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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Timor Leste</title>
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		<title>A amizade de timorenses e cubanos encurta as distâncias</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 18:02:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«A irmandade existente entre Cuba e Timor Leste consolida-se a cada dia», asseverou o embaixador do país asiático na Ilha caribenha, Maubere Lorosae da Silva Horta, (Loro Horta), ao Granma Internacional e agradeceu pela formação recebida por seus compatriotas em universidades cubanas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5353" alt="Valdes Mesa Timor" src="/files/2018/12/Valdes-Mesa-Timor.jpg" width="300" height="213" />Avaliou as relações bilaterais entre os dois países de forma bastante profundas, baseadas na igualdade e no respeito mútuo e exemplificou com os mais de 950 jovens timorenses formados na Escola Latino-Americana de Medicina, que já prestam assistência médica ao seu povo.</p>
<p><em id="__mceDel">Avaliou as relações bilaterais entre os dois países de forma bastante profundas, baseadas na igualdade e no respeito mútuo e exemplificou com os mais de 950 jovens timorenses formados na Escola Latino-Americana de Medicina, que já prestam assistência médica ao seu povo.</em></p>
<p>«O compromisso assumido pelo líder da Revolução Fidel Castro de preparar mais de mil médicos da ilha asiática será cumprido em breve, porque nas salas de aula cubanas há uma centena deles», reconheceu o diplomata e mencionou que desses centros de ensino superior se formaram pedagogos, técnicos e engenheiros agrônomos, além de outras especialidades, realizando inclusive tarefas de gestão no desenvolvimento econômico de seu país.</p>
<p>Além disso, nesta nação do Sudeste Asiático trabalha uma brigada médica cubana composta por mais de 300 profissionais de saúde, que ajuda a população em locais de difícil acesso e seus resultados são evidentes na qualidade de vida do povo timorense e na melhora dos indicadores de saúde.</p>
<p>«As relações oficiais entre Cuba e Timor Leste começaram por volta de 20 de maio de 2002. Cuba foi o segundo país, depois da China, em reconhecer nossa independência da Indonésia (acontecida na época), mas as relações entre os povos vêm vindo há muitos anos, na fase da luta pela libertação nacional», significou Loro Horta.</p>
<p>Colocou como exemplo pessoal que seus pais participaram do 11º Festival Mundial da Juventude e os Estudantes realizado na Ilha maior das Antilhas, em 1978. «Nos últimos 16 anos, todos os nossos governos defenderam a consistência das relações com Cuba e nós oferecemos nosso apoio na luta contra a injusta política de bloqueio estadunidense», acrescentou.</p>
<p>Também enfatizou que os timorenses mantêm um carinho sincero e muito genuíno pelo Comandante Fidel Castro e quando ocorreu sua morte, em 25 de novembro de 2016, em Timor Leste aconteceram atividades espontâneas para honrar a memória do líder cubano. Missas e lugares de orações funerárias foram organizados nos 13 distritos do país.</p>
<p>«Penso que Fidel Castro marcou a luta pela independência de muitos países do mundo. Nossos jovens se aproximam do pensamento e do trabalho de Ernesto Guevara e parecem muito felizes vestindo roupas que carregam a imagem daquele grande lutador argentino-cubano ou do Comandante-em-chefe. Lá se conhece a contribuição desses líderes para os povos oprimidos do mundo», afirmou o embaixador.</p>
<p>Por ocasião de se realizar em Havana o 43º aniversário da proclamação da República de Timor Leste que derrubou o colonialismo português, em 28 de novembro de 1975, em uma cerimônia foi destacado que essa nação se definiu como anticolonialista e antiimperialista, traçou estratégias para o desenvolvimento econômico que tivesse como centro de atenção o ser humano para o qual consolidou o bem-estar de seus habitantes com o direito à educação, à saúde e à vida plena, fomentando sua cultura a partir desses objetivos sociais.</p>
<p>Em seu discurso proferido na sede do Instituto Cubano de Amizade com os Povos, o embaixador asseverou que a cooperação entre os dois governos e povos vai continuar porque seu país foi devastado em toda sua infraestrutura depois da luta pela libertação nacional do território e Cuba foi capaz de fornecer uma cooperação importante.</p>
<p>«Conseguimos alguns eventos importantes em nossa história como país independente, o que nos dá grande orgulho para mostrar ao mundo. Neste momento, temos um dos mais altos níveis de médicos por habitante, no número de um em cada 1.300 habitantes, um dos mais altos no continente asiático», reafirmou o diplomata.</p>
<p>Igualmente, têm as taxas mais baixas de criminalidade da Ásia e conseguiram alguns aspectos positivos no desenvolvimento econômico, mas precisam superar muitas dificuldades, como proporcionar mais empregos para os jovens, acrescentou em seu discurso.</p>
<p>Suas palavras concluíram afirmando que ambos os países continuarão a contribuindo para a paz e a soberania dos povos: «Esperamos que a amizade entre Cuba e Timor Leste permaneça muito profunda e próxima por muitas gerações», afirmou.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Uma promessa que multiplicou Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2017 00:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[QUANDO Fidel Castro ofereceu apoio ao primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari bim Amude Alkatiri e lhe prometeu que Cuba ajudaria incondicionalmente à formação de mil jovens timorenses, para torná-los profissionais da saúde que pudessem servir a seu próprio povo, dificilmente Isabel de Jesús Amaral considerava isso uma possibilidade real de se tornar doutora.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4527" alt="medicos cubanos Timor Leste" src="/files/2017/02/medicos-cubanos-Timor-Leste.jpg" width="300" height="202" />QUANDO Fidel Castro ofereceu apoio ao primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari bim Amude Alkatiri e lhe prometeu que Cuba ajudaria incondicionalmente à formação de mil jovens timorenses, para torná-los profissionais da saúde que pudessem servir a seu próprio povo, dificilmente Isabel de Jesús Amaral considerava isso uma possibilidade real de se tornar doutora.</p>
<p>Não só o conseguiu, mas o fez sendo uma dos primeiros estudantes de Medicina graduados em Timor-Leste como país. Porque Isabel fez parte dos 54 integrantes da primeira promoção que graduava médicos formados totalmente na Faculdade de Medicina da Universidade Nacional desta nação do sudeste asiático, criada em 2015, por iniciativa da brigada médica cubana nesta terra e que seria representada por professores da Ilha maior das Antilhas.</p>
<p>Um ano antes, em 2004, 15 de nossos médicos chegavam pela primeira vez ao Timor-Leste, que enfrentava uma precária situação higiênico-sanitária e insuficiências na garantia dos serviços de saúde.</p>
<p>Era o primeiro dos frutos de uma relação que começou com as conversações entre o Comandante-em-chefe Fidel Castro e o então presidente da República Democrática de Timor-Leste, Xanana Gusmão, na 13ª Cúpula dos Países Não-Ali-nhados, de Kuala Lumpur, Malásia, em 2003, e onde começaram no só as rela-ções de amizade, mas também a colaboração médica entre ambas as nações.</p>
<p>Treze anos depois da chegada do primeiro colaborador cubano, a realidade timorense é totalmente diferente. Tanto o povo quanto seus governantes reconhecem que as brigadas médicas e educativas da Ilha influíram no desenvolvimento histórico e na transformação de uma nação nascida no século 21, depois de cinco séculos de colonização portuguesa e mais de 20 anos de anexação à Indo-nésia.</p>
<p>Não mais de 25 médicos permaneceram em Timor-Leste quando finalmente conseguiu sua independência. Nenhum, além disso, era formado nesta nação. Assim lembra este povo, assim o contam agora, ao semanário Granma Internacional, jovens timorenses como Herminio Noronha, quem abandonou a carreira de Química e se integrou ao grupo dos jovens que veio estudar Medicina em Cuba.</p>
<p>Noronha faz parte, agora, dos quase 900 doutores que pertencem à força médica do seu país. Durante dois anos, trabalhou em consultórios e policlínicas para ajudar no trabalho das necessidades assistenciais de saúde de sua nação, e «transformar, não só da cura, mas também ensinando e educando as pessoas, a situação sanitária que ainda provoca mortes por causas totalmente previsíveis».</p>
<p>Este tempo bastou, também, para saber que devia continuar estudando caso quiser, certamente, satisfazer as necessidades do país. Tal como a maioria dos seus companheiros, recebeu lições aqui até o quinto ano e viajou para completar sua carreia em seu país, na «faculdade de Medicina criada pelos cubanos». Agora, voltou a Cuba, junto a outros oito colegas para se formar como especialistas em anatomia humana.</p>
<p>«Somos os jovens os que vamos desenvolver, a partir da docência, o setor da saúde no futuro de Timor-Leste, que deve ser capaz de formar seus próprios médicos. Por isso voltamos, para crescer como profissionais, para poder ter um país melhor».</p>
<p>«De Cuba aprendi muitas coisas, sobretudo, o sentido do patriotismo, do que significa sentir o compromisso de ajudar o povo, de trabalhar para mudar a situação sem importar as condições», precisa No-ronha.</p>
<p>Ensinou-nos também, diz, o sistema de saúde cubano. «Aprendemos tratar do doente com respeito, carinho e não criar distâncias».</p>
<p>«A melhor forma de medir o impacto da colaboração cubana em Timor-Leste é através da mudança nos padrões de saúde da nação», apressa a fala Acácio de Jesús, quem se especializa em Fisiologia.</p>
<p>«Desde que começou este convenio, assinala, diminuíram consideravelmente as taxas de mortalidade infantil e materna». Os médicos graduados em Cuba estão distribuídos por quase todo o país, o qual contribui a melhorar importantes índices de saúde e ao aumento da esperança de vida.</p>
<p>«O povo timorense, que durante muitos anos não sentiu a presença de um doutor, adora os cubanos que chegam até os lugares mais afastados da geografia do país. Os médicos da Ilha maior das Anti-lhas procuram o doente e a comunidade agradece isso». Para Acácio, há algo que destaca na medicina cubana e é, justamente, o sentimento humano.</p>
<p>«Cuba nos acolheu», expressa gratamente Joaninha da Costa. Assim fez lá quando enviou seus médicos, fê-lo aqui quando chegaram para aprender a arte de curar pela primeira vez, e o faz agora que voltaram.</p>
<p>«Eu queria ser médico, para atender meu povo e Cuba me deu essa oportunidade», diz a jovem doutora que agora estuda Fisiologia.</p>
<p>Fala então, de uma história que alegam é a de muito dos seus colegas, a desses rapazes sem recursos que não esquecem que no outro lado do mundo puderam cumprir seus sonhos. Falam do projeto da Escola Latino-americana de Medicina (ELAM), onde «aprenderam a conhecer-se», entre eles e outros tantos futuros médicos de «países, culturas e ideologias diferentes».</p>
<p>Porém falam, sobretudo, de Fidel. «Graças ao Comandante-em-chefe e à Revolução Cubana, agora envergo uma bata branca», assevera Manuel Francisco da Costa, quem lembra que procede de uma família sem possibilidades de lhe pagar seus estudos de medicina. «Eu sou médico graças ao pensamento humanista de Cuba e de Fidel».</p>
<p>Para Grigório Belo os doutores timorenses também representam seu legado. Belo, estudante de segundo ano de Bioquímica acredita que esta ocasião de estudar em Cuba é como a oportunidade para «voltar a nosso país para continuar a obra ideada pelo líder da Revolução e começada pela brigada médica cubana».</p>
<p>Hoje Isabel de Jesús Amaral estuda em Cuba a especialidade de Embriologia Humana, na Faculdade das Ciências Médicas Victoria de Girón. Formou-se como médico no seu país, mas confessa que o fato de que quase a totalidade dos seus professores fossem cubanos, «com esse amor e paciência que os caracteriza», fez dela uma mulher diferente, «algo que nunca tinha sonhado»: uma doutora.</p>
<p>A Escola de Medicina em Timor-Leste que a partir do ano 2011 funcionou como a 13ª</p>
<p>Faculdade da Universidade Nacional, é uma instituição na qual hoje traba-lham aproximadamente 170 professores da Ilha Maior das Antilhas.</p>
<p>A maioria dos estudantes timorenses que começou a carreira de Medicina em nosso país voltou para seu país no quinto ano e se graduou na faculdade fundada pelos cubanos. Alguns deles aliviam a dor de muitos nas comunidades e instituições públicas dessa nação. Outros, como nossos entrevistados, instruem-se das ferramentas necessárias para assegurar a continuidade da primeira Escola de Medicina de Timor-Leste.</p>
<p>E, ainda mais, desejam, agora, com a certeza de que só deles depende que seja possível, que dessa escola nasça também, por que não? um projeto como a ELAM na região da Ásia, Pacífico.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl recebe primeiro-ministro de Timor-Leste</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 21:32:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da segunda-feira, 5 de outubro, no Palácio da Revolução, o primeiro-ministro de Timor-Leste, Ex.mo sr. doutor Rui Maria de Araújo, quem realizou uma visita oficial a Cuba. Ambos os mandatários conversaram acerca do excelente estado das relações bilaterais e manifestaram a vontade comum de consolidar os nexos de cooperação, fundamentalmente na área da saúde. Também trocaram ideias sobre outros temas da agenda internacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3997" alt="raul y timor leste" src="/files/2015/10/raul-y-timor-leste.jpg" width="300" height="225" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da segunda-feira, 5 de outubro, no Palácio da Revolução, o primeiro-ministro de Timor-Leste, Ex.mo sr. doutor Rui Maria de Araújo, quem realizou uma visita oficial a Cuba.</p>
<p>Ambos os mandatários conversaram acerca do excelente estado das relações bilaterais e manifestaram a vontade comum de consolidar os nexos de cooperação, fundamentalmente na área da saúde. Também trocaram ideias sobre outros temas da agenda internacional.</p>
<p>Acompanharam o primeiro-ministro, o doutor Hernani F. Coelho da Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação; bem como o embaixador em nosso país, Olimpio Miranda Branco.</p>
<p>Pela parte cubana marcaram presença o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla, Rodrigo Malmierca Diaz, ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro e o embaixador designado em Timor-Leste, Oscar Gerardo Coet Blackstock.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Chegará a Cuba primeiro-ministro de Timor-Leste</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 22:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Timor-Leste, Ex.mo sr. dr. Rui María de Araujo, chegará a Cuba na sexta-feira, 2 de outubro, em uma visita oficial.
Durante a permanência, o distinto visitante terá conversacões oficiais com o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz e desenvolverá outras atividades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3986" alt="Timor Leste" src="/files/2015/10/Timor-Leste.jpg" width="300" height="238" />O primeiro-ministro de Timor-Leste, Ex.mo sr. dr. Rui María de Araujo, chegará a Cuba na sexta-feira, 2 de outubro, em uma visita oficial.</p>
<p>Durante a permanência, o distinto visitante terá conversacões oficiais com o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz e desenvolverá outras atividades.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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