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	<title>Cubadebate (Português) &#187; República do Djibouti</title>
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		<title>Cuba e Djibouti: expressão de laços fraternais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 20:31:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O embaixador da República do Djibouti, Nasser Mohamed Ousbo, qualificou as relações bilaterais de excelentes e com alentadoras perspectivas. Segundo a entrevista oferecida ao semanário Granma Internacional em Havana, o diplomata assinalou que existem inúmeros acordos entre as duas nações, que datam do mesmo começo do estabelecimento dos nexos diplomáticos, em 1998, nos ramos da saúde, educação, esportes e engenharia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4614" alt="djibuti" src="/files/2017/07/djibuti.jpg" width="300" height="289" />O embaixador da República do Djibouti, Nasser Mohamed Ousbo, qualificou as relações bilaterais de excelentes e com alentadoras perspectivas.</p>
<p>Segundo a entrevista oferecida ao semanário Granma Internacional em Havana, o diplomata assinalou que existem inúmeros acordos entre as duas nações, que datam do mesmo começo do estabelecimento dos nexos diplomáticos, em 1998, nos ramos da saúde, educação, esportes e engenharia.</p>
<p>A partir de 2002, centenas de cubanos trabalham no território do Djibouti, localizado no Corno da África, com limites com a Eritreia, Etiópia e a Somália, somando uma população inferior a um milhão de habitantes e uma economia dedicada à atividade portuária, fundamentalmente.</p>
<p>«Desde essa data até hoje, 110 jovens djibutienses graduaram-se nas universidades cubanas, 63 deles como médicos. Atualmente, outros 19 estudam outras carreiras», assinalou o embaixador. E significou: ao passo que as autoridades cubanas privilegiam a solidariedade no relacionamento entre ambos os países, no Djibouti temos a presença de muitas potências capitalistas, com um interesse totalmente econômico».</p>
<p>Destacou o trabalho de mérito desenvolvido pelos combatentes internacionalistas da Ilha maior das Antilhas na guerra pela libertação no chamado ‘Continente Negro’, a qual contribuiu para a independência de várias nações desse recanto do mundo, bem como à eliminação do oprobrioso regime racista do apartheid na África do Sul.</p>
<p>Mohamed Ousbo acrescentou que seu país é um dos mais beneficiados com a ajuda cubana, pois 88 médicos especialistas, seis treinadores de alto nível e vários profissionais do setor da agricultura e os recursos hidráulicos conseguem resultados alentadores para o desenvolvimento do Djibouti.</p>
<p>A esse respeito significou: «Quando os cooperantes estão de férias ou terminam o traba-lho, o povo escreve suas opiniões nas redes sociais agradecendo o gesto pelo trabalho realizado e pedindo a chegada de mais profissionais da Ilha. Cada djibutiense sente muito carinho por seus médicos e seus treinadores cubanos».</p>
<p>Destacou, também, que esses médicos ajudam a continuar melhorando os índices sanitários, a diminuição da demora para as cirurgias ou para uma consulta. Por outro lado, no setor esportivo, conseguiram-se medalhas nos eventos internacionais com atletas treinados pelos técnicos cubanos.</p>
<p>«Para nós, esses cooperantes são pessoas muito valorizadas e insubstituíveis», asseverou.</p>
<p>Os nexos mútuos caracterizam-se, também, pela troca de delegações de alto nível a Djibouti. O embaixador lembrou a visita do chanceler Bruno Rodríguez Parrilla, do presidente do Parlamento, Esteban Lazo Hernández, e do ministro da Saúde Pública, Roberto Morales Ojeda e de outros funcionários cubanos a essa nação africana.</p>
<p>Manifestou que seu governo rejeita o injusto bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba; e demanda a devolução à Ilha do território ocupado pela Base Naval de Guantánamo que permanece em poder do governo americano.</p>
<p>Acerca do desenvolvimento econômico atingido em seu país, disse que ia devagar, porque há só 40 anos o país tirou o jugo colonial francês. Carece de recursos naturais, mas o beneficia sua estratégica colocação geográfica no mar Verme-lho e no golfo de Aden, o que o converte em uma entrada natural a caminho do oceano Índico.</p>
<p>«Nossos portos — assinalou — realizam uma troca comercial dos países asiáticos com o Ocidente. Temos uma economia basicamente de serviços, norteada à atividade da zona franca e o transporte por navios. Isso constitui o pulmão essencial das relações econômicas no Djibouti».</p>
<p>Hoje, o Produto Interno Bruto desse país anualmente cresce em uma média de 5% anual e aposta no desenvolvimento através da construção de uma zona franca industrial, patrocinada pela China, em uma superfície terrestre de 4,8 hectares. Também constroem seis portos e três grandes aeroportos.</p>
<p>Suas aspirações são tornar-se um centro financeiro importante e em um ponto de telecomunicações e Internet de alta velocidade na região, além de explorar as potencialidades turísticas, valorizadas nas magníficas costas de um mar cálido. Isso explica a necessidade de formar os jovens, atrair maior quantidade de investimentos e de formar os recursos humanos altamente qualificados.</p>
<p>A república de Djibouti obteve sua independência, em 27 de junho de 1977 e para comemorar o importante aniversário, realizou várias atividades culturais dentro e fora do país. «Com motivo da efeméride nacional projetamos audiovisuais para lembrar a história, realizamos atividades sociais, workshops de reflexão e eventos», comentou o embaixador.</p>
<p>Às atividades comemorativas se uniu um ato político-cultural, no Instituto Cubano da Amizade com os Povos (ICAP) em Havana, com a presença de diretivos e funcionários do Ministério das Relações Exteriores, líderes cubanos e estudantes djibutienses.</p>
<p>Nesse encontro, o embaixador expressou seu apoio à Revolução, especialmente às mudanças econômicas impulsionadas pelos últimos congressos do Partido Comunista de Cuba e asseverou: «Meu país, nos organismos internacionais, sempre apoia o combate pelo respeito à soberania e o direito internacional e o continuará fazendo ao lado de Cuba».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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