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	<title>Cubadebate (Português) &#187; solidariedade</title>
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		<title>Brigada Henry Reeve também deixa sua marca de amor no Kuwait</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mensagem do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, deu as boas-vindas à brigada médica do contingente de Henry Reeve, que voltou vitoriosa neste domingo, 3 de janeiro, após cumprir sua missão no Kuwait. «Esta brigada trabalhou mais de seis meses em condições realmente intensas para enfrentar a pandemia, com um excelente trabalho do ponto de vista médico, atendendo a várias áreas deste país», disse o presidente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6155" alt="medicos kwuait" src="/files/2021/01/medicos-kwuait.jpg" width="300" height="251" />Uma mensagem do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, deu as boas-vindas à brigada médica do contingente de Henry Reeve, que voltou vitoriosa neste domingo, 3 de janeiro, após cumprir sua missão no Kuwait.</p>
<p>«Esta brigada trabalhou mais de seis meses em condições realmente intensas para enfrentar a pandemia, com um excelente trabalho do ponto de vista médico, atendendo a várias áreas deste país», disse o presidente.</p>
<p>«A vocês, além da alegria pelo regresso à pátria, também os felicitamos pelo novo ano, no 63º aniversário do triunfo da Revolução (…). Bem-vindos ao lar», disse.</p>
<p>A brigada médica cubana chegou ao Kuwait em 5 de junho. Os 125 colaboradores que voltaram ontem trabalharam junto com o pessoal de saúde daquele país em oito hospitais públicos.</p>
<p>Cuidaram de 33.753 pacientes com a Covid-19, realizaram 374.680 procedimentos de enfermagem, trabalharam no pronto-socorro, em tratamentos intensivos, cuidaram de 30 pacientes por dia e no hospital de campanha foram incorporados à coleta de amostras de PCR.</p>
<p>Embora esse grupo de colaboradores já esteja em solo cubano, 60 integrantes do contingente internacionalista continuam servindo no Kuwait, incluindo 28 médicos, 31 enfermeiras e um chefe de brigada.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba salva: no mesmo dia chegam alguns da Serra Leoa e outros partem para o Panamá</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2020/12/24/cuba-salva-no-mesmo-dia-chegam-alguns-da-serra-leoa-e-outros-partem-para-o-panama/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2020 16:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo. «Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante»]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6153" alt="medicos cubanos sierra leona" src="/files/2021/01/medicos-cubanos-sierra-leona.jpg" width="300" height="249" />«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo</p>
<p>«Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante», comentou o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, dando as boas-vindas à brigada do contingente Henry Reeve, que lutou contra a Covid-19 em Serra Leoa.</p>
<p>O grupo de 16 colaboradores trabalhou naquele país desde o dia 5 de julho, em conjunto com o pessoal de saúde do Freetown National Central Hospital. Eles realizaram 1.060 atendimentos médicos (324 para pacientes graves) e 5.721 procedimentos de enfermagem.</p>
<p>Junto com a solidariedade vinda da África, partiu para a América Central outra delegação da irmandade, a 55ª, que recebeu a bandeira de parte do dr. José Angel Portal Miranda, ministro da Saúde de Cuba, e composta por 230 colaboradores para enfrentar a doença na República do Panamá. «Nossos profissionais são treinados para avaliar a vida dos pacientes com especial sensibilidade, sem interferir nas questões políticas internas de nenhum dos países onde prestam seus serviços», disse o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato da Saúde, que acrescentou que cerca de 30 mil trabalhadores do setor trabalham em 66 países e outros 470 mil já mostraram sua vontade de ir onde sejam necessários.</p>
<p>«Juramos colocar em nossa testa a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, transmitiu o agradecimento de seu Governo e de seu povo.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Estaremos sempre onde honramos mais a Pátria</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 16:15:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Vamos nos ver então depois da quarentena». Assim tinha prometido no dia 1º de julho, o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao grupo de valentes da brigada Henry Reeve que retornou à pátria do Principado de Andorra, onde meses atrás foram lutar, sem mais armadura do que sua integridade e profissionalismo, contra uma das pandemias mais graves que nos últimos tempos atingiu o mundo. Nesta segunda-feira a promessa foi cumprida. O Centro Internacional de Saúde La Pradera tornou-se mais uma vez um epicentro de amor, gratidão e respeito.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5894" alt="canel Andorra" src="/files/2020/07/canel-Andorra.jpg" width="300" height="249" />«Vamos nos ver então depois da quarentena». Assim tinha prometido no dia 1º de julho, o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao grupo de valentes da brigada Henry Reeve que retornou à pátria do Principado de Andorra, onde meses atrás foram lutar, sem mais armadura do que sua integridade e profissionalismo, contra uma das pandemias mais graves que nos últimos tempos atingiu o mundo.</p>
<p>Nesta segunda-feira a promessa foi cumprida. O Centro Internacional de Saúde La Pradera tornou-se mais uma vez um epicentro de amor, gratidão e respeito, e abriu suas portas não apenas aos colaboradores que concluíram o rigoroso protocolo de isolamento ali, mas também aos membros das brigadas que estavam na Nicarágua e Antígua e Barbuda, e que haviam retornado a Cuba pouco antes.</p>
<p>O chefe de Estado, perto das 7h30 da manhã, chegou à famosa instituição para iniciar uma semana de intenso trabalho com eles, ouvi-los e mais uma vez recebê-los «agora em casa», sem a tela da televisão no médio.</p>
<p>«Hoje temos o privilégio que milhões de cubanos gostariam de ter, ao estarem com vocês», disse a eles, com a certeza de alguém que sabe o quão extraordinário nosso povo tem sido, em todos os momentos, das inúmeras histórias que vivem diariamente nas mais diversas situações, em vários recantos do planeta para tirar vidas de uma doença que não deu descanso à humanidade nos últimos meses.</p>
<p>Em nome do general-de-exército Raúl Castro Ruz, de nosso Partido, do governo e o povo cubano, assegurou Díaz-Canel, transmito a vocês o reconhecimento, a admiração, o respeito e o carinho que temos pelo magnífico trabalho que vocês realizaram. E como esse esforço seria impossível sem a retaguarda em casa, o presidente estendeu a gratidão de um país inteiro às famílias de nossos profissionais de saúde, que também são um pilar essencial.</p>
<p>«O que vocês realmente fizeram foi meritório, é uma façanha», enfatizou. «Estiveram em cenários muito complexos e, sem dúvida, têm histórias de vida, contribuições, experiências&#8230; o que seria muito interessante se pudessem compartilhar conosco, no momento em que estamos tentando aperfeiçoar o que estamos fazendo no país para conter a Covid-19».</p>
<p>Ele então lhes comentou sobre o trânsito que todo o território nacional já havia começado, nas duas primeiras fases da etapa de recuperação e sobre como Cuba foi se preparando, nestes quatro meses, juntamente com o confronto à doença, também elaborando uma estratégia de melhoria econômica e social para enfrentar a iminente crise mundial.</p>
<p>O presidente também destacou o papel desempenhado nesses dias complexos pelo sistema de saúde cubano; as equipes médicas e de enfermagem; os cientistas e, é claro, a cooperação e o entendimento existentes no povo, os quais nos permitiram passar pela doença com melhores prognósticos do que os previstos. «Este é um sinal de que estamos aprendendo» – destacou – «e que nossos protocolos foram eficazes».</p>
<p>«Vocês todos trazem experiências enriquecedoras» e o presidente cubano pediu que eles falassem sobre as mesmas. «Vocês têm a palavra, expliquem, ensinem-nos o que fizeram e nós vamos ouvi-los, porque este encontro também é para isso».</p>
<p>Na presença do primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz; do primeiro vice-ministro Roberto Morales Ojeda; do ministro das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla; do titular da Saúde Pública, José Angel Portal Miranda, e de outros representantes do Partido e Governo de Cuba, começaram a fluir histórias, através das quais não só é possível admirar a integridade de nossos profissionais, mas também sua capacidade de trabalhar como uma equipe e viver de acordo com sua terra natal, que nunca parou de admirá-los.</p>
<p>Alguns minutos foram suficientes para aprender, por exemplo, sobre o trabalho cuidadoso da dr.ª Edelsy Delgado Díaz, especialista de Primeiro Grau em Medicina Geral e Tratamento Intensivo, que, juntamente com seu trabalho médico em Andorra, assumiu a tarefa de escrever cada uma de suas experiências naqueles dias, porque «no futuro com elas também se poderão melhorar os protocolos de atendimento em nossas unidades de tratamento intensivo».</p>
<p>As anedotas abalam. Através delas, o coração de um país bate e o heroísmo com o qual nossos profissionais atuam se torna certo. Durante o debate frutífero, falou-se em dedicação e empatia; de choques tecnológicos e de protocolos; do excelente trabalho em equipe para evitar perder a percepção de risco a qualquer momento; da preparação dos profissionais que trabalham em unidades de tratamento intensivo; o uso ideal de procedimentos como sedação; da informatização do processo necessário e urgente; e, acima de tudo, o valor do método clínico que a medicina cubana sempre coloca tão alto.</p>
<p>É inevitável ter orgulho ao ouvir o dr. Michael Cabrera Laza, especialista em medicina geral integral e mestre em emergências médicas, quando chegou à Nicarágua e viu com satisfação que vários «meninos» formados na Escola Latino-americana de Medicina (ELAM) estão em a primeira linha de combate à Covid-19. «Cuba está presente lá, e também em nós, tal como Fidel, que nunca deixou de estar presente também», assegurou.</p>
<p>A GRATIDÃO E O ORGULHO DE UM PAÍS</p>
<p>«Nossos profissionais são assim, imensos, pois vão a outros países», apontou o presidente Díaz-Canel durante o encontro, «para oferecer o que quase ninguém oferece no mundo: amor, apoio e solidariedade, baseados em convicções e não de nenhum interesse. Essa também é a fonte do amor que ganharam de cada pessoa salva, de sua família», disse, «que é um reconhecimento a vocês e ao nosso país».</p>
<p>E no meio de tudo isso, o presidente reconheceu a contribuição de nossos colaboradores, sua linhagem de lutas, a maneira pela qual defendemos a Revolução e como tornamos real esse conceito de continuidade, que não é um slogan simples.</p>
<p>Falou-lhes sobre como o governo dos Estados Unidos insistiu em sujar o trabalho das brigadas médicas cubanas, fazendo todo o possível para desprestigiá-las, desacreditá-las, usando os recursos mais perversos, como a pressão sobre os países para que não recebessem brigadas cubanas, e eles tentam questionar a capacidade do nosso pessoal de saúde.</p>
<p>«A resposta de vocês» &#8212; confidenciou-lhes – «rompeu totalmente e esmagou toda aquela maldade, todo aquele mal e toda essa intenção imperial de tentar desacreditar o trabalho da Revolução e a força do nosso sistema de saúde. A maneira pela qual vocês vão apoiar o mundo, para fornecer solidariedade, com um compromisso pessoal e coletivo de patriotismo, é inexplicável para eles, porque não é um sentimento que eles tenham sido capazes de se desenvolver como império», disse-lhes.</p>
<p>«Por todas essas razões» – enfatizou – «recebam a admiração e o respeito que sentimos pelo que fizeram e por tudo o que contribuíram no mundo, também por fortalecer nossas convicções e defender nosso sistema de saúde».</p>
<p>«Mais uma vez sejam bem-vindos em casa, na Pátria, hoje viverão muitos sinais de afeto», garantiu-lhes, «e verão agora, quando chegarem a cada um dos municípios, o que lhes acontecerá&#8230; Tenham forte o coração, que vão se sentir muito abalados», disse-lhes, como um prelúdio da avalanche de amor que certamente vão receber nos bairros.</p>
<p>E com o coração apertado de emoção, cada um dos presentes recebeu, em nome de nosso povo e como símbolo de gratidão, um roupão sanitário da marca País, aquelas quatro letras que sempre nos enchem de orgulho em qualquer recanto do mundo.</p>
<p>No fundo, era escutada a música da dupla Buena Fe, uma peça em ritmo acelerado, que hoje se tornou um hino de amor, de lutas e esperanças&#8230; como num sussurro, alguns colaboradores começaram a cantarolar às vezes e a experiência não deixou espaços para dúvidas, «somos a mesma humanidade, todos enfrentando o mesmo enigma».</p>
<p>Talvez seja por isso que, na calorosa Antígua e Barbuda, o graduado em Enfermagem Aldo Moreira López, especialista em Cuidados Intensivos e mestre em emergências médicas, sempre soube que «eu não estava no lugar errado: estou onde precisava estar, totalmente convencido de que que é o povo cubano o principal protagonista desse feito».</p>
<p>Suas palavras permaneceram como um talismã da vida nos presentes, porque «sempre estaremos onde mais honramos o país», porque acredito que «os filhos sempre devem estar onde a mãe precisa deles».</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Presentes, para servir o ser humano</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 16:52:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Azerbaijão foi desta vez o destino fixado para aqueles que em sua vocação internacionalista, não podem virar a cara diante do sofrimento alheio. Por isso, 115 profissionais da Saúde se acrescentam agora, desse país do Cáucaso, a milhares dos seus irmãos que, disseminados pelo mundo, demonstram que o humanismo e a solidariedade são as vacinas mais efetivas contra o vírus.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Novamente esta IIha voltou a beijar seus filhos na testa, despedir-se deles com orgulho, vê-los empreender o caminho, sem hesitar, para onde a vida reclama a sua presença.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5907" alt="medicos azerbaian" src="/files/2020/07/medicos-azerbaian.jpg" width="300" height="252" />Azerbaijão foi desta vez o destino fixado para aqueles que em sua vocação internacionalista, não podem virar a cara diante do sofrimento alheio. Por isso, 115 profissionais da Saúde se acrescentam agora, desse país do Cáucaso, a milhares dos seus irmãos que, disseminados pelo mundo, demonstram que o humanismo e a solidariedade são as vacinas mais efetivas contra o vírus.</p>
<p>Pela primeira vez, o povo azeri recebe o cálido abraço da colaboração médica cubana. «A Brigada Henry Reeve vai compartilhar a experiência de Cuba contra a pandemia e reforçará a cooperação que exigem estes tempos», assim asseverou em sua conta no Twitter o chanceler cubano Bruno Rodriguez Parrilla.</p>
<p>Hoje se trata da Covid-19, mas antes foram o Ébola e terremotos e furacões, mas também é o dia a dia de oferecer com a Saúde esperanças renovadas, além das fronteiras da Pátria. É por isso que cada vez são mais os gratos que, devido à experiência pessoal ou por convicção, com sua assinatura e sua voz apoiam a proposta da Brigada Henry Reeve para o prêmio Nobel da Paz.</p>
<p>Sem dúvida um desses belos e sentidos pronunciamentos chegou do nosso continente, promovido pelo Movimento Argentino de Solidariedade com Cuba (MasCuba), sob a premissa de que, «apesar do bloqueio genocida, Cuba está salvando vidas».</p>
<p><strong>(Source:Granma)</strong></p>
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		<title>A Pátria os estreita em seu peito</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 22:44:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O aplauso com que cada noite são premiados os médicos cubanos que combatem sem descanso o vírus que hoje ameaça, ressoou em 8 e junho, duas horas antes, justamente quando pisaram na terra cubana os 52 integrantes da brigada médica cubana Henry Reeve, que partiu rumo a Lombardia, em 21 de março passado; um fato que marcaria, pela primeira vez, a presença na Europa desse contingente fundado por Fidel, para que Cuba iluminasse com seus profissionais da Saúde os mais lôbregos recantos do mundo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5875" alt="medicos llegada italia" src="/files/2020/06/medicos-llegada-italia.jpg" width="300" height="247" />O aplauso com que cada noite são premiados os médicos cubanos que combatem sem descanso o vírus que hoje ameaça, ressoou em 8 e junho, duas horas antes, justamente quando pisaram na terra cubana os 52 integrantes da brigada médica cubana Henry Reeve, que partiu rumo a Lombardia, em 21 de março passado; um fato que marcaria, pela primeira vez, a presença na Europa desse contingente fundado por Fidel, para que Cuba iluminasse com seus profissionais da Saúde os mais lôbregos recantos do mundo</p>
<p>Do centro mesmo da pandemia, talvez do local que foi seu epicentro, retornaram nossos heróis, despojados de escudos e fanfarras, sem mais armas do que o conhecimento e a humildade, as que são precisas para se inserir em um cenário gemente, no qual minimizaram a queixa e a morte, e salvaram mais de 200 vidas.</p>
<p>Com uma amalgama de sentimentos, trazendo para seu país experiências inesquecíveis, levavam em suas mãos, cada um deles, as bandeiras de Cuba e da Itália, irmanadas para sempre na história, sem se importar quem pôs a dor e quem pôs a vida; sem gabar-se das mais de 5.500 atenções sanitárias que fizeram, sem mais louros que pôr no lugar que merece o nome da terra longínqua onde nasceram. São os médicos de Cuba! Não estejam espantados!</p>
<p>Com sorrisos nervosos e ocultos, flores vermelhas, saudações necessárias inusuais e próprias das medidas para sufocar a Covid-19, foram recebidos após a chegada mesma, e em um salão é escutado esse hino que cada noite nos faz tremer, aquele que nos mostra beijando o mundo, o que descreve os valentes, que veem na Pátria a humanidade toda.</p>
<p>Veem-se cantar atrás da máscara protetora, brilham mais seus olhos, alguns tiram os óculos. Todos se reconhecem na letra cantada.</p>
<p>A voz do presidente surpreende-os, embora não esteja presente, a fim de não violar os protocolos que rigorosamente foram estabelecidos para dar cabo da doença. Envia uma saudação virtual, dele e dos companheiros que o acompanham nesta guerra a morte contra a epidemia e em prol da vida do país. Põe ênfase na saudação maior, a do general-de-exército Raúl Castro Ruz, e do Partido Comunista de Cuba. Compartilha a alegria de vê-los retornar vivos, e com o dever cumprido.</p>
<p>«Gostaríamos imenso de poder abraçar, um a um, para lhes agradecer sua heróica missão», diz-lhes. E assegura que para isso vai haver tempo, e que poderá escutar suas anedota e as experiências vividas. Fala-lhes sobre o que eles representam: a vitória da vida sobre a morte, da solidariedade sobre o egoísmo, do ideal socialista sobre o mito do mercado. E lembra que eles demonstraram ao mundo uma verdade que os inimigos de Cuba pretenderam silenciar, a da fortaleza da Medicina cubana.</p>
<p>As mensagens, que continuam colmando as emoções encontram, por proposta do doutor Carlos Pérez, chefe da brigada, uma maneira de responder, e eles então cantam o Hino nacional, enquanto Cuba os contempla, orgulhosa.</p>
<p>O abraço longamente esperado, que agora somente é consumado com o coração, precisará esperar uns dias, pois há medidas sanitárias que não se podem deixar de cumprir. Um cordão humano, respeitando a distância aconselhada, recebe-os, na borda da estrada, no itinerário até o local da quarentena. E eles sentem que, nos abraços próximos, a Pátria os estreita em seu peito.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Células-mãe contra sequelas da Covid-19 em Cuba?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 22:47:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudos realizados em diferentes países vieram demonstrar que um número determinado de pacientes recuperados da Covid-19, principalmente aqueles cujo estado de gravidade os levou a permanecer em unidades de tratamento intensivo, apresentam algum tipo de sequela, particularmente lesões pulmonares. Levando em conta os resultados divulgados acerca desse tema por parte de centros de pesquisa de grande prestigio, em nível internacional, Cuba vem prestando atenção especial ao acompanhamento médico e a evolução dos pacientes que tiveram alta.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5877" alt="Cuba institrutop hematologia" src="/files/2020/06/Cuba-institrutop-hematologia.jpg" width="300" height="254" />Estudos realizados em diferentes países vieram demonstrar que um número determinado de pacientes recuperados da Covid-19, principalmente aqueles cujo estado de gravidade os levou a permanecer em unidades de tratamento intensivo, apresentam algum tipo de sequela, particularmente lesões pulmonares.</p>
<p>Levando em conta os resultados divulgados acerca desse tema por parte de centros de pesquisa de grande prestigio, em nível internacional, Cuba vem prestando atenção especial ao acompanhamento médico e a evolução dos pacientes que tiveram alta, com a finalidade de detectar em tempo qualquer dano que tenha ficado nesse órgão vital e evitar a sua progressão para uma insuficiência pulmonar irreversível.</p>
<p>Prova disso é o novo método clínico iniciado recentemente no Instituto Nacional de Hematologia e Imunologia (IHI), do ministério da Saúde Pública (Minsap), sob a condução da doutora Consuelo Macías Abraham, diretora da referida instituição, a qual respondeu ao Granma Internacional as seguintes perguntas:</p>
<p>Em que consiste o teste clínico que é executado no IHI?</p>
<p>«Trata-se de empregar células-mães adultas no paciente convalescente da Covid-19, com lesões pulmonares demonstradas. Temos podido incluir no estudo doentes classificados em sua hospitalização como graves e críticos, os quais apresentaram sintomas respiratórios agudos. Neles conseguiu-se apreciar a permanência de lesões inflamatórias ou fibróticas, sequelas da infecção pelo novo coronavírus, descobertas mediante a Tomografia Axial Computarizada (TAC), de alta resolução».</p>
<p>«O paciente é visitado em seu lar, a fim de explicar-lhe como vai ser a pesquisa. Após obter seu consentimento, é transferido para o IHI, onde é feita uma avaliação integral clínica e de laboratório, que inclui provas funcionais respiratórias».</p>
<p>«Depois, é enviado ao Instituto Nacional de Oncologia e Radiobiologia (INOR), para realizar a TAC, a fim de verificar se existe alguma lesão».</p>
<p>«Após ser avaliado o caso de maneira integral, por uma equipe multidisciplinar, conformada por imunologistas, pneumologistas e especialistas em imagens, é determinada a aplicação do tratamento com células-mães».</p>
<p>Que tipo de células-mães são empregadas?</p>
<p>«Quando o paciente é incluído no estudo, começa o tratamento mediante a injeção do Fator Estimulador de Colônias Granulocíticas, IOR Leukocim, produto fabricado pelo Centro de Imunologia Molecular, para conseguir a mobilização das células-mães da medula óssea para o sangue periférico».</p>
<p>«Este produto tem segurança e eficácia demonstradas em seu emprego, com esse mesmo fim, para o transplante hematopoiético. Posteriormente, é extraído o sangue do paciente e são separadas e concentradas as células mononucleares».</p>
<p>«Dentro desse conglomerado celular se encontra a célula-mãe hematopoiética e outras não hematopoiéticas, também procedentes do estroma medular, que incluem as chamadas mesenquimais e outras muito pequenas denominadas VSELS, que tem propriedades reguladoras da imunidade e favorecem o desaparecimento das lesões e da reconstituição do tecido pulmonar».</p>
<p>«As células são infundidas mediante o canal endovenoso. Avaliamos o paciente passado um mês e depois, de novo, seis meses depois, para conhecer a eficácia clìnica desta terapia celular».</p>
<p>Quais resultados esperam obter com o tratamento?</p>
<p>«O propósito é eliminar ou diminuir as lesões inflamatórias intersticiais ou fibróticas pulmonares posteriores à infecção e prevenir o avanço da doença, melhorando a qualidade de vida. Com este tratamento serão beneficiados todos os pacientes cubanos graves e críticos, que tenham lesões pulmonares demonstradas. Já temos tratado pacientes em Havana e se começaram a procurar em outras províncias».</p>
<p>Qual seria o significado dessa contribuição para a Saúde Pública do país?</p>
<p>«Sem dúvida, vai representar um novo avanço da ciência cubana, ao permitir estender este tratamento a outras doenças pulmonares crônicas, como a Doença Obstrutiva Crônica, a Fibrose Idiopática e outras».</p>
<p>«Ainda, seriam abertos novos horizontes na aplicação da terapia celular em Cuba».</p>
<p>Poderia nos explicar o que significa o termo Medicina Regenerativa e quando começou seu desenvolvimento em nosso país?</p>
<p>«A Medicina Regenerativa é uma disciplina biológica, que substitui ou gera novamente tecidos ou órgãos, com a finalidade de restaurar ou restabelecer uma função normal. É desenvolvida mediante a terapia celular, fatores solúveis bioativos, o transplante de genes e a engenharia de tecidos».</p>
<p>«Seu desenvolvimento começou no ano de 2004, ao ser constituído um grupo de trabalho liderado pelo doutor em Ciências Porfirio Hernandez Ramirez, no Instituto de Hematologia e Imunologia. Posteriormente, estendeu-se a vários hospitais do país e especialidades para o tratamento de diversas doenças crônicas não transmissíveis, a fim de melhorar a qualidade de vida daqueles pacientes com escassas opções terapêuticas».</p>
<p>Foi utilizada no mundo a terapia celular contra a infecção causada pelo vírus SARS-COV-2?</p>
<p>«Na China, durante a epidemia, vários pacientes foram tratados com células obtidas do cordão umbilical e foi divulgada a evidência científica da melhoria de um paciente grave, que foi tratado com células mães mesenquimais».</p>
<p>«Outros países divulgaram seu uso ainda não publicado cientificamente. Esta abordagem terapêutica é baseada no crescente número de testes clínicos baseados no emprego de células mesenquimais em doenças pulmonares».</p>
<p>«Até dezembro de 2019, quase 60% dos testes clínicos em doenças pulmonares foram realizados com células mães mesenquimais, obtidas da medula óssea; e 40% restante com células mães perinatais, segundo dados estatísticos internacionais».</p>
<p>«Devo destacar que no caso de Cuba, o teste marca o inicio do atendimento do paciente recuperado no sistema nacional de Saúde, incluindo o nível primário, com um estudo integral de primeiro nível e a possibilidade de realizar interconsultas com outras especialidades».</p>
<p>«Igualmente, a infraestrutura e a organização do Minsap tornam possíveis pesquisas aplicadas de inovação tecnológica, como a que fazemos através do emprego das células mães adultas.»</p>
<p><strong>(Source:Granma)</strong></p>
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		<title>Ministério de Relações Exteriores de Cuba repudia campanha de descrédito e mentira  contra a cooperação  médica</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2020 14:35:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério de Relações Exteriores apresentou ontem (26) uma Nota Diplomática de protesto ao Governo dos Estados Unidos em resposta  às recentes declarações particularmente ofensivas do Departamento de Estado que comprova  uma continuada e exacerbada campanha de descrédito e mentira  contra a cooperação  médica internacional que Cuba fornece. A campanha de descrédito do Governo dos Estados Unidos é imoral em qualquer circunstância. É particularmente ofensiva para Cuba e o resto do mundo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5839" alt="portesta minrex medicos" src="/files/2020/03/portesta-minrex-medicos2.jpg" width="300" height="248" />O Ministério de Relações Exteriores apresentou ontem (26) <strong>uma Nota Diplomática de protesto ao Governo dos Estados Unidos em resposta  às recentes declarações particularmente ofensivas do Departamento de Estado que comprova  uma continuada e exacerbada campanha de descrédito e mentira  contra a cooperação  médica internacional que Cuba fornece.</strong></p>
<div><i>A campanha de descrédito do Governo dos Estados Unidos é imoral em qualquer circunstância. É particularmente ofensiva para Cuba e o resto do mundo, em momentos  de uma pandemia que nos ameaça a todos, e quando todos deveríamos estar nos esforçando  por promover a solidariedade e a ajuda a quem  precisa.</i></div>
<div></div>
<div>Desde as Nações Unidas, e com uma só voz, a comunidade internacional,  exige unidade e cooperação.  Exige o fim das guerras e conflitos.  Exige também o cessamento  e a suspensão dos injustos bloqueios e as  medidas coercitivas unilaterais.  Que se afaste  a mesquinharia e a hostilidade.</div>
<div>A Saúde é um direito humano. Isso é o que entende e faz Cuba.</div>
<div><strong>Como diria o Comandante em Chefe, Fidel Castro;  “Cuba não realizou nunca ataques preventivos ou sorrateiros contra nenhum longínquo  rincão do mundo, ao contrário,  nosso país  era capaz &#8211; e  segue sendo &#8211; de enviar os médicos que se precisa aos mais longínquos  rincões do mundo. Médicos e não Bombas.</strong></div>
<div></div>
<div><strong>(Source: Granma)</strong></div>
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		<title>Porto seguro em meio às adversidades</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2020 00:16:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Devido à sua dimensão humanitária e altruísta, poderia parecer uma cena de filme. A tripulação do navio de cruzeiro MS Braemar, da linha britânica Fred Olsen, passou vários dias nas águas do Caribe com viajantes afetados pelo novo coronavírus. Apesar dos esforços diplomáticos do governo do Reino Unido, a embarcação tinha sido impedida de entrar em vários portos da região. Mas nada de ficção continha a situação urgente dos passageiros, que colocavam em risco a vida.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5830" alt="Crucero" src="/files/2020/03/Crucero.jpg" width="300" height="260" />Devido à sua dimensão humanitária e altruísta, poderia parecer uma cena de filme. A tripulação do navio de cruzeiro MS Braemar, da linha britânica Fred Olsen, passou vários dias nas águas do Caribe com viajantes afetados pelo novo coronavírus.</p>
<p>Apesar dos esforços diplomáticos do governo do Reino Unido, a embarcação tinha sido impedida de entrar em vários portos da região. Mas nada de ficção continha a situação urgente dos passageiros, que colocavam em risco a vida dos doentes e em um momento complexo para o resto das pessoas, precisamente no meio do mar.</p>
<p><strong>Cuba disse que sim e ofereceu um porto seguro em meio às adversidades, com modéstia, sem pedir manchetes na grande mídia, ou absolutamente nada em troca. Talvez essa decisão tenha gerado a incompreensão de alguns, os mesmos de sempre, que não percebem o valor de uma mão amiga no meio da catástrofe.</strong></p>
<p>Mas, para a maioria dos cubanos, isso nos enche de orgulho nacional, com essa emoção compreensível apenas por mulheres e homens de boa vontade de diferentes latitudes. Porque em «tempos de coronavírus» as palavras «ajudar, cooperar, trabalhar juntos» devem estar em moda no planeta. Como a civilização humana deve entender, de uma vez por todas, que apenas unida, superará desafios comuns e será capaz de superar a tragédia.</p>
<p>A Ilha maior das Antilhas, fiel aos seus princípios, não poderia agir de outra maneira, nem é a primeira vez que realiza uma ação semelhante. A solidariedade está nos genes do povo cubano, faz parte de nossa idiossincrasia e teceu páginas memoráveis ​​que são repetidas.</p>
<p><strong>Talvez por essas razões, na época de Covid-19, os olhos do mundo olhem esperançosamente para Cuba, e nosso povo, que em meio a dificuldades e um bloqueio feroz, não hesitou em responder.</strong></p>
<p>Pedidos de apoio foram feitos em várias partes do mundo. Uma delegação técnica especializada cubana chegou em 15 de março à Venezuela para apoiar a estratégia de contenção do Covid-19, enquanto o medicamento nacional Interferon Alfa 2B foi solicitado por mais de dez países. Enquanto isso, outros estão enviando milhares de militares para a Europa atualmente para realizar as maiores manobras desde a Guerra Fria e realizam uma campanha insultuosa contra a colaboração cubana no planeta. A resposta de Cuba? Um exército de batas brancas a serviço dos despossuídos: mais de 400 mil colaboradores de saúde que, em 56 anos, completaram missões em 164 nações.</p>
<p>Mulheres e homens desta terra do Caribe enfrentaram o Ebola na África, a cegueira na América Latina e no Caribe com a Operação Milagre e a cólera no Haiti. Vinte e seis brigadas cubanas do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Desastres e Grandes Epidemias, Henry Reeve — Prêmio de Saúde Pública em Memória do dr. Lee Jong-wook, concedido pelo Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde — ajudou em tempos difíceis o Paquistão, Indonésia, México, Equador, Peru, Chile e Venezuela, entre outros estados.</p>
<p>Portanto, esses eventos não têm nada a ver com o cinema, mas mostram solidariedade à cubana, que entende a saúde como um direito humano, apoia o que pode e compartilha o que tem com aqueles que mais precisam em tempos difíceis. Martí já disse: «Cuba não está pedindo no mundo: é irmã e trabalha com a autoridade de tal. Ao salvar, salva». Assim foi e assim será.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba salva, enquanto outros negam a esperança a seu povo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 22:53:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem, 20 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital cubana, chegou vindo de terras bolivianas um avião com mais de 200 médicos e outros profissionais de saúde da Ilha maior das Antilhas e foi recebido por Bruno Rodríguez Parrilla, membro do Bureau Político do Partido e ministro das Relações Exteriores; José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, e o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde, além de outros líderes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5633" alt="medicos cubanos bolivia" src="/files/2019/11/medicos-cubanos-bolivia.jpg" width="300" height="207" />COM a satisfação de salvar vidas e de ter contribuído para o bem-estar de milhares de famílias em Bolivia e o Ecuador, retornaram nos dois últimos dias a Cuba os colaboradores da saúde da Ilha nesses países sul-americanos.</p>
<p>Ontem, 20 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital cubana, chegou vindo de terras bolivianas um avião com mais de 200 médicos e outros profissionais de saúde da Ilha maior das Antilhas e foi recebido por Bruno Rodríguez Parrilla, membro do Bureau Político do Partido e ministro das Relações Exteriores; José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, e o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Saúde, além de outros líderes.</p>
<p>Alfredo González Lorenzo, vice-ministro da Saúde Pública, ratificou o orgulho do povo e do governo cubanos pelo trabalho e pela atitude desses profissionais, inclusive nas circunstâncias de hostilidade contra eles após o golpe contra o presidente Evo Morales, enquanto a doutora Maidalis Bravo Rodríguez se referiu ao profissionalismo e compromisso com o qual trabalharam até seu retorno, tudo com a única satisfação de retornar a esperança aos mais humildes.</p>
<p>VOLTAR COM A FRENTE EM ALTO</p>
<p>De Quito, Equador, 183 profissionais de saúde retornaram à Ilha na noite de terça-feira, 19, completando o retorno dos membros da missão, após a decisão do Governo da nação andina de encerrar os acordos bilaterais nesta esfera.</p>
<p>Em uma escala no aeroporto internacional Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, os médicos foram recebidos por Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, principais autoridades do Partido e do Governo na província, respectivamente.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Os povos sempre podem contar com a vocação humanista e solidária de Cuba</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 00:22:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro grupo de médicos cubanos que retornam à pátria, vindos do Equador, depois que a decisão do governo da nação sul-americana encerrou a colaboração bilateral nesse campo, iniciada em 1992, chegou terça-feira, 19 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5637" alt="medicos llegan" src="/files/2019/11/medicos-llegan.jpg" width="300" height="257" />O primeiro grupo de médicos cubanos que retornam à pátria, vindos do Equador, depois que a decisão do governo da nação sul-americana encerrou a colaboração bilateral nesse campo, iniciada em 1992, chegou terça-feira, 19 de novembro, ao aeroporto internacional José Martí, da capital.</p>
<p>No terminal aéreo, foram recebidos por José Ángel Portal Miranda, ministro da Saúde Pública, juntamente com Anayansi Rodríguez, vice-ministra das Relações Exteriores, entre outros líderes.</p>
<p>Portal Miranda enfatizou que eles partiram para terras distantes, separados de suas famílias, carregando apenas seus conhecimentos e princípios e levando um pedaço de seu país em seus corações.</p>
<p>O dr. Jesús Tamayo Pedroso, em nome de todos os seus colegas, se referiu ao amor e profissionalismo com que cumpriram suas funções naquele país, bem como às mudanças que a saúde do povo equatoriano experimentou graças à medicina cubana.</p>
<p>A graduada em Oftalmologia Marisleydis Fabián Montero disse que é uma população muito grata e que entre suas principais patologias apresenta condições oftalmológicas que, em grande parte, eles contribuíram para solucionar no hospital dedicado a isso, devolvendo a muitos algo tão precioso quanto a visão.</p>
<p>Anteriormente, esse grupo fez uma escala técnica no aeroporto internacional Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, onde vieram recebê-los os membros do Comitê Central do Partido, Lázaro Expósito Canto, Beatriz Johnson Urrutia e Angulo Pardo Rule; primeiro secretário do Partido na província, presidenta do Governo no território e vice-ministro de Saúde Pública da Ilha, respectivamente.</p>
<p>Na noite de terça-feira, 19, chegou o último grupo de colaboradores cubanos do Equador. O ministro da Saúde, juntamente com Marta Oramas, primeira vice-ministra dos Transportes, e Ana Teresita González, vice-ministra do Minrex, entre outras autoridades, participaram da recepção.</p>
<p>CUBA E EQUADOR ASSINAM ATO DE ENCERRAMENTO DOS ACORDOS DE COOPERAÇÃO</p>
<p>Cuba e Equador assinaram uma Ata que encerra seis acordos específicos de cooperação científica e assistência técnica, existentes entre os Ministérios da Saúde de ambos os países desde 2009.</p>
<p>Conforme declarado no documento assinado, as autoridades equatorianas alegaram razões econômicas para rescindir e não renovar esses acordos.</p>
<p>De acordo com este documento, ambas as partes reconheceram os resultados alcançados em conformidade com as convenções acima mencionadas nas áreas de epidemiologia, transplante, fisiologia e reabilitação, imagem e radiologia, oftalmologia e angiologia.</p>
<p>Cuba transferiu o interesse de que as autoridades sanitárias equatorianas garantissem o acompanhamento necessário aos pacientes atendidos pela Missão Médica Cubana. Além disso, observou que, como resultado da cooperação no Equador, desde 1992, foram realizadas 6.800.000 consultas médicas e 183.000 operações oftalmológicas, o que teve um impacto positivo na população equatoriana.</p>
<p>MISSÃO MÉDICA CUBANA NO EQUADOR</p>
<p>- 3.565 profissionais da Saúde cubanos prestaram serviços desde o começo até a data</p>
<p>- 212.360 cirurgias realizadas</p>
<p>- 3.548 partos assistidos</p>
<p>- 100.084 doses de vacinas aplicadas</p>
<p>- 825.576 pessoas com deficiências atendidas durante a Missão Solidária Manuela Espejo</p>
<p><strong>Fonte: Ministério da Saúde Pública</strong></p>
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