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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Relações Exteriores</title>
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		<title>Bruno Rodríguez: Apesar do bloqueio, Cuba tem feito grandes esforços na luta contra as mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 15:18:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao trabalho conjunto das Nações para enfrentar as mudanças climáticas e fortalecer a ambição climática em termos de mitigação, adaptação e provisão de meios de implementação para atingir a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5 ° C, apelou o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6416" alt="bruno r" src="/files/2021/04/bruno-r.jpg" width="300" height="251" />Intervenção do chanceler cubano no evento Reencontro com a Mãe Terra, no dia 23 de abril</p>
<p>Ao trabalho conjunto das Nações para enfrentar as mudanças climáticas e fortalecer a ambição climática em termos de mitigação, adaptação e provisão de meios de implementação para atingir a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5 ° C, apelou o membro do Bureau Político e ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, no evento Reencontro com a Mãe Terra, no dia 23 de abril.</p>
<p>«Comemoramos o Dia Internacional da Mãe Terra em meio a uma complexa crise internacional. A pandemia da Covid-19 exacerbou as desigualdades, a pobreza extrema, a exclusão, a discriminação e a fome, em um mundo já prejudicado por uma ordem internacional injusta e antidemocrática, que privilegia o grande capital em detrimento do ser humano e da natureza», disse o chanceler cubano.</p>
<p>«Esse cenário complexo afasta ainda mais a esperança dos países do Sul em alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e transforma as aspirações das gerações presentes e futuras em uma quimera», garantiu Rodríguez Parrilla.</p>
<p>Também enviou uma saudação ao apelo para este evento, que «nos permite abordar este tema decisivo com uma abordagem própria, do Sul», disse.</p>
<p>O chanceler insistiu na importância de trabalharmos em conjunto para o cumprimento integral da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e do Acordo de Paris, embora saibamos suas limitações.</p>
<p>«Os países industrializados», disse, «têm o dever de assumir compromissos em matéria de ação climática, com base em sua responsabilidade histórica pelos danos à Mãe Terra e pelos séculos de colonialismo e saqueio de nossos recursos naturais».</p>
<p>«É imperativo fazer respeitar o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e o direito de nossos povos ao desenvolvimento e ao gozo de um meio ambiente saudável», afirmou.</p>
<p>“As nações desenvolvidas devem honrar seus compromissos internacionais com relação à transferência de tecnologia, assistência oficial ao desenvolvimento e financiamento climático. O contribuição de US$100 bilhões por ano para projetos de mitigação e adaptação em países em desenvolvimento seria um passo importante nesse sentido», ressaltou.</p>
<p>O chanceler cubano destacou que a região da América Latina e do Caribe, apesar de ser responsável por apenas 8,3% das emissões de gases de efeito estufa do planeta, foi atingida, entre 1970 e 2019, por cerca de 2.300 desastres naturais, que causaram 500 mil mortes e perdas de mais de 437 bilhões de dólares em danos, de acordo com dados fornecidos pelo Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia de Desastres.</p>
<p>Nesse contexto, especificou, Cuba e outras nações caribenhas e centro-americanas foram particularmente afetadas por graves fenômenos hidrometeorológicos, que aumentaram de frequência e intensidade na última década.</p>
<p>«Esta complexa situação é agravada, em nosso caso, pela permanência e recrudescimento oportunista durante a pandemia da Covid-19, do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba há quase 60 anos, o qual constitui o principal obstáculo de acesso ao financiamento externo e a tecnologias avançadas em questões climáticas, e para alcançar o desenvolvimento sustentável», disse Rodríguez Parrilla.</p>
<p>«Apesar do bloqueio, Cuba tem feito grandes esforços na luta contra a mudança climática. Nossa Constituição estabelece explicitamente a necessidade de proteger e conservar o meio ambiente», ratificou.</p>
<p>Da mesma forma, o chanceler lembrou que desde 2017, Cuba possui um «Plano Estatal de Enfrentamento às Mudanças Climáticas», que atende às metas nacionais e aos compromissos internacionais, com o objetivo de alcançar até 2030 uma matriz energética com 24% da geração elétrica a partir de energias renováveis de energia; reduzir o uso de combustíveis fósseis em veículos terrestres em 50% e aumentar a cobertura florestal em até 33%.</p>
<p>«A unidade e a integração política, econômica, social e cultural dos povos da América Latina e do Caribe» — expressou Rodríguez Parrilla — «constituem uma necessidade urgente para enfrentar com êxito os desafios que nos são apresentados, especialmente agora, que o individualismo, o egoísmo, o desperdício, o monroísmo e o macarthismo estão se espalhando em nossa região».</p>
<p>«Permito-me terminar lembrando as palavras proféticas do Comandante-em-chefe, Fidel Castro Ruz, quando na histórica Cúpula da Terra de 1992, declarou:</p>
<p>«Se se quer salvar a humanidade da autodestruição, é preciso distribuir melhor as riquezas e as tecnologias disponíveis no planeta (&#8230;). Aplicar uma ordem econômica internacional justa. (&#8230;) Cesse o egoísmo, cesse a hegemonia, cesse a insensibilidade, a irresponsabilidade e o engano. Amanhã será tarde demais para fazer o que deveríamos ter feito há muito tempo», concluiu.</p>
<p><strong>(Source: Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba pede para prevenir incidentes trágicos como consequência da migração irregular</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/12/cuba-pede-para-prevenir-incidentes-tragicos-como-consequencia-da-migracao-irregular/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 17:20:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2 de março de 2021, ocorreu uma saída do país pelo litoral norte da província de Villa Clara, organizada a partir dos Estados Unidos, por meio de uma lancha para o tráfico de pessoas. Os participantes, todos cubanos, incluindo mulheres e crianças, foram conduzidos pelos traficantes a uma ilhota inóspita e desabitada do banco de sal nas Bahamas. O fato foi comunicado em tempo real pelas tropas da Guarda da Fronteira de Cuba à Guarda Costeira dos Estados Unidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-6388" alt="declaracion minrex" src="/files/2021/03/declaracion-minrex.jpg" width="300" height="251" />Declaração do Ministério das Relações Exteriores</strong></p>
<p>Em 2 de março de 2021, ocorreu uma saída do país pelo litoral norte da província de Villa Clara, organizada a partir dos Estados Unidos, por meio de uma lancha para o tráfico de pessoas. Os participantes, todos cubanos, incluindo mulheres e crianças, foram conduzidos pelos traficantes a uma ilhota inóspita e desabitada do banco de sal nas Bahamas. O fato foi comunicado em tempo real pelas tropas da Guarda da Fronteira de Cuba à Guarda Costeira dos Estados Unidos.</p>
<p>Posteriormente, nessa mesma ilhota, foram recolhidos por uma segunda lancha, também procedente dos Estados Unidos e com matrícula do Estado da Flórida, com o intuito de os introduzir no território dos Estados Unidos. No dia 4 de março, a três milhas náuticas de Cayo Sal, nas Bahamas, o barco capotou e as pessoas ficaram mais de 14 horas na água. Os náufragos foram resgatados por um navio da Real Força de Defesa das Bahamas (12 pessoas vivas e um cadáver). De acordo com dados preliminares das autoridades das Bahamas, estima-se que vários estão desaparecidos, incluindo mulheres e duas crianças.</p>
<p>As unidades das Tropas da Guarda da Fronteira, ao tomar conhecimento deste grave incidente, designaram um navio, com o apoio de uma aeronave da Força Aérea Revolucionária, para realizar a busca e foi detectada a lancha com o registro da Flórida, que havia flutuado rumo ao território cubano.</p>
<p>Com a melhoria das condições meteorológicas, as autoridades cubanas continuarão os trabalhos de busca naval e aérea com unidades de superfície e aeronaves na costa norte das províncias de Matanzas e Villa Clara, com o apoio de instituições e embarcações privadas.</p>
<p>As autoridades cubanas conseguiram estabelecer que um indivíduo devolvido a Cuba pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, em 6 de março, como suposto emigrante, é um dos barqueiros envolvidos nesta operação de tráfico de pessoas e está sob processo judicial em Cuba. As investigações continuam para esclarecer totalmente este infeliz acontecimento.</p>
<p>Tal como nosso povo sabe, entre os fatores que constituem incentivos à migração irregular estão a suspensão do processamento e concessão de vistos de imigrantes e não imigrantes no Consulado dos Estados Unidos em Havana e a transferência desses procedimentos a terceiros países, bem como a validade da Lei de Ajuste Cubano de 1966.</p>
<p>Também é violado o compromisso dos Estados Unidos de garantir a migração legal de Cuba para esse país de um mínimo de 20 mil cubanos por ano.</p>
<p>O Governo cubano continuará trabalhando para prevenir a migração irregular, insegura e desordenada, para prevenir saídas arriscadas que põem em perigo a vida humana e para lutar contra os atos de violência associados a este fenômeno e crimes relacionados, como o tráfico de pessoas.</p>
<p>Cuba pede que sejam tomadas todas as medidas para prevenir as trágicas consequências da emigração irregular, ratifica seu compromisso com a Declaração Conjunta assinada entre Cuba e os Estados Unidos, em 12 de janeiro de 2017, sobre questões migratórias, e reafirma que cumpre estritamente com suas obrigações derivadas desse acordo.</p>
<p>Havana, 11 de março de 2021</p>
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		<title>21º Conselho Político da ALBA-TCP</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/03/01/21o-conselho-politico-da-alba-tcp/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 15:47:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os titulares dos países membros e outros representantes participarão do encontro, virtualmente. A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Acordo Comercial dos Povos (ALBA-TCP), celebrará hoje, 1 de março, a 21ª Reunião de seu Conselho Político, segundo informação publicada pelo ministério das Relações Exteriores de Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6334" alt="AVR--Alba-TCP" src="/files/2021/03/AVR-Alba-TCP.jpg" width="300" height="250" />Os titulares dos países membros e outros representantes participarão do encontro, virtualmente</p>
<p>A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Acordo Comercial dos Povos (ALBA-TCP), celebrará hoje, 1 de março, a 21ª Reunião de seu Conselho Político, segundo informação publicada pelo ministério das Relações Exteriores de Cuba.</p>
<p>O encontro avaliará, entre seus principais pontos, a situação política regional e as perspectivas para o primeiro semestre. O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, chefiará a delegação cubana que participará do encontro.</p>
<p>Ao abordar estas questões, a ALBA-TCP cumpre a sua missão fundante de integração, solidariedade, complementaridade, justiça e cooperação regional.</p>
<p>A 21ª Reunião do Conselho Político da ALBA-TCP será realizada virtualmente em 1º de março de 2021, com a participação dos ministros das Relações Exteriores dos países membros e demais representantes.</p>
<p>Mais informações https://t.co/SMGvUS9huR pic.twitter.com/AAEua796NA</p>
<p><strong>Ministério das Relações Exteriores de Cuba (@CubaMINREX) 26 de fevereiro de 2021.</strong></p>
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		<title>Cuba participa hoje pela primeira vez do Conselho Intergovernamental da Eurásia</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/02/05/cuba-participa-hoje-pela-primeira-vez-do-conselho-intergovernamental-da-eurasia/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 15:42:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero Cruz, participará, virtualmente, da reunião do Conselho Intergovernamental da Eurásia, que acontecerá hoje, 5 de feereiro, na cidade de Almaty, no Cazaquistão. Cuba intervém pela primeira vez neste evento, após sua inclusão como Estado Observador da União Econômica da Eurásia (UEE) em 11 de dezembro de 2020.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6244" alt="cartel minrex euroasiatio" src="/files/2021/02/cartel-minrex-euroasiatio.jpg" width="300" height="250" />O primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero Cruz, participará, virtualmente, da reunião do Conselho Intergovernamental da Eurásia, que acontecerá hoje, 5 de feereiro, na cidade de Almaty, no Cazaquistão.</p>
<p>Cuba intervém pela primeira vez neste evento, após sua inclusão como Estado Observador da União Econômica da Eurásia (UEE) em 11 de dezembro de 2020.</p>
<p>A participação de Cuba na UEE representa uma oportunidade de colaboração econômico-comercial no âmbito do bloco, mas também com os países que o compõem, sobretudo, pelas coincidências entre as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento da integração euro-asiática até 2025 e os objetivos de desenvolvimento econômico-social de nosso país, com vistas a 2030.</p>
<p>Cuba tem laços históricos de amizade com os Estados membros do bloco. A UE é uma organização internacional criada em 2015 para a integração econômica regional. Possui personalidade jurídica internacional e seus Estados-membros são a Federação Russa, a República da Bielorrússia, a República do Cazaquistão, a República da Armênia e a República do Quirguistão.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Condenação firme e absoluta da fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2021/01/12/condenacao-firme-e-absoluta-da-fraudulenta-qualificacao-de-cuba-como-estado-patrocinador-do-terrorismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 17:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministério das Relações Exteriores condena nos termos mais veementes e absolutos a fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, anunciada pelo governo dos Estados Unidos em ato cínico e hipócrita. Há meses vinha se especulando acerca da possibilidade de incluir Cuba na lista unilateral do Departamento de Estado que qualifica países, sem mandato ou legitimidade, sem motivação genuína, referindo-se ao terrorismo e suas consequências, e como instrumento de difamação para aplicar medidas econômicas coercitivas contra as nações que resistem a ceder aos caprichos do imperialismo norte-americano.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6188" alt="cuba marti embajada" src="/files/2021/01/cuba-marti-embajada.jpg" width="300" height="250" />O ministério das Relações Exteriores condena nos termos mais veementes e absolutos a fraudulenta qualificação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, anunciada pelo governo dos Estados Unidos em ato cínico e hipócrita.</p>
<p>Há meses vinha se especulando acerca da possibilidade de incluir Cuba na lista unilateral do Departamento de Estado que qualifica países, sem mandato ou legitimidade, sem motivação genuína, referindo-se ao terrorismo e suas consequências, e como instrumento de difamação para aplicar medidas econômicas coercitivas contra as nações que resistem a ceder aos caprichos do imperialismo norte-americano.</p>
<p>O anúncio feito pelo secretário de Estado Michael Pompeo constitui um ato soberbo de um governo desacreditado, desonesto e moralmente falido. É sabido, sem dúvida, que a verdadeira motivação desta ação é impor obstáculos adicionais a qualquer perspectiva de recuperação das relações bilaterais entre Cuba e os Estados Unidos.</p>
<p>Cuba não é um Estado patrocinador do terrorismo, verdade reconhecida por todos. A política oficial e notória, e a conduta impecável do nosso país, é a rejeição do terrorismo em todas as suas formas e manifestações, em particular o terrorismo de Estado, por parte de quem, contra quem e onde for cometido.</p>
<p>Cuba é um Estado vítima do terrorismo e nossa população o sofreu em primeira mão, com o custo de 3.478 mortos e 2.099 pessoas com deficiência, por atos cometidos pelo governo dos Estados Unidos ou perpetrados e patrocinados a partir do território desse país com a tolerância das autoridades oficiais. Nós, cubanos, repudiamos com desprezo qualquer manobra destinada a manipular uma questão tão delicada, para fins grosseiros de oportunismo político.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba reafirma seu compromisso com o Movimento dos Países Não-Alinhados</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 17:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O chanceler cubano Bruno Rodríguez endossou, em 7 de janeiro, o compromisso de seu país com o multilateralismo e o Movimento dos Países Não-Alinhados (Noal). O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, endossou esta quinta-feira, 7 de janeiro, o compromisso da Ilha maior das Antilhas com o multilateralismo e com o Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal). Em mensagem postada no Twitter, o chanceler cubano reconheceu a rejeição daquele órgão às medidas coercitivas dos Estados Unidos, destinadas a dificultar o confronto com a Covid-19 na Ilha, e destacou a promoção da solidariedade e da cooperação internacional no interior do Mnoal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6186" alt="cuba no alineados" src="/files/2021/01/cuba-no-alineados.jpg" width="300" height="246" />O chanceler cubano Bruno Rodríguez endossou, em 7 de janeiro, o compromisso de seu país com o multilateralismo e o Movimento dos Países Não-Alinhados (Noal)</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, endossou esta quinta-feira, 7 de janeiro, o compromisso da Ilha maior das Antilhas com o multilateralismo e com o Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal).</p>
<p>Em mensagem postada no Twitter, o chanceler cubano reconheceu a rejeição daquele órgão às medidas coercitivas dos Estados Unidos, destinadas a dificultar o confronto com a Covid-19 na Ilha, e destacou a promoção da solidariedade e da cooperação internacional no interior do Mnoal.</p>
<p>Em outubro passado, Rodríguez Parrilla defendeu, dentro do grupo, o legítimo direito dos países membros ao desenvolvimento, limitado pela imposição de medidas extraterritoriais.</p>
<p>Assim publica no Twitter o chanceler cubano. O Mnoal rejeitou medidas coercitivas unilaterais que impedem o confronto eficaz à # Covid19 e promove a solidariedade e a cooperação internacional.</p>
<p>Em 2020, #Cuba apoiou o Movimento e reafirmou seu compromisso com o desalinhamento e o multilateralismo.</p>
<p>Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) 7 de janeiro de 2021</p>
<p>«As sanções ocorrem quando a situação econômica global é crítica e é agravada pelos efeitos devastadores da Covid-19, cujo maior fardo recai sobre o mundo subdesenvolvido», disse o chanceler cubano na reunião ministerial do bloco, convocada pela Organização das Nações Unidas de forma virtual.</p>
<p>«O MNoal, principal mecanismo de acordo político nos países do Sul, deve assumir um papel decisivo na defesa das reivindicações de nossos povos», destacou nessa reunião.</p>
<p>«Após 65 anos da adoção dos princípios de Bandung, que deram origem ao Mnoal, permanecem plenamente válidos e têm grande relevância em um cenário internacional cada vez mais perigoso», disse o titular das Relações Exteriores.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente Díaz-Canel recebeu as credenciais de novos embaixadores</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 20:27:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na terça-feira, 5 de janeiro, acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, e em audiência solene, a Ex.ma srª Regine Lamur, embaixadora da República do Haiti; o Ex.mo sr Ángel Martín Peccis, embaixador do Reino da Espanha; o Ex.mo sr. Boniface Vignon, embaixador da República do Benin; a Ex.ma sra María de Lourdes Batista Mendoça Taborda Embalo, embaixadora da República da Guiné-Bissau; o Ex.mo sr Shibru Mamo Kedida, embaixador da República Federal Democrática da Etiópia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6176" alt="canel Embajadores" src="/files/2021/01/canel-Embajadores.jpg" width="300" height="246" />O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na terça-feira, 5 de janeiro, acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, e em audiência solene, a Ex.ma srª Regine Lamur, embaixadora da República do Haiti; o Ex.mo sr Ángel Martín Peccis, embaixador do Reino da Espanha; o Ex.mo sr. Boniface Vignon, embaixador da República do Benin; a Ex.ma sra María de Lourdes Batista Mendoça Taborda Embalo, embaixadora da República da Guiné-Bissau; o Ex.mo sr Shibru Mamo Kedida, embaixador da República Federal Democrática da Etiópia; a Ex.ma srª Nana Yuliana, embaixadora da República da Indonésia; e o Ex.mo sr Mahamadou Diagouraga, embaixador da República do Mali.</p>
<p>Conforme relatado pelo site Cubaminrex, pouco antes deste momento, o presidente cubano falou, por meio de uma cerimônia virtual compartilhada com a sede de Cuba nas Nações Unidas, com o Ex.mo sr. Jörundur Valtýsson, embaixador da Islândia; o Hon. sr. Viliami Va&#8217;inga Tone, embaixador do Reino de Tonga, e o Hon. sr. Sidi Mohamed Laghdaf, embaixador da República Islâmica da Mauritânia.</p>
<p>Nestes atos, os diplomatas apresentaram as credenciais que os credenciam como embaixadores de seus respectivos países perante o Governo da República de Cuba.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Presidente Díaz-Canel recebeu as credenciais de novos embaixadores</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[Díaz-Canel recebeu as credenciais dos novos embaixadores da Espanha, Haiti, Benin, Guiné Bissau, Etiópia, Indonésia e Mali no Palácio da Revolução; bem como os da Islândia, Tonga e Mauritânia de forma virtual, devido à Covid-19. Conforme relatado pelo site Cubaminrex, pouco antes deste momento, o presidente cubano falou, por meio de uma cerimônia virtual compartilhada com a sede de Cuba nas Nações Unidas, com o Ex.mo sr. Jörundur Valtýsson, embaixador da Islândia; o Hon. sr. Viliami Va'inga Tone, embaixador do Reino de Tonga, e o Hon. sr. Sidi Mohamed Laghdaf, embaixador da República Islâmica da Mauritânia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6184" alt="canel Embajadores" src="/files/2021/01/canel-Embajadores1.jpg" width="300" height="246" />Díaz-Canel recebeu as credenciais dos novos embaixadores da Espanha, Haiti, Benin, Guiné Bissau, Etiópia, Indonésia e Mali no Palácio da Revolução; bem como os da Islândia, Tonga e Mauritânia de forma virtual, devido à Covid-19</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, recebeu na terça-feira, 5 de janeiro, acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, e em audiência solene, a Ex.ma srª Regine Lamur, embaixadora da República do Haiti; o Ex.mo sr Ángel Martín Peccis, embaixador do Reino da Espanha; o Ex.mo sr. Boniface Vignon, embaixador da República do Benin; a Ex.ma sra María de Lourdes Batista Mendoça Taborda Embalo, embaixadora da República da Guiné-Bissau; o Ex.mo sr Shibru Mamo Kedida, embaixador da República Federal Democrática da Etiópia; a Ex.ma srª Nana Yuliana, embaixadora da República da Indonésia; e o Ex.mo sr Mahamadou Diagouraga, embaixador da República do Mali.</p>
<p>Conforme relatado pelo site Cubaminrex, pouco antes deste momento, o presidente cubano falou, por meio de uma cerimônia virtual compartilhada com a sede de Cuba nas Nações Unidas, com o Ex.mo sr. Jörundur Valtýsson, embaixador da Islândia; o Hon. sr. Viliami Va&#8217;inga Tone, embaixador do Reino de Tonga, e o Hon. sr. Sidi Mohamed Laghdaf, embaixador da República Islâmica da Mauritânia.</p>
<p>Nestes atos, os diplomatas apresentaram as credenciais que os credenciam como embaixadores de seus respectivos países perante o Governo da República de Cuba.<br />
<strong><br />
(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novos acordos da agenda econômica bilateral entre Cuba e o Vietnã</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 16:50:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a assinatura de acordos nas áreas de agricultura, pesca, biotecnologia e ciência, bem como para o desenvolvimento da Agenda Econômica Bilateral de 2020 a 2025, teve lugar a 38ª sessão da Comissão Intergovernamental de Colaboração Econômica e Científico-Técnica entre a República de Cuba e a República Socialista do Vietnã. O ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro da Ilha maior das Antilhas, Rodrigo Malmierca Díaz, elogiou o quadro especial em que se deu o encontro, pois as duas nações comemoraram este ano seis décadas de estabelecimento das relações diplomáticas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6151" alt="Cuba Vietnam" src="/files/2021/01/Cuba-Vietnam.jpg" width="300" height="249" />Com a assinatura de acordos nas áreas de agricultura, pesca, biotecnologia e ciência, bem como para o desenvolvimento da Agenda Econômica Bilateral de 2020 a 2025, teve lugar a 38ª sessão da Comissão Intergovernamental de Colaboração Econômica e Científico-Técnica entre a República de Cuba e a República Socialista do Vietnã.</p>
<p>O ministro do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro da Ilha maior das Antilhas, Rodrigo Malmierca Díaz, elogiou o quadro especial em que se deu o encontro, pois as duas nações comemoraram este ano seis décadas de estabelecimento das relações diplomáticas.</p>
<p>Malmierca, também co-presidente da Comissão Intergovernamental agradeceu o apoio prestado por aquele país asiático no ano que quase encerrou, em que a Ilha teve de enfrentar a pandemia da Covid-19 e o reforço do bloqueio imposto pelos Estados Unidos.</p>
<p>Pham Hong Ha, ministro da Construção do Vietnã, expressou a importância do investimento das empresas vietnamitas em setores de prioridade vital para Cuba.</p>
<p>No encontro, também foi entregue a Medalha da Amizade ao ministro da Construção do Vietnã, distinção que reconhece a trajetória de solidariedade com Cuba e o apego incondicional à defesa da Revolução.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuba condena o terrorismo e a manipulação política</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 23:18:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministério das Relações Exteriores expressa seu enérgico rechaço à inclusão caluniosa da República de Cuba em uma lista do Departamento de Estado dos Estados Unidos referida a países que supostamente não cooperam plenamente com os esforços estadunidenses contra o terrorismo, tornada pública em 13 de maio de 2020, a que foi contundentemente rechaçada pelo presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez. Trata-se de uma lista unilateral e arbitrária, sem fundamento, autoridade ou respaldo algum e que, como é sabido]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5883" alt="Cuba reunion declaracion" src="/files/2020/06/Cuba-reunion-declaracion.jpg" width="300" height="254" />O ministério das Relações Exteriores expressa seu enérgico rechaço à inclusão caluniosa da República de Cuba em uma lista do Departamento de Estado dos Estados Unidos referida a países que supostamente não cooperam plenamente com os esforços estadunidenses contra o terrorismo, tornada pública em 13 de maio de 2020, a que foi contundentemente rechaçada pelo presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez. Trata-se de uma lista unilateral e arbitrária, sem fundamento, autoridade ou respaldo algum e que, como é sabido, tão somente sirve aos propósitos de difamação e coerção contra países que se recusam a acatar a vontade do Governo dos Estados Unidos em suas decisões soberanas.</p>
<p>O argumento principal empregado pelo Governo dos Estados Unidos foi a presença no território nacional cubano de membros da delegação de paz do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia.</p>
<p>Como é amplamente conhecido, a delegação de paz do Exército de Libertação Nacional (ELN), da Colômbia está em nosso território porque, devido ao abandono repentino do Equador da sua condição de sede e a pedido do governo colombiano e do ELN, o processo de paz foi transferido para Havana, em maio de 2018.</p>
<p>Este diálogo de paz tinha começado em 7 de fevereiro de 2017 em Quito. Cuba, juntamente com o Brasil, Chile, Equador, Venezuela e a Noruega, agiram como Garantes do processo de paz, a pedido das partes.</p>
<p>A partir a chegada do senhor Ivan Duque Márquez à presidência da Colômbia, em 7 de agosto de 2018, representantes desse governo tiveram, desde 8 de agosto desse ano, até janeiro de 2019, várias trocas com Cuba e com a delegação de paz do ELN, com o propósito de continuar os diálogos que tinham começado durante o período presidencial do presidente Santos, processo no qual nosso país agiu com a devida discrição e rigoroso acatamento do seu papel de Garante.</p>
<p>Após o atentado na Escola de Cadetes da Polícia de Bogotá, em 17 de janeiro de 2019, o presidente da República de Cuba e o ministro das Relações Exteriores expressaram imediatamente suas condolências ao governo e povo colombianos, particularmente aos familiares das vítimas do atentado; reiterando a firme posição de nosso país de rechaço e condenação de todos os atos, métodos e práticas terroristas, em todas suas formas e manifestações.</p>
<p>O governo colombiano adotou, então, ações políticas e legais contra a delegação de paz do ELN que se encontrava no território cubano e interrompeu o diálogo de paz. Adicionalmente, resolveu desconhecer o Protocolo de Ruptura, em franco abandono e quebra dos compromissos assumidos por esse Estado com as outras seis nações assinantes do mesmo. O protocolo de Ruptura foi assinado no âmbito das negociações de paz pelo Governo da Colômbia, o ELN e os países Garantes, em 5 de abril de 2016. Nele é estabelecido o retorno seguro da delegação guerrilheira à Colômbia, caso fosse quebrado o diálogo.</p>
<p>O Governo cubano sustentou e sustenta hoje que o que corresponde, segundo os documentos acordados, é a aplicação do Protocolo. Esta postura, amplamente respaldada pela comunidade internacional e setores comprometidos com a procura de uma solução negociada ao conflito armado colombiano, é uma prática internacional reconhecida e ratificada reiteradamente por estar na trilha do Direito Internacional e os compromissos do País Garante e Sede dos diálogos. Devido à não aplicação do Protocolo, é que ainda permanecem no país os membros da delegação de paz do ELN.</p>
<p>O Governo colombiano embarcou-se em uma serie de ações hostis contra Cuba, que incluem declarações públicas, ameaças e emprazamentos, mediante a manipulação, ingrata e com motivações políticas, de nossa indiscutível contribuição à paz na Colômbia. Entre essas ações, verificou-se a mudança da postura histórica da Colômbia, de apoio à resolução que cada ano aprova a Assembleia Geral das Nações Unidas, que exige o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro dos Estados Unidos que provoca danos e sofrimento ao povo cubano.</p>
<p>Essa ação mudou ostensivelmente a posição consistente e invariável de todos os governos colombianos desde 1992. No mesmo dia em que os Estados Unidos anunciaram a inclusão de Cuba na lista de países que supostamente não colaboram plenamente com os esforços estadunidenses contra o terrorismo, o Alto Comissionado para a Paz do Governo da Colômbia, senhor Miguel Ceballos Arévalo, declarou publicamente que a decisão do Departamento de Estado de incluir a Ilha era um apoio ao Governo da Colômbia e a sua «insistente solicitação» para que Cuba lhe entregasse os membros da delegação de paz do ELN. Estas declarações do senhor Ceballos foram criticadas na Colômbia por amplos setores comprometidos com a paz e vários políticos colombianos exigiram do governo uma explicação das mesmas e acerca do desconhecimento do Protocolo de Ruptura.</p>
<p>O ministério das Relações Exteriores rechaça, em termos enérgicos, as declarações do alto funcionário colombiano. O que se depreende dos comentários do Alto Comissionado para a Paz é que a conduta do governo da Colômbia serviu e facilitou os argumentos para os propósitos agressivos dos Estados Unidos contra nossa Nação e que deu seu apoio às infâmias estadunidenses contra uma nação da América Latina e o Caribe.</p>
<p>A presença de representantes do ELN em nosso território, que é a base da acusação estadunidense, não é mais que um pretexto fraco e desonesto, carente de senso e facilitado pela atitude ingrata do Governo da Colômbia, se é que as declarações do senhor Ceballos merecem algum crédito. Em qualquer caso, e ainda com a suposta ajuda do Governo da Colômbia, a acusação dos Estados Unidos é totalmente infundada. Existem evidências concretas, algumas delas muito recentes, de nossa colaboração bilateral com os Estados unidos no combate contra o terrorismo e em esforços conjuntos de aplicação e cumprimento da lei, em ações de particular interesse para este, o que converte a qualificação anunciada pelo Departamento de Estado em um ato deliberado de distorção da verdade.</p>
<p>Deve ser lembrado que Cuba é um país que foi vítima de inúmeros atos terroristas organizados, financiados e executados a partir do território dos Estados Unidos, por parte de grupos e sujeitos que desfrutaram lá de tolerância e proteção governamental, realidade que é de conhecimento público. Foi vítima também, no passado, do terrorismo de Estado perpetrado diretamente pelo governo dos Estados Unidos, que em algumas ocasiões agiu em aliança com o crime organizado desse país. Por causa de ações desse tipo morreram 3.478 cubanos e 2.099 sofrem ou sofreram algum tipo de incapacidade física.</p>
<p>Em 30 de abril passado, nossa Embaixada nos Estados Unidos foi alvo de uma agressão terrorista. O Governo estadunidense mantém, a partir desse momento, um silêncio cúmplice, sem condenar ou nem sequer rechaçar o fato, e se abstém de realizar ações contra pessoas e grupos terroristas com sede no território norte-americano que incitam à violência contra Cuba e suas instituições.</p>
<p>Em consequência, após o atentado terrorista contra nossa Missão Diplomática em Washington produziram-se ameaças contra a integridade de diplomatas e embaixadas cubanas nos próprios Estados Unidos, bem como no México, Costa Rica, Antígua e Barbuda, Canadá, Chipre, Áustria e Angola, o que foi informado aos respectivos governos.</p>
<p>A atitude de cumplicidade aberta do governo dos Estados Unidos acarreta o perigo de ser assumida como um estímulo ao terrorismo. É consequente com a intensificação da política de agressão e instigação à violência contra Cuba, levada inclusive àqueles países onde trabalha pessoal cubano da Saúde, em programas bilaterais de colaboração.</p>
<p>O compromisso de nossa Nação com a atuação enérgica e a condenação do terrorismo está refletido na Constituição. É absoluto e categórico contra quaisquer das suas formas e manifestações, particularmente o terrorismo de Estado, e está respaldado pela devida legislação. Existem razões demais para duvidar que o Governo dos Estados Unidos possa emitir uma afirmação tão categórica sobre sua posição perante o terrorismo.</p>
<p>Cuba manteve de maneira invariável seu apoio à paz na Colômbia e trabalhou, a partir de sua condição de Garante, na implementação do Acordo de Paz entre o Governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (FARC-EP), apesar de que o Governo colombiano não garantiu a proteção do referido Acordo e não assegurou seu estrito cumprimento.</p>
<p>Tal como foi exposto por canais diplomáticos, o ministério das Relações Exteriores solicita ao Governo da Colômbia conhecer qual é a sua postura acerca da condição dos Garantes no processo da Paz na Colômbia, particularmente a de Cuba.</p>
<p>Igualmente, precisa conhecer qual é a posição do Governo sobre a implementação e o cumprimento do Acordo de Paz entre o Governo da Colômbia e as FARC-EP.</p>
<p>O ministério das Relações Exteriores insta o Governo da Colômbia a declarar a sua posição oficial acerca das razões que lhe cabem para a inclusão de Cuba na lista elaborada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos e esclareça qual foi o seu papel e a postura dos seus funcionários nas trocas prévias realizadas com os Estados Unidos a esse respeito.</p>
<p>Como país que já foi vítima do terrorismo, Cuba rejeita qualquer manifestação de manipulação e oportunismo político, ao tratar de um assunto tão sensível.</p>
<p>Havana, 1º de junho de 2020</p>
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