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	<title>Cubadebate (Português) &#187; UNESCO</title>
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		<title>Educação, ciência e cultura: pilares do país visitado pela diretora da Unesco</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 17:46:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«CUBA sempre nos apoia e sentimos sua presença na revitalização da Unesco», disse Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em seu diálogo com o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez. Azoulay reconheceu a calorosa recepção oferecida nos centros da capital visitados em seu primeiro dia (o Convento de Santa Clara, a Escola Primária Rafael María de Mendive.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5707" alt="cuba educacioln" src="/files/2019/12/cuba-educacioln.jpg" width="300" height="235" />«CUBA sempre nos apoia e sentimos sua presença na revitalização da Unesco», disse Audrey Azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em seu diálogo com o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez. .</p>
<p>Azoulay reconheceu a calorosa recepção oferecida nos centros da capital visitados em seu primeiro dia (o Convento de Santa Clara, a Escola Primária Rafael María de Mendive, o Hotel Nacional e o ministério das Relações Exteriores) e agradeceu o apoio de Cuba ao multilateralismo, e especialmente à Unesco.</p>
<p>Também elogiou a contribuição da Ilha maior das Antilhas para mitigar a vulnerabilidade dos pequenos estados insulares do Caribe às mudanças climáticas.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, disse que o trabalho da Unesco tem um valor extraordinário para a humanidade. «Reconhecemos nesse órgão os melhores valores do sistema internacional e do mundo multilateral, principalmente sua contribuição para a paz mundial através da educação, cultura, conhecimento, ciência, informação e comunicação», acrescentou.</p>
<p>Rodríguez Parrilla destacou a coincidência entre o governo cubano e a liderança da entidade na implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável, particularmente os relacionados à formação de recursos humanos, e à preservação, proteção e promoção do patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba advoga na Unesco por um mundo de paz</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 01:19:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba advogou hoje na Unesco por erradicar para sempre a guerra, a ameaça e o uso da força no planeta, e ressaltou as potencialidades dessa organização da ONU para fomentar um mundo de paz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4967" alt="1Unesco" src="/files/2018/04/1Unesco.jpg" width="300" height="250" />Cuba advogou hoje na Unesco por erradicar para sempre a guerra, a ameaça e o uso da força no planeta, e ressaltou as potencialidades dessa organização da ONU para fomentar um mundo de paz.</p>
<p>Assim declarou o representante da nação caribenha ante o Conselho Executivo, Oscar León González, ao intervir durante a sessão 204 desse órgão reitor da Unesco.</p>
<p>Esta organização das Nações Unidas é &#8216;a instituição internacional melhor preparada para fomentar a paz e a segurança internacionais através da educação, da cultura, dos conhecimentos científicos e do acesso à informação. Hoje como nunca antes precisamos dela para seguir edificando na mente de homens e mulheres os baluartes da paz&#8217;, sublinhou.</p>
<p>O também presidente da Comissão cubana da Unesco ressaltou como um elemento inspirador a declaração da América Latina e do Caribe como Zona de Paz, &#8216;uma meta na história de nossa região&#8217;, destacou.</p>
<p>Em seu discurso, o representante enfatizou o compromisso de Cuba com a Unesco e os valores que ela representa, além de reafirmar a disposição em trabalhar todos juntos para atingir as metas e objetivos da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030.</p>
<p>Por outro lado, León González sustentou que o Conselho Executivo se reúne em uma conjuntura particularmente complexa, na qual &#8216;graves e iminentes perigos ameaçam a existência de nossa espécie, como a mudança climática, as armas nucleares e a intolerância cultural que provocam conflitos armados e atentam contra a paz&#8217;.</p>
<p>Além disso, estimou que &#8216;a crise multidimensional e sistêmica acompanhada das violações aos princípios e normas do direito internacional impede a construção de uma ordem mundial mais justa, baseada na solidariedade humana, no diálogo e na cooperação&#8217;.</p>
<p>De acordo com suas declarações, a Unesco não escapa a isso, pois vive mergulhada desde o ano 2011 na crise financeira mais profunda de sua história, resultado do não pagamento de seu principal contribuinte, Estados Unidos, que deve mais de 600 milhões de dólares e declarou sua retirada da organização.</p>
<p>Essa crise de não pagamento supõe para a Unesco &#8216;um grande desafio&#8217;, apontou, &#8216;que deverá ser aproveitado como oportunidade para aprofundar a mudança e a reforma estrutural da organização, baseada em uma análise crítica&#8217;.</p>
<p>Neste sentido, assinalou que em relação às mudanças &#8216;não há o que temer se atualizam e fortalecem a Unesco; isso sim, sem renunciar jamais ao seu caráter intergovernamental, a seus mandatos e objetivos de fundação, ainda hoje vigentes&#8217;.</p>
<p>León González recordou que Cuba sofre &#8216;um cruel e desumano bloqueio econômico, comercial e financeiro marcado por seu alcance extraterritorial, que impacta em sua relação com a Unesco&#8217;.</p>
<p>Não obstante, acrescentou, &#8216;cumpre suas obrigações financeiras. E o faz por respeito ao direito internacional e ao multilateralismo, por seu compromisso com a organização e os valores e princípios universais que esta promove&#8217;.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Cuba eleita vice-presidenta de grupo antidopagem na Unesco</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 19:08:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba foi eleita para ocupar a vice-presidência de um grupo de luta contra a dopagem da Unesco, um reconhecimento aos resultados do país neste âmbito, declarou hoje o especialista Víctor Cabrera Oliva.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4920" alt="cuba-antidopaje (1)" src="/files/2018/03/cuba-antidopaje-1.jpg" width="300" height="252" />Cuba foi eleita para ocupar a vice-presidência de um grupo de luta contra a dopagem da Unesco, um reconhecimento aos resultados do país neste âmbito, declarou hoje o especialista Víctor Cabrera Oliva.</p>
<p>Em entrevista com a Prensa Latina, o especialista do Instituto de Medicina Esportiva explicou que Cuba, Marrocos e outros três países integram a partir de agora o grupo especializado, encarregado de contribuir neste assunto essencial para a prática do esporte no mundo.</p>
<p>Cabrera Oliva assistiu nesta semana a uma reunião realizada na sede parisina dessa organização de Nações Unidas, com a participação além do Comitê Olímpico Internacional e da Agência Mundial Antidopagem.</p>
<p>O especialista destacou que Cuba sobressai como um dos países de maior cumprimento da Convenção Internacional de Luta contra a dopagem, pois &#8216;para nós isto não concerne somente a uma federação esportiva ou a uma associação, mas que é uma questão estatal&#8217;.</p>
<p>Em consequência, o país outorga uma alta prioridade ao assunto, com numerosas ações e projetos promovidos pelo Programa Nacional Cubano Antidopagem.</p>
<p>De acordo com as declarações do especialista, o país aplica um enfoque preventivo e de educação, baseado em sensibilizar aos atletas e à população em geral para que não caiam nessa armadilha.</p>
<p>Neste sentido, acrescentou que tal como o afirma a Unesco, a luta contra o dopagem vai para além do âmbito esportivo e concerne a toda a cidadania.</p>
<p>Cabrera Oliva explicou que um de seus últimos trabalhos esteve focado em adolescentes e jovens de escolas secundárias, pré-universitarios e universidades, que por razões estéticas podem chegar a usar substâncias anabólicas para potencializar sua musculatura.</p>
<p>Para contribuir à prevenção do fenômeno, acrescentou, é necessário que estes rapazes conheçam os muitos efeitos a curto, médio e longo prazo dessas substâncias, que podem provocar afetações como infertilidade, problemas nos rins, fígado, entre outros.</p>
<p>E o mesmo sucede com os atletas, declarou o especialista, e declarou que ainda que um atleta que vá à dopagem e consiga escapar aos controles, ao final não poderá evitar o impacto nocivo em sua saúde.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Raúl recebeu a diretora-geral da Unesco</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 23:27:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na manhã da sexta-feira, 18 de setembro a diretora-geral da Organização das Nacões Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ex.ma srª Irina Bokova, quem realizou uma visita oficial ao nosso país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3946" alt="raul unesco" src="/files/2015/09/raul-unesco.jpg" width="300" height="215" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na manhã da sexta-feira, 18 de setembro a diretora-geral da Organização das Nacões Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ex.ma srª Irina Bokova, quem realizou uma visita oficial ao nosso país.</p>
<p>Em um ambiente de cordialidade, conversaram sobre a 3ª Reunião de ministros da Cultura da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), que teve lugar em Havana e na qual participou Bokova. Igualmente, conversaram acerca do cumprimento, por parte de Cuba da Agenda de Desenvolvimento pós 2015.</p>
<p>No encontro participou, ainda o ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A imprensa mundial censura a Unesco e o Banco Mundial&#8230; quando elogiam a educação de Cuba</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 02:08:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os relatórios apresentados pelos órgãos das Nações Unidas costumam ser notícia nos grandes meios de comunicação. E os dados que esses organismos destacam em suas coletivas de imprensa costumam ser ressaltados pelos mesmos veículos (1). Mas, às vezes, não é assim. No começo de abril, a Unesco apresentou seu “Relatório de Acompanhamento da Educação para Todos no Mundo 2015”: um balanço, 15 anos depois, do que fora conseguido por 164 países. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3625" alt="leccionesdemanipulacion261" src="/files/2015/05/leccionesdemanipulacion261.jpg" width="300" height="225" />Os relatórios apresentados pelos órgãos das Nações Unidas costumam ser notícia nos grandes meios de comunicação. E os dados que esses organismos destacam em suas coletivas de imprensa costumam ser ressaltados pelos mesmos veículos (1). Mas, às vezes, não é assim.</p>
<p>No começo de abril, a Unesco apresentou seu “Relatório de Acompanhamento da Educação para Todos no Mundo 2015”: um balanço, 15 anos depois, do que fora conseguido por 164 países em relação a seis grandes objetivos estabelecidos no Fórum Mundial de Educação de Dacar, no ano 2000 (2).</p>
<p>Um dos dados destacados pela Unesco no relatório é o de que, na América Latina e Caribe, apenas um país cumpriu 100% dos mencionados objetivos: Cuba (3).</p>
<p>Vocês entendem agora por que a grande imprensa não se interessou pelo relatório da Unesco?</p>
<p>O relatório posiciona Cuba no 28º lugar mundial, no mesmo nível de Reino Unido, Japão, Noruega, Suíça e Finlândia. Destaca, por exemplo, os indicadores de equidade de gênero em todo o sistema educativo de Cuba, próximos da paridade total, e a qualidade de ensino na ilha, muito relacionada, por exemplo, com a taxa de alunos por docente. Para uma média mundial de 40, Cuba apresenta taxa de dez estudantes por professor (4).</p>
<p>Que o sistema educativo cubano continue sendo elogiado internacionalmente pode parecer curioso, quando as próprias instituições da ilha se mostram preocupadas por certos retrocessos recentes (5). Longe de receber o reconhecimento da Unesco com triunfalismo, a ministra da Educação, Ana Elsa Velásquez, afirmou que o governo cubano encontra-se “insatisfeito”, já que “Cuba tem muitos desafios” para superar, especialmente na formação de docentes, na infraestrutura e na informatização do sistema educativo (6).</p>
<p>Sobre os elogios da Unesco a Cuba – como era de se esperar – não lemos uma só palavra nos grandes diários internacionais. O jornal espanhol “El País”, apesar de ter assinado um acordo com a Unesco há apenas dois meses (7) e de ter publicado, nos últimos meses, vários artigos sobre a situação da educação no mundo (8) – nos quais Cuba também não é mencionada –, ignorou absolutamente o mencionado “Relatório de Acompanhamento da Educação para Todos” da Unesco.</p>
<p>Uma organização muito mais vinculada aos valores ideológicos das grandes empresas de comunicação, o Banco Mundial, reconheceu no ano passado que Cuba é o país do mundo que mais investe em educação (9). Com 12,9% do PIB destinado à educação, a ilha supera países como Dinamarca, com 8,7%, Reino Unido, com 6,2%, ou Estados Unidos, com 5,4% (10).</p>
<p>Em um relatório anterior, intitulado “Professores excelentes. Como melhorar a aprendizagem na América Latina e Caribe” (11), o Banco Mundial também elogiava Cuba por dispor do melhor sistema educativo da região (12).</p>
<p>Mas a autoridade ideológica do Banco Mundial também não serviu, neste caso, para que os grandes jornais se interessassem minimamente por seus dados “incômodos” sobre os êxitos do sistema educativo de Cuba.</p>
<p>(1) http://elpais.com/elpais/2014/10/28/planeta_futuro/1414492780_152446.html</p>
<p>(2) http://es.unesco.org/gem-report/report/2015/la-educaci%C3%B3n-para-todos-2000-2015-logros-y-desaf%C3%ADos#sthash.HDsRruov.dpbs</p>
<p>(3) http://www.unesco.org/new/es/media-services/single-view/news/education_for_all_2000_2015_only_cuba_reached_global_education_goals_in_latin_america_and_the_caribbean/#.VTYjlfBGQ3g</p>
<p>(4) http://noticias.universia.cl/educacion/noticia/2015/04/13/1123090/cuba-unico-pais-logro-cumplir-100-objetivos-ept-mundo-unesco.html</p>
<p>(5) http://www.bbc.co.uk/mundo/blogs/2014/10/141016_voces_desde_cuba_yuris_norido_maestros_educacion</p>
<p>(6) http://www.granma.cu/cuba/2015-04-10/destaca-la-unesco-resultados-de-cuba-en-materia-de-educacion</p>
<p>(7) http://politica.elpais.com/politica/2015/02/02/actualidad/1422911947_172741.html</p>
<p>(8) http://elpais.com/elpais/2014/09/03/planeta_futuro/1409736940_718200.html</p>
<p>(9) http://data.worldbank.org/indicator/SE.XPD.TOTL.GD.ZS</p>
<p>(10) http://espanol.almayadeen.net/Study/2Kml_ddYWEeKIKRbARNhBA/seg%C3%BAn-el-banco-mundial-cuba-es-el-pa%C3%ADs-del-mundo-que-inviert</p>
<p>(11) http://www.bancomundial.org/content/dam/Worldbank/Highlights%20&amp;%20Features/lac/LC5/Spanish-excellent-teachers-report.pdf</p>
<p>(12) http://www.kienyke.com/noticias/banco-mundial-cuba-tiene-el-mejor-sistema-educativo-de-america-latina/</p>
<p><strong>(José Manzaneda, Cubainformacion´s coordinator)</strong></p>
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		<title>O papel genocida da NATO (Quinta parte)</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/03/o-papel-genocida-da-nato-quinta-parte/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 15:07:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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		<description><![CDATA[“Como alguns sabem, em setembro de 1969, Moamar al-Khaddhafi, um militar árabe beduíno de peculiar caráter e inspirado nas idéias do líder egípcio Gamal Abdel Nasser, promoveu no seio das Forças Armadas um movimento que derrocou o Rei Idris I da Líbia, um país desértico quase na sua totalidade e de escassa população, situado ao norte da África, entre a Tunísia e o Egito.”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 9 de março do ano em curso sob o título “A NATO, a guerra, a mentira e os negócios” publiquei uma nova Reflexão sobre o papel dessa organização bélica.</p>
<p>Seleciono os parágrafos fundamentais daquela Reflexão:</p>
<p>“Como alguns sabem, em setembro de 1969, Moamar al-Khaddhafi, um militar árabe beduíno de peculiar caráter e inspirado nas idéias do líder egípcio Gamal Abdel Nasser, promoveu no seio das Forças Armadas um movimento que derrocou o Rei Idris I da Líbia, um país desértico quase na sua totalidade e de escassa população, situado ao norte da África, entre a Tunísia e o Egito.”</p>
<p>“Nascido no seio de uma família da tribo beduína de pastores nômades do deserto, na região de Trípoli, Khaddhafi era profundamente anticolonialista”</p>
<p>“…os adversários de Khaddhafi garantem que se destacou por sua inteligência como estudante; foi expulso do liceu por suas atividades antimonárquicas. Conseguiu matricular em outro liceu e depois se formar em leis  na Universidade de Bengasi aos 21 anos. Ingressa depois no Colégio Militar de Bengasi onde criou o que foi chamado de Movimento Secreto Unionista de Oficiais Livres, concluindo posteriormente seus estudos numa academia militar britânica.”</p>
<p>“Iniciara sua vida política com fatos indubitavelmente revolucionários.</p>
<p>“Em março de 1970, após manifestações maciças nacionalistas, conseguiu a evacuação dos soldados britânicos do país e, em junho, os Estados Unidos desalojaram a grande base aérea perto de Trípoli, entregada a instrutores militares egípcios, país aliado à Líbia.</p>
<p>“Em 1970, várias companhias petroleiras ocidentais e sociedades bancárias com participação de capitais estrangeiros foram afetadas pela Revolução. Nos finais de 1971, a famosa <em>British Petroleum</em> correu a mesma sorte. Na área agropecuária todos os bens italianos foram confiscados, os colonos e seus descendentes foram expulsos da Líbia.”</p>
<p>“O líder líbio se dedicou às teorias extremistas que se opunham tanto ao comunismo quanto ao capitalismo. Foi uma etapa em que Khaddhafi se dedicou à teorização, que não faz sentido incluir nesta análise, embora sim se deva assinalar que no artigo 1º da Proclama Constitucional de 1969 ficava estabelecido o caráter “Socialista” da Jamaíria Árabe Líbia Popular.</p>
<p>“O que desejo frisar é que aos Estados Unidos e aos seus aliados da NATO nunca lhes interessaram os direitos humanos.</p>
<p>“O bololô que se deu no Conselho de Segurança, na reunião do Conselho de Direitos Humanos com sede na Genebra, e na Assembléia Geral da ONU em Nova Iorque, foi puro teatro.”</p>
<p>“O império pretende agora […] intervir militarmente na Líbia e açoitar a onda revolucionária desatada no mundo árabe.”</p>
<p>“Promovida a latente rebeldia líbia pelos órgãos de inteligência ianque, ou pelos erros do próprio Khaddhafi, é importante que os povos não se deixem enganar, visto que logo a opinião mundial terá suficientes elementos para saber ao quê se ater.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A Líbia, igual do que muitos países do Terceiro Mundo, é membro do Movimento de Países Não Alinhados, do Grupo dos 77 e de outras organizações internacionais, através das quais se estabelecem relações independentemente do sistema econômico e social de cada Estado.</p>
<p>“A traços largos: a Revolução em Cuba, inspirada em princípios Marxistas-Leninistas e Martianos, tinha triunfado em 1959 a 90 milhas dos Estados Unidos, que nos impôs a Emenda Platt e era proprietário da economia do nosso país.</p>
<p>“Quase de imediato, o império promoveu contra nosso povo a guerra suja, os bandos contra-revolucionários, o criminoso bloqueio econômico, e a invasão mercenária de Girón, custodiada por um porta-aviões e sua infantaria de marinha pronta para desembarcar se a força mercenária atingisse determinados objetivos.”</p>
<p>“Todos os países latino-americanos, com a exceção do México, participaram do criminoso bloqueio que ainda perdura, sem que nosso país jamais se rendesse.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Em janeiro de 1986, esgrimindo a idéia de que a Líbia estava por trás do chamado terrorismo revolucionário, Reagan ordenou romper relações econômicas e comerciais com aquele país.</p>
<p>“Em março, uma força de porta-aviões no Golfo de Sirte, dentro de águas consideradas por Líbia nacionais, desatou ataques que ocasionaram a destruição de várias unidades navais munidas de lança-mísseis e de sistemas de radares de costa que esse país tinha adquirido na URSS.</p>
<p>“Em 5 de abril, uma discoteca em Berlim Ocidental, freqüentada por soldados dos Estados Unidos, foi vítima de explosivos plásticos, onde três pessoas morreram, duas delas militares norte-americanos e muitos resultaram feridos.</p>
<p>“Reagan acusou Khaddhafi e ordenou à Força Aérea que desse uma resposta. Três esquadrões descolaram dos porta-aviões da VI Frota e bases no Reino Unido, atacaram com mísseis e bombas sete objetivos militares em  Trípoli e Bengasi. Ao redor de 40 pessoas morreram, 15 delas civis. Advertido do avanço dos bombardeiros, Khaddhafi reuniu a família e estava abandonando sua residência localizada no complexo militar de Bab Al Aziziya, ao sul da capital. Não tinha concluído a evacuação quando um míssil impactou diretamente na residência; sua filha Hanna morreu e outros dois filhos foram feridos. O fato recebeu uma ampla rejeição; a Assembléia Geral da ONU aprovou uma resolução de condenação por violação da Carta da ONU e do Direito Internacional. A mesma coisa fez em termos enérgicos o Movimento de Países Não Alinhados, a Liga Árabe e a OUA.</p>
<p>“A 21 de dezembro de 1988, um <em>Boeing 747</em> da companhia <em>Pan Am</em> que voava de Londres a Nova Iorque se desintegrou em pleno vôo pela explosão de uma bomba …”</p>
<p>“As investigações, segundo os ianques, implicavam dois agentes da inteligência líbia.”</p>
<p>“Uma lenda tenebrosa foi fabricada contra ele com a participação de Reagan e Bush pai.”</p>
<p>“O Conselho de Segurança impusera-lhe sanções a Líbia que começaram a serem ultrapassadas quando Khaddhafi aceitou submeter a julgamento, com determinadas condições, os dois acusados por causa do avião que explodiu sobre a Escócia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Delegações líbias começaram a ser convidadas a reuniões intereuropéias. Em julho de 1999 Londres iniciou o restabelecimento de relações diplomáticas plenas com a Líbia, após algumas concessões adicionais.”</p>
<p>“A 2 de dezembro, Massimo D’Alema, primeiro-ministro italiano, realizou a primeira visita de um chefe de governo europeu à Líbia.</p>
<p>“Desaparecidos a URSS e o campo socialista da Europa, Khaddhafi decidiu aceitar as demandas dos Estados Unidos e da NATO.”</p>
<p>“Nos começos de 2002, o Departamento de Estado informou que estavam em andamento conversações diplomáticas entre os Estados Unidos e a Líbia.”</p>
<p>“Ao começar o ano 2003, em virtude do acordo econômico sobre indemnizações celebrado entre a Líbia e os países demandantes, o Reino Unido e a França, o Conselho de Segurança da ONU levantou as sanções de 1992 contra a Líbia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Antes de findar 2003, Bush e Tony Blair informaram de um acordo com a Líbia, país que tinha entregado a peritos de inteligência do Reino Unido e de Washington documentação dos programas não convencionais de armas, bem como de mísseis balísticos com um alcance superior a 300 quilômetros. […] Era o fruto de muitos meses de conversações entre Trípoli e Washington, como revelou o próprio Bush.</p>
<p>“Khaddhafi cumpriu suas promessas de desarme. Em poucos meses a Líbia entregou as cinco unidades de mísseis Scud-C com um alcance de 800 quilômetros e as centenas de Scud-B, cujo alcance ultrapassava os 300 quilômetros em mísseis defensivos de curto alcance.</p>
<p>“A partir de outubro de 2002 se iniciou a maratona de visitas a Trípoli: Berlusconi, em outubro de 2002; José Maria Aznar, em setembro de 2003; Berlusconi de novo em fevereiro, agosto e outubro de 2004; Blair, em março de 2004; o alemão Schröeder, em outubro desse ano; Jacques Chirac, em novembro de 2004.”</p>
<p>“Khaddhafi percorreu triunfalmente a Europa. Foi recebido em Bruxelas em abril de 2004 por Romano Prodi, presidente da Comissão Européia; em agosto desse ano o líder líbio convidou Bush para visitar seu país; Exxon Mobil, Chevron Texaco e Conoco Philips ultimavam o reinício da extração de petróleo através de <em>joint ventures.</em></p>
<p>“Em maio de 2006, os Estados Unidos anunciaram a retirada da Líbia da lista de países terroristas e o estabelecimento de relações diplomáticas plenas.</p>
<p>“Em 2006 e 2007, a França e os Estados Unidos subscreveram acordos de cooperação nuclear com fins pacíficos; em maio de 2007, Blair voltou visitar o Khaddhafi em Sirte. <em>British  Petroleum</em> assinou um contrato “enormemente importante” segundo foi declarado, para a exploração de jazigos de gás.</p>
<p>“Em dezembro de 2007, Khaddhafi realizou duas visitas à França e assinou contratos de equipamentos militares e civis no valor de 10 000 milhões de euros; e a Espanha, onde se entrevistou com o presidente do Governo José Luis Rodríguez Zapatero. Contratos milionários foram subscritos com importantes países da NATO.</p>
<p>“O quê agora originou a retirada precipitada das embaixadas dos Estados Unidos e dos demais membros da NATO? “Tudo resulta sumamente esquisito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“George W. Bush, o pai da estúpida guerra antiterrorista, declarou a 20 de setembro de 2001 aos cadetes de West Point “Nossa Segurança requererá […] a força militar que vocês dirigirão, uma força que deve estar pronta para atacar imediatamente em qualquer escuro canto do mundo. E nossa segurança requererá que fiquemos prontos para o ataque preventivo quando for necessário defender nossa liberdade…’.”</p>
<p>“Devemos descobrir células terroristas em 60 países ou mais […] Junto dos nossos amigos e aliados, devemos nos opor à proliferação e encarar os regimes que patrocinam o terrorismo, conforme o requerer cada caso.”</p>
<p>Acrescento hoje que o Afeganistão, um país tradicionalmente rebelde, foi invadido; as tribos nacionalistas outrora aliadas dos Estados Unidos em sua luta contra a URSS, foram bombardeadas e massacradas. A guerra suja se espalhou pelo mundo. O Iraque foi invadido com pretextos que resultaram falsos, seus abundantes recursos petroleiros passaram a mãos de empresas ianques, milhões de pessoas perderam seus empregos e foram obrigadas a se deslocarem dentro ou foram do país; seus museus foram pilhados e incontáveis cidadãos perderam a vida ou foram massacrados pelos invasores.</p>
<p>Voltando à Reflexão, assinalei:</p>
<p>“Um telex da AFP procedente de Cabul, datado hoje 9 de março, revela que: “O ano transato foi o mais letal para os civis em nove anos de guerra entre os talibãs e as forças internacionais no Afeganistão, com quase 2 800 mortos, 15% mais do que em 2009, indicou na quarta-feira um relatório da ONU, que sublinha o custo humano do conflito para a população’.”</p>
<p>“Com 2 777 exatamente, o número de civis mortos em 2010 aumentou em 15% relativamente a 2009, indica o relatório anual conjunto da Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão ….”</p>
<p>“O presidente Barack Obama expressou a 3 de março seu &#8220;profundo pesar&#8221; ao povo afegão pelas nove crianças mortas, e também o fizeram o general estadunidense David Petraeus, comandante-em-chefe da ISAF, e o Secretário de Defesa, Robert Gates.”</p>
<p>“…o relatório da UNAMA salienta que o número de civis mortos em 2010 é quatro vezes superior aos soldados das forças internacionais mortos em combate nesse mesmo ano.”</p>
<p>No relativo à Líbia, apontei:</p>
<p>“Durante 10 dias, em Genebra e nas Nações Unidas, foram pronunciados mais de 150 discursos sobre violações dos direitos humanos que foram repetidos milhões de vezes pela televisão, pela rádio, pela Internet e pela imprensa escrita.</p>
<p>“O Ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, em sua intervenção do passado 1 de março de 2011 perante os Ministros de Relações Exteriores reunidos em Genebra, expressou:</p>
<p>“A consciência humana rejeita a morte de pessoas inocentes em qualquer circunstância e lugar. Cuba partilha plenamente a preocupação mundial pelas perdas de vidas de civis na Líbia e deseja que seu povo alcance uma solução pacífica e soberana à guerra civil que ali acontece, sem nenhuma ingerência estrangeira, e que garanta a integridade dessa nação.”</p>
<p>“Se o direito humano essencial é o direito à vida, estará prestes o Conselho para suspender o caráter de membro dos Estados que desatarem uma guerra?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Suspenderá os Estados que financiem e forneçam ajuda militar empregada pelo Estado receptor em violações maciças, flagrantes e sistemáticas dos direitos humanos e em ataques contra a população civil, como as que ocorrem na Palestina?</p>
<p>“Aplicará essa medida contra países poderosos que realizem execuções extrajudiciárias em território de outros Estados com o emprego da alta tecnologia, como munições inteligentes e aviões não tripulados?</p>
<p>“O quê acontecerá com Estados que aceitem em seus territórios cárceres ilegais secretos, facilitem o trânsito de vôos secretos com pessoas seqüestradas ou participem de atos de tortura?”</p>
<p>“Somos contra a guerra interna na Líbia, a favor da paz imediata e do respeito pleno à vida e aos direitos de todos os cidadãos, sem intervenção estrangeira, que só serviria ao prolongamento do conflito e aos interesses da NATO.”</p>
<p>Ontem 31 de outubro aconteceu um fato que, como tantos outros, é testemunho da falta total de ética na política ianque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, acabava de adotar uma decisão valente: outorgar ao povo heróico da Palestina o direito a participar como membro ativo na UNESCO; 107 estados votaram a favor, 14 em contra, 52 se abstiveram de votar. Todos conhecemos perfeitamente porquê.</p>
<p>A representante dos Estados Unidos nessa instituição, seguindo instruções do prêmio Nobel da Paz, declarou logo que a partir desse instante seu país suspendia toda ajuda econômica à organização,<strong> </strong>destinada pela ONU à educação, à ciência e à cultura.</p>
<p>O acento dramático com que a dama anunciou a decisão era totalmente desnecessário. Ninguém se surpreendeu com a esperada e cínica decisão.</p>
<p>Porém, se ainda fosse pouco, bastaria o telex da AFP datado em Washington na tarde de hoje, às 16h05:</p>
<p>“‘Após a Reunião de Cúpula do G20 (&#8230;) o presidente (Obama) e o presidente Sarkozy participarão em uma cerimônia em Cannes para celebrar a aliança entre os Estados Unidos e a França’, indicou s presidência estadunidense, precisando que os dirigentes se encontrarão também com ‘soldados estadunidenses e franceses que têm participado juntos na operação’ na Líbia.”</p>
<p>Continuará proximamente.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-1ro-de-noviembre-de-2011-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>1 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong>16h32.</strong></p>
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