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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Revolução</title>
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		<title>Eterna clarinada</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 14:20:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em meio de uma situação de falta de esperança total para a grande maioria dos cubanos, quando parecia «que o Apóstolo viria a morrer no ano do seu centenário», um grupo de jovens, boa parte dos quais apenas ultrapassava os 20 anos de idade, tiveram a ousadia de assaltar a segunda fortaleza militar do país. O ataque aos quarteis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, marcaram um antes e um depois na história de uma Cuba até então sumida em calamidades de todo o tipo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5930" alt="niños julio 20" src="/files/2020/07/niños-julio-201.jpg" width="300" height="248" />Em meio de uma situação de falta de esperança total para a grande maioria dos cubanos, quando parecia «que o Apóstolo viria a morrer no ano do seu centenário», um grupo de jovens, boa parte dos quais apenas ultrapassava os 20 anos de idade, tiveram a ousadia de assaltar a segunda fortaleza militar do país.</p>
<p>O ataque aos quarteis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, marcaram um antes e um depois na história de uma Cuba até então sumida em calamidades de todo o tipo, cujos governantes de turno pretendiam convertê-la em um gigantesco cassino e bordel.</p>
<p>Prestes a contornar situações impossíveis, sem mais recursos que o amor à Pátria e a dor profunda pelo destino incerto da terra que os viu nascer, aqueles rapazes de alma limpa e ética martiana, empunharam as armas para acabar, de vez com toda aquela sucessão de regimes entreguistas, corruptos e criminosos.</p>
<p>Tamanho «atrevimento» perante um exército apoiado, equipado e assessorado pelas administrações estadunidenses, provocou a morte de dezenas dos atacantes, uns mortos no combate e outros, a maioria, assassinados pelos esbirros sedentos de sangue, após as ações ocorridas na «manha da Santa Ana».</p>
<p>Contudo, nem então nem agora jamais se falou de um fracasso. O revés tático ficou em um segundo plano perante a colossal conotação de um sucesso que abalou a sociedade cubana e significou um acordar da consciência nacional, na luta contra a ditadura batistiana e pela definitiva independência da Pátria.</p>
<p>Foi ali, entre os muros do quartel Moncada e o fragor do combate, quando se afiançou a liderança de Fidel Castro Ruz, como estrategista, forjador da unidade e guia indiscutível de uma nova organização revolucionária, afastada das intrigas eleitoreiras, as saídas reformistas e o quietismo imperantes na vida política do país.</p>
<p>A partir de então, nada seria igual. Nem os anos no cárcere nem os dias azarentos do Granma, nem as adversidades nos fronts de guerra, nem os perigos latentes da luta clandestina fizeram diminuir a perseverança e o espírito indomável daqueles patriotas, que culminou com o triunfo de 1º de Janeiro de 1959.</p>
<p>A eterna clarinada do Moncada é escutada hoje com especial nitidez, para chamar ao combate cotidiano, em todos os âmbitos da vida econômica e social, em prol de uma Cuba melhor, unida e monolítica, capaz de enfrentar vitoriosa qualquer tentativa de lhe tirarem a liberdade conquistada durante anos de cruenta luta e rebeldia sem par.</p>
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		<title>Hoje, a pátria e o legado</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:43:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Diretrizes (...) marcam o caminho para a atualização de nosso modelo econômico, condição essencial para manter as conquistas sociais da Revolução, sob os princípios da racionalidade, do realismo e da eficiência no uso dos recursos, e ao mesmo tempo satisfazer gradualmente a necessidades da população (...).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5384" alt="Cuba patria" src="/files/2018/12/Cuba-patria.jpg" width="300" height="250" />As Diretrizes (&#8230;) marcam o caminho para a atualização de nosso modelo econômico, condição essencial para manter as conquistas sociais da Revolução, sob os princípios da racionalidade, do realismo e da eficiência no uso dos recursos, e ao mesmo tempo satisfazer gradualmente a necessidades da população (&#8230;).</p>
<p>Os inimigos da Revolução — tanto de fora como de dentro — sob a égide de críticas a uma suposta lentidão ou pouca audácia das medidas adotadas, escondem suas verdadeiras intenções de restaurar o regime de opróbrio existente em Cuba até 1959.</p>
<p>Continuaremos reforçando as instituições do país, pensando e planejando detalhadamente cada nova decisão, e exigindo que a prática do controle e monitoramento de cada tarefa seja efetiva e verdadeira. A questão não é resolver um problema à custa de criar outro, mas encontrar soluções definitivas para não recuar mais tarde.</p>
<p>Não ignoramos as limitações materiais que muitas vezes nos impedem de avançar no ritmo que gostaríamos (&#8230;), dificuldades multiplicadas pelo bloqueio.</p>
<p>Mas não permitiremos que essas reais limitações sejam usadas como pretexto por aqueles que continuam agindo por inércia, sem iniciativa ou espírito de luta diante das dificuldades. Aqueles que constantemente usam como justificativa o que falta, em vez de aproveitar ao máximo os recursos disponíveis. É necessário declarar a guerra sem quartel aos desperdícios, à indolência e às atitudes negligentes ou burocráticas (&#8230;).</p>
<p>Temos o dever, em primeiro lugar, os militantes do Partido e da União dos Jovens Comunistas, de fortalecer ainda mais o vínculo com os trabalhadores e a população; buscar os melhores métodos que nos permitam ouvir diariamente e, sobretudo, levar em conta suas críticas, opiniões e sugestões para cumprir o acordado; pregar com o exemplo e enfrentar os erros e as atitudes incorretas com coragem e no caminho certo a cada circunstância, para explicar com argumentos convincentes a política da Revolução e as razões de cada medida. A isso devemos dedicar todos os nossos esforços e energias (&#8230;).</p>
<p>Não estamos sozinhos nesta batalha decisiva para preservar nosso direito à independência e uma vida digna. Contamos com a solidariedade de muitas mulheres e homens de vergonha em todos os confins do planeta. A verdade e a justiça, mais cedo ou mais tarde, acabam se impondo.</p>
<p>Hoje podemos afirmar que não foi em vão o sacrifício dos mártires de 26 de julho e dos que caíram, cedo ou tarde, em defesa da justiça e da liberdade.</p>
<p>Como aqueles que na manhã de Santa Ana não deixaram o Apóstolo morrer no centenário de seu nascimento, as gerações atuais e futuras de revolucionários manterão para sempre o glorioso legado dos Pais Fundadores da Nação.</p>
<p>Fragmentos do discurso proferido no evento nacional pelos 59 anos do assalto ao quartel Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, na cidade de Guantánamo, em 26 de julho de 2012.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>O povo cubano tem sido o verdadeiro protagonista de sua Revolução</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:39:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nem mesmo o mais sonhador daqueles que acompanharam Fidel em um evento como este, em 1º de janeiro de 1959, poderia imaginar que hoje estaríamos aqui.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5382" alt="pueblo Cuba" src="/files/2018/12/pueblo-Cuba.jpg" width="300" height="248" />Nem mesmo o mais sonhador daqueles que acompanharam Fidel em um evento como este, em 1º de janeiro de 1959, poderia imaginar que hoje estaríamos aqui.</p>
<p>Nada fácil tem sido este longo e perigoso caminho. Isso foi possível, em primeiro lugar, graças à imensa capacidade de resistência e luta de várias gerações do nobre e heróico povo cubano, verdadeiro protagonista desta, sua Revolução, que é o triunfo do mesmo ideal dos mambises que em 1868, com Carlos Manuel de Céspedes à frente, começaram a guerra pela independência do jugo espanhol; de Antonio Maceo e Máximo Gómez, com quem José Martí em 1895 retomou o feito libertário, trunco pela intervenção norte-americana em 1898, o que impediu a entrada a Santiago de Cuba do Exército de Libertação.</p>
<p>Esse foi o desejo que motivou a Geração do Centenário, sob o comando de Fidel, a atacar o quartel Moncada, nesta cidade, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo; para superar o fracasso e suportar os rigores da prisão, chegou na expedição do iate Granma, suportou o revés de Alegria de Pio e seguiu para a Serra Maestra para iniciar a luta de guerrilha do exército rebelde nascente, cujo Comandante-em-chefe, exemplo de coragem pessoal no combate, tenacidade e fé inabalável na vitória, juntamente com sua vocação unitária e liderança inquestionável, soube forjar a unidade de todas as forças revolucionárias e levá-las à vitória.</p>
<p>(&#8230;) Neste próprio lugar, em janeiro de 1959, em meio à alegria popular que se espalhou pelo país todo, Fidel advertia com premoniço, e cito suas palavras: «A Revolução começa agora, a Revolução não será uma tarefa fácil, a Revolução será uma empresa difícil, cheia de perigos».</p>
<p>Muito cedo, foram organizados muitos planos de desestabilização , começando com o refúgio oferecido nos Estados Unidos a criminosos e torturadores do regime de Batista. (&#8230;)</p>
<p>Foram 55 anos de luta constante contra os desígnios de onze administrações norte-americanas, que com mais ou menos hostilidade, não cederam a fim de mudar o sistema econômico e social fruto da Revolução, apagar seu exemplo e restaurar o domínio imperial sobre nossa pátria</p>
<p>A Revolução Cubana pôs fim a vários mitos, entre eles, que não era possível construir o socialismo em uma pequena Ilha a 90 milhas dos Estados Unidos (&#8230;)</p>
<p>Há muito trabalho a ser feito (&#8230;) A nova geração de líderes que gradual e ordenada estão assumindo maiores responsabilidades na gestão da nação nunca vai esquecer que esta é a Revolução Socialista dos humildes, pelos humildes e para os humildes (&#8230;).</p>
<p><strong>(Trechos do discurso na cerimônia comemorativa do 55º aniversário do triunfo da Revolução, no Parque Carlos Manuel de Céspedes, Santiago de Cuba, 1º de janeiro de 2014)</strong></p>
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		<title>Movimentos de solidariedade junto com a Revolução Cubana</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:31:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CUBA recebeu em 2018 o apoio de amigos e organizações de solidariedade do mundo todo, em sua luta para eliminar o bloqueio econômico, comercial e financeiro criminoso imposto pelos Estados Unidos há quase 60 anos e em outras causas realizadas na arena internacional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5378" alt="mov solidaridad" src="/files/2018/12/mov-solidaridad.jpg" width="300" height="251" />CUBA recebeu em 2018 o apoio de amigos e organizações de solidariedade do mundo todo, em sua luta para eliminar o bloqueio econômico, comercial e financeiro criminoso imposto pelos Estados Unidos há quase 60 anos e em outras causas realizadas na arena internacional.</p>
<p>Neste ano, por 27 vezes consecutivas outra vitória foi alcançada na Assembleia Geral das Nações Unidas, com a condena da política unilateral dos Estados Unidos votada por 189 países a favor, dois contra e nenhuma abstenção.</p>
<p>Nesse triunfo é também a contribuição dos grupos de solidariedade que mostram um grande otimismo e força, ganham espaços graças às suas ações rebeldes e informativas, desenvolvem seu trabalho em meio à crise estrutural do capitalismo e às políticas reacionárias e neoliberais.</p>
<p>Esta luta é combinada com a maneira rápida e eficaz para desmistificar as informações da grande mídia internacional, que procura maximizar só as dificuldades cubanas e minimizar o projeto social de desenvolvimento, apesar da política genocida de bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos e as novas medidas tomadas pela administração de Donald Trump.</p>
<p>Muitos movimentos de solidariedade apoiaram as moções parlamentares em seus países contra o bloqueio econômico estadunidense a Cuba e pediram numerosas manifestações em frente às embaixadas e consulados dos EUA em território europeu e estadunidense.</p>
<p>Essas ações são parte de um programa projetado em reuniões nacionais ou continentais de solidariedade com o a Ilha maior das Antilhas, onde participa a maioria das associações de amizade, embora haja muitos amigos e simpatizantes da Revolução Cubana que não se integram às organizações, mas que demonstram com vários gestos de solidariedade seus sentimentos em relação à Ilha caribenha.</p>
<p>É válido salientar o dia de solidariedade que a cada ano tem lugar em Washington, em setembro, organizado pelo Comitê Internacional da Paz, Justiça e Dignidade dos Povos, o Instituto de Estudos Políticos (IPS) com sede em Washington DC, e da Rede Nacional de Solidariedade com Cuba (NNOC), composta por cerca de 40 organizações, incluindo a Fundação Interreligiosa (IFCO) Pastores pela Paz.</p>
<p>O objetivo principal reside na sensibilização de senadores e congressistas norte-americanos sobre os danos causados ​​pela política agressiva de bloqueio ao povo cubano, mediante a entrega de bibliografia, audiovisuais e materiais dobráveis. Nesta quarta vez, concentrou-se na questão da educação, principalmente a alfabetização.</p>
<p>As atividades incluíram a exibição dos documentários: “Luta Sim! A luta pela educação pública em Porto Rico” e “Mestra”, realizaram palestras com estudantes e professores universitários, encontros com instituições educacionais e religiosas, que também contou com a presença do presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez, aproveitando sua estadia em Nova York para o período ordinário da Assembleia Geral das Nações Unidas neste ano.</p>
<p>Muitos coletivos de solidariedade com o povo cubano em todo o mundo realizaram, também, no dia 17 de cada mês, manifestações e protestos em frente às embaixadas e consulados dos EUA no mundo, para exigir a devolução do território da ilegal Base Naval estadunidense localizada na província cubana de Guantánamo, bem como manifestar o apoio a outras causas justas, como as lutas dos povos saaraui e palestino pela independência e respaldo à Revolução Bolivariana da Venezuela.</p>
<p>Foi escolhido o dia 17 de cada mês para lembrar a batalha pela libertação dos Cinco heróis que cumpriram sentenças injustas em cárceres norte-americanos para lutar contra o terrorismo anticubano na cidade norte-americana de Miami. Foi precisamente em 17 de dezembro de 2014, quando os últimos três antiterroristas cubanos (Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero) foram liberados, graças à luta do povo cubano e ao grande movimento de solidariedade global com esta causa.</p>
<p>Entre as brigadas internacionais que visitam Cuba, a de maior alcance é a Primeiro de Maio, que todos os anos participa das mobilizações de massas em Cuba para comemorar o Dia Internacional dos Trabalhadores, composta de pessoas dos cinco continentes, que participam dos eventos de solidariedade convocados pela Central dos Trabalhadores de Cuba.<br />
A toda essa ação somam-se jovens formados em universidades cubanas e dos grupos de cubanos residentes em outros países. Eles comemoram as datas cubanas e procuram razões para realizar trocas com os nativos de cada país para expor as conquistas da Revolução.</p>
<p>Os amigos da nação antilhana no planeta promovem diferentes atividades, como palestras, concertos, projeções audiovisuais, eventos teóricos, exposições fotográficas, mobilizações e outros eventos.</p>
<p>Enquanto as associações de amizade e solidariedade estabelecem ligações com parlamentares, sindicalistas, estudantes, religiosos e membros dos partidos políticos, para se juntar as forças pela justiça social, contra o neoliberalismo, em defesa de Cuba, da Venezuela e dos países que optaram por outro modelo de sociedade longe do capitalismo.</p>
<p>Esses sentimentos de solidariedade também nascem em países onde as brigadas médicas cubanas operam ou algum tipo de cooperação é fornecida por profissionais da Ilha caribenha.</p>
<p>A este respeito, um exemplo eloquente esteve no processo de retirada dos médicos cubanos do programa Mais Médicos do Brasil, pelas calúnias do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro contra os médicos cubanos e os planos de seu futuro governo de desrespeitar os acordos assinados com a Organização Pan-Americana da Saúde nessa área.</p>
<p>A esse respeito, o povo brasileiro mostrou rejeição das ações de Bolsonaro e expressou sua gratidão ao pessoal de saúde da Ilha.</p>
<p>O principal desafio que os movimentos de solidariedade com Cuba no mundo devem alcançar será aumentar a coesão e a unidade de suas forças para tornarem-se mais visível. Estes amigos da Revolução Cubana com grande coragem enfrentam o imperialismo norte-americano e seus aliados locais em cada país.</p>
<p>NO CONTEXTO</p>
<p>Linhas estratégicas no trabalho</p>
<p>• Aumentar o trabalho nas redes sociais da Internet para promover um trabalho mais contestatário<br />
• Manter ações em torno dos dias 17 de cada mês contra o bloqueio em conjunto. Incluindo ações dentro das redes sociais da Internet. Nesse dia, todos compartilham notícias sobre a afetação do bloqueio a Cuba ou enviam um logótipo alegórico ao tema<br />
• Promover a participação nas brigadas internacionais de trabalho voluntário em Cuba, como fonte de novos acréscimos aos movimentos de solidariedade<br />
• Manter ativos os Comitês contra o bloqueio e formar outros nas grandes cidades, onde ainda não existem<br />
• Manter uma voz unânime contra a eliminação da base naval estadunidense em Guantánamo.</p>
<p>Brigadas solidárias convocadas neste ano<br />
1. Sul-americana<br />
2. Primeiro de Maio<br />
3. José Martí (composta por amigos europeus durante as férias de verão)<br />
4. Antonio Maceo<br />
5. Venceremos<br />
6. Centro-americana e caribenha<br />
7. Juan Ríus Rivera de Porto Rico<br />
8. Brigada de estudantes estrangeiros em Cuba<br />
9. Pastores pela Paz<br />
10. Nórdica (Brigada de Inverno de países europeus)<br />
11. Cruz do Sul da Austrália e Nova Zelândia<br />
12. 60º aniversário da Revolução.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Presidência de Cuba convoca a celebrar o triunfo da Revolução</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 16:35:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Presidência cubana convocou hoje a celebrar em 1 de janeiro o triunfo da Revolução em seu aniversário 60 e destacou o ato central pela efeméride previsto no cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5375" alt="curso escolar niños" src="/files/2018/12/curso-escolar-niños.jpg" width="300" height="237" />A Presidência cubana convocou hoje a celebrar em 1 de janeiro o triunfo da Revolução em seu aniversário 60 e destacou o ato central pela efeméride previsto no cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba.</p>
<p>&#8216;Celebraremos o aniversário 60 do triunfo da Revolução cubana em frente a Fidel, a Martí, a Céspédes e Mariana Grajales&#8217;, publicou na conta do Twitter @PresidenciaCuba.</p>
<p>Em sua mensagem na rede social, a Presidência divulgou declarações realizadas ontem pelo primeiro secretário do Partido Comunista na oriental província de Santiago de Cuba, Lázaro Expósito, com detalhes do festejo.</p>
<p>Expósito assinalou no programa radiotelevisivo &#8216;En Línea contigo&#8217; que ao ato irão cerca de mil santiagueiros, enquanto outros dois mil poderão assisti-lo em um telão que será colocado no teatro Heredia.</p>
<p>Além disso, destacou o simbolismo que representa celebrar o triunfo da Revolução no cemitério patrimonial que acolhe os restos mortais do líder histórico da Revolução, Fidel Castro, do apóstolo da independência e herói nacional, José Martí, a mãe da pátria, Mariana Grajales, e outros próceres.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Um povo tornado grande por si só</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 18:28:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excertos do discurso proferido pelo histórico líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, no ato central pelo 40º aniversário do triunfo da Revolução, realizado no Parque Céspedes, Santiago de Cuba, no dia 1º de janeiro de 1999]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5367" alt="Cuba pueblo" src="/files/2018/12/Cuba-pueblo.jpg" width="300" height="228" />Excertos do discurso proferido pelo histórico líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, no ato central pelo 40º aniversário do triunfo da Revolução, realizado no Parque Céspedes, Santiago de Cuba, no dia 1º de janeiro de 1999</p>
<p>Honra e glória eterna, infinito respeito e afeto por aqueles que então caíram para tornar possível a independência definitiva da Pátria; para todos aqueles que escreveram esse poema épico em montanhas, campos e cidades, guerrilheiros ou combatentes clandestinos, que após o triunfo morreram em outras missões gloriosas, ou lealmente entregaram sua juventude e suas energias à causa da justiça, soberania e redenção de seu povo, daqueles que já morreram e dos que ainda vivem (&#8230;).</p>
<p>Ainda hoje, para as novas gerações, a Revolução está apenas começando (&#8230;).</p>
<p>As pessoas de ontem, analfabetas e semi-letradas, com uma cultura política quase nula e verdadeira, conseguiram fazer a Revolução, defender a pátria, alcançar uma consciência política extraordinária e iniciar um processo revolucionário sem paralelo neste hemisfério ou no mundo. Eu digo isso não por causa de um espírito ridículo chauvinista, ou com a absurda pretensão de acreditar que somos melhores que os outros; Eu digo isso porque a Revolução que nasceu aquele dia 1º de janeiro, o acaso ou o destino quiseram que fosse submetida ao teste mais difícil que passou qualquer processo revolucionário no mundo (&#8230;).</p>
<p>Nosso povo não é melhor que os outros; sua imensa grandeza histórica deriva do fato singular de ter sido submetido a esse teste e de ter sido capaz de resistir a ele. Não é um grande povo em si, mas um povo tornado grande por si mesmo, e sua capacidade de fazê-lo nasce da grandeza das ideias e da justiça das causas que defende. Não há outras iguais; Nunca houve. Hoje não se trata de defender uma causa nacional com egoísmo; uma causa exclusivamente nacional no mundo de hoje, não pode por si só ser uma grande causa; nosso mundo, como consequência do seu próprio desenvolvimento e evolução histórica, globaliza-se rapidamente, de forma irrepreensível e irreversível. Sem deixar de lado as identidades nacionais e culturais, e mesmo os legítimos interesses dos povos de cada país, nenhuma causa é mais importante que as causas globais, isto é, a causa da própria humanidade (&#8230;).</p>
<p>O povo (&#8230;) avança sem poder ser parado em direção aos seus objetivos, assim como os combatentes de Camilo Cienfuegos e Che Guevara da Serra Maestra ao Escambray. Como Julio Antonio Mella disse, todo tempo futuro tem que ser melhor. Vamos provar isso nos objetivos que estabelecemos para nós mesmos (&#8230;). Vamos nos consolidar e aprofundar, trabalhamos, lutamos, lutamos com o espírito com que nossos heróicos compatriotas em Uvero o fizeram, nos dias gloriosos da ofensiva do grande inimigo, nas batalhas e nos acontecimentos de que nos recordamos hoje. Já deixamos para trás o revés da Alegría de Pío, passamos por Cinco Palmas, já acumulamos força, já somos capazes de vencer como 300 venceram 10 mil, somos muito mais fortes, já estamos confiantes de vitória (&#8230;).</p>
<p>A batalha de hoje é dura e difícil. Na guerra ideológica, tal como nas batalhas, também há baixas. Tempos difíceis e condições difíceis não têm o temperamento necessário para resistir a eles.</p>
<p>Lembrava hoje que no meio da guerra, sob o bombardeio e sofrendo todo tipo de privação, dos jovens voluntários que entraram na escola, um em cada dez suportava aquilo; mas aquele valia por dez, por cem, por mil. Aprofundar na consciência, formar caráter, educar na dura escola da vida de nossos dias, plantar ideias sólidas, usar argumentos que sejam irrefutáveis, dar o exemplo e confiar na honra do homem, pode conseguir isso, que de dez, nove permaneçam em suas posições de combate, junto à bandeira, junto à Revolução e ao lado da Pátria.</p>
<p>(Fragmentos do discurso no ato central pelo 40º aniversário do triunfo da Revolução, realizado no Parque Céspedes, Santiago de Cuba, em 1º de janeiro de 1999.)</p>
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		<title>Nós aprendemos que você é eterno</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 13:37:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como expressão de que a entrega da pequena urna de cedro com a inscrição Fidel, que o general-de-exército Raúl Castro Ruz depositou no coração da rocha-monumento constituiu a entrada do invicto Comandante-em-chefe na eternidade, mais de 350.000 moradores de Santiago vieram dois anos depois para reafirmar sua presença.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5278" alt="Fidel Sierra Maestra" src="/files/2018/12/Fidel-Sierra-Maestra.jpg" width="300" height="246" />Como expressão de que a entrega da pequena urna de cedro com a inscrição Fidel, que o general-de-exército Raúl Castro Ruz depositou no coração da rocha-monumento constituiu a entrada do invicto Comandante-em-chefe na eternidade, mais de 350.000 moradores de Santiago vieram dois anos depois para reafirmar sua presença.</p>
<p>Assim, a primeira homenagem foi recebida do povo de Cuba, quando em nome dos agradecidos uma oferenda floral adiantado aos raios do sol, foi depositada diante do monólito pelos membros do Comitê Central do Partido e das principais autoridades políticas e do governo na província, respectivamente, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia.</p>
<p>Também em cumplicidade com a madrugada, como foi antes das muralhas do Moncada, em La Plata, Uvero, e muitos outros combates liderados pelo Líder Histórico da Revolução, santiagueros dos mais diversos setores lotaram as áreas da Praça major-general Antonio Maceo, de onde partiu para a Avenida Patria, a peregrinação ao cemitério de Santa Ifigênia.</p>
<p>Os 2,7 quilômetros da mesma rota seguida em seu funeral aquela manhã inesquecível, foram cobertos por enormes bandeiras cubanas e de 26 de Julho, e outros símbolos do amado amor compartilhado.</p>
<p>No final da marcha, a homenagem espontânea continuou a partir de Santiago de Cuba, províncias vizinhas e outras nações, para marcar um recorde de presença em um dia, e já ultrapassar as visitas de um milhão e meio de pessoas, em apenas dois anos, o que corrobora que o Comandante-em-chefe vive nos corações dos cubanos e de outras latitudes.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Comemorados em Santiago de Cuba 62 anos do desembarque do Granma</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 13:00:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante a homenagem oferecida pelas Forças Armadas Revolucionárias e o povo de Santiago diante da cripta coberta pela bandeira cubana, no cemitério de Santa Ifigenia, foram colocadas coroas de flores em nome dos Conselhos de Estado e de Ministros e do povo de Cuba]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5270" alt="Desembarco granma aniversario" src="/files/2018/12/Desembarco-granma-aniversario.jpg" width="300" height="228" />Durante a homenagem oferecida pelas Forças Armadas Revolucionárias e o povo de Santiago diante da cripta coberta pela bandeira cubana, no cemitério de Santa Ifigenia, foram colocadas coroas de flores em nome dos Conselhos de Estado e de Ministros e do povo de Cuba</p>
<p>Grinaldas do primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba (PCC), general-de-exército Raúl Castro Ruz, e do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros Miguel Díaz-Canel Bermúdez, foram depositadas no mausoléu do Herói Nacional cubano José Martí, para comemorar, em 2 de dezembro, o 62º aniversário do desembarque do Granma.</p>
<p>Durante a homenagem oferecida pelas Forças Armadas Revolucionárias e o povo de Santiago diante da cripta coberta pela bandeira cubana, no cemitério de Santa Ifigenia, foram colocadas coroas de flores em nome dos Conselhos de Estado e de Ministros e do povo de Cuba.</p>
<p>Em seguida, rosas brancas foram colocadas junto dos túmulos de Carlos Manuel de Céspedes e Mariana Grajales Cuello, Pai e Mãe da Pátria, respectivamente, e em homenagem ao líder histórico da Revolução Cubana, que liderou aquele desembarque, Fidel Castro Ruz.</p>
<p>Uma cerimônia militar que também celebrou o Dia das Forças Armadas Revolucionárias começou com a mudança da guarda de honra neste local sagrado da Pátria, cerimônia solene assumida desta vez por alunos da Academia Naval Granma, Ordem Antonio Maceo, de Havana e estudantes da Escola Militar Camilo Cienfuegos de Villa Clara, selecionados como estímulo para seus resultados integrais.</p>
<p>Ainda, participaram do tributo os membros do Comitê Central do PCC Lazaro Exposito Canto, primeiro secretário do Partido nessa província; Beatriz Johnson Urrutia, vice-presidenta do Conselho de Estado e presidenta da Assembleia Provincial do Poder Popular no território, e general-de-brigada Ricardo Rígel Tejeda, chefe da Região Militar.</p>
<p>Participaram também militares de alta patente das FAR, líderes partidários, organizações de massa e estudantis, membros da Associação de Combatentes da Revolução Cubana e moradores de Santiago.<br />
<strong><br />
(Extraído da Radio Rebelde)</strong></p>
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		<title>AS DUAS VENEZUELA</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 14:00:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ontem falei sobre a Venezuela aliada do império onde Posada Carriles e Orlando Bosch organizaram a brutal explosão de um avião de Cubana em pleno vôo, que provocou a morte e o desaparecimento de todos seus passageiros, incluindo a equipe juvenil de esgrima que conquistou todas as medalhas de ouro no Campeonato Centro-americano e do Caribe que foi realizado naquele país, os quais, hoje durante a celebração dos Jogos Pan-americanos na cidade de Guadalajara são lembrados com tristeza.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem falei sobre a Venezuela aliada do império onde Posada Carriles e Orlando Bosch organizaram a brutal explosão de um avião de <em>Cubana</em> em pleno vôo, que provocou a morte e o desaparecimento de todos seus passageiros, incluindo a equipe juvenil de esgrima que conquistou todas as medalhas de ouro no Campeonato Centro-americano e do Caribe que foi realizado naquele país, os quais, hoje durante a celebração dos Jogos Pan-americanos na cidade de Guadalajara são lembrados com tristeza.</p>
<p>Não era a Venezuela de Rómulo Gallegos e de Andrés Eloy Blanco, senão a do trânsfuga, traidor e peçonhoso Rômulo Betancourt, invejoso da Revolução Cubana, aliado do imperialismo, que tanto cooperou com as agressões contra a nossa Pátria. Depois de Miami, aquela propriedade petroleira dos Estados Unidos foi o principal centro da contra-revolução contra Cuba; perante a história cabe a ele uma parte importante da aventura imperialista em Girón, o bloqueio econômico e os crimes contra o nosso povo. Assim iniciou-se a era tenebrosa, que findou no dia em que Hugo Chávez jurou o cargo sobre a “moribunda constituição” que tinha em suas mãos trêmulas o ex-presidente Rafael Caldera.</p>
<p>Tinham passado 40 anos desde o triunfo da Revolução Cubana e mais de um século de saqueio ianque do petróleo, das riquezas naturais e do suor dos venezuelanos.</p>
<p>Muitos deles morreram na ignorância e na miséria imposta pelas canhoneiras dos Estados Unidos e da Europa!</p>
<p>Felizmente existe a outra Venezuela, a Venezuela de Bolívar e Miranda, a de Sucre e uma legião de chefes e pensadores brilhantes que foram capazes de conceber a grande pátria latino-americana da qual nos sentimos parte e pela qual temos resistido mais de meio século de agressões e de bloqueios.</p>
<p>“&#8230;impedir a tempo, com a independência de Cuba, que os Estados Unidos se estendam pelas Antilhas e cáiam, com essa força mais, sobre as nossas terras de América. Quanto fiz até hoje, e farei, é para isso”, expressou o Apóstolo de nossa independência, José Martí na véspera de sua morte em combate.</p>
<p>Nestes dias encontra-se entre nós Hugo Chávez, como quem visita um pedaço da grande pátria latino-americana e caribenha, concebida por Simon Bolívar; ele compreende melhor do que ninguém o princípio martiano de que “&#8230; aquilo que ele não deixou feito, hoje está por fazer: porque Bolívar ainda tem coisas a  fazer na América.”</p>
<p>Ontem e hoje conversei longamente com ele. Expliquei-lhe o afã com que dedico as energias que ainda tenho aos sonhos de um mundo melhor e mais justo.</p>
<p>Não é difícil compartilhar sonhos com o líder bolivariano quando o império mostra já os sintomas inequívocos de uma doença terminal.</p>
<p>Salvar a humanidade de um desastre irreversível é algo que hoje pode depender simplesmente da estupidez de qualquer presidente medíocre daqueles que nas décadas mais recentes dirigiram esse império e incluso de algum dos cada vez mais poderosos chefes do complexo militar industrial que rege os destinos desse país.</p>
<p>Nações amigas de crescente peso na economia mundial por seus avanços econômicos e tecnológicos e por sua condição de membros permanentes do Conselho de Segurança como a República Popular da China e a Federação Russa, junto dos povos do chamado Terceiro Mundo, em Ásia, África e na América Latina, poderiam alcançar esse objetivo.  Os povos das nações desenvolvidas e ricas, cada vez mais saqueados por suas próprias oligarquias financeiras, começam a desempenhar o seu papel nessa batalha pela sobrevivência humana.</p>
<p>Entretanto, o povo bolivariano da Venezuela organiza-se e une-se para enfrentar e derrotar a nauseabunda oligarquia a serviço do império que pretende assumir novamente o governo desse país.</p>
<p>A Venezuela, devido a seu extraordinário desenvolvimento educacional, cultural, social, e seus imensos recursos energéticos e naturais, deverá ser um modelo revolucionário para o mundo.</p>
<p>Chávez, que surgiu das fileiras do Exército Venezuelano, é metódico e incansável. Eu o tenho observado durante 17 anos desde a sua primeira visita a Cuba. Trata-se de uma pessoa extremamente humanitária e respeitosa da Lei; nunca tomou vingança contra alguém. Os setores mais humildes e esquecidos de seu país lhe agradecem profundamente que pela primeira vez na história haja uma resposta a seus sonhos de justiça social.</p>
<p>Eu lhe disse: “Hugo vejo com clareza que a Revolução Bolivariana em um tempo muito breve pode criar empregos, não apenas para os venezuelanos senão também para seus irmãos colombianos, um povo trabalhador, que junto a vocês lutou pela independência de América, 40% do qual vive na pobreza e uma parte importante na extrema pobreza.”</p>
<p>Sobre estes e outros muitos temas tive a honra de conversar com o nosso ilustre visitante, símbolo da outra Venezuela.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/firma-111018-las-dos-venezuela-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>18 de outubro de 2011</strong></p>
<p><strong> 22h15</strong></p>
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		<title>A vontade de aço (Segunda parte &#8211; final)</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:52:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando em 1976 aconteceram os mais graves atos de terrorismo contra Cuba e, de maneira especial, a destruição em pleno vôo da aeronave cubana que decolou de Barbados levando 73 pessoas a bordo - dentre eles, pilotos, comissárias de bordo e pessoal auxiliar que prestava seus nobres serviços nessa linha, toda a equipe juvenil que tinha conseguido todas as medalhas de ouro que eram disputadas no Campeonato Centro-americano e do Caribe de Esgrima; os passageiros cubanos e de outros países que viajavam confiados naquele avião -, os fatos provocaram tal indignação, que na Praça da Revolução reuniu-se por ocasião das honras fúnebres, a mais extraordinária e multitudinária concentração que eu jamais tinha visto e da qual existe testemunho gráfico.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando em 1976 aconteceram os mais graves atos de terrorismo contra Cuba e, de maneira especial, a destruição em pleno vôo da aeronave cubana que decolou de Barbados levando 73 pessoas a bordo &#8211; dentre eles, pilotos, comissárias de bordo e pessoal auxiliar que prestava seus nobres serviços nessa linha, toda a equipe juvenil que tinha conseguido todas as medalhas de ouro que eram disputadas no Campeonato Centro-americano e do Caribe de Esgrima; os passageiros cubanos e de outros países que viajavam confiados naquele avião -, os fatos provocaram tal indignação, que na Praça da Revolução reuniu-se por ocasião das honras fúnebres, a mais extraordinária e multitudinária concentração que eu jamais tinha visto e da qual existe testemunho gráfico. As cenas de dor foram e ainda são inesquecíveis. Talvez nenhum dirigente dos Estados Unidos, e muitos no mundo não tiveram a possibilidades de vê-las. Seria ilustrativo que essas cenas fossem divulgadas pela mídia para perceber bem as motivações de nossos heróicos combatentes antiterroristas.</p>
<p>Bush pai era já um importante oficial dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, quando estes receberam a missão de organizar a contra-revolução  em Cuba. A CIA criou na Flórida sua maior base de operações no hemisfério ocidental. Ela responsabilizou-se por todas as ações subversivas realizadas em Cuba, incluindo as tentativas de assassinato contra os líderes da Revolução e também pelos planos e cálculos que, de terem sido bem sucedidos houvessem significado um enorme número de baixas por ambas as partes devido a decisão de nosso povo, demonstrada em Girón, de lutar até a última gota de sangue. Bush nunca percebeu que a vitória de Cuba salvou muitas vidas tanto cubanas quanto norte-americanas.</p>
<p>O crime monstruoso de Barbados aconteceu quando já ele era chefe da CIA, quase com tanta autoridade como o Presidente Ford.</p>
<p>No mês de junho desse próprio ano convocou em Bonao, na República Dominicana, uma reunião para criar a Coordenação de Organizações Revolucionárias Unidas sob a supervisão pessoal de Vernon Walters, naquela altura Diretor adjunto da CIA. Observe-se bem: “Organizações Revolucionárias Unidas”.</p>
<p>Orlando Bosch e Posada Carriles, agentes ativos dessa instituição foram nomeados como líderes dessa organização. Iniciou-se assim uma nova etapa de atos terroristas contra Cuba. No dia 6 de outubro de 1976, Orlando Bosch e Posada Carriles dirigem pessoalmente a sabotagem no intuito de fazer explodir durante o vôo o avião de <em>Cubana</em>.</p>
<p>As autoridades prenderam os envolvidos, os quais foram levados para a Venezuela.</p>
<p>O escândalo foi tão grande que o governo desse país, então aliado dos Estados Unidos e cúmplice de seus crimes dentro e fora da Venezuela viu-se obrigado a colocá-los a disposição dos tribunais venezuelanos.</p>
<p>No mês de julho de 1979 triunfou a Revolução Sandinista. A sangrenta guerra suja promovida pelos Estados Unidos estourou nesse país. Reagan era já Presidente dos Estados Unidos.</p>
<p>Quando Gerald Ford substituiu Nixon, o escândalo provocado pelas tentativas para assassinar líderes estrangeiros era tão grande que proibiu a participação de funcionários norte-americanos nessas ações. O Congresso negou os fundos para a guerra suja na Nicarágua. Fazia falta Posada Carriles. A CIA, através da chamada Fundação Nacional Cubano Americana, subornou com abundantes somas de dinheiro os carcereiros correspondentes e o terrorista saiu da prisão como um visitante qualquer. Deslocado urgentemente para Ilopango, em El Salvador, não apenas dirigiu os fornecimentos de armas que provocaram milhares de mortes e mutilações aos patriotas nicaragüenses, senão que também, com a cooperação da CIA, adquiriu drogas na América Central, introduziu-as nos Estados Unidos e comprou armas norte-americanas para os contra-revolucionários nicaragüenses.</p>
<p>Por razões de espaço, omito numerosos dados sobre a brutal história.</p>
<p>É impossível compreender por que o ilustre Prêmio Nobel que preside o Governo dos Estados Unidos,  compraze-se em reiterar a estúpida idéia de que Cuba é um país terrorista, mantém nos cárceres isolados e em condições inumanas os quatro antiterroristas cubanos, punição que hoje não é aplicada a nenhum cidadão de outro país adversário dos Estados Unidos, ainda menos se nenhuma força militar norte-americana admite ter corrido algum risco por eles  e proíbe René retornar à sua Pátria e ao seio da sua família.</p>
<p>No próprio domingo 9 de outubro, dia em que René transmitiu a sua corajosa mensagem encaminhada ao povo de Cuba, gravou e filmou outra fraterna “Mensagem a Fidel e Raúl”. Por indicação de Ricardo Alarcón, Presidente da Assembléia Nacional, não foram publicadas nenhuma destas mensagens até que o Oficial de Provatória da Corte Federal da Flórida, lhe comunicasse formalmente as condições que lhe eram impostas durante os três anos de “liberdade supervisionada”.</p>
<p>Cumprido já esse requisito me compraz informar o nosso povo o conteúdo do texto dessa mensagem que tanto honra a nossos heróis e exprime o seu comportamento exemplar e a vontade de aço:</p>
<p><strong>Querido Comandante:</strong></p>
<p>Antes de mais, um abraço, o meu agradecimento, o sentimento de apreço não só por</p>
<p>todo o apoio que você tem-nos demonstrado, pela forma como você tem mobilizado não apenas o povo todo e a solidariedade internacional em favor do nosso caso, senão, em primeiro lugar, por ter-nos servido de inspiração, por ter sido o exemplo que seguimos ao longo destes 13 anos  e por ter sido para nós uma bandeira que sempre seguiríamos.</p>
<p>Para nós esta missão não é mais do que a continuidade de tudo o que vocês fizeram, daquilo que a sua geração fez pelo povo cubano e pela humanidade.</p>
<p>Para mim é um prazer enorme enviar-lhe esta mensagem, enviar-lhe o abraço temporário, que vai por essa via, porque sei que nos abraçaremos finalmente; apesar das inúmeras tentativas de nossos adversários por impedi-lo, sei que nos daremos  esse abraço. Sei que os Cinco retornaremos porque você o prometeu e porque tem mobilizado a energia, o melhor da humanidade, a vontade de todos para que isso aconteça.</p>
<p>Para nós é uma grande honra servir à causa que você inspirou no povo de Cuba, ser seus seguidores, seguidores do caminho que você e Raúl abriram, e nunca deixaremos de ser merecedores dessa confiança que vocês depositaram em nós.</p>
<p>Aos dois, a você, Fidel, a Raúl, que agora nos guia nesta nova etapa difícil, complexa, mas gloriosa em que estamos envolvidos para acabar com a dependência econômica que ainda nos ata e que impede que possamos construir a sociedade que queremos, enviou-lhes um abraço de parte dos Cinco, digo-lhes que sempre tivemos confiança em vocês. Quando estávamos sozinhos no beco, quando estávamos incomunicados, quando não recebíamos notícias, quando os meus quatro irmãos não sabiam nada de suas famílias porque não se lhes podia dizer, sempre tivemos confiança em vocês, sempre soubemos que vocês não abandonariam os seus filhos, porque sempre soubemos que a Revolução nunca abandonava aqueles que a defendiam. Por isso é que merece ser defendida e por isso é que sempre o faremos.</p>
<p>E embora não tenha a certeza de que mereçamos todas as honras que nos foram feitas, sim posso dizer-lhe que dedicaremos o resto das nossas vidas a merecê-lo, porque vocês inspiram-nos, porque vocês são a bandeira que nos ensinou como comportar-nos  e até o fim dos nossos dias tentaremos ser merecedores da confiança que vocês depositaram em nós.</p>
<p>Para mim agora isto é uma trincheira na qual continuarei no mesmo combate ao qual vocês me convocaram e vou até o fim, até que impere a justiça, a cumprir suas ordens, a fazer aquilo que seja preciso fazer.</p>
<p>E digo a Fidel e a Raúl: Comandantes, os dois, ordenem!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/firma-111018-las-dos-venezuela-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>17 de outubro de 2011</strong></p>
<p><strong> 22h35</strong></p>
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