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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Rosita Fornés</title>
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		<title>Rosita imperecedoura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 23:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5886" alt="rosita_fornes-" src="/files/2020/06/rosita_fornes-.jpg" width="300" height="254" />Rosita Fornés nasceu em Nova York, em 11 de fevereiro de 1923 e morreu em Miami, à 4h07 da quarta-feira, 10 de junho. Começou na arte pela primeira vez em 12 de abril de 1938, cantando na Suprema Corte da Arte. A partir desse momento viveu uma série de sucessos artísticos e primeira magnitude, nos quais mostrou seu talento como cantora, atriz dramática e comediante. Trabalhou no teatro, na rádio, no cinema e na televisão. Quase nenhum gênero deixou de incitar sua paixão criadora: a zarzuela, a opereta, a revista de variedades, comedia musical, o mambo, o boleto, o tango e a balada-pop.</p>
<p>Estreou como atriz cinematográfica no longa-metragem Uma aventura peligrosa (1939), dirigida por Ramón Peón. E em 1940 chegou ao palco teatral, com a zarzuela El asombro de Damasco. Viveu vários anos no México, onde colheu inúmeros sucesso e retornou a Cuba em 1952, trabalhando na televisão e em shows.</p>
<p>Foi fundadora do teatro Lírico Nacional e durante décadas nunca deixou de trabalhar, até a despedida oficial dos palcos, em 1998, com a encenação de Cecilia Valdés.</p>
<p>No cinema, trabalhou em filmes como Se permuta (1983), Plácido (1986), Papeles secundários (1989), Quiéreme y verás (1994), Las noches de Constantinopla (2001), Al atardecer (2001) e Mejilla con mejilla (2011)</p>
<p>No teatro atuou na peça Confesiones en el barrio chino, escrita especialmente para ela por Nicolás Dorr e em outras peças como Vivir en Santa Fe e Nenúfares en el techo del mundo.</p>
<p>Rosita foi condecorada com a Ordem Felix Varela, que concede o Conselho de Estado de Cuba, em 1995 e mereceu os Prêmios Nacionais de Teatro (2001), Televisão (2003) e Música (2005). Era membro de Honra do Conselho Nacional da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac).</p>
<p>Triunfou no México e nos Estados Unidos, mas também recebeu aplausos em Espanha e vários países da América Latina, o Caribe e a Europa, mas indiscutivelmente ela era a Rosa de Cuba. E sem discussão, o público natural, o mais fervente, o mais apaixonado, o de maior fidelidade, o que desfrutou cada uma das suas atuações e que a encheu de gloria foi o de seus compatriotas.</p>
<p><strong>(Source:Granma)</strong></p>
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