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	<title>Cubadebate (Português) &#187; tributo</title>
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		<title>Na resistência de Cuba, Almeida</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 18:18:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como a estrela de ouro sobre o pico Turquino, que Fidel colocou sobre seus ombros para distinguir a alta patente atribuída a apenas três grandes da luta, foi a vida do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, dedicada à pátria e ao povo que o acolheu em seu coração. Tal como a estrela de ouro sobre o pico Turquino, que Fidel colocou sobre seus ombros para distinguir a alta patente atribuída a apenas três grandes da luta.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6304" alt="Frase Almeida" src="/files/2021/02/Frase-Almeida.jpg" width="300" height="251" />Como a estrela de ouro sobre o pico Turquino, que Fidel colocou sobre seus ombros para distinguir a alta patente atribuída a apenas três grandes da luta, foi a vida do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, dedicada à pátria e ao povo que o acolheu em seu coração</p>
<p>Tal como a estrela de ouro sobre o pico Turquino, que Fidel colocou sobre seus ombros para distinguir a alta patente atribuída a apenas três grandes da luta, foi a vida do Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, dedicada à pátria e ao povo que o acolheu em seu coração.</p>
<p>Almeida nasceu em Havana há 94 anos, mas foi no Oriente cubano onde entrou para a história, primeiro em frente às muralhas do quartel Moncada, e depois com o iate Granma, quando empreendeu o caminho luminoso da vitória em Los Cayuelos.</p>
<p>Lançado como um raio de coragem em meio ao terror de Alegría de Pío, seu brado «Ninguém vai se render aqui&#8230;!», deixou registrada para a história, junto com o resgate de Che Guevara, ferido no pescoço, a dignidade e coragem renovadas no ataque ao quartel de El Uvero, onde, paralisado no avanço por um tiro no peito, foi, nas palavras de Raúl, «a alma do combate».</p>
<p>Seria também o escolhido por Fidel para a formação e direção do Terceiro Front Mario Muñoz, na qual, além dos 6.000 quilômetros quadrados percorridos vitoriosamente, surgiu, por amor ao povo, como um símbolo de consagração a Cuba.</p>
<p>Nem patentes, nem altos cargos transformaram o Almeida do povo, que costumava sentar-se em um banco ao lado do povo no Parque Céspedes, em Santiago de Cuba; quem, em Las Tunas, um dia pediu a um engraxate para subir ao posto de cliente, para mostrar a todos sua habilidade em um dos muitos trabalhos que teve que realizar para ajudar a família.</p>
<p>A grandeza também foi maior, enriquecida com as canções que penetraram no gosto popular, e uma obra literária carregada de testemunhos históricos únicos, do digno cubano a quem o povo de Tercer Frente dedica, e com ele o povo de Cuba todo, a homenagem cada dia 17 de fevereiro, no mausoléu erguido à sua guerrilha, em Loma de la Esperanza.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Homenagem e continuidade</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 17:00:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo. O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6136" alt="internacionalistas homenaje" src="/files/2020/12/internacionalistas-homenaje.jpg" width="300" height="253" />Cuba reverenciou, em 7 de dezembro, o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo.</p>
<p>O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: «Não queremos paz sem independência». De Frank País, o general-de-exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente, a ferocidade combativa de um veterano, a tenacidade de um homem convicto e coragem pessoal de um combatente da linha de frente».</p>
<p>Como se fosse hoje, Fidel afirmava: «Um excelente exemplo são as mães, filhos, irmãos e esposas dos nossos irmãos falecidos. Sem exceção, eles viveram até o sacrifício supremo da pessoa amada. Eles souberam transformar sua dor profunda, que abalou todos os cantos de Cuba durante a Operação Homenagem, em mais amor à pátria, em maior fidelidade e respeito pela causa pela qual o ente querido deu a vida conscientemente. Um povo capaz dessa façanha, o que não faria se chegasse a hora de defender sua própria terra»!</p>
<p>As oferendas de flores do general-de-exército Raúl Castro, do presidente Miguel Díaz-Canel, do titular da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, da Associação dos Combatentes da Revolução, do povo e dos parentes dos internacionalistas, no cemitério de Santa Ifigenia; A voz da pequena pioneira, em Cacahual, feliz «por viver numa Cuba livre, soberana e segura, onde todos os direitos são respeitados», e dos cadetes, sentindo-se seus herdeiros, são uma profunda convicção de continuidade.</p>
<p><strong>  (Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>A Revolução tem o ímpeto de Santiago</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 16:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6130" alt="Homenaje Santiago Cuba" src="/files/2020/12/Homenaje-Santiago-Cuba.jpg" width="300" height="251" />No dia 30 de Novembro de 1956, um verdadeiro Movimento, o 26 de Julho, estreou nesta cidade um uniforme, um bracelete e uma coragem à prova de balas, que desafiou com valor a morte, porque sua causa emancipadora era a verdade de seu povo. Assim foi como se revoltou Santiago, faz 64 anos, para apoiar o desembarque do iate Granma, ao som de um clarim que inspira hoje, como um legado, a resistência de Cuba contra a subversão e as campanhas mercenárias pagas dos Estados Unidos para destruir a Revolução.</p>
<p>Um grande tributo, por ocasião da data, significaram, ao amanhecer desta segunda-feira, 30, as coroas de flores enviadas pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e do presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, aos mártires do levante armado nesta Cidade Heroica.</p>
<p>Diante da placa que imortaliza Pepito Tey, Otto Parellada e Tony Alomá, em Loma del Intendente, local onde eles entregaram heroicamente suas vidas, no ataque e incêndio da esquadra da Polícia Nacional do regime de Batista, também chegaram coroas de flores enviadas pelo presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, e do povo de Cuba.</p>
<p>Na comemoração, foram lembradas as ações organizadas e lideradas por Frank País García, com as quais os jovens combatentes fizeram tremer, ainda, a esquadra da Polícia Marítima, assaltaram uma loja onde conseguiram armas e provocaram, na prisão de Boniato, a fuga de um grupo de revolucionários encarcerados lá.</p>
<p>Segundo disse o general-de-brigada (r) Luis Cuenca Pupo, aquela gesta demonstrou a determinação de lutar pela liberdade da Pátria e o apoio do povo à causa da emancipação. Por outro lado, a vice-presidenta do Conselho de Defesa Provincial de Santiago de Cuba, Yaneidys Hechavarría Batista, reafirmou que a atitude daquele momento continua sendo a postura invariável dos cubanos nas complexas circunstâncias de hoje, quando se torna urgente defender a obra da Revolução diante das novas ameaças.</p>
<p>Os membros do Comitê Central e as máximas autoridades do Partido e do Governo na província, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, lideraram a comemoração, na qual, mediante o canto, a dança e a poesia, transcendeu o legado daqueles que contribuíram para adiantar a conta regressiva da tirania.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Tamayo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/09/18/tamayo/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No emprego do tempo que deixou correr em raudal infinito, viu se afastar tudo aquilo que de flor teve o quintal até o mais recôndito bocejo. Ele, negro cubano, flutuando, cruzou o limiar que separa a realidade dos sonhos, para vasculhar em recantos, curou quebrantos, teve seus momentos e ficou confiante nesse credo, que é amar o próximo tal como a própria gente e lutar por isso.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6035" alt="Tamayo" src="/files/2020/09/Tamayo.jpg" width="300" height="250" />No emprego do tempo que deixou correr em raudal infinito, viu se afastar tudo aquilo que de flor teve o quintal até o mais recôndito bocejo.</p>
<p>Ele, negro cubano, flutuando, cruzou o limiar que separa a realidade dos sonhos, para vasculhar em recantos, curou quebrantos, teve seus momentos e ficou confiante nesse credo, que é amar o próximo tal como a própria gente e lutar por isso.</p>
<p>Ele, negro, flutuando, lembrou-se de Guantánamo, viu-se criança vendendo frutas, limpando sapatos, e no lugar mais solitário de todos se sentiu acompanhado.</p>
<p>Abraçou o irmão, repetiu o gesto, abriu os braços e abraçou o mundo, tal como lhe tinham encomendado.</p>
<p>E se sentiu calmo depois de ter cumprido essa encomenda.</p>
<p>Ele, negro, cubano, flutuando, sentiu os relógios caminharem mais devagar, tornou-se mais jovem enquanto durou a viagem.</p>
<p>Como o tempo não lhe pertencia, recusou-se a ter descanso.</p>
<p>Pensou naqueles que continuavam insones.</p>
<p>Passaram dias como minutos e ele disse: vejam que tudo é tão estranho!</p>
<p>Enquanto andava dando voltas sem sentir seu peso, perguntou se haveria retorno, se na alegria do retorno iria recuperando o ritmo normal das coisas cotidianas: foi um engano!</p>
<p>Ele, negro, cubano, flutuando, agora no cosmos com um coração nosso para todos os humanos.</p>
<p>Bailando uma dança que nunca tinha sido vista tão alta.</p>
<p>Ele negro, cubano, flutuando, depois de vasculhar em tantos recantos e vê-la como ninguém a tinha visto, lá embaixo, silenciosa, tranquila, navegando.</p>
<p>Como saindo do sopor, disse: já tenho que retornar, tenho que contar a todos que continuamos andando.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Neoplattistas frustrados</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 23:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre 26 de fevereiro e 2 de março de 1901, os órgãos legislativos e a Presidência dos Estados Unidos conseguiram tramar uma trama infame: a Emenda Platt. Para o imperialismo norte-americano estreante não foi suficiente ter intervido na guerra de libertação que o povo cubano havia travado por três longas décadas por causa de sua independência do regime colonial, mas deveria mediar o nascimento da República com a imposição de condições onerosas para o exercício da soberania.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-5803" alt="ordene" src="/files/2020/03/ordene.jpg" width="300" height="249" />Entre 26 de fevereiro e 2 de março de 1901, os órgãos legislativos e a Presidência dos Estados Unidos conseguiram tramar uma trama infame: a Emenda Platt. Para o imperialismo norte-americano estreante não foi suficiente ter intervido na guerra de libertação que o povo cubano havia travado por três longas décadas por causa de sua independência do regime colonial, mas deveria mediar o nascimento da República com a imposição de condições onerosas para o exercício da soberania.</strong></p>
<p>Torna-se reveladora a circunstância em que o inspetor Leonardo Wood comunicou aos membros da Assembleia Constituinte o conteúdo da Emenda: um passeio em um iate de guerra pelo Sul da Ilha: caça e pesca. Simbolicamente, era necessário manipular o jacaré ou mostrar à suposta sardinha os dentes do tubarão.</p>
<p><strong>É verdade que em 1934 esse apêndice humilhante foi revogado, mas somente com o triunfo de janeiro de 1959 e a decisão da esmagadora maioria de nosso povo de viver em liberdade para sempre, o espírito plattista foi banido.</strong></p>
<p>Hoje em dia, tal como acontece há muito tempo, há quem tente reviver esse triste dossiê. Sua base natural fica no sul da Flórida, embora, não podemos ignorar, eles têm alguns pequenos mercenários que os acompanham no jogo aqui no arquipélago, contra a vontade popular irreversível. São esses neoplattistas ultrapassados ​​— anexacionistas puros, cipaios de sangue ruim — que aplaudem o ressurgimento do bloqueio e gritam nas ruas de Miami. Somente esses gritos podem ser interpretados como sintomas de desamparo e frustração.</p>
<p><strong>(Source: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.granma.cu/cuba/2020-03-02/neoplattistas-frustrados" >Granma</a>)</strong></p>
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		<title>Raúl prestou homenagem póstuma ao Comandante do Exército Rebelde Faure Chomón</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 19:20:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, junto a outros líderes do Partido e o Governo, prestou homenagem, no domingo, 8 de dezembro, ao Comandante do Exército Rebelde, Faure Chomón Mediavilla, cuja obra revolucionária transcendeu por sua simplicidade, sua defesa permanente da unidade e sua lealdade absoluta a Fidel e a Raúl.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5716" alt="Raul Faure" src="/files/2019/12/Raul-Faure.jpg" width="300" height="251" />O primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, junto a outros líderes do Partido e o Governo, prestou homenagem, no domingo, 8 de dezembro, ao Comandante do Exército Rebelde, Faure Chomón Mediavilla, cuja obra revolucionária transcendeu por sua simplicidade, sua defesa permanente da unidade e sua lealdade absoluta a Fidel e a Raúl.</p>
<p>A primeira guarda de honra, a cargo do general-de-exército e dos membros do Bureau Político Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular e do Conselho de Estado; José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Partido, e o general-de-corpo-de-exército Ramón Espinosa Martín, vice-ministro das Forças Armadas Revolucionárias (FAR), abriu o merecido tributo ao Comandante Rebelde, no Panteão dos Veteranos da Necrópole Colombo.</p>
<p>Depois da saudação aos familiares, Raúl lembrou passagens da destacada trajetória revolucionária de Faure Chomón, ao tempo que lhes transmitiu uma mensagem de condolências do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, quem partiu rumo à Argentina, nas primeiras horas da manhã deste domingo, para participar da cerimônia de posse do presidente eleito Alberto Fernández Pérez. Oferendas florais do general-de-exército, de Díaz-Canel, bem como do Partido, a Assembleia Nacional, as FAR e a Associação de Combatentes da Revolução Cubana, rodeavam a urna que, após a homenagem do povo, foi transladada para o Mausoléu do Diretório Revolucionário da Federação Estudantil Universitária. De consagração, de total entrega a cada tarefa encomendada pela Revolução, será preciso falar, sempre que seja evocado o Comandante do Exército Rebelde, Faure Chomón Mediavilla. <strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Não há como esquecer nossos heróis e mártires</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 17:01:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército, Raúl Castro Ruz, prestou homenagem nesta terça-feira, 30 de julho, no cemitério de Santa Ifigênia aos mártires da Revolução Cubana, no dia escolhido desde 1959 para honrar todos aqueles que ofereceram suas vidas pelo bem maior da nação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5543" alt="Raul Homenaje" src="/files/2019/07/Raul-Homenaje.jpg" width="300" height="251" />O primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército, Raúl Castro Ruz, prestou homenagem nesta terça-feira, 30 de julho, no cemitério de Santa Ifigênia aos mártires da Revolução Cubana, no dia escolhido desde 1959 para honrar todos aqueles que ofereceram suas vidas pelo bem maior da nação.</p>
<p>Pouco depois das quatro da tarde e em frente ao Mausoléu ao Apóstolo começou a homenagem com a cerimônia de troca da guarda, que acontece a cada meia hora, mas nunca as pessoas deixam de se abalar com as notas da Elegia a José Martí, composta pelo Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque e a marcialidade dos jovens soldados.</p>
<p>O general-de-exército — acompanhado por Beatriz Johnson Urrutia, vice-presidenta do Conselho de Estado e presidenta da Assembleia Provincial, assim como outras autoridades do território — depositou flores diante da cripta funerária, coberta com a bandeira nacional, que guarda os restos do «maior dos cubanos».</p>
<p>Raul então foi para a pedra da Serra Maestra, que desde 4 de dezembro de 2016 guarda as cinzas do Comandante-em-chefe. Uma rosa branca e sua mão no pedaço de mármore que tem uma única palavra gravada — Fidel — foi o simples ato de lembrar o querido irmão e líder da Revolução.</p>
<p>A homenagem continuou nos monumentos a Carlos Manuel de Céspedes e Mariana Grajales, Pai e Mãe da Pátria, símbolos sagrados da nossa história.</p>
<p>Momento de emoção especial ocorreu perante o simples panteão da família País Garcia, pois se comemora em 30 de julho o 62 º aniversário do assassinato, em plena luz do dia, em uma rua de Santiago, do jovem Frank, o David da luta clandestina, um dos homens mais procurados então pelos soldados da tirania de Batista. Ao lado dele, caiu crivado seu companheiro de luta, Raúl Pujol, e desde então é lembrada a passagem da procissão fúnebre que corajosamente passou pela cidade, enquanto pétalas de rosas caíram das sacadas.</p>
<p>Diante dessa tremenda história que, segundo Fidel, tornou Santiago a cidade mártir de Cuba, o general-de-exército homenageou a memória de Frank País, o menino que aos 22 anos conquistou o respeito da juventude de Santiago e daqueles que vieram de toda a Ilha para construir um país melhor.</p>
<p>O hino de Bayamo, uma oferenda floral, o toque de silêncio e outra rosa de Raul para Frank foram o culminar da homenagem neste «dia de meditação, porque aqui temos que vir todos os anos para lembrar os mortos da Revolução (… ). O que não queremos é que ninguém possa dizer amanhã que nosso povo se esqueceu de seus mortos.</p>
<p>Isto foi afirmado por Fidel em 30 de julho de 1959 no Instituto do Segundo Ensino, em cujas salas de aula os irmãos Frank e Josué foram formados. Consequentemente, o sentido respeitoso desta terça-feira no cemitério de Santa Ifigênia, onde milhares de pessoas de Santiago também chegaram à habitual peregrinação que faz tremer as ruas da heróica cidade todo mês de julho, é uma resposta retumbante: não há como esquecer os heróis e mártires de Cuba.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>«No dia em que só haja um cubano que acredite nesta Revolução, esse cubano serei eu»</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 17:07:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Àaqueles homens que se movem os povos, que conquistam planícies e montanhas, que olham com a luz do amanhecer e sua voz é a voz de todos, pertencia Frank País García, o jovem revolucionário a quem com mais de 20 balas em seu corpo a tirania de Batista acreditava, há 62 anos, que iria enterrar no esquecimento, quando na verdade chegou ao limite do eterno.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5545" alt="Frank P" src="/files/2019/07/Frank-P.jpg" width="300" height="260" />Àaqueles homens que se movem os povos, que conquistam planícies e montanhas, que olham com a luz do amanhecer e sua voz é a voz de todos, pertencia Frank País García, o jovem revolucionário a quem com mais de 20 balas em seu corpo a tirania de Batista acreditava, há 62 anos, que iria enterrar no esquecimento, quando na verdade chegou ao limite do eterno.</p>
<p>Cuba recorda este 30 de julho a esse jovem a quem a lealdade à causa — que selou quando disse «no dia em que haja um único cubano que acredite nesta Revolução, esse cubano serei eu» —a fé infinita na vitória e a coragem irradiada com seu exemplo, ao dizer do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz, converteram-no «em símbolo de toda a geração que foi sacrificada».</p>
<p>Apenas tinha 18 anos de idade naquela manhã de Santa Ana quando o tiroteio que ouviu em sua casa, vindo do distante Moncada sacudiu-o, quis saber o que acontecia e tentou chegar ao quartel, mas os guardas o impediram. À noite, conseguiu penetrar e viu no chão os corpos crivados que mais tarde descreveria como «cheios de sangue, balas e honra».</p>
<p>«Depois daquela ação e do massacre que se seguiu», disse o general-de-exército Raúl Castro Ruz, «Frank reuniu o melhor da juventude de Santiago&#8230; Ele queria continuar a luta em cujo começo não havia participado e quando as condições foram criadas mais naturalmente (&#8230;) ele colocou seus lutadores e se colocou sob as ordens de Fidel&#8230;».</p>
<p>Se faltam provas dessa entrega, o alto senso de responsabilidade e sua indiscutível liderança na luta clandestina, Fidel o reafirma, confiando a ele, em 30 de novembro de 1956, a missão estratégica e crucial de provocar um levante em Santiago de Cuba, em apoio ao desembarque da expedição que, vinda no iate Granma, punha em jogo o destino do país.</p>
<p>Santiago de Cuba devia estar à mesma altura da Serra Maestra, onde Frank passou um dia todo conversando com Fidel, avaliando reforços em homens, armas e outros recursos que encontra, porque nossos bravos combatentes nunca serão «abandonados, pois arriscam suas vidas diariamente» e sofrem mil penalidades e sacrifícios (&#8230;) sob a ameaça do inimigo».</p>
<p>Por essas ações, cada um de seus passos tinha recompensas suculentas para a tirania, de modo que na tarde de 30 de julho, por causa de uma delação, eles o surpreenderam na rua San Germán.</p>
<p>Dizem que, do estreito e isolado Callejón del Muro, os tiros a curta distância ordenados pelo sinistro tenente-coronel José María Salas Cañizares, faziam dobrar os sinos da vizinha Igreja de São Francisco e se escutavam em todos os cantos da cidade.</p>
<p>Milhares de pessoas de Santiago acompanharam o seu funeral juntamente com o do companheiro de companhia Raúl Pujol, morto pela primeira vez a poucos metros de distância. As pétalas de rosas lançadas das sacadas e os slogans revolucionários forçaram a retirada das forças da ditadura. Eles despediam-se do «mais valioso, o mais útil, o mais extraordinário de nossos combatentes», como disse Fidel; um desses homens que, como disse Raúl, «penetra profunda e definitivamente no coração do povo».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Praça Fidel Castro no Vietnã eterniza amizade entre os dois países</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 18:16:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Forjada em tempos de guerra e de paz, a amizade entre Vietnã e Cuba instalou hoje um novo símbolo ao ficar inaugurada na central cidade de Dong Tem uma praça que leva o nome de Fidel Castro. Altos dirigentes dos dois países também colocaram ali um busto em bronze de quem provavelmente foi a figura internacional que mais contribuiu às últimas lutas da nação indochina pela independência e a reunificação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5205" alt="Vietnam-Plaza-Fidel-Castro" src="/files/2018/09/Vietnam-Plaza-Fidel-Castro.jpg" width="300" height="247" />Forjada em tempos de guerra e de paz, a amizade entre Vietnã e Cuba instalou hoje um novo símbolo ao ficar inaugurada na central cidade de Dong Tem uma praça que leva o nome de Fidel Castro.</p>
<p>Altos dirigentes dos dois países também colocaram ali um busto em bronze de quem provavelmente foi a figura internacional que mais contribuiu às últimas lutas da nação indochina pela independência e a reunificação.</p>
<p>Fidel Castro sentiu uma enorme admiração e carinho por este povo e um grande respeito pelo presidente Ho Chi Minh, disse o primeiro vice-presidente de Cuba, Salvador Valdés, no ato de inauguração.</p>
<p>Esta praça é um monumento à fraternidade entre os dois países e uma reafirmação da vontade comum de fortalecer nossas relações políticas, econômicas e de cooperação, disse o também membro do Buró Político do Partido Comunista de Cuba (PCC).</p>
<p>O presidente do Comitê Popular (governo) da província, Nguyen Duc Chinh, realçou que a explanada fica aberta justo aos 45 anos do passo de Fidel Castro por Quang Tri (sua capital é Dong Tem), a primeira linha de fogo nos combates pela independência.</p>
<p>Por sua vez, a membro do Buró Político do Partido Comunista do Vietnã (PCV) e presidenta da Associação de Amizade Vietnã-Cuba, Truong Thi Mai, salientou que ainda que o panorama visto por Fidel é muito diferente ao atual, os sentimentos dos vietnamitas para o povo cubano e seus líderes se mantêm inalteráveis.</p>
<p>Durante sua visita em setembro de 1973, o então premiê cubano converteu-se no primeiro e único estadista que durante os tempos da guerra cruzou o Paralelo 17 e esteve em Quang Tri, ainda sob a ameaça dos bombardeios estadunidenses.</p>
<p>Convidado especialmente pela ocasião, Valdés esteve no dia anterior na limítrofe província de Quang Binh e cruzou o rio Ben Hai, que até 1975 marcou a fronteira entre as porções Norte e Sul do Vietnã.</p>
<p>Acompanharam-no o vice-ministro primeiro das Relações Exteriores, Marcelino Medina; o diretor da Ásia e Oceania da chancelaria, Alberto Blanco; a embaixadora Lianys Torres, e altos dirigentes do PCV e daqueles dois territórios.</p>
<p>Além de visitar palcos de guerra onde esteve o Comandante em Chefe, o primeiro vice-presidente cubano percorreu o Hospital Amizade-Vietnã-Cuba, que por iniciativa de Fidel funciona desde 1981 em Dong Hoi, a capital de Quang Binh. Atualmente ali trabalham quatro médicos da ilha.</p>
<p>Antes, na quinta-feira 14, realizou visitas de cortesia ao secretário geral do PCV, Nguyen Phu Trong; ao presidente Tran Dai Quang; ao premiê Nguyen Xuan Phuc; e à titular da Assembleia Nacional, Nguyen Thi Kim Ngan.</p>
<p>Também depositou oferendas florais ante o Monumento aos Mártires e o Mausoléu a Ho Chi Minh, e sustentou conversas oficiais com Truong Hoa Binh, vice-primeiro ministro permanente e membro do Buró Político do PCV.</p>
<p>Em todos os encontros os anfitriões realçaram que a visita de Fidel em 1973 marcou uma meta nas instâncias relações de fraternidade e cooperação entre os dois países.</p>
<p>Valdés conclui hoje sua visita ao Vietnã, terça parada de uma visita a Ásia que antes o levou a China e a República Popular Democrática da Coreia.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Mulheres cubanas: empoderamento e direitos para uma celebração</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 22:50:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[O empoderamento feminino, a igualdade de gênero e de direitos são algumas das conquistas que Cuba exibe hoje quando se celebra o Dia Internacional da Mulher. Esta jornada será de festejos e homenagens para honrar aos que lutaram pela igualdade, justiça, paz e pelo desenvolvimento pleno da mulher e outras muitas conquistas para esse segmento populacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4564" alt="Cuba-mujeres" src="/files/2017/04/Cuba-mujeres.jpg" width="300" height="199" />O empoderamento feminino, a igualdade de gênero e de direitos são algumas das conquistas que Cuba exibe hoje quando se celebra o Dia Internacional da Mulher.</p>
<p>Esta jornada será de festejos e homenagens para honrar aos que lutaram pela igualdade, justiça, paz e pelo desenvolvimento pleno da mulher e outras muitas conquistas para esse segmento populacional.</p>
<p>A oriental província de Granma, por seus avanços, acolherá as celebrações nacionais organizadas pela Federação de Mulheres Cubanas (FMC), que tem atualmente mais de quatro milhões de filiadas, 90,6% das mulheres cubanas com mais de 14 anos.</p>
<p>A secretária geral da FMC, Teresa Amarelle, reafirmou que a Revolução proporcionou à mulher cubana a possibilidade de se converter em seres humanos plenos, investidos de direitos e em protagonistas da Cuba nova, ao mesmo tempo em que arrancou pela raiz anos de discriminação, exclusão e ignomínia.</p>
<p>Sob a ditadura de Fulgencio Batista (1952 a 1958), a mulher cubana representava 17% da população economicamente ativa e recebia um salário notavelmente inferior ao do homem por um emprego similar.</p>
<p>Também estava limitada ao papel de dona de casa e as mulheres eram maioria entre as mais de 800 mil pessoas analfabetas que haviam nesse momento, de acordo com pesquisas da época.</p>
<p>Depois do triunfo revolucionário de 1959, liderado pelo Comandante em Chefe Fidel Castro, foi prioridade a geração de políticas públicas para avançar ainda mais na inclusão e emprego das potencialidades das cubanas.</p>
<p>Atualmente, graças à vontade governamental, representam 48% das pessoas ocupadas no setor estatal e uma cifra similar delas ocupa altos cargos de direção.</p>
<p>Do mesmo modo, integram 78,5% do pessoal de saúde, quase a metade dos pesquisadores científicos e mais de 66% da força de maior qualificação técnica e profissional do país, segundo dados oficiais.</p>
<p>Dentro do Parlamento cubano há uma representação de 48,86%, que participa na definição das políticas econômicas, sociais e políticas do país.</p>
<p>Em todo este processo de emancipação e empoderamento, exerce um papel fundamental a FMC, criada por Vilma Espín em 23 de agosto de 1960 para defender os mesmos direitos para todos e pôr fim às discriminações, enfatiza Teresa Amarelle.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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