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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Terrorismo</title>
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		<title>O que nos deixou o dia 11 de setembro de 2001?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 00:29:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AINDA doem aquelas imagens diante das quais o mundo ficaria paralisado, na terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando as torres desmoronaram, o que desencadearia uma trilha de guerras que — à luz de hoje — parecem nunca terminar
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5195" alt="Torres Gemelas" src="/files/2018/09/Torres-Gemelas.jpg" width="300" height="257" />AINDA doem aquelas imagens diante das quais o mundo ficaria paralisado, na terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando as torres desmoronaram, o que desencadearia uma trilha de guerras que — à luz de hoje — parecem nunca terminar</p>
<p>Nos dias seguintes, o presidente norte-americano George W. Bush repetiu muitas vezes que «esta cruzada contra o terrorismo» levaria tempo, anunciando assim o chamado «novo tipo de guerra», uma «guerra total» e «sem limite», que definiria situações, conflitos, intervenções militares, novas ameaças contra Estados, coalizões de Estados e tudo o que seria erigido como um «inimigo», uma abstração chamada «mal», sob a justificativa da segurança nacional e a salvaguarda dos direitos daqueles que fazem desses conflitos e suas consequências, um negócio.</p>
<p>Muitas têm sido as maneiras com as quais se tentou mascarar todos os conflitos desencadeados, financiados ou apoiados pela América do Norte, nos quais a mídia tem sido a ponta do iceberg, brincando permanentemente com a mente e os sentimentos de milhões de pessoas no mundo, especialmente o próprio povo norte-americano.</p>
<p>Do ponto de vista legal, a Ata Patriota dos EUA, ou Lei Patriótica, foi reforçado, o que reforçaria o princípio de emergência permanente de um Estado que, por sua vez, suspendeu as limitações constitucionais que até 2001 impuseram à Constituição para a luta contra terrorismo, recapeamento de práticas como tortura — desde que realizada fora do território dos EUA — e criação de um departamento no mais alto nível reconhecido como Segurança Interna ou Segurança Nacional, embora na realidade tenha sido apresentado como o Departamento de Segurança Interna.</p>
<p>De acordo com um relatório do projeto Costs of War, da Brown University, os Estados Unidos gastaram cerca de US$ 8 trilhões em guerras, desde 2001 e terão que pagar uma quantia semelhante ​​nas próximas décadas. Embora o tempo passe, os desejos da guerra permanecem latentes e bem vivos; lembre-se que até o ano de 2019, Donald Trump aprovou um orçamento recorde de 716 bilhões de dólares para a «Defesa».</p>
<p>Seria bom que se lembrasse que esse dia e suas consequências nos permitem refletir e perguntar a nós mesmos repetidas vezes: Será que tem algum preço as vidas de centenas de milhares de vítimas inocentes de tantos conflitos desencadeados depois de 11 de setembro de 2001 e que parecem não ter fim?</p>
<p>CRONOLOGIA DAS GUERRAS SEM LIMITES PROMOVIDAS PELOS EUA</p>
<p>2001 – Inicia a guerra no Afeganistão. Ali continuam hoje mais de oito mil soldados estadunidenses.</p>
<p>2003-2011 – Guerra no Iraque. A justificação: acusado de possuir armas nucleares.</p>
<p>2010-2013 – EUA financiam e promovem ações violentas desatadas no âmbito da «Primavera Árabe», com repercussões na Tunísia, Egito, Líbia, Síria, Iêmen e outros países.</p>
<p>2012 – Começa o conflito na República Centro-africana. Estima-se que mais de 4,5 milhões de moradores foram deslocados.</p>
<p>2013 – Participam nos exercícios militares em grande escala com a Coreia do Sul, que intensificam o conflito coreano.</p>
<p>2014 – Guerra na Líbia. O conflito se alastra a todo o mundo árabe.</p>
<p>A partir dos conflitos em Ucrânia e Geórgia, ações militares da OTAN e dos EUA intensifica-se o cerco à Rússia, ao que se acrescenta a guerra comercial e na mídia.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba faz apelo na ONU a dar resposta multilateral e unida ao terrorismo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2017/02/14/cuba-faz-apelo-na-onu-dar-resposta-multilateral-e-unida-ao-terrorismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 00:18:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba advogou, em 13 de fevereiro, no Conselho de Segurança da ONU a dar uma resposta multilateral e unida ao fenômeno do terrorismo, longe das ações unilaterais e dos duplos padrões.
Em um debate aberto do órgão de 15 membros sobre as ameaças terroristas à infraestrutura vital, a representante permanente cubana nas Nações Unidas, Anayansi Rodríguez, precisou que Havana respalda a adoção de uma convenção geral sobre o flagelo e a convocatória a uma conferência mundial que promova esse tipo de respostas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4511" alt="onu sala" src="/files/2017/02/onu-sala-300x180.jpg" width="300" height="180" />Cuba advogou, em 13 de fevereiro, no Conselho de Segurança da ONU a dar uma resposta multilateral e unida ao fenômeno do terrorismo, longe das ações unilaterais e dos duplos padrões.</p>
<p>Em um debate aberto do órgão de 15 membros sobre as ameaças terroristas à infraestrutura vital, a representante permanente cubana nas Nações Unidas, Anayansi Rodríguez, precisou que Havana respalda a adoção de uma convenção geral sobre o flagelo e a convocatória a uma conferência mundial que promova esse tipo de respostas.</p>
<p>«Rechaçamos e condenamos os duplos padrões e a seletividade no tratamento deste tema. A luta contra o terrorismo não pode ser utilizada como pretexto para a ingerência e o intervencionismo, a agressão, nem as violações do direito internacional e dos direitos humanos», afirmou no foro.</p>
<p>A diplomata também exigiu o cessar do financiamento, equipamento, adestramento, fornecimento de armas e do apoio de todo o tipo a grupos extremistas que espalham a violência e destruição em muitos recantos do planeta.</p>
<p>Rodríguez ratificou o compromisso de Cuba na luta contra o terrorismo e lembrou que seu povo o sofreu na própria carne, com atos organizados, financiados e executados a partir do estrangeiro, responsáveis por quase 3,5 mil mortos e mais de dois mil aleijados.</p>
<p>Ainda, insistiu em que a nação caribenha nunca permitiu nem permitirá a utilização do seu território para realizar, planificar, alentar, encobrir ou financiar essas ações contra outros Estados, sem exceção alguma.</p>
<p>Relativamente aos próximos desafios no combate a esse flagelo, como o emprego por parte dos terroristas das novas Tecnologias da Informação e a Comunicação (TICs), Rodríguez fez um apelo ao esforço de todos os países para encarar o problema.</p>
<p>«É crucial conseguirmos um instrumento internacional legalmente vinculativo, dentro do sistema das Nações Unidas, que regulamente o emprego das TICs e assegure sua utilização de conformidade com o Direito Internacional e, particularmente, a Carta da organização, expôs.</p>
<p>O debate aberto do Conselho de Segurança permitiu a aprovação unânime da resolução 2341, encaminhada a fortalecer os mecanismos de prevenção e redução do impacto das ações terroristas contra a infraestrutura civil vital.</p>
<p>Os participantes no evento manifestaram preocupação pelos ataques de grupos como o Estado Islâmico, Boko Haram, Al Qaeda, Al Shabaab e a Frente Al Nusra contra hospitais, escolas, redes de transporte e instalações fornecedoras de serviços básicos, da energia até a água.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl assinou livro de condolências na Embaixada francesa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 21:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.
Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4063" alt="Raul condolencias Francia" src="/files/2015/12/Raul-condolencias-Francia.jpg" width="300" height="200" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.</p>
<p>Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.</p>
<p>O presidente cubano foi recebido pelo primeiro conselheiro e encarregado de negócios a.i., sr. Guy Christophe, o qual agradeceu a Raúl sua presença na embaixada.</p>
<p>Acompanharam o general-de-éxército o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz e o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba reconhece exclusão de lista sobre terrorismo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 15:56:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chancelaria cubana reconheceu hoje a decisão do governo dos Estados Unidos de excluir a ilha da lista de países patrocinadores do terrorismo. Em uma declaração da Diretora Geral dos Estados Unidos do Ministério de Relações Exteriores, Josefina Vidal, informou-se sobre a ação do presidente norte-americano Barack Obama nesse tema.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3544" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-3544" alt="Josefina Vidal." src="/files/2015/04/josefina-vidal.jpg" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Josefina Vidal.</p></div>
<p>A chancelaria cubana reconheceu hoje a decisão do governo dos Estados Unidos de excluir a ilha da lista de países patrocinadores do terrorismo.</p>
<p>Em uma declaração da Diretora Geral dos Estados Unidos do Ministério de Relações Exteriores, Josefina Vidal, informou-se sobre a ação do presidente norte-americano Barack Obama nesse tema.</p>
<p>A esse respeito, a chancelaria assinalou que o presidente emitiu a &#8220;Certificação de rescisão da designação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo&#8221;.</p>
<p>Mediante esta ação, o presidente Obama decidiu excluir Cuba da lista de Estados patrocinadores do terrorismo internacional e notificar estes efeitos ao Congresso estadunidense, o qual terá um prazo de 45 dias para se pronunciar.</p>
<p>Nesse sentido, o Governo de Cuba reconhece a justa decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos de eliminar a ilha de uma lista na qual nunca deveria ser incluída.</p>
<p>Nesse sentido, recordou que o país tem sido vítima de centenas de atos terroristas, que custaram a vida de 3.478 mil pessoas e deixou incapacitados 2.099 mil cidadãos cubanos.</p>
<p>Como o governo tem reiterado em múltiplas ocasiões, Cuba repudia e condena todos os atos de terrorismo em todas suas formas e manifestações, bem como qualquer ação que tenha por objeto incentivar, apoiar, financiar ou encobrir atividades desse tipo.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Atacam bairro palestino perto de Damasco</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 18:49:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Síria]]></category>
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		<description><![CDATA[Damasco, 3 ago (Prensa Latina) Um ataque com morteiros contra o bairro palestino Al-Yarmuk e fortes golpes aos grupos armados em várias partes da Síria, em especial na província de Alepo, caracterizam hoje os últimos acontecimentos no país. Embora acompanhada com atenção a renúncia do enviado especial da ONU, Kofi Annan, para a mediação no]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2816" src="/files/2012/08/explosiones-siria.jpg" alt="" width="300" height="250" />Damasco, 3 ago (Prensa Latina) Um ataque com morteiros contra o bairro palestino Al-Yarmuk e fortes golpes aos grupos armados em várias partes da Síria, em especial na província de Alepo, caracterizam hoje os últimos acontecimentos no país.</p>
<p>Embora acompanhada com atenção a renúncia do enviado especial da ONU, Kofi Annan, para a mediação no conflito sírio e as reações que isso provocou em várias capitais do mundo, os confrontos que ocorrem na norte província de Alepo ocuparam os espaços noticiosos mais importantes.</p>
<p>Durante a noite da quinta-feira, grupos armados dispararam dois obuses de morteiros contra Al-Yarmuk, no bairro de Zleikha, causando a morte 15 palestinos e ferindo outros residentes, informou nesta sexta-feira uma fonte oficial.</p>
<p>Um comitê popular da área informou através de um comunicado que os grupos efetuaram os disparos do bairro de Al-Tadhaman e advertiu sobre os riscos da manipulação da segurança no acampamento.</p>
<p>Enquanto isso, em Alepo várias ações em áreas próximas à cidade e em direção à fronteira com a Turquia causaram abundantes perdas materiais e humanas aos grupos armados.</p>
<p>Entre outros fatos foram registrados confrontos em Al-Qanater, na cidade de Al-Hajeb, na zona de As-Safira, onde forças do Exército Árabe Sírio (EAS) causaram dezenas de baixas aos armados, alguns identificados como de procedência estrangeira.</p>
<p>Em Harastra, as autoridades também eliminaram elementos de um grupo armado que se escondiam em uma das granjas dessa região, distante cerca de 15 quilômetros ao nordeste de Damasco.</p>
<p>Outras ações foram registradas em pontos próximos à cidade de Homs, entre as quais a eliminação de vários terroristas que se deslocavam em duas camionetes com armas e outros materiais bélicos em uma rotunda da estrada Homs-Tartus.</p>
<p>Por sua vez, a página digital do jornal Al-Manar indicou que forças governamentais ocuparam o posto de comando do chamado Exército Livre Sírio, localizado em uma escola de Sarhur, em Alepo, onde causou 150 baixas aos insurgentes, segundo noticiou a emissora de televisão iraniana Press.</p>
<p>A mesma fonte assegura que os armados não conseguem ocupar nenhum bairro da capital provincial em Alepo, enquanto são perseguidos, e o EAS conseguiu destruir o sistema de telecomunicações proporcionado aos grupos armados pelo exterior.</p>
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		<title>A Vergonha Supervisionada De Obama</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 14:20:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
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		<description><![CDATA[Após 13 anos de cruel e imerecida prisão, o governo dos Estados Unidos —que engendrou monstros como Posada Carriles e Orlando Bosch, quem como agentes da Central de Inteligência ianque fizeram estourar em pleno vôo um avião cubano lotado de passageiros— obriga a René a permanecer nessa nação, onde ficará à mercê de assassinos impunes durante três longos anos sob um regime qualificado de “liberdade” supervisionada. Na cadeia injusta e vingativa continuarão por longos anos de confinamento outros três heróis cubanos, e mais outro condenado a cadeia perpetua por duas vezes. Assim responde o império ao crescente reclamo mundial pela liberdade dos mesmos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não por brutal, torpe e esperada deixou de indignar a notícia de que uma juíza ianque do Distrito Sul da Flórida, denegou a René González, herói antiterrorista cubano, depois de cumprir a sentença injusta que lhe impuseram, o direito a regressar ao seio de sua família em Cuba.</p>
<p>Após 13 anos de cruel e imerecida prisão, o governo dos Estados Unidos —que engendrou monstros como Posada Carriles e Orlando Bosch, quem como agentes da Central de Inteligência ianque fizeram estourar em pleno vôo um avião cubano lotado de passageiros— obriga a René a permanecer nessa nação, onde ficará à mercê de assassinos impunes durante três longos anos sob um regime qualificado de “liberdade” supervisionada. Na cadeia injusta e vingativa continuarão por longos anos de confinamento outros três heróis cubanos, e mais outro condenado a cadeia perpetua por duas vezes. Assim responde o império ao crescente reclamo mundial pela liberdade dos mesmos.</p>
<p>Se assim não fosse, o império deixaria de ser império; e Obama, deixaria de ser tonto.</p>
<p>Contudo, os heróis cubanos não estarão ali eternamente. Sobre os alicerces de insuperável exemplo de dignidade e firmeza crescerá a solidariedade no mundo e no seio do próprio povo norte-americano, que colocará fim à estúpida e insustentável injustiça.</p>
<p>A torpe decisão acontece quanto na Assembléia-Geral das Nações Unidas se desenvolve um profundo debate sobre a necessidade de refundar essa instituição. Jamais se escutaram críticas tão sólidas e enérgicas.</p>
<p>O líder bolivariano Hugo Chávez o abriu com a primeira mensagem à Assembléia publicada na noite de 21 de setembro. A segunda carta de Chávez, transmitida em tom enérgico e vibrante pelo chanceler Nicolás Maduro foi lapidária. Nessa mensagem também denunciou o criminoso bloqueio imperialista contra nossa Pátria e a bochornosa e cruel vingança contra os 5 Heróis antiterroristas cubanos.</p>
<p>Tais circunstâncias me obrigaram a escrever uma terceira Reflexão. Transmitirei as idéias essenciais da contundente mensagem, utilizando as próprias palavras do autor:</p>
<p>“[…] Não procuramos a paz dos cemitérios, como dizia Kant com ironia, mas uma paz assente no mais zeloso respeito ao direito internacional. Infelizmente, a ONU, ao longo de toda sua história, em vez de somar e multiplicar esforços pela paz entre as Nações, termina avaliando –umas vezes, por ação, e outras, por omissão- as injustiças mais despiedosas.”</p>
<p>“Desde 1945 até a data, as guerras não fizeram outra coisa do que crescer e se multiplicar inexoravelmente.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Desejo fazer um apelo aos governos do mundo à reflexão: desde 11 de setembro de 2001, começou uma nova guerra imperialista que não tem precedentes históricos: uma guerra permanente, a perpetuidade.</p>
<p>“Devemos olhar de frente a aterradora realidade do mundo em que vivemos. […] Por que Estados Unidos é o único país que planta bases militares no planeta?; A quê lhe teme para ter tão arrepiante orçamento destinado a aumentar cada vez mais seu poderio militar?; Por que tem desencadeado tantas guerras, violando a soberania de outras nações que têm os mesmos direitos sobre seus destinos?; Como fazer valer o direito internacional contra sua insensata aspiração de hegemonizar militarmente o mundo em garantia de fontes energéticas para sustentar seu modelo depredador e consumista?; Por que a ONU nada faz para deter Washington? […] o império se adjudicou o papel de juiz do mundo, sem que ninguém lhe tenha outorgado tal responsabilidade […] portanto, a guerra imperialista nos ameaça a todos.</p>
<p>“Washington sabe que o mundo multipolar é já uma realidade irreversível. Sua estratégia consiste em deter, custe o que custar, o ascenso sustentável de um conjunto de países emergentes […] trata-se de uma reconfiguração do mundo que se sustenta na hegemonia militar ianque.”</p>
<p>“O quê tem por trás deste novo Armagedon?: o poder onímodo da cúpula militar-financeira que está destruindo o mundo para acumular cada vez mais lucros; a cúpula militar-financeira que está subordinando, de fato, um conjunto, cada vez maior, de Estados. Leve-se em conta que o modo de existir do capital financeiro é a guerra: a guerra que arruína os mais, enriquece, até o impensável, uns poucos.</p>
<p>“No imediato existe uma gravíssima ameaça para a paz mundial: o desencadeamento de um novo ciclo de guerras coloniais, que começou na Líbia, com o sinistro objetivo de dar-lhe um segundo ar ao sistema-mundo capitalista, hoje em crise estrutural, mas sem colocar-lhe nenhuma classe de limites a sua voracidade consumista e destruidora.”</p>
<p>“A humanidade está à beira de uma catástrofe inimaginável: o planeta marcha inexoravelmente rumo ao ecocídio mais devastador; o aquecimento global o anuncia, através de suas pavorosas conseqüências, mas a ideologia dos Corteses e dos Pizarros relativamente ao ecossistema, como bem diz o notável pensador francês Edgar Morin […] A crise energética e a crise alimentar se agudizam, mas o capitalismo continua traspassando impunemente todos os limites.”</p>
<p>“…o grande cientista estadunidense Linus Pauling, galardoado em duas ocasiões com o Prêmio Nobel, continua  nos iluminando o caminho: Acho que existe no mundo um poder maior do que o poder negativo da força militar e das bombas nucleares: o poder do bem, da moralidade, do humanitarismo. Acredito no poder do espírito humano. Mobilizemos, então, todo o poder do espírito humano: já é hora. Impõe-se desatar uma grande contra-ofensiva política para impedir que os poderes das trevas encontrem justificações para ir à guerra: para desatar a guerra global generalizada com a que pretendem salvar o capital de Ocidente.”</p>
<p>“É preciso derrotar politicamente os belicistas e, ainda mais, à cúpula militar-financeira que os auspicia e comanda.</p>
<p>“Construamos o equilíbrio do universo que enxergou o Libertador Simón Bolívar: o equilíbrio que, segundo suas palavras, não pode ser achado no seio da guerra; o equilíbrio que nasce da paz.”</p>
<p>“…A Venezuela, junto dos países membros da Aliança Bolivariana para os povos de Nossa América (ALBA), esteve advogando ativamente por uma solução pacífica e negociada do conflito líbio. Assim o fez também a União Africana. Mas, afinal, impôs-se a lógica bélica decretada desde o Conselho de Segurança da ONU e colocada em prática pela NATO, esse braço armado do império ianque. […] o “caso Líbia” foi levado ao Conselho de Segurança na base da intensa propaganda de meios de comunicação, que mentiram ao afirmar que a aviação líbia bombardeava civis inocentes, por não mencionar a grotesca encenação mediática na Praça Verde de Trípoli. Esta campanha premeditada de mentiras, justificou medidas urgentes e irresponsáveis do Conselho de Segurança da ONU, que abriram o caminho para que a NATO implementasse, pela via militar, sua política de mudança de regime nesse país.”</p>
<p>“…Em quê se converteu a zona de exclusão aérea estabelecida pela resolução 1973 do Conselho de Segurança? Acaso as mais de 20.000 missões aéreas da NATO contra Líbia, muitas delas com o propósito de bombardear o povo líbio, não são a negação mesma dessa Zona de Exclusão? Aniquilada completamente a força aérea líbia, a continuidade dos bombardeamentos “humanitários” demonstra que Ocidente, através da NATO, impõe seus interesses no Norte da África, convertendo Líbia num protetorado colonial.”</p>
<p>“Qual é o motivo real desta intervenção militar?: recolonizar Líbia para se apoderar de suas riquezas. Tudo o restante se subordina a este objetivo.”</p>
<p>“…a residência de nosso Embaixador em Trípoli foi invadida e saqueada, mas a ONU calou-se pelo foro, guardando um silêncio ignominioso.”</p>
<p>“…Por que se lhe concede a bancada da Líbia na ONU ao autodenominado “Conselho Nacional de Transição”, enquanto é bloqueado o ingresso da Palestina, desconhecendo, não só sua legítima aspiração, mas o que é já vontade majoritária da Assembléia-Geral? A Venezuela ratifica aqui, com todas suas forças e com a autoridade moral que outorga a vontade majoritária dos povos do mundo, sua solidariedade incondicional com o povo palestino e seu apoio irrestrito à causa nacional palestina, incluindo, é claro, a admissão imediata de um Estado palestino de pleno direito no seio da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>“E o mesmo formato imperialista se está repetindo no caso da Síria.”</p>
<p>“É intolerável que os poderosos deste mundo pretendam arrogar-se o direito de ordenar a governantes legítimos e soberanos que renunciem de imediato. Assim aconteceu com a Líbia, de igual forma querem proceder contra a Síria. Tais são as assimetrias existentes no cenário internacional e tais são os atropelos contra as Nações independentes.”</p>
<p>“Dirijamos nossa atenção agora ao Corno da África e termos um exemplo despedaçador do fracasso histórico da ONU: a maioria das agências de notícias sérias sustentam que entre 20 mil e 29 mil crianças menores de 5 anos morreram nos últimos três meses.”</p>
<p>“O que se precisa para fazer face a esta situação é um bilhão e 400 milhões de dólares, não para solucionar o problema, mas para atender a emergência em que se encontram a Somália, o Quênia, Djibouti e a Etiópia. Segundo todas as informações os próximos dois meses serão decisivos para evitar a morte de mais de 12 milhões de pessoas e a situação mais grave é a da Somália.</p>
<p>“Esta realidade não pode ser mais atroz, se ao mesmo tempo não nos perguntamos quanto se está gastando em destruir a Líbia. Assim responde o congressista estadunidense Dennis Kucinich: Esta nova Guerra nos custará 500 milhões de dólares só durante a primeira semana. É claro que não temos recursos financeiros para isso e acabaremos reduzindo o financiamento de outros importantes programas domésticos. Segundo o próprio Kucinich, com o gastado nas três primeiras semanas ao norte do continente africano, para massacrar o povo líbio, em muito se poderia ter ajudado a toda a região do Corno da África, salvando dezenas de milhares de vidas.”</p>
<p>“…é francamente lamentável que na mensagem de abertura da 66ª Assembléia-Geral da ONU não se fez um apelo à ação imediata para solucionar a crise humanitária que padece o Corno da África, enquanto se garante que “tem chegado o momento de atuar” sobre a Síria.”</p>
<p>“Clamamos, igualmente, pelo fim do bloqueio vergonhoso e criminoso contra a irmã República de Cuba: bloqueio que, há mais de cinqüenta anos, exerce o império, com crueldade e sevícias, contra o heróico povo de José Martí.</p>
<p>“Até 2010, já lá vão dezenove votações na Assembléia-Geral da ONU que confirmam a vontade universal de exigir aos Estados Unidos que cessem o bloqueio econômico e comercial contra Cuba. Esgotados todos os argumentos da sensatez internacional, só resta julgar que tal assanhamento contra a Revolução Cubana é conseqüência da soberba imperial perante a dignidade e a valentia que tem mostrado o insubmisso povo cubano na soberana decisão de reger seu destino e lutar por sua felicidade.</p>
<p>“Desde a Venezuela, acreditamos que chegou a hora de exigir aos Estados Unidos não apenas o fim imediato e sem condições do criminoso bloqueio imposto contra o povo cubano, mas que ponha em liberdade os 5 combatentes antiterroristas cubanos seqüestrados nos cárceres do Império, pelo único motivo de procurar impedir as ações ilegais que grupos terroristas preparam contra Cuba, ao abrigo do governo dos Estados Unidos.”</p>
<p>“Para nós, fica claro que as Nações Unidas não melhoram nem vão melhorar desde dentro. Se seu Secretário-Geral junto do Procurador da Corte Penal Internacional, participam num ato de guerra, como no caso da Líbia, não tem nada que esperar do atual formato desta organização.”</p>
<p>“Resulta intolerável que exista um Conselho de Segurança que lhe vire as costas, cada vez que o desejar, ao clamor majoritário das nações, desconhecendo deliberadamente a vontade da Assembléia-Geral. Se o Conselho de Segurança é uma sorte de clube com membros privilegiados, o quê pode fazer a Assembléia-Geral? qual é sua margem de manobra quando estes violem o direito internacional?</p>
<p>“Parafraseando Bolívar –quando se referia concretamente ao nascente imperialismo ianque em 1818- basta já de que as leis as pratique o fraco e os abusos os pratique o forte. Não podemos ser os Povos do Sul quem respeitemos o direito internacional, enquanto o Norte nos destrói e pilha, violando-o.</p>
<p>“Se não assumirmos, de uma boa vez, o compromisso de refundar as Nações Unidas, esta organização perderá definitivamente a pouca credibilidade que lhe resta. Sua crise de legitimidade se acelerará até a implosão final. De fato, assim aconteceu com o organismo que foi seu antecedente imediato: a Liga das Nações.”</p>
<p>“O futuro de um mundo multipolar em paz, reside em nós próprios. Na articulação dos povos majoritários do planeta para defender-nos do novo colonialismo e atingir o equilíbrio do universo que neutralize o imperialismo e a arrogância.</p>
<p>“Este apelo amplo, generoso, respeitoso, sem exclusões, vai encaminhado a todos os povos do mundo, mas muito especialmente às potências emergentes do Sul, que devem assumir com valentia o papel que estão chamadas a desempenhar de imediato.</p>
<p>“Na América Latina e no Caribe têm surgido poderosas e dinâmicas alianças regionais que procuram configurar um espaço regional democrático, respeitoso das particularidades, e desejoso de colocar o ênfase na solidariedade e na complementaridade, potenciando o que nos junta e resolvendo politicamente o que nos divide. E este novo regionalismo admite a diversidade e respeita os ritmos de cada quem. […] a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) avança como experimento de vanguarda de governos progressistas e antiimperialistas, procurando fórmulas de ruptura com a ordem internacional imperante e fortalecendo a capacidade dos povos de encarar, coletivamente, os poderes fáticos. Porém isso não impede que seus membros dêem um impulso decidido e entusiasta à consolidação da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), bloque político que federa os 12 Estados soberanos da América do Sul, no intuito de agrupá-los naquilo que O Libertador Simón Bolívar chamou “uma Nação de Repúblicas”. E mais além, os 33 países da América Latina e do Caribe nos preparamos para dar o passo histórico de fundar uma grande entidade regional que nos agrupe a todos, sem exclusões, onde possamos desenhar juntos as políticas que haverão de garantir nosso bem-estar, nossa independência e nossa soberania, na base da igualdade, da solidariedade e da complementaridade. Caracas, a capital da República Bolivariana da Venezuela, orgulha-se desde já de albergar, nos próximos 2 e 3 de dezembro, a Reunião de Cúpula de Chefes de Estado e de Governo que fundará definitivamente nossa Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC).”</p>
<p>Com estas profundas idéias conclui a segunda mensagem do presidente bolivariano Hugo Chávez à Assembléia-Geral da ONU.</p>
<p>Segundo um despacho da AFP datado hoje em Washington: “O mandatário estadunidense, Barack Obama, declarou nesta quarta-feira que enquanto for presidente estará disposto a mudar a política para com Cuba, desde que se produzam mudanças políticas e sociais significativas.”</p>
<p>Que simpático! Que inteligente! Tanta bondade ainda não lhe permitiu compreender que 50 anos de bloqueio e de crimes contra nossa Pátria não conseguiram dobrar nosso povo. Muitas coisas mudarão em Cuba, mas mudarão por nosso esforço e apesar dos Estados Unidos. Talvez esse império se derrube antes.</p>
<p>A indomável resistência dos patriotas cubanos é simbolizada por nossos 5 Heróis. Eles jamais claudicarão! Jamais se renderão! Como sentenciou Martí, e tenho mencionado outras vezes: “Antes de fraquejar no empenho de tornar livre e próspera a Pátria, juntar-se-á o mar do norte ao mar do sul e nascerá uma serpente de um ovo de águia.”</p>
<p>É óbvio que a juíza do Distrito Sul da Flórida colocou em causa a “vergonha supervisionada de Obama”.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/09/firma110928-re-la-verguenza-supervisada-de-obama-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>28 de setembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 19h37.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Juventude Cubana participa de nova jornada pela libertação dos Cinco</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 18:22:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Guerrero]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando González]]></category>
		<category><![CDATA[Gerardo Hernández]]></category>
		<category><![CDATA[Ramón Labañino]]></category>
		<category><![CDATA[René González]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A juventude cubana erguerá sua voz para reclamar liberdade e justiça negadas durante 13 anos aos Cinco compatriotas prisioneiros políticos em cárceres norte-americanos por combater o terrorismo. Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, René González, e Fernando González, foram detidos ilegal e arbitrariamente em Miami, a 12 de setembro de 1998, e, após processo manipulado, sentenciados a injustas penas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2223" src="/files/2011/09/cinco-heroes-candado.jpg" alt="" width="300" height="250" />A juventude cubana erguerá sua voz para reclamar liberdade e justiça  negadas durante 13 anos aos Cinco compatriotas prisioneiros políticos em  cárceres norte-americanos por combater o terrorismo.</p>
<p>Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, René González, e  Fernando González, foram detidos ilegal e arbitrariamente em Miami, a  12 de setembro de 1998, e, após processo manipulado, sentenciados a  injustas penas.</p>
<p>“Mover montanhas, multiplicar iniciativas, combater em todas as frentes  é o que faremos nós, crianças e jovens cubanos, o povo todo e quantos  no mundo e nos próprios Estados Unidos exijam liberdade para os Cinco”,  declarou Osnay Miguel Colina, membro do Bureau Nacional da União de  Jovens Comunistas.</p>
<p>“Concertos, caminhadas, ações comunitárias, cantatas, escaladas, um  tribunal juvenil antiimperialista de estudantes cubanos e estrangeiros,  acontecerão nos próximos dias”, afirmou.</p>
<p>Um concerto dedicado aos Cinco ocorre hoje no Salão Bolivariano da embaixada venezuelana em Washington.</p>
<p>Na República Dominicana, a campanha de solidariedade à Ilha entrega  nesta segunda-feira carta endereçada ao presidente norte-americano  Barack Obama pedido que use suas faculdades presidenciais para libertar  os combatentes cubanos contra o terrorismo.</p>
<p>No âmbito da jornada pela libertação dos Cinco, ontem, na Venezuela,  Magali Llort, mãe de Fernando Gonzalez, e Olga Salanueva, esposa de René  Gonzalez assistiram a um ato de solidariedade com deputados do  Parlamento.</p>
<p><strong>(Radio Habana Cuba)</strong></p>
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		<title>11 de Setembro: colagem</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:49:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca um acontecimento tão escuro deitou tanta luz sobre o curso do mundo. Os verdadeiros culpados do 11-S nunca serão julgados. O 11 de setembro marcou o sèculo XXVI, dando uma nova visão subjectiva da realidade e abrindo novas perspectivas a cada indivíduo. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(Tlaxcala)</strong></p>
<blockquote><p><span><span>Motivada pelo décimo aniversário do 11 de setembro,  Tlaxala solicitou a seus associados que escrevessem frases de acordo  com o princípio do &#8220;<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cad%C3%A1ver_esquisito" >cadáver esquisito</a>&#8220;. Aqui está o resultado.</span></span></p></blockquote>
<p><span><img class="alignleft size-full wp-image-2218" src="/files/2011/09/eeuu-11-september.jpg" alt="" width="300" height="250" />Nunca um acontecimento tão escuro deitou tanta luz sobre o curso do mundo.</span></p>
<p>Os verdadeiros culpados do 11-S nunca serão julgados.</p>
<p>O 11 de setembro marcou o sèculo XXVI, dando uma nova visão  subjectiva da realidade e abrindo novas perspectivas a cada indivíduo.</p>
<p>Esta manipulação das massas não se afigura tão enigmàtica para quem  identifica os &#8220;esfinges&#8221; que procuraram usâ-la e orientar o inquèrito :  Perle do DPB no Ministèrio da Defesa e Kissinger logo nomeado como chefe  da Commissão oficial.</p>
<p>Aviões invisíveis, implosão visível, restrições à liberdade alcançadas.</p>
<p>O 11-S forneceu um pretexto para apoderar-se pela força de países que  se tinham libertado numa época onde a potência soviètica limitava as  aventuras imperialistas.</p>
<p>O 11-S abre una elipsa entre 1973 e 2001 que vê os povos serem  devorados desde as goelas mesmo do impèrio com uma sede de vingança e de  conquista, com màgoas repentinas e repetidas, com os escombros da  civilização caindo lentamente desde o alto de um arranha-ceù F-14.</p>
<p>11 de setembro 2011, vitória tão esperada e derrota chocante.</p>
<p>Quantos seres humanos (homens, mulheres, crianças) morreram nesse dia  por culpa da brutalidade, do egoismo, da cobardia, ou simplesmente da  estupidez e da indiferença de outros seres humanos, dos quais fazemos  certamente parte nós Ocidentais, e os Usamericanos em primeiro lugar,  sem que ninguem se importasse ?</p>
<p>Longos anos de cinismo e manipulação.</p>
<p>Os acontecimentos do 11 de setembro 2001 ilustraram um verdade singela : Os Estados-Unidos de Amèrica não são um país imbatível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fidel Castro: Nenhum dos atuais problemas do mundo pode ser resolvidos pela força</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 01:19:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo Presidente de Cuba, Fidel Castro Ruz, no dia dos trágicos fatos acontecidos nos Estados Unidos, a 11 de Setembro de 2001.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2211" src="/files/2011/09/11-de-septiembre-1.jpg" alt="" width="300" height="250" />Discurso proferido pelo Presidente de Cuba, Fidel Castro Ruz, no dia dos trágicos fatos acontecidos nos Estados Unidos, a 11 de Setembro de 2001.</strong></p>
<p>Hoje é um dia de tragédia para os Estados Unidos de América. Vocês sabem muito bem que aqui jamais se tem semeado ódio pelo povo norte-americano. Talvez, precisamente por sua cultura e por sua falta de complexos, ao sentir-se totalmente livre, com pátria e sem amo, Cuba seja o país onde se trate com mais respeito aos cidadãos americanos. Nunca predicamos nenhum gênero de ódios nacionais, nem coisas parecidas ao fanatismo, por isso somos tão fortes, porque nossa conduta a baseamos em princípios e em idéias, e tratamos com grande respeito —e eles percebem isso— a cada cidadão norte-americano que visita nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, não esquecemos o povo americano que pôs fim à guerra de Vietnã com sua enorme oposição àquela guerra genocida; não esquecemos o povo americano que, em número superior a 80% apoiou o regresso de Elián para nossa pátria (Aplausos); não esquecemos quanto idealismo, perturbado muitas vezes pelo engano, porque —como já dizemos muitas vezes— para conseguir que um americano apoie uma causa injusta, uma guerra injusta, primeiro há que o enganar e o método clássico utilizado na política internacional desse enorme país é o método de enganar primeiro, para depois contar com o apoio da população. Quando acontece ao contrário e seu povo descobre que alguma coisa é injusta por sua tradição de idealismo, opõe-se a aquilo que esteve apoiando, muitas vezes, causas muito injustas, convencidos de que o que estava apoiando era justo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso nós —que sabemos não o número exato, mas que assistimos cenas impressionantes de sofrimentos e possíveis vítimas— temos sentido dor profunda e tristeza pelo povo norte-americano, fiéis à linha que temos seguido sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não estamos louvando governos, nem pedindo perdões, nem favores, nem nos nossos peitos se albergam nem sequer um átomo de temor. A história da Revolução tem demonstrado qu<span style="font-family: 'Arial Special G1'">±</span> o capaz é de desafiar, qu<span style="font-family: 'Arial Special G1'">±</span> o capaz é de lutar, de resistir o que tenha que resistir, o que nos tornou um povo invencível. Esses são nossos princípios, uma Revolução baseada em idéias, na persuasão e não na força. Espero que não exista um louco pelo mundo capaz de dizer que 1 200 000 cidadãos desfilaram por esse &#8220;Malecón&#8221; o passado 26 de Julho obrigados, pela força.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nossa reação foi a que disse, e quisemos que nosso povo pudesse assistir as cenas e contemplasse a tragédia. Não hesitamos em expressar publicamente nosso sentimento. Aqui temos uma declaração que foi entregue à imprensa internacional por volta das 15h:00, redigida logo que foram conhecidos os fatos, enquanto nossa televisão estava engajada na divulgação dos acontecimentos. Seria comunicada ao nosso povo no noticiário da noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adianto-me aqui alguns minutos para que conheçam a Declaração Oficial do Governo de Cuba, perante os fatos acontecidos nos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O governo da República de Cuba recebeu com dor e tristeza as notícias sobre os ataques violentos e surpreendentes realizados hoje de manhã contra instalações civis e oficiais nas cidades de Nova Iorque e Washington, que provocaram numerosas vítimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Conhece-se a posição de Cuba contra toda ação terrorista&#8221; —nossa história o demostra, isso o conhecem bem todos os que conhecem a história das nossas lutas revolucionárias. &#8220;Não é possível esquecer que nosso povo tem sido vítima durante mais de 40 anos da tais ações promovidas desde o próprio território dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Tanto por razões históricas quanto por princípios éticos, o Governo de nosso país rejeita e condena com toda energia os ataques realizados contra as referidas instalações e exprime suas mais sinceras condolências ao povo americano pelas dolorosas e injustificáveis perdas de vidas humanas que provocaram os referidos ataques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nesta hora amarga para o povo americano, nosso povo solidariza-se com o povo dos Estados Unidos e exprime sua total disposição de cooperar, na medida de suas modestas possibilidades, com as instituições sanitárias e com qualquer outra instituição de caráter médico ou humanitário desse país, no atendimento, cuidado e reabilitação das vítimas ocasionadas pelos fatos acontecidos na manhã de hoje&#8221; (Aplausos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto não apenas não o fizemos público, mas o transmitimos por via oficial, à tarde, especialmente quando começaram a aparecer somas impressionantes de possíveis vítimas e conhecemos que os hospitais estavam superlotados de feridos.</p>
<p>Embora não se saiba se são 5 000, 10 000, 15 000. 20 000 as vítimas, sabe-se que só nos aviões que foram colididos contra as torres, ou contra o Pentágono, viajavam centenas de passageiros, e oferecemos o que podíamos se fizesse falta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse é um país que tem um grande desenvolvimento científico, médico, recursos; mas há momentos em que pudesse fazer falta sangue de um grupo específico, plasma — ou qualquer outro produto que nós possamos doar o que faríamosgostosamente—, ou apoio médico, ou de pessoal paramédico, porque sabemos que muitos hospitais têm défice de determinados técnicos e profissionais. Resumindo, o que queríamos era expressar nossa atitude e nossa disposição com respeito a estes trágicos acontecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo isto tem alguns antecedentes, porque lhes mencionei que tínhamos suportado mais de 40 anos de terrorismo; inclusive, temos publicado que em determinadas ocasiões lhe transmitimos ao governo dos Estados Unidos importantes riscos para a vida de cidadãos norte-americanos. Aqui tenho um exemplo, é uma página e um quarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias posteriores aos ataques terroristas a nossos hotéis pela máfia terrorista sediada na Flórida que apoiada e paga pelos ataques terroristas contra Cuba, da mesma maneira que dezenas de planos de atentado contra mim, as vezes tive a necessidade de viajar ao estrangeiro, o grupo, chefiado pelo monstro Posada Carriles, ao que tínhamos capturado já alguns cúmplices que eram mercenários estrangeiros, ao entrarem ao território nacional com os meios correspondentes, tinha projetado utilizar o procedimento sofisticado das bombas que colocavam nos hotéis ou em lugares visitados por turistas estrangeiros como por exemplo &#8220;La Bodeguita del Medio&#8221;, e que podiam explodir até 99 horas depois de colocadas para atacar aviões. Podiam viajar, colocar a bomba no avião, estar três dias de festa e voltar para seu país antes que explodisse. Aconteceu o caso de um mercenário salvadorenho que projetou colocar cinco bombas em hotéis e lugares públicos da capital para que explodissem quase simultaneamente, uma detrás da outra. Vejam até onde tinha chegado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de uma ocasião entramos em contato, por vias confidenciais, com o governo dos Estados Unidos e aqui há um das mensagens diretas ao que presidia o país nesse momento —mensagens por vias confidenciais, não vamos dizer como, através de pessoas de inteira confiança, que tinham amizade conosco e com ele, às que explicávamos com exatidão o que queríamos que comunicassem—; uma vez já foi utilizado uma parte desse material, mas vou colocar textualmente um exemplo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Um assunto importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Número um: Mantêm-se planos de atividade terrorista contra Cuba, pagos pela Fundação Nacional Cubano Americana e empregando mercenários de América Central. Já foram feitos duas novas tentativas de fazer explodir bombas em nossos centros turísticos, antes e depois da visita do Papa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;No primeiro caso os responsáveis conseguiram escapar, voltando por via aérea para América Central, sem conseguir seus propósitos, deixando abandonados os meios técnicos e os explosivos, que foram ocupados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Na segunda tentativa foram apreendidos três mercenários, ocupando-se os explosivos e o resto dos meios; são de nacionalidade guatemalteca. Por cada uma das quatro bombas que deviam explodir receberiam 1 500 dólares&#8221; —foram dos primeiros capturados, não o que colocou o maior número de bombas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Os dois casos foram contratados e fornecidos por agentes da rede criada pela Fundação Nacional Cubano Americana; agora estão planejando e dando passos já para fazer explodir bombas em aviões das linhas aéreas cubanas ou doutro país que viajem a Cuba, trazendo ou levando turistas desde e até países latino-americanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O método é semelhante: colocar o dispositivo de pequeno tamanho num lugar oculto do avião, explosivo potente, detonador controlado por relógio digital que pode ser programado até com 99 horas de antecedência, abandonar o avião normalmente no lugar de destino; a explosão aconteceria em terra ou em pleno vôo posterior. Procedimentos verdadeiramente diabólicos: mecanismos fáceis de armar, componentes quase impossíveis de descobrir, treino mínimo para seu emprego, impunidade quase total, sumamente perigosos para as linhas aéreas, instalações turísticas ou de qualquer outro tipo; instrumentos utilizáveis para crimes e delitos muito graves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Se chegam a ser divulgadas e conhecidas tais possibilidades&#8221; —nós nos opúnhamos a que fossem divulgadas a tecnologia que usavam— &#8220;podem tornar-se epidemia, como aconteceu noutros tempos com os seqüestros de aviões. Outros grupos extremistas de origem cubana, sediados nos Estados Unidos, começam a movimentar-se nessa direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;As agências policiais e de inteligência dos Estados Unidos possuem informações fidedignas e suficientes dos principais responsáveis, se realmente o desejam podem fazer abortar em tempo esta nova forma de terrorismo; impossível detê-la se os Estados Unidos não cumpre o elementar dever de combatê-la. Não se pode deixar a responsabilidade de fazê-lo só a Cuba, muito em breve poderia ser vítima de tais atos qualquer país do mundo.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto o informamos, emprestaram-lhe atenção, a tal ponto que fomos consultados sobre a conveniência de enviar um texto do governo norte-americano a companhias aéreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enviaram o texto em que lhes comunicavam às linhas aéreas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Recebemos informação sem confirmar sobre uma conspiração para colocar artefatos explosivos <span style="font-family: 'Arial Special G1'">´</span> bordo de aviões civis que operam em Cuba e países latino-americanos. As pessoas envolvidas no controle planejam deixar um pequeno artefato explosivo <span style="font-family: 'Arial Special G1'">´</span> bordo&#8230;&#8221;, isto é, explicam o que lhes tínhamos transmitido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Não podemos descontar a possibilidade de que a ameaça possa incluir operações da carga aérea internacional desde os Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O governo dos Estados Unidos continua procurando informação adicional para esclarecer, verificar ou refutar esta ameaça.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nós lhes colocamos nossa oposi<span style="font-family: 'Arial Special G1'">¸</span> ão para que publicassem esse aviso, porque um dos objetivos que estavam perseguindo os indivíduos era semear o pânico, e lhes colocamos que haviam outros procedimentos, como os que nós empregamos: fazemos plantões em todos os lugares que existia um risco de colocar uma dessas bombas, verificamos e sabíamos quem podiam colocá-las e quem estavam envolvidos nos planos. Estivemos vigiando, que é o que há que fazer, se não querem semear o pânico, criar escândalo ou outorgar-lhes aos autores o objetivo que procuravam afetar a economia do país e semear o terror.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De qualquer maneira publicaram a informação. Muito bom, já nós tínhamos fortalecido muito os mecanismos para a captura dos indivíduos e desde então não conseguiram colocar mais nenhuma bomba e o plantão mantém-se onde é necessário. Quando foram fazer o atentado lá em Panamá, nós sabíamos mais do que estavam planejando do que eles próprios sabiam. Isso está muito claro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aí está a máfia de Miami fazendo esforços por colocar em liberdade os terroristas surpresos in fraganti e apreendidos em Panamá. Já têm planos como o fazer, qual é o país por onde vão ser evacuados e como, fingindo estar doentes e movimentando-se; recebem visitas de Miami de maneira livre, e até inclusive, participaram no envio de uma infiltração armada a Cuba há uns meses por Santa Clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Graças a muitos amigos que temos por todas as partes e a homens como os que estão aí (refere-se aos patriotas cubanos presos em Miami por procurar informação sobre planos terroristas contra Cuba), o país se defendeu desse terrorismo (Aplausos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falo nisto porque há uma realidade, por aí há mais papéis e apontamentos e nós temos enviado às vezes mensagens verbais, e às vezes temos deixado constância escrita, e um dos argumentos que temos utilizado é um argumento incontestável: os Estados Unidos é o país que tem maior número de grupos extremistas organizados e 400 deles estão armados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os seqüestros aéreos, método inventado contra Cuba, tornaram-se uma praga universal, e foi Cuba que afinal resolveu esse problema quando, depois de ser advertido reiteradamente, devolvemos aos Estados Unidos a dois dos seqüestradores, é doloroso, eram cidadãos cubanos, mas o advertimos, vieram e os enviamos, cumprimos com a palavra pública; mas nunca, nem sequer depois nos deram notícias para seus familiares. Têm seu modo de agir. Ninguém sabe. Sei que foram condenados a 40 anos, e aquilo foi o que pôs fim ao seqüestro de aviões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas ouçam bem, lá têm 800 grupos extremistas. Às vezes se têm fechado num lugar por alguma razão, têm-se dado fogo, têm morto todos; grupos que por uma razão, muitos deles por razões políticas, às vezes por razões religiosas, mas grupos violentos, tendentes ao emprego da força ou a preparar venenos, produtos para agir contra as próprias autoridades norte-americanas. Não estou falando da máfia, estou falando de centenas de grupos de extremistas organizados e que agem dentro dos Estados Unidos. Há pouco explodiram aquele edifício de Oklahoma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O país mais vulnerável ao terrorismo é os Estados Unidos, aquele que tem mais aviões, mais dependência de recursos técnicos, vias elétricas, gasodutos, etc. etc. E muitos desses componentes desses grupos são fascistas, não lhes importa matar; mentalmente devem estar muito mais perto da loucura que de uma inteligência equilibrada. Nós lhes dizemos às autoridades norte-americanas: há que evitar que tais métodos sejam divulgados —esse argumento o usamos—, são fáceis de utilizar, é um perigo para vocês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste mesmo momento, quando cheguei aqui, não havia nenhum elemento de juízo para afirmar quem conseguiu colocar essas bombas, porque pode ter sido uma ação pensada e executada por algum destes grupos, que já o fizeram em Oklahoma, ou podem ser grupos do estrangeiro; mas é evidente, pelos pormenores que chegaram, que isto foi organizado com bastante eficácia, poderíamos dizer, bastante organização e sincronização, próprio de pessoas que conhecem, que têm preparação, que possuíam pilotos capazes de pilotar os Boeing, de grande tamanho, que coordenaram as horas exatas em que os que iam agir, seqüestraram, sem dúvida, o avião da rota aérea onde viajavam, e tinham os pilotos que podiam conduzir esses aviões diretos a uma torre ou outros objetivos, e uns minutos depois de uma a outra, e quase ao mesmo tempo, outro dirigido contra o Pentágono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto é, é pessoal com nível de preparação técnica, organização, e não têm necessariamente que ser grupos grandes; ninguém sabe o prejuízo que pode fazer os grupos pequenos, de 20, 25 ou 30 pessoas fanatizadas, ou comprometidas com determinadas idéias, e o lugar onde mais prejuízo podem fazer é nos Estados Unidos. Vê-se o estudo da hora em que podia ter mais pessoas nos escritórios, por volta das 9h:00, o prejuízo que podiam ocasionar, as milhares de vítimas que podiam causar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na realidade, neste momento terão que procurar pistas, alguma pista, porque este fato tem caraterísticas especiais. É por isso que o dever mais importante que, ao meu ver, têm os dirigentes dos Estados Unidos é lutar contra o terrorismo, e em parte estas tragédias são conseqüência de ter aplicado os métodos terroristas, no caso de Cuba durante um monte de anos, e no caso doutros países; pois tem difundido a idéia do terrorismo, e hoje, não poder no mundo, por grande que seja, que possa evitar fatos dessa natureza, porque são levados a cabo por pessoas fanáticas, pessoas indiferentes totalmente à morte. Portanto, a luta contra tais métodos é difícil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Disto podemos tirar uma idéia: nenhum dos atuais problemas do mundo podem ser resolvidos pela força, não há poder global, nem poder tecnológico, nem poder militar que possa garantir a imunidade total contra tais fatos, porque podem ser ações de grupos reduzidos, difíceis de descobrir, e o mais complexo, aplicados por pessoas suicidas. De tal maneira que, o esforço geral da comunidade internacional é pôr fim a uma série de conflitos que andam pelo mundo, quando menos nesse terreno; pôr fim ao terrorismo mundial (Aplausos), criar uma consciência mundial contra o terrorismo. Falo-lhes em nome de um país que viveu mais de 40 anos de Revolução e que adquiriu muita experiência, está unido e tem um nível cultural grande; não é um povo de fanáticos, nem semeou o fanatismo, mas idéias, convicções, princípios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estaríamos em melhores condições de nos defender, e o demonstramos, quantas vida não se salvaram, perante tanto dinheiro e tantos recursos para semear o terrorismo em nossa pátria! Vivemos 40 anos de experiência, estamos dez vezes mais preparados para previr tais atos do que, inclusive, os Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É muito importante saber qual vai ser a reação do Governo dos Estados Unidos. Possivelmente venham dias perigosos para o mundo, não estou falando de Cuba, Cuba é o país que mais tranqüilo está no mundo, por várias causas: por nossa política, por nossas formas de luta, por nossa doutrina, nossa ética, e para além, companheiras e companheiros, pela ausência total do temor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada os inquieta, nada nos intimida. Seria muito difícil fabricar uma calúnia contra Cuba, não seria acreditada nem por aquele que a inventasse e fizesse a patente, é muito difícil; e Cuba não é hoje qualquer coisa neste mundo (Aplausos), tem uma posição moral muito grande e uma posição política muito sólida. Nem me passa pela cabeça a idéia, embora tenha saído um dos tolos da máfia a ver como intrigava, e acho que mencionou até a Venezuela e Cuba, um dos tantos da máfia, charlatães depreciáveis. Ninguém lhes vai fazer caso; mas haverá situação de tensões, riscos, segundo a maneira em que atue o governo dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os próximos dias vão ser tensos dentro dos Estados Unidos e fora dele começaram a emitir opiniões não se sabe quantas pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre que acontece uma tragédia dessas, por difíceis que às vezes resultem de ser evitadas, não vejo outro caminho, e se em alguma ocasião é permitido fazer-lhe alguma sugestão ao adversário –adversário que tem sido duro conosco durante muitos anos, mas que sabe que somos duros, sabe que resistimos, sabe que não somos tolos, e pode até existir um bocadinho de respeito para com nosso país-, há muitos problemas em muitas partes, mas se fosse correto nalguma circunstância sugerir alguma coisa ao adversário, em prol do bem-estar do povo norte-americano e na base dos argumentos que eu coloquei, lhes sugeriríamos àqueles que dirigem o poderoso império que sejam serenos, que tentem agir com equanimidade, que não se deixem arrastar por impulsos de ira ou de ódio, nem se lancem a caçar pessoas lançando bombas pro todo o lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reitero que nenhum dos problemas do mundo, nem o do terrorismo, podem ser resolvidos pela força, e cada ação de força, cada ação disparatada do uso da força, em qualquer parte, agravaria seriamente os problemas do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caminho não é a força, nem a guerra. Digo-o aqui com toda a autoridade de ter falado sempre com honradez, possuir convicções sólidas e a experiência de ter vivido os anos de luta que Cuba tem vivido. Só a razão, a política inteligente de procurar a força do consenso e a opinião pública internacional pode arrancar de vez o problema. Julgo que este fato tão insólito deveria servir para criar a luta internacional contra o terrorismo, mas a luta internacional contra o terrorismo não se resolve eliminando um terrorista por aqui e outro lá, usando métodos semelhantes e sacrificando vidas inocentes. Resolve-se pondo termo, entre outras coisas, ao terrorismo de Estado e outras formas repulsivas de matar (Aplausos); pondo termo aos genocídios, seguindo lealmente uma política de paz e de respeito pelas normas morais e legais que são ineludíveis. O mundo não tem salvação se não segue uma linha de paz e de cooperação internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ninguém imagine que estamos tentando comprar uma tonelada de qualquer coisa no mercado dos Estados Unidos. Nós temos demonstrado que podemos sobreviver, viver e progressar, e tudo o que cá se mostra hoje é uma expressão de um progresso sem paralelo na história (Aplausos). Não se progressa apenas produzindo automóveis, progressa-se desenvolvendo inteligências, administrando conhecimentos, criando cultura, atendendo aos seres humanos como eles devem ser atendidos, que é o segredo da enorme força de nossa Revolução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não tem salvação o mundo por outras vias, e estou me referindo neste caso às situações de violência. Procure-se a paz em todas partes para proteger a todos os povos contra essa praga do terrorismo, que é uma das pragas (Aplausos), porque hoje há outra terrível praga que se chama, por exemplo, AIDS; há outra praga terrível que mata a dezenas de milhões de crianças, adolescentes e pessoas no mundo por fome, doenças e por falta de assistência e medicamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuba: lista dos EUA sobre estados terroristas é espúria</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 17:54:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[do my essay h1&#62;O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emitiu uma declaração sobre a inclusão da ilha na lista de países que patrocinam o terrorismo, de acordo com os Estados Unidos. Em 18 de agosto, o Departamento de Estadoinclui Cuba, pela trigésima vez, na espúria lista de &#8220;Estados patrocinadores do terrorismo internacional&#8221; com o único objetivo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://essaybuyonline.com/" >do my essay</a></div>
<p>h1&gt;<span style="font-size: 13px;font-weight: normal"><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2095" src="/files/2011/08/bruno-minrex-p.jpg" alt="" width="300" height="250" />O Ministério das Relações Exteriores de Cuba emitiu uma declaração sobre </strong><strong>a inclusão da ilha na lista de países que patrocinam o terrorismo, de acordo com os Estados Unidos.</strong></em><strong> </strong></span></h1>
<div>
<p>Em 18 de agosto, o Departamento de Estado<a href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/08/19/ee-uu-vs-cuba-%c2%bflas-victimas-terroristas/"  title="EUA  vs Cuba: As vítimas, os terroristas?" rel="nofollow" target="_blank">inclui Cuba, pela trigésima vez, na espúria lista de &#8220;Estados patrocinadores do terrorismo internacional&#8221;</a> com o único objetivo de desacreditar o nosso país e continuar justificando a cruel e repudiada política de bloqueio contra Cuba.</p>
<p>O governo dos EUA, que historicamente tem praticado o terrorismo de Estado, assassinatos, sequestros, detenções extrajudiciais, sequestro de pessoas, assassinatos com aviões não tripulados, torturas e prisões ilegais, que implantou prisões ilegais, que é responsável por milhões de mortes de civis inocentes, resultado de suas guerras de ocupação e conquista no Iraque e no Afeganistão, que bombardeia sistematicamente Estados soberanos como a Líbia, não tem a menor moral nem direito algum de julgar Cuba, que tem uma trajetória irreprovável na luta contra o terrorismo e que tem sido vítima desse flagelo.</p>
</div>
<p>O governo dos EUA atua como se não tivesse acobertado, permanentemente, o criminoso confesso <a href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/tag/luis-posada-carriles/"  rel="nofollow" target="_blank">Luis Posada Carriles</a> , a quem se recusou a julgar por atos de terrorismo, apesar de ter abundantes provas.Posada Carriles juntamente com Orlando Bosch Ávila, que foi beneficiado com o perdão presidencial de George Bush pai, é o autor do atentado terrível de um avião cubano em pleno voo, que custou a vida de 73 pessoas inocentes. Também é diretamente responsável pela morte do turista italiano Fabio Di Celmo, durante os bombardeios de instalações turísticas cubanas em 1997. Hoje Posada Carriles anda livre e impunemente pelas ruas de Miami depois de ser absolvido em um tribunal simulado em El Paso, Texas.</p>
<div>
<p>Ao mesmo tempo, como prova irrefutável de seus padrões duplos, o governo dos EUA mantem na prisão, injustamente, nossos cinco lutadores antiterroristas , por preservar a vida dos cidadãos cubanos, norte americanos e de outros países.</p>
<p>3 478 cubanos foram mortos e 2 099 foram mutilados em conseqüência de ações terroristas, organizadas, financiados e perpetrados a partir do território dos EUA, muitas vezes com a cumplicidade do próprio governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Manipulação política de um assunto tão sensível como a luta contra o terrorismo ofende a memória das vítimas de atos criminosos de 11 de setembro de 2001, fato que levou a oferta de solidariedade e apoio incondicional do nosso governo e do nosso povo.</p>
<p>Cuba exige que o governo dos EUA puna os verdadeiros terroristas, que agora residem em território dos EUA, liberte <a href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/tag/los-cinco/"  rel="nofollow" target="_blank">os Cinco</a> heróis e acabe com a política de bloqueio e hostilidade contra o nosso país, que atenta contra os interesses legítimos de ambos os povos.</p>
<p><strong>Havana, 19 de agosto de 2011</strong></p>
</div>
<p><strong>(Traduzido de  <a href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/"  title="Blog La pupila insomne" rel="nofollow" target="_blank">La pupila insomne</a>)</strong></p>
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