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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Relações Diplomáticas</title>
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		<title>Cuba e China: unidos na defesa da paz e do multilateralismo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 21:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960. O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6140" alt="cuba china" src="/files/2020/12/cuba-china.jpg" width="300" height="250" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido, e o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidiram o evento político-cultural, na segunda-feira, 7 de dezembro, pelos 60 anos das relações diplomáticas entre Cuba e China, estabelecidas em 28 de setembro de 1960.</p>
<p>O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz sublinhou que os laços de amizade entre as duas nações assentam na confiança política, no apoio e na solidariedade mútua. Destacou que as esferas da biotecnologia e das fontes renováveis ​​de energia são pontos fundamentais da cooperação e ratificou o interesse dos dois países em continuar enriquecendo as relações bilaterais e trabalhando juntos na defesa da paz e do multilateralismo.</p>
<p>O embaixador extraordinário e plenipotenciário da República Popular da China, Chen Xi, transmitiu as cordiais saudações do presidente e secretário-geral do Comité Central do Partido Comunista da China, Xi Jinping, a Raúl Castro e a Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Destacou que, diante da situação internacional, Cuba e seu país assumem a responsabilidade de manter altas as bandeiras do socialismo e defendem os canais de diálogo e cooperação para preservar a soberania e a independência de todos os países em desenvolvimento.</p>
<p>Também estiveram presentes na cerimônia, realizada no Palácio da Revolução, membros do Bureau Político, ministros e representantes de organizações e instituições do Estado cubano, funcionários do ministério das Relações Exteriores de nosso país e diplomatas chineses credenciados na Ilha.</p>
<p>Cuba tornou-se o primeiro país da América Latina e do Caribe a estabelecer relações diplomáticas com a China e lançou as bases para seu posterior intercâmbio com as nações da região. Atualmente, desempenha um papel crucial no fortalecimento do Fórum China-Celac.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>China e Cuba comemoram 60 anos de relações diplomáticas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 13:43:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na carta encaminhada ao companheiro Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, o primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, assinalou que nosso país se honra de ter sido o primeiro da América Latina e o Caribe que estabeleceu nexos diplomáticos com a Nova China, reafirmando, ao mesmo tempo, que temos a mais profunda convicção de que as novas gerações vão continuar o legado imperecedouro destas seis décadas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6050" alt="China aniversario" src="/files/2020/10/China-aniversario.jpg" width="300" height="250" />Os líderes principais dos partidos comunistas, estados e governos da República Popular da China e da República de Cuba trocaram mensagens de parabéns com motivo do 60º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre ambos os países.</p>
<div>
<p>Na carta encaminhada ao companheiro Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, o primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, assinalou que nosso país se honra de ter sido o primeiro da América Latina e o Caribe que estabeleceu nexos diplomáticos com a Nova China, reafirmando, ao mesmo tempo, que temos a mais profunda convicção de que as novas gerações vão continuar o legado imperecedouro destas seis décadas que estamos comemorando. O primeiro secretário agradeceu, ainda, a solidariedade chinesa para uma pequena nação como Cuba, que resistiu sem se dobrar.</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, expressou ao companheiro Xi que a entranhável amizade que une nossas nações superou a prova do tempo e temos assumido como próprios os avanços de cada uma na construção do socialismo. Díaz-Canel destacou a coincidência entre ambos os países na necessidade de salvar vidas, aplicar a ciência e cooperar internacionalmente no enfrentamento à Covid-19.</p>
<p>Por seu lado, o primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ratificou ao primeiro-ministro Li Keqiang a vontade de continuar fortalecendo os vínculos econômicos e elevando-os ao nível das excelentes relações políticas que nos unem.</p>
<p>Tanto o secretário-geral Xi Jinping, como o premiê Li Keqiang, ressaltaram em suas mensagens a sólida confiança política mútua, os frutíferos resultados do intercâmbio nas diversas áreas e o apoio recíproco nos assuntos internacionais e regionais. Além do mais, coincidiram em assinalar que ambos os países temos lutado de maneira conjunta contra a Covid-19, escrevendo um novo capítulo da amizade entre nossos povos.</p>
<p>O companheiro Xi Jinping sublinhou que se abrem promissórias oportunidades para a amizade cubano-chinesa no novo ponto de partida histórico em que nos encontramos, ratificando a vontade de trabalhar de maneira conjunta na ampliação da cooperação e em gerar maiores benefícios aos dois países e povos.</p>
<p>China e Cuba estabeleceram relações diplomáticas em 28 de setembro de 1960, as que se tornaram um referente da cooperação, sobre a base da igualdade e o respeito mútuo, entre um país grande e um pequeno, ambos socialistas, e entre uma nação latino-americana e a única e indivisível China.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Gana, a primeira nação da África Subsaariana a ter relações diplomáticas com Cuba revolucionária</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 23:48:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A República do Gana foi a primeira nação na África Subsaariana a estabelecer relações diplomáticas com Cuba, em 23 de dezembro de 1959 e, posteriormente, houve uma troca histórica entre Fidel Castro e o então presidente do Gana, Kwame Nkrumah. «O Gana está profundamente interessado em fortalecer as relações com Cuba», disse Napoleon Abdulai, embaixador do país africano em Havana, por ocasião do 60º aniversário do estabelecimento de laços diplomáticos bilaterais em 23 de dezembro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5755" alt="Cuba Gana" src="/files/2019/12/Cuba-Gana.jpg" width="300" height="251" />A República do Gana foi a primeira nação na África Subsaariana a estabelecer relações diplomáticas com Cuba, em 23 de dezembro de 1959 e, posteriormente, houve uma troca histórica entre Fidel Castro e o então presidente do Gana, Kwame Nkrumah.</p>
<p>«O Gana está profundamente interessado em fortalecer as relações com Cuba», disse Napoleon Abdulai, embaixador do país africano em Havana, por ocasião do 60º aniversário do estabelecimento de laços diplomáticos bilaterais em 23 de dezembro.</p>
<p>Na presença do vice-presidente Salvador Valdés Mesa, membro do Bureau Político do Partido Comunista de Cuba, o diplomata reconheceu a significativa assistência cubana na formação de profissionais que hoje desempenham várias funções nas instituições do estado do Gana e mencionaram entre eles mais de cem médicos.</p>
<p>Contou histórias relacionadas ao líder da Revolução, Fidel Castro, e destacou a ajuda dada à emancipação dos povos africanos, e destacou que Cuba foi o único país que não os explorou.</p>
<p>A vice-ministra das Relações Exteriores de Cuba, Anayansi Rodríguez Camejo, reconheceu a posição deste país africano em favor do levantamento do comércio desleal, do bloqueio econômico e financeiro imposto pelos Estados Unidos e de que a maioria das nações do mundo votou nas Nações Unidas para acabar com isso.</p>
<p>Participaram do encontro os ministros do Ensino Superior e da Saúde, José Ramón Saborido Loidi e José Ángel Portal Miranda, respectivamente, e Fernando González Llort, presidente do Instituto Cubano de Amizade com os Povos.</p>
<p>A República do Gana foi a primeira nação na África Subsaariana a estabelecer relações diplomáticas com Cuba, em 23 de dezembro de 1959 e, posteriormente, houve uma troca histórica entre Fidel Castro e o então presidente do Gana, Kwame Nkrumah, em 27 de setembro 1960, no Theresa Hotel em Harlem (Nova York).</p>
<p>O atual presidente desta república africana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo, fez uma visita oficial a Cuba em abril deste ano, durante a qual foi recebido pelo primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e pelo então presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez. Em julho passado, o vice-presidente do Gana, Mahamudu Bawumia, fez uma visita oficial ao nosso país.</p>
<p>EM NÚMEROS</p>
<p>- 358 profissionais ganenses foram treinados em saúde com a cooperação de Cuba</p>
<p>- 200 jovens ganenses chegaram este ano a terras cubanas para treinar como médicos ou conduzir estudos de especialização</p>
<p>-1.351 ganenses se formaram em Cuba até outubro de 2019</p>
<p>-1.200 profissionais de saúde de Antilhas cumpriram missão nessas terras africanas com mais de 19 milhões de consultas e 457.000 vidas salvas. Atualmente, uma brigada médica trabalha ao lado de especialistas ganeses.</p>
<p>- Hoje, 29.000 profissionais de saúde oferecem serviços em cerca de 65 países, apesar da cruzada norte-americana contra a cooperação médica internacional, um ato infame e criminal contra pessoas que precisam de assistência médica.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>Venezuela rompe relações diplomáticas com os Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 18:29:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Nosso apoio e solidariedade ao presidente Nicolas Maduro contra as tentativas imperialistas para desacreditar e desestabilizar a Revolução Bolivariana» disse o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, perante a interferência do governo dos Estados Unidos que pretende instalar um governo fantoche na Venezuela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5398" alt="Venezuela" src="/files/2019/01/Venezuela.jpg" width="300" height="248" />«Nosso apoio e solidariedade ao presidente Nicolas Maduro contra as tentativas imperialistas para desacreditar e desestabilizar a Revolução Bolivariana» disse o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, perante a interferência do governo dos Estados Unidos que pretende instalar um governo fantoche na Venezuela.</p>
<p>O governo de Donald Trump liderou um golpe de Estado na nação bolivariana e nomeou um presidente interino que, além de uma ação intervencionista, é inconstitucional.</p>
<p>Neste cenário Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, anunciou em 23 de janeiro hoje a decisão de acabar com as relações diplomáticas e políticas com os Estados Unidos, em resposta às reivindicações de Washington de impor um governo paralelo no país sul-americano.</p>
<p>Em frente de uma congregação popular reunida no Palácio de Miraflores, o chefe de Estado venezuelano rejeitou as ações da oposição nacional e o governo dos EUA após a autojuramentação como presidente de Juan Guaidó, deputado da Assembleia Nacional, um parlamento ilegítimo e que obedece às ordens imperiais.</p>
<p>«O governo imperialista dos EUA está conduzindo uma operação para impor um golpe de Estado com um governo fantoche na Venezuela», disse Maduro. O presidente disse que o pessoal da embaixada dos EUA terá 72 horas para deixar o país.</p>
<p>Também disse que o povo venezuelano não quer voltar para a era de intervenções promovidas por Washington e diante das tentativas de dirigir uma operação de golpe no país, ordenou romper relações diplomáticas com a nação do norte.</p>
<p>O anúncio acontece poucas horas depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconhecesse Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.</p>
<p>Telesur relata que a ação da oposição de direita, liderada pelo governo dos EUA e sob os auspícios da OEA, que também reconheceu Guaidó, como resultado de uma flagrante ação intervencionista do governo atual dos EUA é ato totalmente inconstitucional , porque a figura de um presidente interino não existe na Magna Carta venezuelana.</p>
<p>Diante da mobilização massiva do povo venezuelano para apoiar seu dignitário legítimo, Maduro denunciou os Estados Unidos dizendo que o chamam de ditador e agora quer impor, por um golpe, um presidente que não foi eleito pelo povo. Eles têm ambições de petróleo, gás e ouro. Dizemos a eles: essas riquezas não são suas, são do povo da Venezuela e serão para sempre», disse, acrescentando apenas que o povo venezuelano pode colocar e remover presidentes.</p>
<p>Maduro fez um apelo de calma à população: «nervos de aço, calma e sanidade (&#8230;) aqui ninguém desiste e vamos rumo à vitória da paz», disse.</p>
<p>A interferência flagrante dos Estados Unidos teve uma expressão clara no secretário de Estado, Mike Pompeo, que fez uma chamada às forças militares e de segurança venezuelanas para apoiar a democracia, para apoiar Guaidó. Na véspera, o vice-presidente Mike Pence, sem qualquer pretensão, havia convocado a oposição a se manifestar nas ruas da capital venezuelana.</p>
<p>Perante a tentativa golpista, a união militar cívica da Revolução Bolivariana se expressou em defesa da constitucionalidade e soberania da nação. O ministro venezuelano da Defesa, Vladimir Padrino López, disse quarta-feira, 23, que a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) está comprometida com a defesa da soberania nacional e da Constituição. Através de sua conta no Twitter, Padrino López disse que «os soldados da Pátria não aceitam um presidente imposto à sombra de interesses obscuros nem autoproclamado fora da lei».</p>
<p>No âmbito internacional, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro disse que não quer uma América Bolivariana e os países do autoproclamado Grupo de Lima: Paraguai, Brasil, Argentina, Canadá, Colômbia, Brasil, Chile e a OEA, reconheceram Guaidó.</p>
<p>Mas a comunidade internacional não falhou e pronunciou-se pela legitimidade de Nicolás Maduro à frente do povo que o elegeram. Evo Morales, falou em seu Twitter: «Nossa solidariedade com o povo venezuelano e irmão Nicolas Maduro, nestas horas decisivas em que as garras do imperialismo buscam ferir de morte novamente a democracia e a autodeterminação dos povos da América do Sul. Nós nunca mais seremos um quintal dos EUA». Também o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, expressou seu apoio contra os ataques da oposição venezuelana.</p>
<p>O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do México anunciou que o governo do presidente Andrés Manuel Lopez Obrador não prevê mudanças na sua política externa em relação à Venezuela e reconhece como o presidente legítimo Nicolas Maduro. O porta-voz disse que a administração federal mexicana permanecerá firme em sua política de não intervenção nos assuntos internos da Venezuela.</p>
<p>Da Rússia, o senador do Conselho da Federação daquele país, Andrei Klimov, disse que o governo do presidente Vladimir Putin não prevê qualquer mudança na política externa do Kremlin sobre Venezuela.</p>
<p>Da mesma forma, os movimentos sociais manifestaram-se em apoio a Maduro. A Frente Popular Brasil, que reúne uma série de organizações políticas, ofereceu seu apoio através das redes sociais: «O imperialismo atua hoje com força total contra a soberania da Venezuela. Todo o apoio dos movimentos sociais do Brasil ao presidente Nicolás Maduro», disse o comunicado. Movimentos dessas características reuniram-se na embaixada venezuelana na Bulgária para expressar sua solidariedade ao povo do país irmão a seu legítimo presidente, Nicolás Maduro.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Díaz-Canel recebeu presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:46:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na manhã da terça-feira, 18 de dezembro, o senhor Keiji Furuya, presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba, quem faz uma visita no contexto das atividades comemorativas pelo 120º aniversário da migração japonesa para nosso país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5345" alt="Canel Japón parlamento" src="/files/2018/12/Canel-Japón-parlamento-300x225.jpg" width="300" height="225" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, recebeu na manhã da terça-feira, 18 de dezembro, o senhor Keiji Furuya, presidente da Liga Parlamentar de Amizade Japão-Cuba, quem faz uma visita no contexto das atividades comemorativas pelo 120º aniversário da migração japonesa para nosso país.</p>
<p>Durante o cordial encontro ambos coincidiram em destacar o bom estado das relações bilaterais. Relembraram, igualmente, a visita oficial a Cuba do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em setembro de 2016, e sua contribuição para o avanço dos vínculos entre as duas nações.</p>
<p>Acompanhou o distinto visitante o embaixador do Japão, Ex.mo sr. Masaru Watanabe.</p>
<p>Pela parte cubana participou o chanceler Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>O governo dos Estados Unidos busca novos pretextos para destruir relações com Cuba</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2018 00:10:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos continua em sua campanha de desacreditar Cubabuscar assim novas escusas para entorpecer as relações entre ambas as nações, apesar da aproximação conseguida durante o governo do presidente Barack Obama, afirmou em 29 de novembro Johana Tablada, funcionária do Ministério das Relações Exteriores da Ilha.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5290" alt="Embajada usa Cuba" src="/files/2018/11/Embajada-usa-Cuba.jpg" width="300" height="180" />O governo dos Estados Unidos continua em sua campanha de desacreditar Cubabuscar assim novas escusas para entorpecer as relações entre ambas as nações, apesar da aproximação conseguida durante o governo do presidente Barack Obama, afirmou em 29 de novembro Johana Tablada, funcionária do Ministério das Relações Exteriores da Ilha.</p>
<p>Dentro das medidas utilizadas pela administração de Donald Trump – precisou a vice-diretora da Direção dos EUA da chancelaria da nação caribenha – destacam o acirramento do injusto bloqueio econômico, financeiro e comercial imposto à Ilha há quase 60 anos, bem como os supostos incidentes de saúde de diplomatas estadunidenses em Havana.</p>
<p>Todas estas falsas sentenças sobre nosso país foram desmentidas junto ao novo pretexto utilizado pelo governo norte-americano acerca do entorpecimento por parte de Cuba para outorgar vistos a pessoal diplomático.</p>
<p>Tablada referiu-se, ainda, ao uso e ao abuso da calúnia e da mentira. Apesar destes contínuos ataques, a diplomata asseverou que nosso país tem a melhor disposição de conseguir um relacionamento civilizado e respeitoso.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>O Departamento de Estado usa o visto para afetar as relações diplomáticas com Cuba</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 14:00:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos meses, o Departamento de Estado dos EUA gerou uma nova justificativa para afetar as relações diplomáticas bilaterais, relacionadas ao processo de concessão de vistos diplomáticos e oficiais exigidos pelos funcionários das respectivas embaixadas em Washington e Havana, para o desempenho de suas funções. A manobra consiste em afirmar que Cuba impede a concessão de vistos para os funcionários designados na embaixada dos Estados Unidos em Cuba, o que supostamente dificulta o desempenho dessa missão diplomática.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5283" alt="MINREX" src="/files/2018/12/MINREX.jpg" width="300" height="244" />Nos últimos meses, o Departamento de Estado dos EUA gerou uma nova justificativa para afetar as relações diplomáticas bilaterais, relacionadas ao processo de concessão de vistos diplomáticos e oficiais exigidos pelos funcionários das respectivas embaixadas em Washington e Havana, para o desempenho de suas funções. A manobra consiste em afirmar que Cuba impede a concessão de vistos para os funcionários designados na embaixada dos Estados Unidos em Cuba, o que supostamente dificulta o desempenho dessa missão diplomática.</p>
<p>Ao fazê-lo, o Departamento de Estado deliberadamente esconde que foi o governo dos Estados Unidos que decidiu unilateralmente reduzir o pessoal de sua embaixada em Havana, em setembro de 2017, incluindo, em particular, o pessoal encarregado dos serviços consulares, com a consequente afetação aos cidadãos cubanos e norte-americanos que dependem desses serviços. Foi ele quem decidiu expulsar, arbitrária e injustamente, 15 funcionários diplomáticos cubanos da embaixada de Cuba em Washington, em outubro daquele ano.</p>
<p>Desde essa data, o funcionamento de ambas as missões foi afetado por essas decisões unilaterais. Da mesma forma, a concessão dos vistos necessários para o pessoal das respectivas embaixadas foi sujeita a aprovações imprevisíveis e atrasos pelo Departamento de Estado.</p>
<p>Os dados falam por si. Desde o final de setembro de 2017, o governo dos Estados Unidos concedeu apenas 26 vistos e negou seis ao pessoal que Cuba exige em sua embaixada em Washington. No mesmo período, o Ministério das Relações Exteriores de Cuba concedeu 105 vistos ao pessoal diplomático e administrativo temporário e permanente da embaixada dos Estados Unidos em Havana e negou apenas um, em reciprocidade à ação do Departamento de Estado. É claramente um comportamento desequilibrado e alheio às normas de reciprocidade que constituem uma prática essencial nas relações diplomáticas.</p>
<p>Acusar Cuba de gerar uma situação insustentável para o funcionamento da embaixada dos Estados Unidos constitui uma flagrante distorção da verdade. O Governo cubano não é responsável pela instabilidade e irregularidade gerada unilateralmente pelo governo dos Estados Unidos para o funcionamento das missões diplomáticas de ambos os países nas respectivas capitais.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores mantém o espírito de facilitar as exigências de cada parte para o respectivo funcionamento das embaixadas, com base na reciprocidade.</p>
<p>Havana, 28 de novembro de 2018.</p>
<p>«Ano 60 da Revolução».</p>
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		<title>A razão e a justiça não podem ser bloqueadas</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2018 00:23:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bloqueio Econômico]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando se trata do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba há tantos anos, pareceria que tudo já foi dito, embora a realidade imponha o contrário. Na medida em que se reforçou, provoca mais danos - alguns mais visíveis do que outros - é ratificado como uma política unilateral, produto da irracionalidade e a falta de sentido, trabalho de quem faz a mais flagrante injustiça, forma e estilo de fazer política.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5191" alt="Bloequo" src="/files/2018/09/Bloequo.jpg" width="300" height="250" />Quando se trata do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba há tantos anos, pareceria que tudo já foi dito, embora a realidade imponha o contrário. Na medida em que se reforçou, provoca mais danos &#8211; alguns mais visíveis do que outros &#8211; é ratificado como uma política unilateral, produto da irracionalidade e a falta de sentido, trabalho de quem faz a mais flagrante injustiça, forma e estilo de fazer política.</p>
<p>Além de colocar o tempo todo condições a Cuba e seu povo, de violar o Direito e as normas internacionais de comércio, contrariando os princípios básicos da Organização das Nações Unidas e a vontade de milhões de pessoas no mundo, dói pensar nas barreiras impostas para o pleno desenvolvimento dos cubanos e a das capacidades deste povo.</p>
<p>O mundo condenou e pede o fim do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, porque é um direito elementar desta nação para decidir seu destino sem interferência de ninguém, sem estar sofrendo todas as inconsistências e loucuras de uma política que nos impede pagar como qualquer outro país por nossas importações, que nos dificulta a utilização do sistema financeiro, econômico e comercial que rege em nível internacional, afetando, inclusive, aos cidadãos e setores empresariais estadunidenses, limitados no desenvolvimento de uma relação respeitosa e apropriada com as autoridades e a sociedade cubana.</p>
<p>Cuba mantém seu justo reclamo e agradece o acompanhamento permanente da comunidade internacional em todos os possíveis foros internacionais, incluindo a Assembleia Geral da ONU, porque a razão, os princípios e até mesmo os sentimentos nos ajudam e será assim enquanto persistir essa política arbitrária, ilegal e injusta.<br />
Em 31 de outubro de 2018, o governo cubano denunciará novamente o recrudescimento do bloqueio na AGNU. Porque esta política desgastada que hoje buscam valorizar e impor – com outros métodos e faces – a outros povos irmãos no mundo, é a mais longa guerra econômica da história e se aprofunda nas famílias cubanas de todas as gerações. Porque também em nossa essência, a partir de nossa raiz, é defender a justiça e a verdade nos acompanha.</p>
<p>PASSOS PARA O RECRUDESCIMENTO DO BLOQUEIO A CUBA</p>
<p>2017<br />
- Donald Trump estabelece o «Memorando Presidencial de Segurança Nacional sobre o Fortalecimento da Política dos EUA contra Cuba», um sério recuo nas relações bilaterais com Cuba.<br />
- Departamentos do Tesouro, do Estado e do Comércio dos EUA emitem regulamentações que impõem obstáculos adicionais às oportunidades limitadas do setor empresarial norte-americano em Cuba e restringem, ainda mais, o direito dos estadunidenses de viajarem à Ilha.<br />
- Novas sanções contra Cuba causam uma diminuição significativa nas visitas procedentes dos EUA e maiores obstáculos às relações econômicas e comerciais de empresas cubanas com potenciais parceiros estadunidenses e de terceiros países, afetando os setores estatais e não-estatais da Ilha.</p>
<p>2018<br />
- Dezenas de bancos em todas as regiões do mundo decidiram fechar suas relações com empresas cubanas ou estrangeiras, para eliminar seus laços com Cuba, inclusive as operações com os cidadãos cubanos só por terem essa nacionalidade.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A verdade que eles não querem ouvir</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/08/23/verdade-que-eles-nao-querem-ouvir/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 23:16:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Diplomáticas]]></category>
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		<description><![CDATA[A objetividade e os resultados científicos confirmam as inconsistências e a retórica política dos Estados Unidos contra Cuba, especialmente em relação aos supostos efeitos sobre a saúde causados ​​aos diplomatas norte-americanos em Havana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5151" alt="Embajada eeuu caricatura" src="/files/2018/08/Embajada-eeuu-caricatura.jpg" width="300" height="245" />A objetividade e os resultados científicos confirmam as inconsistências e a retórica política dos Estados Unidos contra Cuba, especialmente em relação aos supostos efeitos sobre a saúde causados ​​aos diplomatas norte-americanos em Havana.</p>
<p>Há poucos dias foi anunciado que neurologistas e médicos de vários países como o Reino Unido, Alemanha e os próprios Estados Unidos questionaram as conclusões do relatório que apoiou a versão do governo dos EUA acerca dos alegados «danos» causados ​​a 21 — número aumentado mais tarde para 26 — de seus diplomatas na Ilha.</p>
<p>Em cartas enviadas à revista da Associação Médica Norte-americana (JAMA), indica-se que os autores do estudo, realizado entre fevereiro e março, por médicos da Universidade da Pensilvânia, poderiam ter interpretado erroneamente o resultado de exames médicos ou ter ignorado desordens que causam sintomas entre um grande grupo de pessoas, como fatores psicológicos.</p>
<p>As declarações científicas desacreditam ainda mais os argumentos apresentados durante meses pelo governo dos EUA. UU para justificar as medidas arbitrárias e o recuo no processo de aproximação bilateral com Cuba. Sobretudo nestes dias em que chegaram ao limite de restringir a permanência dos diplomatas durante sua missão em Havana, a pouco mais de um ano e, como já estava acontecendo, sem acompanhamento.</p>
<p>Os truques que tentaram tecer sobre este assunto são cada vez mais insustentáveis, em um cenário em que, por um lado, os cidadãos norte-americanos são avisados ​​para não visitar a Ilha por «razões de segurança», enquanto Cuba recebe três milhões de visitantes estrangeiros no final da primeira metade do ano, os que o fazem com a convicção de se aproximar e desfrutar de um dos países mais seguros do mundo.</p>
<p>Recentemente, um professor da Universidade de Augusta, na Geórgia, Estados Unidos, garantiu que, se as viagens dos norte-americanos à Ilha maior das Antilhas fossem liberadas, 3,5 milhões de visitantes daquela nação poderiam chegar aqui. O primeiro mercado emissor de Cuba é o Canadá, com 1,34 milhão (1.134 225 visitantes em 2017,) e em segundo lugar os Estados Unidos, com pouco mais de um milhão, o que coloca em perspectiva os potenciais que os norte-americanos encontram na Ilha.</p>
<p>A questão dos chamados «ataques acústicos» contra diplomatas norte-americanos em Havana, já foi fechada até por parte do Bureau Federal de Investigações daquele país, mas é retomada repetidas vezes para tentar justificar uma política injusta e ilegal, que prejudica igualmente cidadãos norte-americanos e cubanos.</p>
<p>Pensemos apenas no alto custo humanitário da interrupção do serviço de vistos da embaixada dos EUA em Havana, o perigo de não cumprimento do acordo de migração pelos Estados Unidos, os problemas diários que ouvimos de pais que não podem se encontrar com seus filhos e têm que fazê-lo através de países terceiros.</p>
<p>Nossas autoridades foram um exemplo de respeito, cooperação e adesão aos resultados das investigações realizadas, mesmo quando tiveram acesso limitado aos casos afetados e foram informadas tardiamente e de maneira limitada.</p>
<p>Cuba continuará defendendo a verdade. Vamos esperar que a racionalidade prevaleça, acima do marcado interesse em prejudicar não apenas a imagem e a economia de um país, mas também a relação de seu povo com milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo os próprios norte-americanos.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba nunca perpetrou nem vai perpetrar ataques de qualquer natureza contra funcionários diplomáticos ou seus familiares, sem exceção</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 20:57:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Diplomáticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Agradecemos a presença dos colegas da imprensa nacional e estrangeira nesta convocação para a entrevista coletiva com a imprensa do ministro das Relações Exteriores de Cuba, companheiro Bruno Rodríguez Parrilla. Encontram-se conosco 60 correspondentes de 31 meios de comunicação estrangeiros, além dos principais meios de comunicação, é claro, da imprensa nacional. Esta conferência, informo-lhes, está]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4675" alt="Bruno conf prensa" src="/files/2017/10/Bruno-conf-prensa.jpg" width="300" height="241" />Agradecemos a presença dos colegas da imprensa nacional e estrangeira nesta convocação para a entrevista coletiva com a imprensa do ministro das Relações Exteriores de Cuba, companheiro Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>Encontram-se conosco 60 correspondentes de 31 meios de comunicação estrangeiros, além dos principais meios de comunicação, é claro, da imprensa nacional.</p>
<p>Esta conferência, informo-lhes, está sendo transmitida ao vivo pela televisão cubana, a Cubavision Internacional, Radio Rebelde, Radio Habana Cuba e via streaming através do canal Youtube, do site Cubaminrex.</p>
<p>Primeiramente, o ministro apresentará uma declaração e depois estará disponível para responder algumas perguntas.</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Boa tarde.</p>
<p>Por instruções do meu governo, em nome do povo cubano, desejo transmitir sinceras condolências às famílias das vítimas e ao povo norte-americano pelo ataque ocorrido em 1º de outubro na cidade de Las Vegas.</p>
<p>Anteriormente, também expressamos profundas condolências ao povo dos Estados Unidos, às famílias das vítimas e àqueles que foram vitimados pelo furacão Irma.</p>
<p>Mais recentemente, dirigimos nossos sentimentos de amizade e solidariedade ao irmão povo porto-riquenho, a quem oferecemos nossa modesta cooperação, com um hospital de campo, uma equipe de 41 médicos especializados em catástrofes e 4 brigadas de engenheiros e eletricitários. Estamos aguardando a resposta dessas autoridades, mas renovamos nossa profunda solidariedade com o povo porto-riquenho.</p>
<p>A seguir, eu vou ler a</p>
<p>DECLARAÇÃO DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES</p>
<p>Em 29 de setembro de 2017, o secretário do Estado dos EUA, Rex Tillerson, anunciou a decisão de reduzir significativamente o pessoal diplomático de sua embaixada em Havana e retirar todos os membros das famílias, alegando que se tinham produzido ‘ataques’ contra funcionários do governo dos EUA em Cuba, que afetaram sua saúde.</p>
<p>Em 3 de outubro de 2017, mais uma vez, o governo dos EUA, em uma ação injustificada, determinou que 15 funcionários da Embaixada de Cuba em Washington deixaram o território dos Estados Unidos, sob o argumento de que eles reduziram sua equipe diplomática em Havana e que o governo cubano não teria tomado as medidas necessárias para evitar ‘ataques’ contra eles.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores protesta fortemente e denuncia esta decisão infundada e inaceitável, bem como o pretexto utilizado para justificá-la, afirmando que o governo cubano não tomou todas as medidas apropriadas para prevenir os supostos incidentes.</p>
<p>Na reunião realizada, sob proposta do lado cubano, com o secretário do Estado, Rex Tillerson, o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, advertiu-o acerca de não tomar decisões apressadas sem apoio em evidências, pediu-lhe que não politizasse uma questão desta natureza e reiterou o seu pedido de cooperação eficaz por parte das autoridades dos EUA para esclarecer os fatos e concluir a investigação.</p>
<p>Esta é a segunda vez, depois que em 23 de maio de 2017, o Departamento de Estado ordenasse que dois diplomatas cubanos em Washington deixassem o país, que o governo dos Estados Unidos responde de forma apressada, imprópria e sem pensamentos, sem evidências quanto à ocorrência dos fatos invocados, nos quais Cuba não tem qualquer responsabilidade, e sem a conclusão da investigação que está em andamento.</p>
<p>Tal como foi informado pelo ministro cubano das Relações Exteriores ao secretário de Estado Tillerson, em 26 de setembro de 2017, Cuba, que já foi vítima de ataques aos membros do seu pessoal diplomático no passado, os que foram mortos, desaparecidos, raptados ou agredidos no exercício das suas funções, cumpre com toda a seriedade e o rigor as suas obrigações com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961, no que diz respeito à proteção da integridade dos agentes diplomáticos credenciados no país, no qual pode mostrar um histórico impecável.</p>
<p>Tal como informou o ministério, em 9 de agosto passado, a Embaixada e o Departamento de Estado dos EUA informaram, em 17 de fevereiro de 2017, a alegada ocorrência de incidentes contra alguns funcionários dessa sede diplomática e seus familiares, desde novembro de 2016, afirmando que lhes causaram danos e outras afecções. A partir desse momento as autoridades cubanas agiram com grande seriedade, profissionalismo e imediatismo para esclarecer esta situação e iniciaram uma investigação exaustiva e prioritária, por indicações do mais alto escalão do governo.</p>
<p>As medidas de proteção dos diplomatas dos EUA, suas famílias e suas residências foram fortalecidas, foram criados novos canais de comunicação expedita da Embaixada com o Departamento de Segurança Diplomática e foi criado um comitê de especialistas para a análise integral dos fatos, composto por autoridades policiais, médicas e científicas.</p>
<p>Em face da informação tardia, frágil e insuficiente fornecida pelos norte-americanos, as autoridades cubanas solicitaram à Embaixada dos Estados Unidos dados precisos e informações adicionais para permitir uma investigação séria e profunda.</p>
<p>A Embaixada dos Estados Unidos forneceu apenas algumas informações de interesse sobre os alegados incidentes depois que, em 21 de fevereiro, o presidente Raúl Castro reiterasse pessoalmente ao Encarregado de Negócios a.i., dessa missão diplomática, a importância de compartilhar mais informações e cooperar entre as autoridades competentes dos dois países. Ainda assim, os dados fornecidos posteriormente continuaram carecendo de descrições ou detalhes que facilitassem a caracterização dos fatos ou a identificação de possíveis autores, caso houver.</p>
<p>Semanas depois, em resposta a novos relatórios de supostos incidentes e informações precárias fornecidas, as autoridades cubanas reiteraram a necessidade de uma cooperação efetiva, alargaram as solicitações de informação às autoridades dos EUA e insistiram em ser notificadas em tempo real acerca da ocorrência de novos incidentes para dessa forma poder agir de maneira oportuna.</p>
<p>Além disso, para contribuir com o processo investigativo e legal estabelecido nos termos da Lei de Processo Penal cubano, os requisitos informativos foram transferidos para as autoridades dos Estados Unidos como parte do processo de investigação.</p>
<p>A informação fornecida pelo lado dos EUA levou o comitê de especialistas cubanos a concluir que esta é insuficiente e que o principal obstáculo para o esclarecimento dos incidentes foi a falta de acesso direto aos afetados e aos médicos que os examinaram, a ausência de informações primárias confiáveis ​​e verificáveis ​​e a incapacidade de realizar intercâmbios com especialistas dos Estados Unidos com conhecimentos acerca de fatos desta natureza e da tecnologia que possa ter sido empregada, apesar de isso ter sido repetidamente levantado como uma necessidade para avançar na perícia.</p>
<p>Somente depois de pedidos repetidos ao governo dos Estados Unidos, representantes de agências especializadas desse país finalmente viajaram a Havana, em junho passado, encontraram-se com seus homólogos cubanos e expressaram sua intenção de cooperar mais substancialmente na investigação dos supostos incidentes.</p>
<p>Eles voltaram a visitar Cuba, em agosto e setembro, permitindo que eles trabalhassem no terreno, pela primeira vez em mais de 50 anos, pelo que receberam todas as facilidades, incluindo a possibilidade de importar equipamentos, como um sinal de boa vontade e do grande interesse do governo de concluir a investigação.</p>
<p>As autoridades cubanas valorizam positivamente as três visitas feitas pelas agências especializadas dos Estados Unidos, as quais reconheceram o alto nível profissional da pesquisa realizada por Cuba, com um alto componente técnico e científico e que, como resultado preliminar, de acordo com a informação disponível e os dados fornecidos pelos Estados Unidos, não há provas da ocorrência dos incidentes alegados, nem das causas e origem das afetações à saúde relatadas pelos diplomatas dos EUA e suas famílias. Tampouco, foram identificados os potenciais autores ou pessoas com motivações, intenções ou meios para realizar este tipo de ações, nem foi verificada a presença de pessoas ou meios suspeitos nos locais onde os eventos foram relatados ou em seus arredores. As autoridades cubanas não estão familiarizadas com equipamentos ou tecnologias que possam ser usadas para esse fim, nem possuem informações que indiquem a sua presença no país.</p>
<p>Ao rejeitar categoricamente qualquer responsabilidade do governo cubano nos supostos atos, o ministério das Relações Exteriores reafirma, mais uma vez, que Cuba nunca perpetrou nem vai perpetrar ataques de qualquer natureza contra funcionários diplomáticos ou suas famílias, sem exceção. Nem permitiu ou permitirá que seu território seja utilizado por terceiros para esse fim.</p>
<p>O Ministério enfatiza que a medida anunciada pelo governo dos Estados Unidos, no sentido de reduzir o pessoal diplomático cubano em Washington, sem existirem resultados de investigação conclusivos ou evidências dos incidentes que estão afetando seus funcionários em Cuba têm um caráter eminentemente político.</p>
<p>O Ministério insta as autoridades competentes do governo dos Estados Unidos a não continuarem a politizar esta questão, o que pode levar a uma escalada indesejável, bem como a enturvar ainda mais e reverter as relações bilaterais, já afetadas pelo anúncio de uma nova política, em junho passado, pelo presidente Donald Trump.</p>
<p>O ministério reitera a vontade de Cuba de continuar promovendo uma cooperação séria e objetiva entre as autoridades de ambos os países, com o objetivo de esclarecer esses fatos e concluir a investigação, para o qual será essencial a colaboração mais eficiente das agências competentes dos Estados Unidos.</p>
<p>Moderador. Bem, vamos às perguntas. Peço aos jornalistas que se identifiquem e identifiquem o meio ao qual pertencem e façam uso dos microfones na sala, por favor.</p>
<p>Andrea Rodríguez (AP).— Boa tarde.</p>
<p>Senhor, isso significa tanto as medidas tomadas pelos Estados Unidos quanto as tomadas por Cuba, que estamos vivendo aqui hoje em Havana, o início do congelamento entre os dois países, depois de algum tipo de primavera, de dois anos, que ocorreu com Obama? Eu gostaria de escutar seus comentários sobre isso.</p>
<p>E, por outro lado, eu pessoalmente não estou bem claro acerca do que aconteceu com os canadenses. Ou seja, aparentemente, esses diplomatas tiveram os mesmos efeitos que os americanos e o Canadá decidiu não protegê-los ou algo assim?</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Cuba não tomou nenhuma ação contra os Estados Unidos, absolutamente. Não discrimina suas empresas, convida seus cidadãos a visitá-la, favorece o diálogo e a cooperação bilateral, não ocupa nenhuma parte do território dos Estados Unidos e não adotou absolutamente nenhuma medida bilateral, mas, pelo contrário, favoreceu um curso respeitoso, com base na igualdade soberana para tratar das nossas diferenças e conviver de forma civilizada com elas, em benefício de ambos os povos e países.</p>
<p>A política anunciada pelo presidente Donald Trump, em 16 de junho e outros eventos que ocorreram a este respeito são, de fato, um revés e enfraqueceram a relação bilateral.</p>
<p>A decisão política injustificada e desmotivada de exigir o abandono do território dos Estados Unidos para 15 funcionários da nossa Embaixada é um ato de natureza absolutamente política, que só beneficia aqueles que querem descarrilar a possibilidade de que as relações entre os dois países continuem avançando, aqueles que desejam reverter os progressos alcançados nos últimos anos, que só pode beneficiar os interesses escuros de um punhado de pessoas.</p>
<p>Posso dizer que as autoridades cubanas estão em contato e cooperação com as autoridades canadenses.</p>
<p>Jorge Legañoa (ACN).— Boa tarde, ministro.</p>
<p>Gostaria, se o senhor pudesse aprofundar um pouco, qual é a justificação que o governo dos EUA deu ao governo cubano para justificar a retirada do pessoal diplomático cubano em Washington e, da mesma forma, se pudesse abordar a questão de como vai permanecer o funcionamento das operações consulares cubanas nos Estados Unidos.</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Obrigado.</p>
<p>O lado americano poderia responder melhor isso, mais adequadamente. É difícil explicar o argumento exposto pelo Departamento de Estado para a adoção dessas medidas, tanto da retirada parcial do seu pessoal de Havana quanto da decisão de que parte do pessoal diplomático cubano saia do território dos Estados Unidos.</p>
<p>Eis a declaração do secretário Tillerson, de 29 de setembro. (Mostra o documento). Meses depois que os porta-vozes dos EUA sempre falassem de incidentes e falassem sobre a falta de evidências, achados investigativos ou informações que relacionassem as condições de saúde descritas pelos diplomatas dos EUA com os tais incidentes, o secretário Tillerson lança mão, pela primeira vez, meses depois, da palavra ‘ataques’ e diz que «os funcionários da embaixada dos EUA sofreram uma variedade de danos, produto de ataques de natureza desconhecida». Curiosamente, ele diz depois: «Os investigadores não conseguiram determinar o responsável ou a causa desses ataques».</p>
<p>Na conversa que eu tive com o secretário Tillerson, posso dizer que ele não forneceu um átomo de informação que não fosse conhecido do lado cubano anteriormente e não inclui, de forma alguma, uma evidência ou resultados conclusivos de pesquisas, nem mesmo informações de elementos de pesquisa em andamento.</p>
<p>A nota emitida hoje, 3 de outubro, pelo Departamento de Estado, que é esta (mostra o documento), informa que «depois da redução de pessoal na embaixada dos EUA em Havana, devido aos incidentes atuais que prejudicam a segurança física de nosso pessoal, uma vez que o governo cubano não tomou todas as medidas necessárias para evitar qualquer ataque à integridade física, liberdade ou dignidade do pessoal diplomático dos EUA e os membros de suas respectivas famílias&#8230;« os funcionários cubanos devem sair de Washington.</p>
<p>O Departamento de Estado não diz que ocorreram ataques; fala novamente de incidentes que supostamente prejudicam a segurança física. Fala que o governo cubano não tomou todas as medidas necessárias para evitar qualquer ataque. Não diz que tenham acontecido.</p>
<p>Curiosamente, essa é a alegação que ele usa para solicitar que «as pessoas que estão listadas a seguir devem deixar os Estados Unidos dentro de um prazo de sete dias».</p>
<p>É inaceitável e inexplicável que o argumento para exigir que o pessoal diplomático cubano saia do território dos EUA é que os EUA, por sua própria decisão, reduziram a presença do pessoal diplomático dos EUA em Havana ou que o governo cubano não adotou medidas.</p>
<p>Se o desejo do lado dos EUA tem sido proteger a saúde dos diplomatas que poderiam potencialmente apresentar problemas de saúde, qual é a relação que isso pode ter com a decisão de reduzir a presença do pessoal diplomático cubano em Washington? Isso é uma ação de reciprocidade? Obviamente, não pode ser, porque não houve qualquer medida ou qualquer decisão cubana que alguém possa pensar em reciprocidade. É uma medida de prevenção, de proteção da saúde do pessoal diplomático? É absolutamente impensável. O que é isso? É, naturalmente, uma decisão política, não é uma decisão técnica associada ao processo de investigação em andamento. É uma medida de retaliação? Qual é a finalidade dela? Seria bom que o lado americano explicasse isso.</p>
<p>Em uma declaração, nesta manhã, o secretário Tillerson acrescenta como propósito de sua ordem, ou seja, a ordem de retirar o pessoal diplomático cubano de Washington, «o objetivo de assegurar a equidade nas operações das respectivas missões diplomáticas». O que isso significa? eu pergunto ao Departamento do Estado. Ou seja, por que é um objetivo garantir equidade entre decisões unilaterais, impensadas, infundadas e injustificáveis ​​do Departamento de Estado em relação ao seu próprio pessoal, que poderia tentar explicar por razões preventivas quanto à sua saúde, mas, que relação pode isso tem que ver com a decisão arbitrária, politicamente motivada, com objetivos claramente políticos de cortar parte da presença diplomática cubana em Washington DC?</p>
<p>O que disse um funcionário do Departamento de Estado nesta manhã? Bem, ele fez um anúncio, disse que mais um diplomata apareceu afetado.</p>
<p>A imprensa perguntou-lhe rapidamente, quando isso aconteceu, em setembro, em agosto, na semana passada? Ele respondeu que não, ele respondeu que aconteceu no mês de janeiro deste ano e que eles resolveram informá-lo agora, porque o caso foi, eles disseram, reavaliado. A falta de seriedade desta abordagem é surpreendente.</p>
<p>Respondendo a sua pergunta, a resposta dada pelo funcionário do Departamento de Estado, anônima — porque deve-se dizer que os funcionários do Departamento de Estado continuaram constantemente filtrando à imprensa norte-americana informações maliciosas para fins políticos, protegendo-se no anonimato — Este outro funcionário, também anônimo, clandestino, autor oficial do informe à imprensa nesta manhã, tenta responder sua pergunta dizendo: — Eu tenho isso aqui em inglês se alguém quiser vê-lo em inglês — «Os ataques são um reflexo de uma série de incidentes», eu não sei se os tradutores conseguem explicar o que esta frase significa em inglês ou espanhol: «Os ataques são um reflexo de uma série de incidentes que estão afetando nossa equipe diplomática e persistiram por um longo tempo, o que mostrou muito claramente que nosso pessoal sofre desses ataques provenientes de alguém que está usando formas e métodos desconhecidos», quer dizer, os ataques «são um reflexo de uns incidentes» que supostamente «provêm de alguém que está lançando mão de formas e métodos desconhecidos».</p>
<p>«A decisão de rotulá-los como ataques», diz o funcionário anônimo, «reflete que houve um padrão consequente entre os membros da nossa equipe que foram afetados». O que significa em inglês ou espanhol que «a decisão de qualificá-los como ataques reflete que houve um padrão consequente entre os membros da nossa equipe que foram afetados»?</p>
<p>Mas, em seguida, ele termina acrescentando: «Não há outra conclusão que possamos alcançar». Ficção científica, futurismo, de que está falando?</p>
<p>«O que acontece com os cubanos» — quer dizer, com os diplomatas cubanos que devem sair do país — «é que isso garante que haverá um número equitativo de pessoal, que permitirá o funcionamento de nossas embaixadas».</p>
<p>Ou seja, o fato de reduzir o pessoal nos dois territórios facilita, garante, permite o funcionamento das embaixadas? Quando o Departamento de Estado disse que a embaixada americana é reduzida para prestar apenas serviços de emergência, isso não faz sentido.</p>
<p>O funcionário dos EUA continua: «As equipes médicas estão analisando todos os sintomas e estão levando em consideração todas as possibilidades, mas eles conseguiram confirmar que os sintomas que descrevemos estão acontecendo e que nossa equipe está mostrando sintomas». A linguagem do Cantinflas; isto é, é uma retórica incompreensível que tenta disfarçar o essencial que é a falta de dados, resultados conclusivos de investigação, evidências, informações.</p>
<p>Perguntam-lhe: «A reunificação familiar será significativamente afetada, qual é a mensagem para os cubanos?»</p>
<p>E ele responde: «Estamos avaliando o impacto que a redução de nosso pessoal terá sobre esses assuntos», ou seja, como avaliar a posteriori o impacto sobre as questões do reagrupamento familiar, vistos de imigrantes e visitantes aos Estados Unidos. Como será possível avaliar o impacto dos serviços consulares cortados abruptamente e quase completamente em Havana e Washington, depois de terem feito isso?</p>
<p>Porque a situação do consulado cubano em Washington hoje é extremamente precária: após a decisão dos Estados Unidos de retirar pessoal cubano, um único funcionário consular permaneceu em Washington. Eu entendo que o mesmo acontece, infelizmente, também no consulado geral dos EUA aqui em Havana.</p>
<p>Ele enfatizou que «a prioridade é a segurança, a proteção e o bem-estar do pessoal diplomático dos EUA no exterior». E confessa que «unicamente os serviços de emergência estarão disponíveis».</p>
<p>Se o governo dos EUA aplicasse esses padrões para o seu serviço externo, teria que fechar dezenas de embaixadas no mundo agora.</p>
<p>Patrick Oppmann (CNN-Internacional).— Obrigado.</p>
<p>Pode me contar um pouco mais sobre o que os investigadores cubanos fizeram nesses oito meses. Eles estiveram nas casas e hotéis onde os ataques aconteceram supostamente, e como eles sabem que não foi em um terceiro país, ou um grupo terrorista do tipo dos que já fez ataques aqui no passado?</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Você poderia me dizer quais foram os ataques que fizeram grupos terroristas ou de terceiros países aqui, nos últimos anos?</p>
<p>Patrick Oppmann (CNN-Internacional).— Bem, o Hotel Capri, o senhor sabe, no Hotel Nacional colocaram bombas há muitos anos, na década de 90.</p>
<p>Bruno Rodriguez.— Claro, você está falando de grupos terroristas com sede nos Estados Unidos e não em países terceiros, mas entendo. Posso dizer que a pesquisa cubana é extremamente profissional, exaustiva, como já foi indicado pelo mais alto escalão de governo em Cuba.</p>
<p>Já mencionei que incluiu o reforço de todas as medidas de proteção para o pessoal diplomático dos EUA. Nenhuma outra medida adicional foi adotada por uma decisão do Departamento do Estado. Inclui o estabelecimento de uma linha de comunicação imediata entre a Embaixada dos Estados Unidos e os dispositivos criados como parte desta investigação, para auxiliar e investigar qualquer incidente. Infelizmente, a grande maioria dos incidentes que ocorreram foram informados pela Embaixada dos EUA meses após a ocorrência.</p>
<p>O grupo de especialistas cubanos, de peritos cubanos, não teve a possibilidade de visitar os lugares afetados que envolvem residências de pessoal diplomático, porque isso foi impedido pela parte americana. Não houve reuniões, como já mencionei, entre o pessoal médico cubano envolvido nesta investigação com os especialistas médicos norte-americanos, que foi repetidamente solicitado. Não foi possível — como foi mencionado aqui — que tenha havido reuniões especializadas entre especialistas de ambos os lados, em relação a aspectos de ordem tecnológica e natureza diversificada.</p>
<p>Eu também posso dizer que — como mencionei aqui — a escassa evidência, supostamente evidência, compartilhada pelo lado dos EUA após pesquisas extremamente profissionais, que atendem aos mais altos padrões internacionais, foi considerada irrelevante para os efeitos da pesquisa em andamento; mas posso reiterar a decisão do governo cubano de continuar esta investigação sob qualquer condição.</p>
<p>E, em segundo lugar, reitero às autoridades do governo dos Estados Unidos o pedido de que eles compartilhem provas, permitam encontros entre os médicos dos EUA e cubanos que lidaram com essas questões e façam uma cooperação mais efetiva.</p>
<p>Moderador.— Cristina. Uma última pergunta.</p>
<p>Cristina Escobar (Televisão Cubana).— Boa tarde. Cristina Escobar, Televisão Cubana.</p>
<p>Eu percebo, a partir da resposta que o senhor acabou de dar, que fora das autoridades médicas norte-americanas, nenhum outro profissional médico avaliou os diplomatas que alegam esses sintomas, em uma confirmação.</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Não, eu não disse isso. Ou seja, o que eu disse é que não houve contato algum entre as autoridades médicas dos EUA e as autoridades médicas cubanas.</p>
<p>Cristina Escobar.— E o comitê de especialistas cubanos conseguiu trocar com os diplomatas que reivindicaram os sintomas?</p>
<p>Bruno Rodríguez.— Não, nada. Eu também mencionei que isso não foi permitido.</p>
<p>Cristina Escobar.— Enquanto isso, há uma agenda. Há alguns dias, houve uma reunião da Comissão Bilateral entre os dois governos; no entanto, a última decisão do Departamento de Estado, afirmam, que todas as reuniões que se realizarão aqui em Havana, devido aos alegados riscos no país, deveriam ser suspensas; mas não aqueles que deveriam estar em Washington. Onde está essa agenda bilateral? O que Cuba fará sobre isso?</p>
<p>Bruno Rodríguez.— É uma boa pergunta para o Departamento de Estado. Ou seja, se da mesma forma que aplicaram ‘paridade’ e reduzirem drasticamente o pessoal diplomático cubano em Washington, eles aplicarão a ‘paridade’ e suspenderão reuniões de diálogo em áreas de interesse mútuo ou realizando reuniões para possibilitar a cooperação bilateral em áreas de interesse máximo, não apenas Cuba, mas também o governo dos EUA?</p>
<p>Mas a realidade é que não há uma única evidência sobre a ocorrência de supostos incidentes, nem de suas causas, nem de sua origem, como torna evidente o quebra-línguas do oficial do Departamento de Estado. Vocês podem perguntar ao Departamento de Estado quais evidências ou resultados de pesquisa eles têm disponíveis, quais fatores dessa natureza que levaram em conta para tomar essas decisões arbitrárias.</p>
<p>Com certeza, estas decisões afetam e vão afetar as relações bilaterais, Cristina, em várias áreas. O clima, já rarefeito pela mudança de política anunciada em 16 de junho, em Miami, e pelo discurso das maiores figuras do governo dos Estados Unidos, recentemente, nas Nações Unidas, ficará, sem dúvida, ainda mais enfraquecido por essas decisões políticas precipitadas.</p>
<p>Aliás, já vi que em alguns meios de comunicação foi dito que parte dos funcionários diplomáticos cubanos que foram forçados a deixar o território dos Estados Unidos são oficiais de inteligência. Posso dizer categoricamente que, desde a criação do Escritório de Interesses cubanos em Washington, até este momento, as autoridades diplomáticas cubanas nunca realizaram ou realizarão atividades de inteligência. Não fez, não foi feito por nenhum dos funcionários diplomáticos incluídos na lista do Departamento de Estado que foram convidados a sair desse país.</p>
<p>Devo reiterar que o governo dos Estados Unidos, com essas ações politicamente motivadas e sem pensar, é responsável pela deterioração atual e provavelmente futura das relações bilaterais.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>Moderador.— Já terminamos. Muito obrigado a todos.</p>
<p>Na saída, esta Declaração será distribuída em inglês e espanhol.</p>
<p>Obrigado a todos por sua presença.</p>
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