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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Televisión Española</title>
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		<title>Na TVe (Televisión Española) se debate&#8230; qual o melhor método para impor a Cuba uma mudança política</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 02:27:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os grandes meios de comunicação – espanhóis, por exemplo – afirmam enfaticamente que não existe liberdade de imprensa em Cuba (1). E demonstram, com sua prática diária, em que consiste essa liberdade de imprensa. O canal público 24 horas da Televisión Española ofereceu uma magnífica lição prática em 10 de abril passado. O programa “Mesa de Actualidad” repassou, entre outras notícias, a Cúpula das Américas celebrada no Panamá.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3627" alt="leccionesdemanipulacion260" src="/files/2015/05/leccionesdemanipulacion260.jpg" width="300" height="200" />Os grandes meios de comunicação – espanhóis, por exemplo – afirmam enfaticamente que não existe liberdade de imprensa em Cuba (1). E demonstram, com sua prática diária, em que consiste essa liberdade de imprensa.</p>
<p>O canal público 24 horas da Televisión Española ofereceu uma magnífica lição prática em 10 de abril passado. O programa “Mesa de Actualidad” repassou, entre outras notícias, a Cúpula das Américas celebrada no Panamá, na qual se reuniram, pela primeira vez em 50 anos, os presidentes de Cuba e dos EUA (2).</p>
<p>Como a liberdade de imprensa requer pluralidade, o programa contou com a participação de dois jornalistas, com opiniões diferentes sobre um mesmo tema: como o governo dos EUA pode conseguir uma “transição” política em Cuba. “O grande problema é que essa transição não é um ponto que os EUA tenham exigido (a Cuba). E isso me parece um erro histórico do senhor Obama”, afirmava Víctor Arribas (3). José María Brunet rebateu (4): “Sobre esses acordos – diante de seu pessimismo, Víctor – diria que terão resultados lentamente, mas terão resultados”.</p>
<p>Essa liberdade de imprensa permite o debate sobre o “como”, desde que o “quê” não se discuta. Ambos os analistas concordavam em uma verdade irrefutável: Cuba não é uma democracia e deve inevitavelmente modificar seu sistema político, tal como exige Washington. “Eu não acredito que o regime castrista se abra com facilidade. Cuba continua sendo um país sem liberdades, não percamos isso de vista”, dizia Brunet. “Os EUA não colocaram sobre a mesa uma exigência de democratização da ilha”, completava Arribas.</p>
<p>Em Madri, a milhares de quilômetros de distância dos EUA, a Televisión Española reproduzia o mesmo debate sobre Cuba que hoje acontece entre “democratas” e “republicanos” (5). Ou seja: qual método é o mais eficaz – a morte súbita ou a morte lenta – para derrotar a revolução cubana e implantar na ilha um sistema de acordo com os interesses dos EUA. O jornalista José María Brunet “apoiava” as teses do Partido Democrata. “Suponho que esses acordos facilitarão a transição (em Cuba), mas no momento essa transição sequer começou”. A bancada “republicana” era representada por Víctor Arribas: “Cuba se apresenta à reunião e, no início dos encontros com os EUA, exige que as sanções – Lei Helms-Burton e outras – devem desaparecer imediatamente. Ainda por cima, exigem&#8230;”</p>
<p>Nessa legitimação de ingerência neocolonial, o “democrata” José María Brunet defendia o direito da Espanha de intervir na política de países como Cuba e Venezuela. “Acho importante a pressão que deve existir sobre ambos os países (Cuba e Venezuela). Na Venezuela, podemos vê-la na mobilização de nossos próprios ex-presidentes. Caramba, é notícia ver que Aznar e Felipe González estejam de acordo em algo, e eles estão em relação a que se deve agir, pressionando o governo da Venezuela. Com Cuba, tentou-se, a partir da Espanha, muitas vezes&#8230;” (6). O “republicano” Víctor Arribas, ao contrário, mostrava-se muito mais abatido e pessimista: “Para mim, o que acontece na América Latina não deve ser celebrado, nem muito menos&#8230;”</p>
<p>Conclusão: a liberdade de imprensa permite a discrepância sobre qual método é o mais eficaz para impor os interesses geoestratégicos ocidentais em países pouco obedientes como Cuba ou Venezuela. Enquanto isso, tais interesses não se discutem.</p>
<p>E, se isso acontece em um veículo público, Televisión Española, cujo estatuto inclui, como princípio, “contextualizar (&#8230;) os acontecimentos (&#8230;) com (&#8230;) todos os pontos de vista possíveis” (7), imaginem como foram, nesta semana, os debates e análises sobre a Cúpula das Américas nos canais de televisão privados.</p>
<p>(1) http://www.rtve.es/alacarta/videos/la-tarde-en-24-horas/tarde-24-horas-bloque-18-10-04-15/3084560/</p>
<p>(2) http://www.cubainformacion.tv/index.php/politica/62172-se-reunen-raul-castro-y-barack-obama-en-panama-hito-en-los-ultimos-50-anos</p>
<p>(3) http://es.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADctor_Arribas</p>
<p>(4) http://www.rtve.es/television/20140123/jose-maria-brunet/858400.shtml</p>
<p>(5) http://www.elmundo.es/internacional/2014/12/17/5491ab4922601db1748b458b.html</p>
<p>(6) http://www.publico.es/politica/felipe-gonzalez-alia-aznar-atacar.html</p>
<p>(7) http://www.consejoinformativostve.es/textos-legales/doc_view/10-07-estatuto-de-informacion-de-la-corporacion-rtve.html<br />
<strong>(José Manzaneda, coordenador de Cubainformación)</strong></p>
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