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	<title>Cubadebate (Português) &#187; UNASUL</title>
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		<title>UNASUL: Reino Unido e Equador devem se entender com respeito mútuo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 14:00:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ecuador]]></category>
		<category><![CDATA[UNASUL]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[Quito, 22 ago (Prensa Latina) O secretário geral da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), Alí Rodríguez, afirmou que o Reino Unido e o Equador devem se entender de maneira soberana e em base ao respeito mútuo para resolver a crise pelo caso Assange. "Como mandam as mais elementares práticas internacionais da diplomacia e do princípio do direito internacional", acrescentou.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2828" src="/files/2012/08/ali-rodriguez.jpg" alt="" width="300" height="250" />Quito, 22 ago (Prensa Latina) O secretário geral da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), Alí Rodríguez, afirmou que o Reino Unido e o Equador devem se entender de maneira soberana e em base ao respeito mútuo para resolver a crise pelo caso Assange.</p>
<p>&#8220;Como mandam as mais elementares práticas internacionais da diplomacia e do princípio do direito internacional&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Rodríguez, em entrevista à Prensa Latina, fez referência à ameaça britânica ao Equador de entrar na sua embaixada em Londres para prender o australiano Julian Assange, fundador do WikiLeaks, o que Quito repudiou.</p>
<p>O alto dirigente do bloco integracionista agregou que esta situação, com risco para a soberania de uma nação sul-americana, consolida ainda mais a unidade regional.</p>
<p>&#8220;É o que está acontecendo, o que se está demonstrando e o que se está evidenciando&#8221;, enfatizou ao aludir ao apoio deste organismo ao Equador, contido na Declaração de Guayaquil, acordada nessa cidade durante o fim de semana.</p>
<p>Afirmou que, se o Reino Unido tem interesse em manter boas relações com a UNASUL e a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), deve reconhecer as práticas ao redor da figura do asilo que se mantiveram na região de maneira inalterável e consecutiva.</p>
<p>No entanto, sugeriu que antes os britânicos deveriam retirar o documento de ameaça e criar as condições que existiam antes para que possa fluir uma negociação em termos de respeito mútuo entre países soberanos.</p>
<p>A contribuição da UNASUL seria para garantir a paz e encontrar uma saída a esta situação, manifestou.</p>
<p>Rodríguez atribuiu a atitude britânica ao fato de que os países imperiais se negam a assumir as novas realidades que vive a região latino-americana.</p>
<p>Tal consideração, manifestou, teria levado o Reino Unido a emitir uma documento oficial com a ameaça de entrar na sede diplomática do Equador em Londres.</p>
<p>O secretário executivo da UNASUL qualificou esse comunicado como detestável e revoltante para qualquer nação.</p>
<p>Concluiu que existem muitos argumentos e fundamentos para o apoio unânime outorgado ao Equador nesta instância.</p>
<p>O direito ao asilo, afirmou, é uma tradição comum que deve ser aceita em outras regiões, para uma convivência pacífica na órbita.</p>
<p>Assange permanece refugiado desde 19 de junho deste ano na Embaixada do Equador na capital britânica e tenta evitar sua entrega à Suécia, para ser extraditado aos Estados Unidos, o país mais prejudicado pelos cabos do WikiLeaks.</p>
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		<title>Histórico nascimento da Celac em Caracas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 12:43:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CALC]]></category>
		<category><![CDATA[CELAC]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Chávez]]></category>
		<category><![CDATA[UNASUL]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) nascerá oficialmente hoje na sessão final da Cúpula de chefes de Estado e Governo da região, reunidos desde ontem nesta capital com esse propósito. Definida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como o futuro grande polo de poder regional do século XXI, o encontro de alto nível aprovará durante o período a Declaração de Caracas, documento que definirá o orçamento político de um bloco com vocação integradora, promotor do desenvolvimento e da paz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2374" src="/files/2011/12/Cumbre-CELAC-nota.jpg" alt="" width="580" height="327" /></p>
<p>A Comunidade de Estados Latino-americanos e  Caribenhos (Celac) nascerá oficialmente hoje na sessão final da Cúpula  de chefes de Estado e Governo da região, reunidos desde ontem nesta  capital com esse propósito.</p>
<p>Definida pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como o futuro  grande polo de poder regional do século XXI, o encontro de alto nível  aprovará durante o período a Declaração de Caracas, documento que  definirá o orçamento político de um bloco com vocação integradora,  promotor do desenvolvimento e da paz.</p>
<p>Igualmente, neste sábado  terão lugar reuniões cúpulas da União de Nações Sul-americanas (Unasul) e  da Petrocaribe, esta última uma instituição que teve ontem seu VIII  Conselho Ministerial, onde se reconheceram fortalecimentos e avanços. A  abertura da Cúpula fundacional da Celac realizou-se ontem no teatro da  capital Teresa Carreño, depois da chegada dos governantes das 33 nações  caribenhas e latino-americanas que integrarão a organização.</p>
<p>&#8220;Estamos pondo aqui a pedra fundamental da unidade, avancemos sem  vacilação&#8221;, exortou o presidente venezuelano no discurso inaugural do  encontro de alto nível.</p>
<p>Chávez expressou que a solidariedade,  cooperação, complementariedade e acordo político, serão pilares da  Celac, a seu julgamento um espaço geopolítico que cumpre o sonho e  projeto unitário de Bolívar, em benefício das nações que a integram.</p>
<p>A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos se nutrirá das  experiências da III Cúpula da América Latina e Caribe (CALC) e o Grupo  do Rio, somados doravante em sua composição.</p>
<p>&#8220;Não vão impedir  uma vez mais o esforço unitário, nem sepultarão de novo os projetos de  Bolívar e dos demais próceres&#8221;, ratificou Chávez no dia histórico. Após a  cerimônia inaugural, os participantes percorreram o Passeio dos  Próceres até chegar ao Forte Tiuna, a sudeste da capital, para iniciar  ao entardecer a primeira sessão plenária presidencial, depois da  instalação do evento. Na plenária usaram da palavra as presidentes da  Argentina e do Brasil, Cristina Fernández e Dilma Roussef,  respectivamente, bem como o mandatário de Cuba, Raúl Castro.</p>
<p>Além disso, os dignitários de Honduras, Porfirio Lobo, Rafael Correa, do  Equador, Leonel Fernández, da República Dominicana, e Felipe Calderón,  do Méxido.</p>
<p>O presidente Chávez deu a conhecer uma mensagem de  saudação aos participantes da Cúpula enviada de Havana pelo líder da  Revolução cubana, Fidel Castro.</p>
<p>Esta jornada final também  aprovará um plano de ação da Celac para 2012, preparada junto a 18  comunicados de diferentes temas, pela reunião de chanceleres e a  comissão coordenadora, que presidiu o ministro das Relações Exteriores  venezuelano, Nicolás Maduro.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2375" src="/files/2011/12/Cumbre-CELAC-nota-2.jpg" alt="" width="580" height="387" /><br />
</strong></p>
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