácio do Segundo Cabo, as salas permanentes do Centro para a Interpretação das Relações Culturais entre Cuba e a Europa.</p>
<p>UMA RELAÇÃO MAIS SÉRIA E MATURA</p>
<p>Durante as trocas, o embaixador da delegação da UE destacou o sucesso de Cuba em termos como a saúde e a educação, e assinalou a importância de manter o conseguido, mediante a inclusão nesses setores das novas tecnologias.</p>
<p>Igualmente, destacou a presença internacional da Ilha. «Apesar de ser um território pequeno, todos sabem que ela também conta no mapa», alegou.</p>
<p>Por outro lado, o funcionário espanhol explicou que a UE permanece junto aos cubanos na fase de recuperação, após a passagem de diferentes catástrofes naturais, e oferece sua ajuda.</p>
<p>O embaixador também falou acerca da votação que, cada ano, é efetuada na sede das Nações Unidas, para condenar o bloqueio econômico, financeiro e comercial, imposto pelos Estados Unidos a Cuba, e que coincidiu com o começo da implementação do Acordo entre nosso país e a UE.</p>
<p>«Os 28 Estados membros do bloco comunitário condenaram, em reiteradas ocasiões, essa política contra a Ilha, pois é uma violação dos direitos humanos fundamentais do povo caribenho», referiu Navarro.</p>
<p>Acrescentou que o bloqueio é uma política ilegal, e imoral, na contramão do direito internacional. «Nesse caso apelamos ao diálogo e não ao isolamento (…) A União Europeia acredita na criação de pontes, não em levantar muros», assinalou.</p>
<p>CRESCER EM MOMENTOS DE CRISE</p>
<p>«A União Europeia é uma organização única no mundo, constitui uma comunidade de direito, baseada no princípio do direito comunitário e aplicabilidade direta», asseverou Navarro.</p>
<p>Com só 60 anos de fundada conta, entre seus sucessos, com um mercado comum baseado em «quatro liberdades»: livre circulação de bens, trabalhadores, serviços e capitais; possui sua própria moeda (euro) e tem um acordo que suprime as fronteiras.</p>
<p>«No contexto atual, tem por diante muitos desafios», assinalou o embaixador. «Um deles é a negociação para a saída do Reino Unido (Brexit); é uma situação em que ambas as partes terão perdas, mas tentaremos terminá-la em paz».</p>
<p>Outro destes desafios são as reformas propostas pelo presidente francês Emmanuel Macron, entre as quais solicita um orçamento comum para a Eurozona, e estabelecer uma política de defesa na área, qualificadas por alguns analistas como a nova fundação da União Europeia.</p>
<p>Ainda existem outros desafios, mais globais, encaminhados a conseguir a paz e a estabilidade. Contudo, expressou o embaixador, «engrandecemo-nos em tempos de crise».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Parlamento Cubano recusa a Resolução Não Legislativa da Euro Câmara</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 21:43:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Assembleia Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[«UMA declaração que expressa e recusa energicamente a inaceitável resolução acerca de Cuba que recentemente adotou o Parlamento Europeu», informou na manhã de hoje A Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional do Poder Popular.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4625" alt="cuba ue" src="/files/2017/07/cuba-ue.jpg" width="300" height="170" />«UMA declaração que expressa e recusa energicamente a inaceitável resolução acerca de Cuba que recentemente adotou o Parlamento Europeu», informou na manhã de hoje A Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional do Poder Popular.</p>
<p>Os membros do parlamento cubano expressam que a recente resolução contradiz os princípios de respeito, igualdade e reciprocidade descritos no Acordo de Diálogo Político e Cooperação, assinado em Bruxelas, em 12 de dezembro de 2016, entre Cuba, a União Europeia e seus Estados membros, e que foi atestado pelo Parlamento Europeu no dia 5 de julho com 567 votos a favor, 61 em contra e 31 abstenções.</p>
<p>De acordo com a declaração, publicada no site do Parlamento cubano, a resolução tergiversa nossa realidade, sugere fórmulas que Cuba não necessita, pois constituem uma ingerência nos assuntos internos e utiliza elementos altamente lesivos à soberania do povo cubano.</p>
<p>Igualmente, consideraram que contrasta com o positivo desenvolvimento das relações de Cuba com a Comissão Europeia, o Serviço Europeu de Ação Exterior e com os Estados Membros do bloco comunitário, mostrando um marcado conteúdo colonialista e das lições acerca de democracia e direitos humanos, ignorando que já foram superadas as políticas unilaterais, discriminatórias e seletivas que caracterizaram no passado, a posição da União Europeia respeito a Cuba.</p>
<p>Outro aspecto que destaca a declaração da Comissão das Relações Internacionais da Assembleia Nacional é que a Resolução Não Legislativa da Euro Câmara não faz referência direta ao bloqueio econômico comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba, que contradiz o direito internacional e viola os direitos humanos do povo cubano.</p>
<p>«Não reconhecemos direito algum do Parlamento Europeu para tratar assuntos que só competem ao povo cubano, que continua construindo uma Nação soberana independente, socialista, democrática, próspera e sustentável», asseveram os membros do parlamento cubano.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e a União Europeia assinam Acordo de Diálogo Político e Cooperação</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 18:30:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Burono Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

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		<description><![CDATA[Representantes de Cuba e a União Europeia (UE) assinaram em 12 de dezembro um Acordo de Diálogo Político e Cooperação, considerado o marco para o desenvolvimento dos vínculos sobre a base da igualdade, a reciprocidade e o respeito mútuo, informou a PL.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4464" alt="bruno ue" src="/files/2016/12/bruno-ue.jpg" width="300" height="199" />Representantes de Cuba e a União Europeia (UE) assinaram em 12 de dezembro um Acordo de Diálogo Político e Cooperação, considerado o marco para o desenvolvimento dos vínculos sobre a base da igualdade, a reciprocidade e o respeito mútuo, informou a PL.</p>
<p>O documento foi assinado pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, e a alta representante de Política Exterior da UE, Federica Mogherini, bem como por representantes dos países que integram o bloco comunitário.</p>
<p>Em declarações durante a cerimônia, Rodríguez e Mogherini reconheceram a alta significação do acordo para el desenvolvimento das relações bilaterais, olhando ao futuro.</p>
<p>Ambos os diplomatas tiveram, nesse mesmo dia, um encontro na sede do Conselho Europeu, em Bruxelas, após o qual assinaram o acordo.</p>
<p>O chanceler cubano afirmou que os vínculos econômicos com a Europa continuará sendo uma prioridade para a Ilha, na construção de uma economia socialista eficiente e sustentável.</p>
<p>De sua parte, a chefa da diplomacia europeia, também destacou a Fidel Castro como uma figura histórica e enviou suas condolências ao governo e ao povo de Cuba, após o falecimento do líder revolucionário.</p>
<p>A rubrica tem lugar depois da abolição da chamada Posição Comum, adotada pelo bloco regional, em 1996, que desde o começo foi rechaçada por Havana devido ao seu caráter unilateral, ingerencista, seletivo e discriminatório, indicou recentemente o vice-chanceler da nação caribenha Abelardo Moreno.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Um mundo melhor não é só possível mas também é imprescindível</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 22:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou em 11 de junho, na Cúpula dos Povos, que teve lugar na capital belga, que um mundo melhor não só é possível mas também é imprescindível para a sobrevivência da humanidade. Na Cúpula, Díaz-Canel transmitiu aos presentes a saudação solidária do líder histórico da Revolução, o comandante-em-chefe Fidel Castro, e também a do presidente cubano, general-de-exército Raúl Castro Ruz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-3799 alignleft" alt="cumbre pueblos" src="/files/2015/06/cumbre-pueblos-300x300.jpg" width="300" height="300" />O primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou em 11 de junho, na Cúpula dos Povos, que teve lugar na capital belga, que um mundo melhor não só é possível mas também é imprescindível para a sobrevivência da humanidade.</p>
<p>Na Cúpula, Díaz-Canel transmitiu aos presentes a saudação solidária do líder histórico da Revolução, o comandante-em-chefe Fidel Castro, e também a do presidente cubano, general-de-exército Raúl Castro Ruz.</p>
<p>Díaz-Canel sustentou, ainda, que na América Latina, depois de décadas de luta contra as tentativas de isolar a Revolução Cubana, se iniciaram novos caminhos de transformações em benefício dos povos.</p>
<p>Assinalou que a proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz reafirmou os princípios que devem reger entre nossos países e o direito indissolúvel a eleger o sistema político, econômico, social e cultural próprio como condição para assegurar a convivência pacífica.</p>
<p>A reunião coincidiu com a celebração na capital belga da 2ª Cúpula entre a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a União Europeia (UE).</p>
<p>Em uma intervenção amplamente aplaudida, o dirigente reiterou, também, o apoio de seu país à Venezuela, Argentina, Equador, Porto Rico e reafirmou que os cubanos seguiremos reclamando o fim do criminal bloqueio econômico, comercial e financeiro contra nossa nação.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Alta representante da União Europeia recebeu primeiro vice-presidente cubano</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 22:21:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alta representante da União Europeia (UE) para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Federica Mogherini, recebeu na quarta-feira, 10 de maio, o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel. Díaz-Canel lidera a delegação de Cuba à 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE, que reúne, na capital belga, representantes de 61 países e de organismos internacionais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3801 alignleft" alt="canel union europea" src="/files/2015/06/canel-union-europea.jpg" width="300" height="225" />A alta representante da União Europeia (UE) para os Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Federica Mogherini, recebeu na quarta-feira, 10 de maio, o primeiro vice-presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Díaz-Canel lidera a delegação de Cuba à 2ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE, que reúne, na capital belga, representantes de 61 países e de organismos internacionais.</p>
<p>“Esperamos que na Cúpula se produza um diálogo construtivo que relance as relações entre a Celac e a União Europeia”, disse à imprensa o primeiro vice-presidente cubano na saída da reunião.</p>
<p>O encontro com Mogherini se produziu em momentos em que Havana e a UE avançam nas negociações iniciadas em 2014 para um Acordo de Diálogo Político e Cooperação.</p>
<p>Bruxelas e Havana já efetuaram três rodadas de conversações e a quarta é prevista para os dias 15 e 16 de junho nesta cidade, depois da Cúpula entre a Celac e a UE.</p>
<p>Mogherini fez uma visita a Cuba em março passado, quando foi recebida pelo presidente Raúl Castro. “Juntos temos muito que construir para solidificar nossa relação”, declarou naquela ocasião Mogherini, que também é vice presidenta da Comissão Europeia.</p>
<p>Além do encontro com Mogherini, o primeiro vice-presidente cubano teve reuniões com os primeiros-ministros da Eslovênia, Miro Cerar, e de Luxemburgo, Xavier Bettel.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Destacam rechaço da União Europeia ao bloqueio dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 22:00:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-chanceler cubano Abelardo Moreno afirmou aqui, em 8 de junho, que a posição da União Europeia (UE) respeito ao seu país evolui de forma positiva e destacou o rechaço desse mecanismo ao bloqueio dos Estados Unidos contra a Ilha. “Para nós é de particular interesse a posição que assumiu a UE com respeito ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos”, disse Moreno em uma entrevista coletiva.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-3797 alignleft" alt="sociedad cubana" src="/files/2015/06/sociedad-cubana-300x195.jpg" width="300" height="195" />9O vice-chanceler cubano Abelardo Moreno afirmou aqui, em 8 de junho, que a posição da União Europeia (UE) respeito ao seu país evolui de forma positiva e destacou o rechaço desse mecanismo ao bloqueio dos Estados Unidos contra a Ilha.</p>
<p>“Para nós é de particular interesse a posição que assumiu a UE com respeito ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos”, disse Moreno em uma entrevista coletiva.</p>
<p>Moreno explicou que Bruxelas não se limita a rechaçar as medidas coercitivas de caráter extraterritorial, mas também advoga porque se ponha fim a essa política em toda a sua integralidade, noticiou a PL.</p>
<p>O vice-ministro cubano disse que espera que na Cúpula desta semana entre a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a UE apareça espelhada nos documentos a posição europeia respeito ao cerco contra seu país.</p>
<p>Moreno lembrou que depois da Cúpula, nos dias 15 e 16 de junho, se vai realizar na capital belga a quarta rodada de negociações sobre o Acordo de Diálogo Político e Cooperação entre a UE e Cuba.</p>
<p>“Temos a esperança de concluir nesta rodada o capítulo referido à cooperação e entrar em uma negociação mais profunda de temas ligados ao comércio e o diálogo político”, disse.</p>
<p>O vice-chanceler assegurou que tanto Cuba como a UE estão determinados em tratar de concluir o acordo o mais brevemente possível.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A REUNIÃO DO G-20</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:32:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Poderia alguém esquecer que Estados Unidos foi o país que impediu o Acordo de Quioto quando dispunha de um pouco mais de tempo para impedir uma catástrofe com a mudança climática que se está produzindo a olhos vista? Nos dias 28 e 29 do mês de outubro que acaba de transcorrer, houve outra reunião de Chefes de Estados e Governos que integram a Comunidade de Países Ibero-americanos. Entre as calamidades que tiveram que suportar os povos de fala espanhola e portuguesa, está o fato de ser a região do mundo com mais desigualdade na distribuição das riquezas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã começa a reunião do G-20, isto é, a dos países mais desenvolvidos e ricos do planeta: os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, a Grã-Bretanha, a França, a Itália e a União Européia como entidade à parte com direito a participar; são os baluartes fundamentais da NATO mais seus aliados o Japão, a Coréia do Sul, a Austrália e a Turquia em seu duplo aspecto de país em desenvolvimento e membro da NATO, bem como Arábia Saudita ―um gigantesco depósito de petróleo ligeiro nas mãos das transnacionais de ocidente, que tiram dali 9,4 milhões de barris diários, cujo valor ao preço atual ascende a um bilhão de dólares cada dia― em um lado da mesa, e no outro, um grupo de países com crescente peso econômico e político, que de fato se convertem, pelo número de seus habitantes e seus recursos naturais, em uma expressão dos interesses da majoria de nosso sofrido e pilhado mundo: a República Popular China, a Federação Russa, a Índia, a Indonésia, a África do Sul, o Brasil, a Argentina e o México.</p>
<p>A Espanha, também aliado da NATO, á apenas “país convidado”.</p>
<p>Trata-se duma reunião entre os grandes produtores de maquinarias e artigos industriais e os grandes fornecedores de matérias-primas que ao longo de meio milênio depois da conquista, foram colônias européias e no último século os forneciam de produtos agrícolas, minerais e recursos energéticos, vítimas de uma despiedosa troca desigual.</p>
<p>Este obscuro período da história vem acontecendo desde que os descendentes das tribos bárbaras que povoaram a Europa, “descobriram” e conquistaram este hemisfério armados de espadas, balestras e arcabuzes.</p>
<p>“Os descobridores”, tão apologizados pelo chamado mundo ocidental, como se no continente não vivesse uma parte da humanidade havia 40 mil anos, albergavam o propósito de procurar uma rota mais curta para o comércio com a China.</p>
<p>Naquele país, do qual possuíam antecedentes através dos comerciantes de seda e doutros valiosos produtos cobiçados pela aristocracia e pela nascente burguesia européia, haveriam encontrado uma fabulosa civilização possuidora de linguagem escrita, arte refinada, agricultura, metais, pólvora e avançados princípios de organização política e militar, incluídos exércitos com dezenas ou talvez centenas de milhares de soldados de cavalaria.</p>
<p>Estavam a ponto de soçobrar quando nas proximidades de Cuba, encontraram terra. Pouco depois Colombo tomou posse da nossa ilha em nome do Rei da Espanha. Teria podido fazer isso se realmente chega à China, como era seu propósito? Seu erro custou a este hemisfério dezenas de milhões de vidas que se perderam como conseqüência da partilha da América, em virtude de uma bula papal entre dois reinos da península Ibérica, nos constantes conflitos de sua nobreza medieval.</p>
<p>A conquista e a procura de ouro e prata custou, como apontava o genial pintor indígena Oswaldo Guayasamín, 70 milhões de vidas aos que habitavam o hemisfério, berço de importantes civilizações.</p>
<p>África negra também pode falar do que significou aquela conquista para milhões de seus filhos, arrancados e vendidos como escravos neste hemisfério.</p>
<p>A oligarquia multimilionária, cujos Chefes de Estados ou Governos se reunirão em Cannes com os representantes de quase 6 bilhões de habitantes que aspiram a uma existência digna para seus povos, deveriam meditar sobre estas realidades.</p>
<p>Aqueles países pretendem monopolizar as tecnologias e os mercados através das patentes, dos bancos, dos meios mais modernos e custosos de transporte, da dominação cibernética dos processos produtivos complexos, do controle das comunicações e da mídia para enganar o mundo.</p>
<p>Agora que os habitantes do planeta somam 7 bilhões, os estados que representam só uma de cada sete pessoas, as quais, julgando pelos protestos maciços na Europa e nos Estados Unidos não estão muito felizes, colocam em risco a sobrevivência da nossa espécie.</p>
<p>Poderia alguém esquecer que Estados Unidos foi o país que impediu o Acordo de Quioto quando dispunha de um pouco mais de tempo para impedir uma catástrofe com a mudança climática que se está produzindo a olhos vista?</p>
<p>Nos dias 28 e 29 do mês de outubro que acaba de transcorrer, houve outra reunião de Chefes de Estados e Governos que integram a Comunidade de Países Ibero-americanos. Entre as calamidades que tiveram que suportar os povos de fala espanhola e portuguesa, está o fato de ser a região do mundo com mais desigualdade na distribuição das riquezas.</p>
<p>O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla viajou da reunião da ONU em Nova Iorque sobre o bloqueio a Cuba, para a capital do Paraguai, onde essa reunião foi realizada. Ali foram ditas coisas de muita importância relativamente à crise que abala a Comunidade Européia.</p>
<p>O novo Primeiro-ministro de Portugal verteu sua amargura para com a União Européia, quando afirmou que ela ficou exausta e sem fundos com o resgate de magnitude recorde destinado à Grécia. Poderia encarar uma crise em Portugal mas ficaria na falência, impossibilitada de socorrer Itália, a sétima economia mundial, o que arrastraria a França, em cujos bancos se acumula a maior parte da dívida italiana.</p>
<p>Os líderes ibéricos duvidam que o compromisso assumido com a Grécia seja cumprido, e caso não se cumprir agouram uma crise mais prolongada que a de 1929.</p>
<p>Hoje de manhã os telexes informavam das duras conseqüências das chuvas nunca vistas na Tailândia, o maior exportador de arroz, cujas vendas se reduzirão de 25 milhões de toneladas para 19.</p>
<p>Em câmbio, notícias de que a China incrementava para quase 5 milhões de toneladas a produção de cobre metálico, surtiu efeitos consideráveis.</p>
<p>Contudo, enquanto os Estados Unidos conservam intacto o poder de veto no Fundo Monetário Internacional, à China é-lhe negado nesse organismo o simples direito de aprovar o Iuane como moeda convertível. Quanto tempo durará essa tirania?</p>
<p>É através desse prisma que devemos analisar cada palavra que seja pronunciada na Reunião de Cúpula do G-20.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-2-de-noviembre-de-2011-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>2 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h54.</strong></p>
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