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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Terrorismo</title>
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		<title>Condenação firme e absoluta da fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministério das Relações Exteriores condena nos termos mais veementes e absolutos a fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, anunciada pelo governo dos Estados Unidos em ato cínico e hipócrita. Há meses vinha se especulando acerca da possibilidade de incluir Cuba na lista unilateral do Departamento de Estado que qualifica países, sem mandato ou legitimidade, sem motivação genuína, referindo-se ao terrorismo e suas consequências, e como instrumento de difamação para aplicar medidas econômicas coercitivas contra as nações que resistem a ceder aos caprichos do imperialismo norte-americano.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6188" alt="cuba marti embajada" src="/files/2021/01/cuba-marti-embajada.jpg" width="300" height="250" />O ministério das Relações Exteriores condena nos termos mais veementes e absolutos a fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, anunciada pelo governo dos Estados Unidos em ato cínico e hipócrita.</p>
<p>Há meses vinha se especulando acerca da possibilidade de incluir Cuba na lista unilateral do Departamento de Estado que qualifica países, sem mandato ou legitimidade, sem motivação genuína, referindo-se ao terrorismo e suas consequências, e como instrumento de difamação para aplicar medidas econômicas coercitivas contra as nações que resistem a ceder aos caprichos do imperialismo norte-americano.</p>
<p>O anúncio feito pelo secretário de Estado Michael Pompeo constitui um ato soberbo de um governo desacreditado, desonesto e moralmente falido. É sabido, sem dúvida, que a verdadeira motivação desta ação é impor obstáculos adicionais a qualquer perspectiva de recuperação das relações bilaterais entre Cuba e os Estados Unidos.</p>
<p>Cuba não é um Estado patrocinador do terrorismo, verdade reconhecida por todos. A política oficial e notória, e a conduta impecável do nosso país, é a rejeição do terrorismo em todas as suas formas e manifestações, em particular o terrorismo de Estado, por parte de quem, contra quem e onde for cometido.</p>
<p>Cuba é um Estado vítima do terrorismo e nossa população o sofreu em primeira mão, com o custo de 3.478 mortos e 2.099 pessoas com deficiência, por atos cometidos pelo governo dos Estados Unidos ou perpetrados e patrocinados a partir do território desse país com a tolerância das autoridades oficiais. Nós, cubanos, repudiamos com desprezo qualquer manobra destinada a manipular uma questão tão delicada, para fins grosseiros de oportunismo político.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Enérgico e viril, o povo honrou os mártires de Barbados</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 17:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi outro dia 6 de outubro e à memória dos cubanos voltou a recordação de um crime hediondo que em 1976 encheu de luto todo o povo.  «O crime de Barbados foi um ato covarde, assassino e cruel de terrorismo, apoiado pelo império. O povo cubano, indignado, chorou, mas também ratificou a sua convicção de soberania, não desistiu e a Revolucao em pé é o pior castigo para os assassinos», publicou no Twitter o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, por ocasião do 44º aniversário do ato terrorista que custou a vida de 73 pessoas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6072" alt="cartel Barbados" src="/files/2020/10/cartel-Barbados.jpg" width="300" height="248" />Foi outro dia 6 de outubro e à memória dos cubanos voltou a recordação de um crime hediondo que em 1976 encheu de luto todo o povo. Uma e outra vez, a voz desesperada do piloto, a explosão no ar, as lágrimas e o desconsolo dos familiares durante o enterro, o discurso inesquecível de Fidel durante o luto&#8230;</p>
<p>«O crime de Barbados foi um ato covarde, assassino e cruel de terrorismo, apoiado pelo império. O povo cubano, indignado, chorou, mas também ratificou a sua convicção de soberania, não desistiu e a Revolucao em pé é o pior castigo para os assassinos», publicou no Twitter o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, por ocasião do 44º aniversário do ato terrorista que custou a vida de 73 pessoas.</p>
<p>Cuba tem mais de 3.400 razões para não esquecer o dia das vítimas do terrorismo de Estado, uma por cada vida trunca devido às agressões atiçadas e pagas pelo Governo dos Estados Unidos, em mais de seis décadas de Revolução. Estas vidas gloriosas receberam, na terça-feira, 6 de outubro, no cemitério Colombo, em Havana, o tributo de oferendas florais, em nome do general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, do presidente da República, dos Conselhos de Estado e de Ministros, e de vários setores, como o movimento esportivo, a aviação e outros.</p>
<p>Presente na homenagem, Camilo Rojo, filho de Jesús Rojo Quintana, funcionário da Cubana de Aviação, falecido no atentado de Barbados, apenas tinha cinco anos quando do sucesso, e hoje, em sua condição de pai e de avô, explica o que significou a ausência do seu progenitor: «É um fato parado no tempo, porque não se fez justiça. Nem sequer temos recebido o mínimo arrependimento do Governo norte-americano por ter cometido esse crime contra pessoas civis».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>A Revolução em pé, o pior castigo para os terroristas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 16:55:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o aeroporto de Barbados ainda à vista, explodia e caía ao mar o avião da Cubana. Caía a aeronave, e ao mesmo tempo 73 vidas ascendiam ao altar da recordação que levanta a indignação de um povo «enérgico e viril». Que pensamentos, que imagens, que sensações estavam ocupando a mente deles, poucos minutos antes da explosão? A pátria almejada? Havana perante os olhos que a admirariam a partir das janelas do avião, quando descessem à pista...?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6066" alt="barbados terrorismo" src="/files/2020/10/barbados-terrorismo.jpg" width="300" height="250" />Com o aeroporto de Barbados ainda à vista, explodia e caía ao mar o avião da Cubana. Caía a aeronave, e ao mesmo tempo 73 vidas ascendiam ao altar da recordação que levanta a indignação de um povo «enérgico e viril».</p>
<p>Que pensamentos, que imagens, que sensações estavam ocupando a mente deles, poucos minutos antes da explosão? A pátria almejada? Havana perante os olhos que a admirariam a partir das janelas do avião, quando descessem à pista&#8230;?</p>
<p>À espera talvez sorrisos, abraços, o beijo de uns lábios que aguardavam tremendo&#8230; Acaso na Ilha os olhares delatavam quem sabe quanta ansiedade, anunciando episódios de orgulho materno, do grito, ao receber «esse meu filho campeão».</p>
<p>Mas a frase foi afogada pela tragédia. Suspensas no ar ficaram as carícias, o desejo de saltar ao pescoço do pai e contar-lhe as coisas que aprendeu durante os dias que esteve fora. Nunca puderam dizê-lo, nem aqueles escutá-lo. Quanta ternura inconclusa! Quanto anseio assassinado!</p>
<p>E lá no ar, a mais de 6 mil pés de altura, por volta do meio-dia da quarta-feira, 6, em Barbados, que planes, que esperanças viriam a alimentar as conversas antes do desenlace?</p>
<p>Recordações, talvez, da briga pela medalha de ouro no torneio centro-americano de juniores de esgrima, onde as ganharam todas. Começava o ciclo olímpico; Moscou no horizonte de cada um dos 24 atletas, quase todos com menos de 20 anos. Carregavam com os sonhos de escalar a glória passado um quatriênio, porém seus sonhos foram assassinados.</p>
<p>Tinham ganhado em Caracas todas as estocadas, e quando já estavam comemorando, bem no alto, ali onde não podiam apresentar luta, receberam do terrorismo desprezível, pago pelos Estados Unidos, a estocada final, arteira, inesperada.</p>
<p>Com o aeroporto de Barbados ainda à vista, explodia e caía ao mar o avião da Cubana. Caía a aeronave, e ao mesmo tempo 73 vidas ascendiam ao altar da recordação que levanta a indignação de um povo «enérgico e viril».</p>
<p>A eles, e às vítimas que lhes antecederam, o mesmo ódio somaria outros nomes. Então foram 57 cubanos massacrados, e com o decurso da história, até nossos dias, já somam 3.478, elas todas por causa do rancor intolerante Made in USA.</p>
<p>Os autores do crime de Barbados morreram impunes, premiados, estimulados. Falaram com descaramento, ao amparo das «liberdades» que prodigaliza aquele império, paraíso de criminosos. Que diferença há entre o ato de se gabarem então, quando disseram: «Pusemos a bomba e quê», e a tranquilidade do atirador que metralhou a Embaixada cubana em Washington, em abril passado, quando afirmou: «teria disparado ao embaixador cubano».</p>
<p>Tal como disse Fidel, para eles não houve um castigo pior: «a própria Revolução, seus esforços, seus sucessos, sua marcha vitoriosa».</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Discurso de ódio dos EUA contra Cuba promove ações terroristas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 15:49:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como parte da segunda sessão da Semana Vitual contra o Terrorismo das Nações Unidas, a embaixadora Ana Silvia Rodríguez Abascal, representante permanente e encarregada de negócios a.i. de Cuba perante a ONU expressou, em 7 de julho, sua preocupação pela prática, por parte de alguns governos, como o dos Estados Unidos, de utilizar mensagens de ódio e discriminação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5889" alt="odio-cuba-eeuu" src="/files/2020/07/odio-cuba-eeuu.jpg" width="300" height="252" />Como parte da segunda sessão da Semana Vitual contra o Terrorismo das Nações Unidas, a embaixadora Ana Silvia Rodríguez Abascal, representante permanente e encarregada de negócios a.i. de Cuba perante a ONU expressou, em 7 de julho, sua preocupação pela prática, por parte de alguns governos, como o dos Estados Unidos, de utilizar mensagens de ódio e discriminação contra nações cujos sistemas políticos não lhe são afins; em consequência, acrescentou, promovem-se e alentam-se sujeitos extremistas e sem escrúpulos para que cometam atos terroristas contra pessoas inocentes.</p>
<p>A diplomata cubana pôs como exemplo, ainda, como o comportamento do governo dos Estados para Cuba promove um discurso agressivo e de ódio, como bem ilustra a campanha de calúnias desatada por Washington contra a cooperação médica internacional cubana, em meio da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Segundo o site Cubaminrex, a representante da Ilha maior das Antilhas ampliou que o ato terrorista contra a Embaixada de Cuba nos Estados Unidos também é resultado direto da permanente instigação à violência por parte de políticos estadunidenses, incluídos altos funcionários do Departamento de Estado e a Embaixada estadunidense em Havana e de grupos extremistas anticubanos que converteram esse tipo de ataques em seu meio de vida.</p>
<p>Cuba também rechaçou a inclusão arbitrária e unilateral de Cuba, por parte do Departamento de Estado, na lista de países que supostamente não colaboram plenamente com esforços antiterroristas. «O flagelo do terrorismo», recalcou a embaixadora cubana, citada pela PL, «não poderá ser erradicado caso persistirem os duplos padrões, a manipulação o oportunismo político e a seletividade para enfrenta-lo».</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Nós os cubanos temos o país, ou preferimos a morte</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 23:04:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reconhecer-se como o principal arquiteto de seu destino, como o principal agente de mudanças em seu próprio benefício, como um mecanismo essencial para a Revolução, é a principal força dos povos. Nosso povo bem sabe disso, porque cada centímetro do manto de liberdade que nos protege, todo centímetro de terra em que vive o ser humano digno, todo trabalho colossal que se ergue nesta Ilha, ostenta a marca imperecível de sangue, suor e o sacrifício deste povo corajoso, cuja entrega emana constantemente e em abundância de seus princípios inalienáveis.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5801" alt="Patria o muerte" src="/files/2020/03/Patria-o-muerte.jpg" width="300" height="250" /><strong>Reconhecer-se como o principal arquiteto de seu destino, como o principal agente de mudanças em seu próprio benefício, como um mecanismo essencial para a Revolução, é a principal força dos povos.</strong></p>
<p>Nosso povo bem sabe disso, porque cada centímetro do manto de liberdade que nos protege, todo centímetro de terra em que vive o ser humano digno, todo trabalho colossal que se ergue nesta Ilha, ostenta a marca imperecível de sangue, suor e o sacrifício deste povo corajoso, cuja entrega emana constantemente e em abundância de seus princípios inalienáveis.</p>
<p>Toda essa plenitude histórica, todo o patriotismo esculpido geração após geração, herdado em genes e consciência, a radicalização completa de nossa postura revolucionária, encontrou singularidade em uma frase magistralmente pronunciada para fortalecer nossa linhagem, após um ato denegrente e condenável que procurava nos afundar no medo e na ansiedade.</p>
<p><strong>Desde aquela dolorosa marcha, até hoje, essas palavras abalam todos os átomos de nosso próprio amor, do orgulho de ser cubanos, porque nos lembram nossa capacidade sem precedentes de vencer, o que tem sido um enigma indecifrável para nossos inimigos.</strong></p>
<p>A<strong> frase Pátria ou Morte!, nasceu do discurso vibrante do homem infinito, o líder natural que vive com o tempo, o maior dos filhos de José Martí</strong>. Mas nós tornamos nossas suas palavras e as transformamos em um toque de clarim para chamar à luta, em inspiração para escalar os desafios íngremes da história, no supremo manifesto de nossos ideais e doutrinas.</p>
<p>Como a sua, também ouvimos com paixão essas palavras na voz do irmão que é e sempre será um soldado fiel do país, um eterno militante de amor por Cuba, um feroz defensor da justiça. Ele as entregou como legado a outro gigante insone, filho de um tempo de continuidade, que, ao dizê-las, nos leva a fortalecer as raízes para resistir a tempestades severas, a nos abraçar no sonho de fazer um país melhor todos os dias.</p>
<p>Porque Pátria ou Morte! é uma escolha inalienável, um caminho no qual não contemplamos nem a menor possibilidade de retrocesso. É a certeza que assumimos com a cabeça erguida e com otimismo e esperança à superfície.</p>
<p>Aqueles que insistem em bloquear até o ar, em deixar-nos os caminhos truncados; aqueles que ficam obcecados em restringir nosso espaço de vida, em nos cercar entre paredes de ódio, não entendem que nosso slogan é tão forte e firme quanto a fibra de que somos feitos.</p>
<p>O que entendemos por Pátria não tem relação com crianças desaparecidas, com terrorismo de Estado, com terras hipotecadas a um senhor estrangeiro, com crianças com rostos lânguidos, com poderosos zombando dos direitos daqueles que os levaram ao poder, com balas que derramam lágrimas de sangue.</p>
<p>Pátria para nós é o mais sagrado dos conceitos e se traduz em paz, em ser digno de quem somos, na garantia de ser tratado e tratar os outros como seres humanos. Essa verdade em que acreditamos é o que nos dá a vontade necessária para enfrentar obstáculos, pensar em todo o país e nos dá a liberdade de sonhar, porque sabemos que há um futuro.</p>
<p>Se esse conceito está ameaçado, se algo o coloca em risco, saiba que antes que nossa bandeira se desfaça em pedaços pequenos, eles já terão lutado por isso com os mártires. Em relação a essa posição, ninguém espera prazos médios. Para os cubanos, existem coisas que não são negociáveis: ou temos o país ou preferimos a morte.</p>
<p><strong>(Source: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://pt.granma.cu/cuba/2020-03-05/nos-os-cubanos-temos-o-pais-ou-preferimos-a-morte" >Granma</a>)</strong></p>
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		<title>Cuba não esquece um dos traços mais tristes do terrorismo de Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 23:32:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na manhã de 4 de março de 1960. O vapor francês La Coubre navega na baía de Havana, tendo saído dias antes do porto de Antuérpia, na Bélgica, carregado de armamento e munição para a defesa da nascente Revolução. Uma imagem da época imortaliza o momento da chegada à doca. Parece imenso e imponente, como se as mais de 4.000 toneladas de sua estrutura levitassem sobre as águas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5811" alt="Explosion La coubre" src="/files/2020/03/Explosion-La-coubre.jpg" width="300" height="247" />Na manhã de 4 de março de 1960. O vapor francês La Coubre navega na baía de Havana, tendo saído dias antes do porto de Antuérpia, na Bélgica, carregado de armamento e munição para a defesa da nascente Revolução. Uma imagem da época imortaliza o momento da chegada à doca. Parece imenso e imponente, como se as mais de 4.000 toneladas de sua estrutura levitassem sobre as águas.</p>
<p>Ninguém imaginava que trazia duas bombas ativadas entre as armas e munições que a Ilha havia comprado da Bélgica. Elas explodiram algumas horas depois que a imagem de sua chegada, publicada no jornal Revolución, foi tirada com uma história que ninguém gostaria de contar: Cuba viveria o maior ataque do século XX, perpetrado pela Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, que deixou mais de cem pessoas mortas e 400 feridas.</p>
<p>A segunda imagem foi tirada logo após as 15h. A explosão no porto de Havana abalou a cidade de ponta a ponta, quando a primeira bomba detonou na barriga de La Coubre, no exato momento em que a tripulação e um grupo de trabalhadores portuários começara a descarga.</p>
<p>O fotógrafo José Agraz capta a sequência entre a explosão e a reação imediata do povo e das autoridades cubanas em ajudar as vítimas e feridos; homens e mulheres que não sabiam que uma segunda bomba, ainda mais poderosa, estava prestes a explodir.</p>
<p>A gigantesca coluna de fumaça da segunda explosão sulcou o céu e pôde ser vista de quase qualquer lugar da cidade. Esta imagem dantesca, capturada por outra câmera do jornal Revolución, é seguida por mais instantâneas dilacerantes. Quatro homens transferem outro, mutilado. Um jovem tenta se levantar dos escombros, com o tronco nu e um olhar perdido, procurando força em todos os músculos do corpo.</p>
<p>Um terceiro mostra que não há vestígios da popa de La Coubre, enquanto centenas de homens continuam os esforços de resgate, após as duas explosões.</p>
<p>As imagens que se seguem são esperançosas, imortalizam o momento, repetido em Cuba muitas vezes desde então, quando as autoridades se fundem com os grupos de resgate. A Revolução nunca deixou o povo sozinho. O jovem Fidel, Almeida, Che e outros líderes da Revolução, chegaram ao porto de Havana assim que sentiram as detonações. Nas imediações da doca, foi montado um acampamento para atender às vítimas, limpar os escombros, identificar os prédios danificados, ajudar a população local, que viveu o inferno.</p>
<p>Sessenta anos depois, as imagens ainda doem. Cuba não esquece um dos traços mais tristes do terrorismo de Estado. A sabotagem foi a primeira de uma saga de milhares de crimes organizados e financiados pelos Estados Unidos.</p>
<p>O escritor uruguaio Eduardo Galeano, acerca dos milhares de obstáculos e agressões que os cubanos experimentaram, diria: «Esta Revolução, punida, bloqueada, caluniada, fez menos do que queria, mas muito mais do que podia». E continua.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>O que nos deixou o dia 11 de setembro de 2001?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 00:29:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AINDA doem aquelas imagens diante das quais o mundo ficaria paralisado, na terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando as torres desmoronaram, o que desencadearia uma trilha de guerras que — à luz de hoje — parecem nunca terminar
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5195" alt="Torres Gemelas" src="/files/2018/09/Torres-Gemelas.jpg" width="300" height="257" />AINDA doem aquelas imagens diante das quais o mundo ficaria paralisado, na terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando as torres desmoronaram, o que desencadearia uma trilha de guerras que — à luz de hoje — parecem nunca terminar</p>
<p>Nos dias seguintes, o presidente norte-americano George W. Bush repetiu muitas vezes que «esta cruzada contra o terrorismo» levaria tempo, anunciando assim o chamado «novo tipo de guerra», uma «guerra total» e «sem limite», que definiria situações, conflitos, intervenções militares, novas ameaças contra Estados, coalizões de Estados e tudo o que seria erigido como um «inimigo», uma abstração chamada «mal», sob a justificativa da segurança nacional e a salvaguarda dos direitos daqueles que fazem desses conflitos e suas consequências, um negócio.</p>
<p>Muitas têm sido as maneiras com as quais se tentou mascarar todos os conflitos desencadeados, financiados ou apoiados pela América do Norte, nos quais a mídia tem sido a ponta do iceberg, brincando permanentemente com a mente e os sentimentos de milhões de pessoas no mundo, especialmente o próprio povo norte-americano.</p>
<p>Do ponto de vista legal, a Ata Patriota dos EUA, ou Lei Patriótica, foi reforçado, o que reforçaria o princípio de emergência permanente de um Estado que, por sua vez, suspendeu as limitações constitucionais que até 2001 impuseram à Constituição para a luta contra terrorismo, recapeamento de práticas como tortura — desde que realizada fora do território dos EUA — e criação de um departamento no mais alto nível reconhecido como Segurança Interna ou Segurança Nacional, embora na realidade tenha sido apresentado como o Departamento de Segurança Interna.</p>
<p>De acordo com um relatório do projeto Costs of War, da Brown University, os Estados Unidos gastaram cerca de US$ 8 trilhões em guerras, desde 2001 e terão que pagar uma quantia semelhante ​​nas próximas décadas. Embora o tempo passe, os desejos da guerra permanecem latentes e bem vivos; lembre-se que até o ano de 2019, Donald Trump aprovou um orçamento recorde de 716 bilhões de dólares para a «Defesa».</p>
<p>Seria bom que se lembrasse que esse dia e suas consequências nos permitem refletir e perguntar a nós mesmos repetidas vezes: Será que tem algum preço as vidas de centenas de milhares de vítimas inocentes de tantos conflitos desencadeados depois de 11 de setembro de 2001 e que parecem não ter fim?</p>
<p>CRONOLOGIA DAS GUERRAS SEM LIMITES PROMOVIDAS PELOS EUA</p>
<p>2001 – Inicia a guerra no Afeganistão. Ali continuam hoje mais de oito mil soldados estadunidenses.</p>
<p>2003-2011 – Guerra no Iraque. A justificação: acusado de possuir armas nucleares.</p>
<p>2010-2013 – EUA financiam e promovem ações violentas desatadas no âmbito da «Primavera Árabe», com repercussões na Tunísia, Egito, Líbia, Síria, Iêmen e outros países.</p>
<p>2012 – Começa o conflito na República Centro-africana. Estima-se que mais de 4,5 milhões de moradores foram deslocados.</p>
<p>2013 – Participam nos exercícios militares em grande escala com a Coreia do Sul, que intensificam o conflito coreano.</p>
<p>2014 – Guerra na Líbia. O conflito se alastra a todo o mundo árabe.</p>
<p>A partir dos conflitos em Ucrânia e Geórgia, ações militares da OTAN e dos EUA intensifica-se o cerco à Rússia, ao que se acrescenta a guerra comercial e na mídia.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba faz apelo na ONU a dar resposta multilateral e unida ao terrorismo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 00:18:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuba advogou, em 13 de fevereiro, no Conselho de Segurança da ONU a dar uma resposta multilateral e unida ao fenômeno do terrorismo, longe das ações unilaterais e dos duplos padrões.
Em um debate aberto do órgão de 15 membros sobre as ameaças terroristas à infraestrutura vital, a representante permanente cubana nas Nações Unidas, Anayansi Rodríguez, precisou que Havana respalda a adoção de uma convenção geral sobre o flagelo e a convocatória a uma conferência mundial que promova esse tipo de respostas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4511" alt="onu sala" src="/files/2017/02/onu-sala-300x180.jpg" width="300" height="180" />Cuba advogou, em 13 de fevereiro, no Conselho de Segurança da ONU a dar uma resposta multilateral e unida ao fenômeno do terrorismo, longe das ações unilaterais e dos duplos padrões.</p>
<p>Em um debate aberto do órgão de 15 membros sobre as ameaças terroristas à infraestrutura vital, a representante permanente cubana nas Nações Unidas, Anayansi Rodríguez, precisou que Havana respalda a adoção de uma convenção geral sobre o flagelo e a convocatória a uma conferência mundial que promova esse tipo de respostas.</p>
<p>«Rechaçamos e condenamos os duplos padrões e a seletividade no tratamento deste tema. A luta contra o terrorismo não pode ser utilizada como pretexto para a ingerência e o intervencionismo, a agressão, nem as violações do direito internacional e dos direitos humanos», afirmou no foro.</p>
<p>A diplomata também exigiu o cessar do financiamento, equipamento, adestramento, fornecimento de armas e do apoio de todo o tipo a grupos extremistas que espalham a violência e destruição em muitos recantos do planeta.</p>
<p>Rodríguez ratificou o compromisso de Cuba na luta contra o terrorismo e lembrou que seu povo o sofreu na própria carne, com atos organizados, financiados e executados a partir do estrangeiro, responsáveis por quase 3,5 mil mortos e mais de dois mil aleijados.</p>
<p>Ainda, insistiu em que a nação caribenha nunca permitiu nem permitirá a utilização do seu território para realizar, planificar, alentar, encobrir ou financiar essas ações contra outros Estados, sem exceção alguma.</p>
<p>Relativamente aos próximos desafios no combate a esse flagelo, como o emprego por parte dos terroristas das novas Tecnologias da Informação e a Comunicação (TICs), Rodríguez fez um apelo ao esforço de todos os países para encarar o problema.</p>
<p>«É crucial conseguirmos um instrumento internacional legalmente vinculativo, dentro do sistema das Nações Unidas, que regulamente o emprego das TICs e assegure sua utilização de conformidade com o Direito Internacional e, particularmente, a Carta da organização, expôs.</p>
<p>O debate aberto do Conselho de Segurança permitiu a aprovação unânime da resolução 2341, encaminhada a fortalecer os mecanismos de prevenção e redução do impacto das ações terroristas contra a infraestrutura civil vital.</p>
<p>Os participantes no evento manifestaram preocupação pelos ataques de grupos como o Estado Islâmico, Boko Haram, Al Qaeda, Al Shabaab e a Frente Al Nusra contra hospitais, escolas, redes de transporte e instalações fornecedoras de serviços básicos, da energia até a água.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl assinou livro de condolências na Embaixada francesa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 21:17:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.
Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4063" alt="Raul condolencias Francia" src="/files/2015/12/Raul-condolencias-Francia.jpg" width="300" height="200" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou na tarde da segunda-feira, 16 de novembro, à embaixada da República Francesa para assinar o livro de condolências aberto em honra das vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 13 de novembro, em Paris.</p>
<p>Nas páginas Raúl escreveu: “Em nome do povo e do governo de Cuba desejo reiterar ao povo e ao governo da França as mais sentidas condolências e nossa solidariedade, que transmito ainda aos familiares das inúmeras vítimas dos atrozes atentados terroristas de 13 de novembro passado, que condenamos firmemente”.</p>
<p>O presidente cubano foi recebido pelo primeiro conselheiro e encarregado de negócios a.i., sr. Guy Christophe, o qual agradeceu a Raúl sua presença na embaixada.</p>
<p>Acompanharam o general-de-éxército o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz e o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuba reconhece exclusão de lista sobre terrorismo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 15:56:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A chancelaria cubana reconheceu hoje a decisão do governo dos Estados Unidos de excluir a ilha da lista de países patrocinadores do terrorismo. Em uma declaração da Diretora Geral dos Estados Unidos do Ministério de Relações Exteriores, Josefina Vidal, informou-se sobre a ação do presidente norte-americano Barack Obama nesse tema.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3544" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-3544" alt="Josefina Vidal." src="/files/2015/04/josefina-vidal.jpg" width="300" height="250" /><p class="wp-caption-text">Josefina Vidal.</p></div>
<p>A chancelaria cubana reconheceu hoje a decisão do governo dos Estados Unidos de excluir a ilha da lista de países patrocinadores do terrorismo.</p>
<p>Em uma declaração da Diretora Geral dos Estados Unidos do Ministério de Relações Exteriores, Josefina Vidal, informou-se sobre a ação do presidente norte-americano Barack Obama nesse tema.</p>
<p>A esse respeito, a chancelaria assinalou que o presidente emitiu a &#8220;Certificação de rescisão da designação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo&#8221;.</p>
<p>Mediante esta ação, o presidente Obama decidiu excluir Cuba da lista de Estados patrocinadores do terrorismo internacional e notificar estes efeitos ao Congresso estadunidense, o qual terá um prazo de 45 dias para se pronunciar.</p>
<p>Nesse sentido, o Governo de Cuba reconhece a justa decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos de eliminar a ilha de uma lista na qual nunca deveria ser incluída.</p>
<p>Nesse sentido, recordou que o país tem sido vítima de centenas de atos terroristas, que custaram a vida de 3.478 mil pessoas e deixou incapacitados 2.099 mil cidadãos cubanos.</p>
<p>Como o governo tem reiterado em múltiplas ocasiões, Cuba repudia e condena todos os atos de terrorismo em todas suas formas e manifestações, bem como qualquer ação que tenha por objeto incentivar, apoiar, financiar ou encobrir atividades desse tipo.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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