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	<title>Cubadebate (Português) &#187; solidariedade</title>
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		<title>Os cubanos juntarão suas assinaturas à reivindicação pela cessação da brutal agressão americana contra a Venezuela</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 20:29:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De hoje até 13 de setembro, haverá um processo de coleta de assinaturas nos centros de trabalho e estudo em Havana, Artemisa, Mayabeque, Matanzas e Pinar del Río, em apoio e solidariedade à Venezuela, a Revolução Bolivariana e Chavista, a união cívico-militar de seu povo e seu legítimo presidente Nicolás Maduro Moros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5560" alt="venezuela" src="/files/2019/09/venezuela.jpg" width="300" height="251" />De hoje até 13 de setembro, haverá um processo de coleta de assinaturas nos centros de trabalho e estudo em Havana, Artemisa, Mayabeque, Matanzas e Pinar del Río, em apoio e solidariedade à Venezuela, a Revolução Bolivariana e Chavista, a união cívico-militar de seu povo e seu legítimo presidente Nicolás Maduro Moros.</p>
<p>«Nòs, os trabalhadores cubanos de cada uma dessas províncias, representando todo o país, assinaremos para ratificar o apoio ao governo e ao povo venezuelano, diante das agressões dos Estados Unidos», disse ao Granma a Consuelo Baeza Martín, membro da Secretaria Nacional da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC).</p>
<p>«Nos centros de trabalho e educação, reafirmaremos, mais uma vez, nossa vocação solidária e nosso apoio ao país irmão», acrescentou.</p>
<p>A funcionária disse que, como parte deste dia de solidariedade, serão realizados atos em que a carta do povo venezuelano será lida ao secretário-geral das Nações Unidas, a política agressiva do governo dos Estados Unidos contra a nação sul-americana será condenada e um formulário coletivo será assinado para os trabalhadores, que incluirá nomes e sobrenomes, número da carteira de identidade e assinatura de cada um dos signatários.</p>
<p>A Venezuela dedicou uma carta ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pedindo-lhe para fazer cumprir o Direito Internacional e exigir o fim das agressões americanas.</p>
<p>«Vossa Excelência, dr.Guterres, dirigimo-nos ao senhor para que, como secretário-geral da ONU, não apenas levante sua voz diante de agressão injusta e vil, mas exija que proteja a Venezuela deste crime incomum, pois aqueles que sucumbirem serão a ordem e as leis internacionais que mantiveram a humanidade livre de um conflito planetário».</p>
<p>«É por isso que solicitamos como país-membro que o sistema das Nações Unidas exija o fim dessa agressão brutal contra a Venezuela e ative os mecanismos existentes para a proteção do povo venezuelano e garanta o pleno direito que têm todos os habitantes de nossa Pátria ao desenvolvimento humano e à vida plena», diz a carta.</p>
<p>Desde 10 de agosto até agora, mais de dez milhões de venezuelanos assinaram esta carta nas praças Bolívar do país, através da campanha No More Trump! (Não há mais Trump!), em rejeição à interferência e ações unilaterais do governo e do presidente dos EUA, Donald Trump. As atividades geraram o apoio da comunidade internacional.</p>
<p>Como advertiu o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, em seu discurso de 26 de julho de 2018, «para nós, como para a Venezuela e a Nicarágua, é muito claro que o cerco se estreita e nosso povo deve estar alerta e preparado para responder a cada desafio com unidade, firmeza, otimismo e fé inabalável na vitória».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba não está sozinha nem nunca será</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 16:59:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brigada Venceremos de novo em casa, em Cuba, que ama e defendeu a todo custo, celebrou nesta terça-feira, 30 de julho, na sede do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), em Havana, nos seus primeiros 50 anos.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5544" alt="Cuba Venceremos" src="/files/2019/07/Cuba-Venceremos.jpg" width="300" height="246" />A Brigada Venceremos de novo em casa, em Cuba, que ama e defendeu a todo custo, celebrou nesta terça-feira, 30 de julho, na sede do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), em Havana, nos seus primeiros 50 anos.</p>
<p>Presidido pelo membro do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Jorge Cuevas Ramos, e pelo vice-chefe do Departamento das Relações Internacionais, Juan Carlos Marzán, o fundador da Brigada, Leisle Kagan, disse na reunião que durante esses anos eles têm aprendido que a solidariedade não é um lema, mas um compromisso que deve ser vivido dia a dia, porque quando as pessoas se unem, elas podem determinar, configurar e reconfigurar a história, como a Revolução Cubana fez junto com amigos de todo o mundo.</p>
<p>O Herói da República de Cuba e presidente da ICAP, Fernando González, descreveu o trabalho da Brigada como louvável, composto de homens e mulheres humildes dos Estados Unidos, que embarcaram em uma jornada desafiadora por países terceiros, levando doações e enfrentando hostilidade e ataques do governo dos EUA.</p>
<p>Ele agradeceu, além disso, as amostras de amor que nos ensinaram e disse que Cuba é solidária com suas lutas nos Estados Unidos, especialmente com os afro-americanos, mas também com os latinos e as mulheres, a comunidade LGTBI e os imigrantes, entre outras causas.</p>
<p>Ratificou que toda ação que foi feita e se faz em apoio à Ilha, por menor que seja, tem valor e impacto em nosso povo, já que o acompanhamento e a solidariedade dos membros da Brigada Venceremos foram e serão essenciais, a primeira que foi fundada em todo o mundo para expressar de forma concreta a solidariedade com o nosso país.</p>
<p>«Vocês mostraram que Cuba não está e nunca estará sozinha. Vamos manter vivo o exemplo de Fidel, que acreditava firmemente no trabalho de solidariedade da Brigada Venceremos e sua capacidade inabalável de derrubar muros e obstáculos. Vamos levantar juntos os ideais de igualdade, fraternidade e paz», disse.</p>
<p>Os integrantes da Brigada Venceremos homenagearão o Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz, no dia 13 de agosto, no 93º aniversário de seu nascimento, depois de visitar comunidades, locais de trabalho, lugares históricos em vários territórios do país e participar de trabalho voluntário e produtivo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A honra de ajudar Moçambique</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2019/04/04/honra-de-ajudar-mocambique/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2019 18:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 48ª Brigada do contingente Henry Reeve, especializado em situações de desastres e epidemias graves, viajou para auxiliar na cidade da Beira, província de Sofala]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5454" alt="medicos mozambique" src="/files/2019/04/medicos-mozambique.jpg" width="300" height="253" />A 48ª Brigada do contingente Henry Reeve, especializado em situações de desastres e epidemias graves, viajou para auxiliar na cidade da Beira, província de Sofala</p>
<p>OS danos causados pelo furacão Idai em Moçambique mobilizaram novamente a solidariedade cubana, que rapidamente ativou a 48ª Brigada do contingente Henry Reeve, especializado em situações de desastres e epidemias graves, para auxiliar na cidade da Beira, província de Sofala.</p>
<p>O evento meteorológico matou 468 pessoas nesse território africano, enquanto outras 259 morreram no Zimbabué e pelo menos 56 em Malawi. Cerca de três milhões de pessoas foram afetadas pelos efeitos do ciclone, catalogado pelo secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, como um dos piores desastres ligados ao clima na história desse continente.</p>
<p>Os 40 membros do grupo viajaram com um hospital de campanha doado por Cuba, que tem consulta, salas de operação, laboratório clínico e microbiológico, equipamentos de imagenologia, além de 20 leitos hospitalares. Eles são graduados da especialidade de Medicina Geral Integral (MGI), Cirurgia, Medicina Interna, Pediatria, Ginecologia, Ortopedia, Epidemiologia e Tecnologia da Saúde e se juntarão aos mais de 270 colaboradores da brigada médica cubana radicada naquele país desde 1975 em que a independência foi declarada.</p>
<p>O doutor de Pinar del Río Miguel Zorrilla Quiñones, especialista em MGI, disse o Granma Internacional que quando soube da tragédia causada em Moçambique, em 14 de março, nos dias seguintes o governo de Cuba propôs o envio da ajuda solidária e imediatamente começaram a se preparar para sair, recebendo informações sobre o local e a situação epidemiológica.</p>
<p>Ele tem a experiência de ter trabalhado anteriormente em outros países: no estado de Lara, na Venezuela 2001-2006; após seu retorno, ele foi membro da brigada do Paquistão que ajudou após o terremoto acontecido em 2006, prestou colaboração em Angola (2006-2009) e no Brasil (2015-2018). «Em Moçambique espero encontrar famílias com necessidades de cuidados de saúde e faremos todos os esforços para resolver o mais rápido possível todas as dificuldades sentidas pelo povo».</p>
<p>Critério semelhante sustentou o médico Ralfys Armando Carbó Sánchez, ginecologista-obstetra do hospital Pedro Betancourt, em Jovellanos, Matanzas, que serviu na cidade de Ebebellín, na Guiné Equatorial de 2008 a 2010 e curou pessoas com doenças raras em Cuba.</p>
<p>«Eu era o único em Ginecologia e Obstetrícia. Lá também trabalhava um cirurgião e um pediatra, com dois MGI. Organizamos o plantão em Medicina Geral e cada um de nós enfrentava todas as doenças da população que chegava ao serviço de emergência. Se uma situação específica ocorria, o especialista era chamado, por isso ficávamos 24 horas por dia», disse o médico.</p>
<p>Enfrentou a malária, o HIV/Aids e a febre tifoide, pelo qual foi para o trabalho de prevenção e promoção da saúde em aldeias periféricas e remotas, para explicar as medidas sanitárias que poderiam mitigar as patologias da população. Durante essas visitas às comunidades levava medicamentos para tratar doenças crônicas não transmissíveis e diagnosticar possíveis condições epidemiológicas. Participou do programa nacional existente chamado Crescendo sem malária, por isso oferecia palestras educativas para influenciar as medidas a serem tomadas para reduzir a propagação da doença.</p>
<p>«Eu tenho várias histórias para contar, mas estou tocado pelo caso de uma grávida que chegou muito grave porque estava no quinto dia de trabalho de parto, com a pressão arterial muito alta. Recebi-a com convulsões e sem muitos recursos materiais ao meu alcance, consegui salvar a sua vida. Não morreu nem o bebê. Então a paciente veio me visitar várias vezes e me agradeceu pelo meu esforço », salienta Carbó Sánchez.</p>
<p>Também experimentou a experiência de receber mulheres, que realizaram abortos em condições sanitárias inadequadas e apresentavam infecções devido a procedimentos inseguros. Nesses casos, utilizou todo o seu conhecimento para revivê-las e curá-las. Sente-se orgulhoso em dizer que nos dois anos de serviço não houve mortes maternas e a taxa de mortalidade infantil diminuiu.</p>
<p>Para ir a Moçambique recebeu informação atualizada e participou de debates acadêmicos relacionados com a cólera e a malária, porque são duas condições que podem desencadear epidemias após a ocorrência de enchentes. «Nós discutimos a prevenção e a profilaxia que devemos realizar, principalmente transmitindo palestras higiênico-sanitárias».</p>
<p>Além disso, realizaram-lhe exames médicos para medir seus parâmetros de saúde e vacinaram-no para evitar a contração de uma doença endêmica do local e erradicada em Cuba. Disseram-lhe sobre as medidas a tomar para não adoecer e carrega um prontuário médico com a descrição dessas avaliações clínicas.</p>
<p>Por seu lado, o licenciado em Enfermagem de Villa Clara, Serguei León Alonso e graduado em Anestesiologia, chegou recentemente da Guatemala onde serviu na sala de cirurgia do hospital na cidade de Ixchiguan, província de San Marcos. «Em Moçambique vou enfrentar uma situação epidemiológica difícil. Eu vou ver a população com muita tristeza e dor, depois de testemunhar uma grande catástrofe», asseverou o jovem.</p>
<p>Disse que estava orgulhoso de ser selecionado para trabalhar nestas circunstâncias, porque poderá mostrar o sentido humanista de sua profissão, algo aprendido com os anos de estudo da carreira, legado de vida e pensamento do líder Fidel Castro, que nos incutiu o sentido de ajudar os mais necessitados, mesmo que vivam em aldeias remotas e de difícil acesso. «Todo profissional de saúde deve estar no lugar onde o dever chama», disse León Alonso.</p>
<p>Entretanto, o licenciado em Psicologia Yoanky Valdés Baullosa, 33 anos, trabalhador da policlínica Pedro Borrás de Pinar del Río, tem a experiência de trabalhar com os povos indígenas da área rural e montanhosa próxima da cidade de Cajigal e Cariacó, no estado venezuelano de Sucre, de 2016 a 2018.</p>
<p>Ressalta que os profissionais cubanos têm o preparo acadêmico suficiente para se adaptar rapidamente às mudanças e encontrar soluções para seus problemas e os de outras pessoas. Ele providenciará terapia clínica à população africana e aos seus próprios colegas, que viverão momentos difíceis devido à complexa situação que irão enfrentar em Moçambique. «Para mim, será cumprir um dever e poder deixar um legado, isto é, fazer uma marca na história da medicina cubana».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Para Cuba sempre amanhece</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2019 22:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Recuperar os serviços, recolher escombros, cuidar das vítimas, planejar e organizar doações, priorizar os mais vulneráveis. Sensibilidade e efetividade na informação ao povo. E nunca me canso de dizer, algo que aprendemos com Fidel e Raul: levantar obras mais belas onde o tornado deixou destruição», foram as linhas de ação que destacou Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, durante a sua intervenção no programa televisivo Mesa Redonda, que se dedicou em 7 de janeiro à recuperação depois do tornado que atingiu Havana no dia 27 de janeiro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5446" alt="tornado recuperacion" src="/files/2019/02/tornado-recuperacion.jpg" width="300" height="255" />«Recuperar os serviços, recolher escombros, cuidar das vítimas, planejar e organizar doações, priorizar os mais vulneráveis. Sensibilidade e efetividade na informação ao povo. E nunca me canso de dizer, algo que aprendemos com Fidel e Raul: levantar obras mais belas onde o tornado deixou destruição», foram as linhas de ação que destacou Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, durante a sua intervenção no programa televisivo Mesa Redonda, que se dedicou em 7 de janeiro à recuperação depois do tornado que atingiu Havana no dia 27 de janeiro.</p>
<p>O presidente disse que o general-de-exército, Raúl Castro, e José Ramón Machado Ventura, primeiro e segundo secretários do Partido Comunista de Cuba, respectivamente, têm estado atentos ao progresso da recuperação.</p>
<p>«Vamos nos levantar, porque em Cuba, como diz a canção, depois da noite mais escura sempre amanhece, porque somos continuidade», disse o presidente.</p>
<p>Díaz-Canel ratificou as condolências em nome do Partido, do governo e de outras organizações, às famílias atingidas pela perda de vidas humanas, dos feridos e daqueles que sofreram a perda de bens e danos a seus lares.</p>
<p>«Este evento difere daqueles que estamos acostumados a defrontar para a recuperação. O tornado», explicou o presidente, «não pode ser previsto como ciclones. Informações foram dadas a partir de avaliações meteorológicas de tempestades, alta probabilidade de chuva&#8230; e foram tomadas medidas para não fazer a Marcha dos Archotes no tradicional 27 de janeiro. O que não poderíamos prever era que se formasse um evento dessa magnitude, de escala EF4, de grande dimensão».</p>
<p>«Após o tornado, a resposta dos dirigentes e quadros do Partido e do Governo, do Estado-Maior Nacional da Defesa Civil, a cooperação com os órgãos da Administração Central do Estado foi imediata», sublinhou o dirigente cubano.</p>
<p>«Deve-se notar que havia bombeiros, equipes de resgate, serviços de emergência, as Forças Armadas Revolucionárias e o povo. Desde o primeiro momento o povo estava presente», disse.</p>
<p>Díaz-Canel lembrou que o Conselho Provincial de Defesa começou às oito horas da manhã de segunda-feira, dia 28, e o Conselho de Ministros já estava reunido duas horas antes.</p>
<p>«Desde o início da manhã vários ministros estavam nos lugares onde os problemas mais complexos estavam ocorrendo», afirmou. E disse que a partir deste evento há experiências e lições aprendidas que devem ser compartilhadas com a população.</p>
<p>Para fazer isso, e também para que o trabalho na recuperação de muitas outras organizações e pessoas possa ser divulgado, ele pediu uma nova edição da Mesa Redonda dedicada ao assunto, na próxima semana.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>«Vocês são um símbolo do país que os formou»</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 18:10:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5357" alt="miguel D Canel" src="/files/2018/12/miguel-D-Canel.jpg" width="300" height="251" />Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de dezembro, o ato central pela terminação da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mais Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Fatos e não palavras. Ação rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão morrendo todos os dias, a todas as horas».</p>
<p>E precisamente à essência humanista do Comandante em Chefe fez alusão o presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao se dirigir a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, depois de cumprir honrosamente sua missão.</p>
<p>A eles disse: «O retorno à pátria não é o fim, é um começo. Vocês chegam em um momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo em 24 de fevereiro».</p>
<p>«Vocês que estarão de novo em seus locais de trabalho ou partirão para cumprir outra missão fazem parte daquele povo que nos dá evidências de heroísmo. Em nome do Partido e do Governo, gostaria de reiterar que estamos profundamente orgulhosos de cada um de vocês, tal como estamos do resto dos colaboradores da Saúde que estão cumprindo missões em outros 66 países&#8230; Vocês são um símbolo do país que os formou e deram provas do tipo de homens e mulheres a que aspiramos na sociedade cubana, baseados na justiça e no humanismo, não na lei dos mais fortes».</p>
<p>A cerimônia foi realizada na Unidade Central de Cooperação Médica, onde marcou presença José Ramón Machado Ventura, segundo secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba; os membros do Bureau Político Roberto Morales Ojeda, vice-presidente dos Conselhos de Estado e Ministros; e Bruno Rodríguez Parrilla, ministro das Relações Exteriores; bem como José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública.</p>
<p>A colaboradora Indira García Arredondo, que retornou à Ilha depois de trabalhar no estado de São Paulo, disse em nome de seus colegas: «É bem conhecida a campanha feroz que todos nós experimentamos, o convite permanente a dobrar-nos, a cenoura prometida por falsos profetas da liberdade e da democracia mil vezes pisoteadas por eles mesmos. Mas estavam errados&#8230; Nosso trabalho culminou em resultados que até os próprios inimigos não conseguiram esconder, transformamos indicadores de saúde e melhoramos a qualidade de vida de milhões de brasileiros».</p>
<p>A cerimônia reconheceu as organizações que garantiram a participação de Cuba no programa Mais Médicos pelo Brasil e o retorno dos médicos cubanos ao país em apenas 20 dias: os ministérios das Relações Exteriores, do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, dos Transportes, Saúde Pública, o Banco Central de Cuba, o Gabinete Geral da Alfândega da República e os meios de comunicação social.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba e Venezuela assinam plano anual de cooperação</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/12/20/cuba-e-venezuela-assinam-plano-anual-de-cooperacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 18:05:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[VINTE e quatro anos se passaram desde aquela madrugada de dezembro, quando Fidel e Chávez foram protagonistas, em Havana, daquilo que hoje é conhecido como «o abraço», aquele abraço que seria o ponto de partida de uma amizade também inspirada nos pensamentos de José Martí e Simón Bolívar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5355" alt="Cuba Venezuela Salud" src="/files/2018/12/Cuba-Venezuela-Salud.jpg" width="300" height="226" />VINTE e quatro anos se passaram desde aquela madrugada de dezembro, quando Fidel e Chávez foram protagonistas, em Havana, daquilo que hoje é conhecido como «o abraço», aquele abraço que seria o ponto de partida de uma amizade também inspirada nos pensamentos de José Martí e Simón Bolívar.</p>
<p>Isso ficou demonstrado na sexta-feira, 14 de dezembro, durante o encerramento da 19ª Reunião da Comissão Intergovernamental entre Cuba e a Venezuela, onde o Plano Anual de Cooperação 2019, composto por 22 projetos abrangendo nove setores, foi aprovado por ambas as partes.</p>
<p>Ricardo Cabrisas, vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba, reiterou a solidariedade total e incondicional do povo e do governo da Ilha com a Revolução Bolivariana, e denunciou as medidas unilaterais e de coerção que impedem a gestão da administração de Nicolás Maduro, a quem desejou sucessos em seu próximo mandato presidencial.</p>
<p>Cabrisas explicou que a reunião da sexta-feira foi precedida de um extenso trabalho preparatório para conformar o plano de cooperação assinado nessse dia em Havana.</p>
<p>Cabrisas explicou que, do total de projetos, 90% do financiamento será destinado ao fortalecimento dos serviços de saúde e à produção de medicamentos; embora também seja dada atenção aos outros setores incluídos no Plano. Argumentou que, para a conformação deste plano, a ideia da qual se partiu foi a de orientar os projetos rumo a objetivos de alta prioridade e com capacidade real das partes para executá-los de forma eficiente.</p>
<p>Ao referir-se aos resultados do ano passado, o vice-presidente do Conselho de Ministros afirmou que o cumprimento satisfatório dos projetos acordados foi alcançado, com especial impacto no campo da saúde; tudo isso apesar da guerra econômica travada pelo imperialismo dos EUA sobre a Venezuela e o reforço do bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto pelo mesmo império a Cuba.</p>
<p>Isso demonstra «a capacidade e a sustentabilidade do Acordo, diante das situações adversas impostas pelas condições supracitadas», argumentou.</p>
<p>O vice-presidente cubano disse que em 2019 vai se continuar trabalhando para fortalecer as relações bilaterais, partindo de iniciativas que foram identificadas como um todo e vai continuar o caminho que Fidel e Chávez planejaram para alcançar o bem-estar dos povos da Nossa América.</p>
<p>Ao falar, a vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que seu país será eternamente grato pela cooperação cubana e revelou que nestes 18 anos do acordo estiveram 220 mil colaboradores em seu país, «que se afastaram da família, para dar amor a meu povo».</p>
<p>Durante a sessão foram assinados vários documentos. Foto: José Manuel Correa<br />
Nesse sentido, enfatizou que enquanto o neofascismo que se instala no Brasil decidiu truncar a saúde de milhões de pessoas, na Venezuela eles dizem «obrigados, queridos colaboradores, por exaltar a dignidade da América Latina e do Caribe».</p>
<p>Para a vice-presidenta da nação sul-americana, o que foi assinado nesta sexta-feira, 14, é o conteúdo do trabalho comprometido de dois povos que se uniram no legado de José Martí e Simón Bolívar para serem livres.</p>
<p>O PLANO DE COOPERAÇÃO PARA 2019 É COMPOSTO POR 22 PROJETOS CORRESPONDENTES AOS SEGUINTES PROGRAMAS:</p>
<p>- serviços sanitários</p>
<p>- fornecimento de medicamentos</p>
<p>- suporte elétrico</p>
<p>- formação de talento humano</p>
<p>- promoção esportiva</p>
<p>- promoção cultural</p>
<p>- promoção agro-alimentar</p>
<p>- serviços de apoio ao acordo</p>
<p>- A execução do mesmo estará a cargo de dez ministérios cubanos e dez venezuelanos, e suas respectivas agências executoras.</p>
<p>FORAM ASSINADOS OS CONTRATOS PARA TRÊS DOS PROJETOS INCLUÍDOS NO PLANO:</p>
<p>- Projeto para o Aprofundamento da Política Educacional, no marco do Segundo Plano Socialista 2013-2019 e a revolução do conhecimento, a ciência e a tecnologia, no Subsistema de Educação Básica Venezuelana.</p>
<p>- Projeto para a formação de técnicos, prestação e assessoria aos serviços técnicos de eletromedicina na rede do Ministério do Poder Popular para a Saúde.</p>
<p>- Projeto Missão Barrio Dentro Esportivo.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Comissão de DH do Brasil oferece desculpas aos médicos cubanos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 19:02:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5313" alt="cuba-brasil-Luiz-couto" src="/files/2018/12/cuba-brasil-Luiz-couto.jpg" width="300" height="255" />A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil ofereceu hoje desculpas aos médicos cubanos pelos questionamentos e desrespeitosa postura do presidente eleito Jair Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;As desqualificações de Bolsonaro contra os profissionais cubanos no programa Mais Médicos privarão o povo brasileiro da atenção de saúde, um de seus direitos fundamentais&#8217;, disse à Prensa Latina o deputado Luiz Couto, presidente dessa comissão.</p>
<p>Ele reiterou o agradecimento aos profissionais da ilha e &#8216;oferecemos desculpas ao povo cubano que nos entregou médicos e médicas preparados, capacitados e que contribuíram com a saúde de nosso povo&#8217;.</p>
<p>Couto espera que o povo brasileiro se dê conta do prejuízo provocado pelo ex-militar e não é segredo que os médicos brasileiros &#8216;não querem ir trabalhar no interior do país e nas regiões mais pobres&#8217;, onde as comunidades receberam a qualidade e o humanismo dos médicos cubanos.</p>
<p>Alegra-nos muitíssimo que esses profissionais da ilha, que cessaram sua participação em Mais Médicos, cumpram agora missões em outros países, onde &#8216;os governos respeitarão seu desinteresado trabalho para assegurar um direito humano, a saúde&#8217;, referiu o parlamentar.</p>
<p>Fez questão de frisar que infelizmente o Brasil perdeu a qualidade da medicina cubana, &#8216;mas esperamos que algum dia retorne, quando outro governo respeite a dignidade dos que cuidaram de nossa saúde&#8217;.</p>
<p>Agora o povo brasileiro &#8216;chora e diz: perdemos nossos colegas porque de fato eles eram considerados assim. Não tinha distância entre os médicos cubanos e o povo que era atendido&#8217;, destacou Couto.</p>
<p>Cuba revaliou em meados de novembro a vocação solidária e humanista demonstrada por seus profissionais da saúde em dezenas de países, ao anunciar o fim da participação em Mais Médicos, diante dos condicionamentos adiantados por Bolsonaro.</p>
<p>&#8216;Os povos de Nossa América e do resto do mundo conhecem que sempre poderão contar com a vocação humanista e solidária de nossos profissionais&#8217;, destacou em uma declaração o Ministério da Saúde Pública da ilha.</p>
<p>Como parte do mais Médicos, informou o ministério, no último período cerca de 20 mil colaboradores cubanos atenderam a 113 milhões 359 mil pacientes em cerca de 3.600 municípios, &#8216;chegando a cobrir por eles um universo de até 60 milhões de brasileiros&#8217;.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Novo grupo de médicos que colaboraram no Brasil chega em Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:55:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma aeronave com 203 colaboradores cubanos da saúde chego hoje a esta capital no contexto do regresso à ilha dos médicos que trabalharam no programa Mais Médicos do Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5311" alt="cuba-medicos-7-llegada4" src="/files/2018/12/cuba-medicos-7-llegada4.jpg" width="300" height="254" />Uma aeronave com 203 colaboradores cubanos da saúde chego hoje a esta capital no contexto do regresso à ilha dos médicos que trabalharam no programa Mais Médicos do Brasil.</p>
<p>Trata-se do vigésimo terceiro voo procedente do país sul-americano desde 22 de novembro, depois da decisão anunciada oito dias antes de não continuar participando na iniciativa, a partir da agressividade do presidente brasileiro eleito, Jair Bolsonaro, contra o governo e os cooperadores cubanos.</p>
<p>Autoridades encabeçadas pelo membro do Comitê Central do Partido Comunista Joel Queipo e o vice-ministro de Saúde Alfredo González foram ao aeroporto internacional José Martí para dar-lhe as boas-vindas aos colaboradores.</p>
<p>Em nome do grupo que chegou procedente da cidade de Brasília, a doutora Darlinis Gómez manifestou orgulho por estar de regresso na maior das Antillas e reiterou a disposição a estar no lugar que a Revolução e a pátria deles precise.</p>
<p>Assim, destacou que representaram seu país com dignidade na missão Mais Médicos, programa criado em 2013 para levar a atenção primária às zonas pobres e intrincadas de Brasil, interrompido pelas ameaças e condicionamentos de Bolsonaro, que adiantou sua intenção de alterar os termos do acordo.</p>
<p>Cerca de 20 mil médicos cubanos cooperaram na iniciativa, através da qual deram assistência a mais de 113 milhões de pessoas, muitas delas nunca antes beneficiadas pela atenção primária de saúde, ao viver em favelas, comunidades indígenas, na Amazônia e outras regiões pobres e afastadas do gigante sul-americano.</p>
<p>Vocês são protagonistas de uma grande obra humana, disse na breve cerimônia de boas-vindas o vice-ministro González.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Saberemos ser capazes de seguir seu exemplo!</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:17:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SEMPRE teve profunda significação para todos os cubanos a data memorável em que morreu, junto a seu jovem ajudante, o mais ilustre de nossos soldados, Antonio Maceo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5299" alt="Dia martires angola" src="/files/2018/12/Dia-martires-angola.jpg" width="300" height="234" />SEMPRE teve profunda significação para todos os cubanos a data memorável em que morreu, junto a seu jovem ajudante, o mais ilustre de nossos soldados, Antonio Maceo.</p>
<p>Ao escolher esta data para dar sepultura aos restos de nossos heróicos combatentes internacionalistas caídos em diversas partes do mundo, fundamentalmente na África, de onde vieram os antepassados de Maceo e uma parte substancial de nosso sangue, o dia 7 de dezembro vai se converter em dia de recordação para todos os cubanos que deram sua vida não só em defesa de sua Pátria, mas também da humanidade. Deste modo, o patriotismo e o internacionalismo, dois dos mais belos valores que tem sido capaz de criar o homem, vão se unir para sempre na história de Cuba.</p>
<p>Há acontecimentos históricos que nada ou ninguém poderá apagar. Há exemplos revolucionários que os melhores homens e mulheres das futuras gerações, dentro e fora de nossa Pátria, não poderão esquecer.</p>
<p>Os comunistas cubanos e os milhões de combatentes revolucionários que integram as fileiras de nosso heróico e combativo povo, saberemos cumprir o papel que nos atribua a história, não só como primeiro Estado socialista no hemisfério ocidental, mas também como defensores inclaudicáveis na primeira linha da nobre causa dos humildes e explorados deste mundo.</p>
<p>Nunca temos aspirado a que nos entreguem a custódia das gloriosas bandeiras e os princípios que o movimento revolucionário soube defender ao longo de sua heróica e bela história, mas se o destino nos atribuísse o papel de ficar um dia entre os últimos defensores do socialismo, em um mundo onde o império ianque conseguisse encarnar os sonhos de Hitler de dominar o mundo, saberíamos defender até a última gota de sangue este baluarte.</p>
<p>Estes homens e mulheres aos que hoje damos honrosa sepultura na cálida terra que os viu nascer, morreram pelos mais sagrados valores de nossa história e de nossa Revolução (&#8230;) Saberemos ser capazes de seguir seu exemplo!</p>
<p>Fonte: Discurso proferido no ato de despedida de dos internacionalistas mortos durante o cumprimento de honrosas missões militares e civis, em El Cacahual, em 7 de dezembro de 1989.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Jovens do PT do Brasil agradecem solidariedade de médicos cubanos</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 18:29:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jovens do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil agradecem hoje aos médicos cubanos por sua solidariedade que contribuiu para o fortalecimento dos princípios básicos de equidade e integralidade da saúde neste país.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5303" alt="Brasil-PT" src="/files/2018/12/Brasil-PT.jpg" width="300" height="279" />Os jovens do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil agradecem hoje aos médicos cubanos por sua solidariedade que contribuiu para o fortalecimento dos princípios básicos de equidade e integralidade da saúde neste país.</p>
<p>Em uma carta, distribuída nas redes sociais, manifestam que Cuba exerce uma significativa influência na formulação de políticas de Estado que garantem direitos básicos e universais.</p>
<p>Os signatários da mensagem repudiam também as ofensas emitidas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro contra os profissionais da Ilha que participaram no programa Mais Médicos do Brasil.</p>
<p>Em meados do mês passado, Cuba determinou cessar sua participação nessa iniciativa diante dos questionamentos e das declarações depreciativas de Bolsonaro, que assume o poder em 1Âº de janeiro.</p>
<p>No texto, os jovens petistas expressaram que as experiências compartilhadas com o povo brasileiro, a assistência humana e a qualidade dos profissionais cubanos devem ser traduzidas em resistência para a construção de uma sociedade mais preocupada pela medicina familiar e comunitária.</p>
<p>A respeito, o secretário nacional de Estudantes do PT, Mario Magno, lamentou a não continuação de cubanos no Mais Médicos e denunciou que discursos pró-fascistas, autoritários e que fortalecem o neoliberalismo acabaram com um importante programa de cooperação.</p>
<p>Tal situação, destacou, não afetará somente o Brasil, mas também o mundo, principalmente, os países que sofrem com essas desigualdades históricas na saúde.</p>
<p>O Ministério de Saúde de Cuba explicou em sua postura que a iniciativa da então presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, na qual participava a Ilha desde 2013, tinha o nobre propósito de assegurar a atenção médica à maior parte da população brasileira, em correspondência com o princípio de cobertura sanitária universal promovida pela Organização Mundial da Saúde.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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