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	<title>Cubadebate (Português) &#187; SINA</title>
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		<title>Um mártir da “informação verdadeira”</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 00:49:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iroel Sanchez]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[El País]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Prisa]]></category>
		<category><![CDATA[SINA]]></category>

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		<description><![CDATA[O diário espanhol El País, do Grupo Prisa, publicou editorial com o título “Ordem para calar”  – e tentou transformar seu ex-correpondente em Cuba, Mauricio Vicent, em um mártir da liberdade de expressão. O editorial acusa o governo cubano – que decidiu não renovar a credencial de Vicent como correspondente do El País na Ilha – de pretender privar de “uma informação verdadeira e comprovada” os que têm interesse pela realidade da nação caribenha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2207" src="/files/2011/09/el-pais-diario-portada-1.png" alt="" width="300" height="250" />O diário espanhol El País, do Grupo Prisa, publicou editorial com o título “Ordem para calar” (1) – e tentou transformar seu ex-correpondente em Cuba, Mauricio Vicent, em um mártir da liberdade de expressão.</p>
<p>O editorial acusa o governo cubano – que decidiu não renovar a credencial de Vicent como correspondente do El País na Ilha – de pretender privar de “uma informação verdadeira e comprovada” os que têm interesse pela realidade da nação caribenha.</p>
<p>Contudo, não existiu mentira, calúnia ou campanha midiática contra Cuba que Mauricio Vicent não tenha colocado sua assinatura. De fato, um de seus principais destaques deste ano foi o lançamento infundado da notícia “morre dissidente após ser golpeado pela polícia”, mentira desmascarada por médicos, testemunhas e familiares da suposta vítima (2). Após quatro meses de seu artigo “verdadeiro” ainda estava sem escrever uma palavra.</p>
<p>Mas, além dos temas estritamente políticos, vale um par de pérolas para apreciar a informação “verdadeira e comprovada” do senhor Vicent sobre Cuba.</p>
<p>Em 11 de junho passado, contando sobre a visita à Ilha do vice-presidente chinês, Mauricio Vicent escreveu: “há planos para realizar a remodelação e ampliação da capacidade da refinaria de Matanzas” (3). Surpreendente! Permanecendo por mais de 20 anos na Ilha, não foi possível ao correspondente do El País interar-se de que em toda a província cubana de Matanzas jamais existiu uma refinaria.</p>
<p>Em agosto de 2010, a propósito de uma de suas obsessões – a morbidade com a saúde de Fidel –, Vicent deu a seus leitores uma obviedade que revela seu profundo desconhecimento de nosso país e a carência do mais elementar sentido comum: “o sangramento foi tão severo que precisou ser traslado a Havana em uma aeronave” (4) (desde Holguín), como se a maneira utilizada fosse diferente – em pleno século XXI e tratando-se de um chefe de estado – para percorrer cerca de 1.000km que separam as duas cidades.</p>
<p>E assim poderíamos seguir até o infinito com as façanhas jornalísticas do mártir do Prisa, o grupo midiático que dispensará 2.500 trabalhadores e que conta com a exclusão de figuras como o ensaísta Ignácio Ramonet, o escritor Alfonso Satre, o crítico literário Ignácio Echeverría e, mais recentemente, o jornalista Carlos Carnicero.</p>
<p>Juan Cruz, da editora Alfaguara– também de propriedade do Prisa – alguém que assina como sendo responsável pela proibição de publicar escritores residentes em Cuba e habitual responsável pelas campanhas contra a Ilha, escreveu em seu blog sobre o trabalho de Vicent: “Sua informação foi vital para entendermos a evolução social em Cuba”.</p>
<p>E talvez sem saber, Cruz nos deu a chave para compreender por que há algum tempo o mesmo cometeu o absurdo de confundir Elpidio Valdés (5) – um dos personagens mais populares do imaginário cubano – com um vampiro. Parece que de tanto ler os despachos de seu admirado colega foi capaz de ter tantos efeitos divertidos como esse.</p>
<p>Assim, graças a uma nota sem assinatura, o artigo de Juan Cruz, o combativo editorial do Prisa e o protesto dessa filial da CIA que são os Repórteres sem Fronteira, Mauricio Vicent ascendeu a mártir do jornalismo, como entendem as transnacionais da informação. Na mídia, explodiu as escandalosas revelações do Wikileaks (6) sobre Yoani Sánchez, o monstro de Frankenstein que Vicent ajudou a construir e que há algum tempo vinha afastando, cada vez mais, de suas escassas coberturas. Nós perguntamos se todo este escândalo não é precisamente para ocultar o que o El País – titular dos cabos do Departamento de Estado desde o final de 2010 – já sabia há algum tempo.</p>
<p>Dizem que ninguém sabe para quem trabalha, mas pelo menos Mauricio teve o privilégio de descobrir, após ter cumprido disciplinadamente a “Ordem para calar” sobre esse e muitos outros assuntos.</p>
<p>1- “Orden de callar”: http://www.elpais.com/articulo/opinion/Orden/callar/elpepiopi/20110906elpepiopi_1/Tes</p>
<p>2- http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/05/12/testigos-y-familiares-de-soto-garcia-desmienten-campana-mediatica/</p>
<p>3- http://www.elpais.com/articulo/internacional/Cuba/China/consolidan/alianza/estrategica/elpepuint/20110609elpepiint_5/Tes</p>
<p>4- http://www.elpais.com/articulo/internacional/Fidel/Castro/da/alta/elpepuint/20100807elpepuint_9/Tes</p>
<p>5- Elpidio Valdés: personagem criado em 1970, por Padrón, ver em http://www.lajiribilla.cu/2008/n389_10/pueblomocho.html</p>
<p>6- http://www.cablegatesearch.net/cable.php?id=09HAVANA527&amp;q=obama%20yoani</p>
<p>* Tradução de Sandra Luiz Alves. (Tomado del blog de Altamiro Borges)</p>
<p><strong>Artículo original en <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://lapupilainsomne.wordpress.com/2011/09/09/um-martir-da-“informacao-verdadeira”/" >La pupila insomne</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Máximo diplomata dos EE.UU. em Cuba monitorou redes da internet</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2011/08/27/maximo-diplomata-dos-eeuu-em-cuba-monitorou-redes-da-internet/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 18:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Gross]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[EEUU]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Farrar]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[SINA]]></category>
		<category><![CDATA[WikiLeaks]]></category>

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		<description><![CDATA[O chefe da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba, Jonathan Farrar, monitorou a internet para possíveis ações subversivas, de acordo com um cabo publicado por Wikileaks e reproduzido hoje por sites cubanos. A averiguação de Farrar junto a sua esposa ocorreu em agosto de 2008, quando escreveu um memorando dirigido ao Departamento de Estado qualificado de sensível, sem que reportasse obstáculos das autoridades da nação caribenha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2127" alt="" src="/files/2011/08/20110604073504-wikileaks-logo.jpg" width="300" height="250" />O chefe da Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba, Jonathan Farrar, monitorou a internet para possíveis ações subversivas, de acordo com um cabo publicado por Wikileaks e reproduzido hoje por sites cubanos.</p>
<p>A averiguação de Farrar junto a sua esposa ocorreu em agosto de 2008, quando escreveu um memorando dirigido ao Departamento de Estado qualificado de sensível, sem que reportasse obstáculos das autoridades da nação caribenha.</p>
<p>O diplomata recomendou à Casa Branca que facilitasse programas para violar regras estabelecidas pelos provedores locais da rede de redes, denunciou o site <a href="http://www.cubasi.cu/"  target="_blank" rel="nofollow">www.cubasi.cu</a> que reproduziu neste sábado a página <a href="http://www.cubadebate.cu/"  target="_blank" rel="nofollow">www.cubadebate.cu</a>.</p>
<p>&#8220;A SINA (a Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba) acolhe com entusiasmo todas as contribuições que venham de Washington, onde continua um trabalho para desenvolver programas que evitem os filtros de internet&#8221;, escreveu em suas considerações finais.</p>
<p>Ademais anunciou que buscará melhorar as condições locais de internet e analisará sua possível utilização em operações dos sites e em nossa faixa de ação, acrescentou.</p>
<p>O texto intitulado &#8220;Navegar pela Rede em Havana&#8221; descreveu as visitas a vários pontos de acesso à rede, incluídos vários hotéis, para comprovar se os sites de algumas das organizações beneficiadas por Estados Unidos estavam acessíveis.</p>
<p>Farrar reportou a impossibilidade de aceder aos sites de antigas e presentes organizações que recebem dinheiro governamental de Estados Unidos para o Programa Cuba, com o objetivo de mudar o sistema político da nação caribenha.</p>
<p>Entre os sites bloqueados mencionou o Diretório Democrático Cubano, o Centro Cubano para uma Cuba Livre ou o Grupo de Apoio à Dissidência, todos filiados a projetos subversivos contra Havana. Reconheceu que podia se entrar a sites de Organizações não Governamentais que se relacionam com os direitos humanos internacionais tais como o Observatório de Direitos Humanos e Anistia Internacional.</p>
<p>&#8220;Inclusive, pode ser descarregado todo o relatório HRW 2007 se você é paciente e espera vinte minutos&#8221;, precisou no relatório.</p>
<p>Também pode ser navegado sem restrição alguma no site da SINA, no Departamento de Estado, na Organização das Nações Unidas (ONU) e inclusive ler meios como The Washington Post e o The New York Times.</p>
<p>O artigo de CubaSi recordou que em março passado os tribunais cubanos condenaram ao cidadão estadunidense Alan Gross a 15 anos de prisão pelo delito de atos contra a independência ou a integridade territorial do Estado.</p>
<p>A condenação produziu-se depois de ser comprovado que Gross participou diretamente em um projeto subversivo dos Estados Unidos para tratar de destruir a Revolução com o emprego de sistemas de infocomunicações que fosse do controle das autoridades.</p>
<p>(<a href="http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=318528&amp;Itemid=1"  target="_blank" rel="nofollow"><strong>Prensa Latina</strong></a>)</p>
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