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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Prêmio</title>
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		<title>«Para que o balé cubano continue coroando a nossa nação»</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:34:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao Historiador de Havana, doutor Eusebio Leal, dedicou Viengsay Valdés, diretora do Ballet Nacional de Cuba, o Prêmio Positano da Dança Léonide Massine, como Melhor Bailarina na Cena Internacional, com o qual foi agraciada na noite de sábado, 5 de setembro. Esta é minha homenagem pessoal e profissional a essa figura de topo do nosso país, e estou certa de que será a primeira das muitas que merece.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6044" alt="Alicia Vieng say" src="/files/2020/09/Alicia-Vieng-say.jpg" width="300" height="249" />Ao Historiador de Havana, doutor Eusebio Leal, dedicou Viengsay Valdés, diretora do Ballet Nacional de Cuba, o Prêmio Positano da Dança Léonide Massine, como Melhor Bailarina na Cena Internacional, com o qual foi agraciada na noite de sábado, 5 de setembro.</p>
<p>«Esta é minha homenagem pessoal e profissional a essa figura de topo do nosso país, e estou certa de que será a primeira das muitas que merece», comentou ao Granma Internacional a primeira bailarina.</p>
<p>«Eu vi que Leal era um homem consagrado, tal como foram ainda vivos os meus mestres Alicia e Fernando Alonso», declarou Valdés na mensagem virtual encaminhada aos organizadores do premio. «Leal soube ver que, inclusive nos tempos mais difíceis para nosso povo, o balê, em outros palcos do mundo, fazia tremular a bandeira da estrela solitária e fazia com que os aplausos fossem uma vitória».</p>
<p>Devido à atual situação epidemiológica que vive o mundo, a talentosa artista não pôde ir pessoalmente recolher o reconhecimento, pelo qual o embaixador de Cuba na Itália, José Carlos Rodríguez, recebeu o prêmio das mãos do prefeito de Positano, Michele de Lucía.</p>
<p>Durante a cerimônia, o diplomata assegurou que o 48o Premio Positano da Dança Léonide Massine é um reconhecimento de resistência, por ter aberto um espaço a essa manifestação artística neste ano tão difícil. Além disso, sublinhou que Viengsay Valdés representa a escola de balê criada em Cuba, semente de muitos grandes artistas, ao tempo que sentenciou que não se pode pensar no povo cubano sem a dança em todas as suas formas possíveis.</p>
<p>Por outro lado, na cerimônia foi exibido um excerto do vídeo ParAlicia, interpretado por Valdés e Alicia Alonso, com coreografia de Tania Vergara, direção audiovisual de Alejandro Pérez e música de Frank Fernández, pois o referido prêmio é também uma homenagem, no âmbito do seu centenário natalício, à prima ballerina assoluta, lenda do balê mundial, falecida em 2019.</p>
<p>Finamente, Viengsay Valdés maniestou: «Aspiro a continuar trabalhando, a fim de expandir o legado dos meus ídolos e me consagrar ao ideário dos meus professores, para que o balê cubano continue coroando nossa nação e abrindo-lhe as portas em todo o mundo».</p>
<p>Além da célebre bailarina, mais um cubano foi reconhecido pelo júri, o primeiro bailarino do Staatballet Berlim, Alejandro Virelles, premiado como um dos melhores bailarinos do mundo neste ano 2020.<br />
<strong><br />
(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>História e cultura no Hotel Nacional de Cuba</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 22:10:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[CONSIDERADA como uma destacada instituição da história e da cultura cubana, o Hotel Nacional de Cuba, que completou 88 anos, une-se neste ano de 2019 às comemorações dos 500 anos de Havana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5406" alt="hotel-nacional-de-cuba-12" src="/files/2019/01/hotel-nacional-de-cuba-12.jpg" width="300" height="250" />CONSIDERADA como uma destacada instituição da história e da cultura cubana, o Hotel Nacional de Cuba, que completou 88 anos, une-se neste ano de 2019 às comemorações dos 500 anos de Havana.</p>
<p>«A capital celebra 500 anos e um dos seus símbolos é este hotel, por isso teremos que corresponder a esse evento. O Hotel Nacional, nos 500 anos de Havana vai estar iluminado e com muito brilho», disse em uma entrevista coletiva, Antonio Martinez Rodriguez, diretor desta instituição.</p>
<p>De acordo com Martinez, quando o hotel foi inaugurado, em 30 de dezembro de 1930, exibia glamour e luxo, mas hoje aumentou sua história, cultura e cubanidade e esses são, precisamente, seus principais pontos fortes.</p>
<p>A instalação estará acompanhando a celebração e incluirá um show em sua famosa boate Parisien, em homenagem à capital do país. Da mesma forma, prevê-se a melhoria de seus quartos e a restauração de salas e outras áreas.</p>
<p>A instalação atingiu um nível de ocupação próximo a 80%. Foto: José Manuel Correa<br />
A essa intenção se acrescenta a preservação dos valores patrimoniais que possui por anos e que são reconhecidos por quem o visita. Declarado Monumento Nacional e inscrito no Registro da Memória do Mundo, o hotel exibe em seu jardim os canhões que integraram a antiga Bateria de Santa Clara, declarada Patrimônio da Humanidade. Também no Hall da Fama aparecem fotos de muitas personalidades da década de 30 do século XX que estiveram hospedados ou passaram por esta entidade turística.</p>
<p>PROCURANDO MAIS VISITANTES</p>
<p>O Hotel Nacional de Cuba é o único hotel de categoria cinco estrelas da Ilha com administração 100% cubana e que também detém os World Travel Awards por 14 anos consecutivos, considerado o Óscar da indústria do turismo. Para seus funcionários, manter esse reconhecimento é um desafio, tal como foi ter recebido no ano passado o Certificado de Excelência 2018, concedido pelo maior site de viagens TripAdvisor, a partir dos milhões de comentários positivos postados por internautas.</p>
<p>Esses resultados são exibidos além desses prêmios. Pesquisas realizadas com seus clientes mostram que uma das razões pelas quais eles escolhem este hotel se deve, fundamentalmente, a seus encantos e atributos, bem como à hospitalidade e profissionalismo de quem trabalha lá.</p>
<p>De acordo com seu diretor Antonio Martínez, em 2018, a instalação atingiu um crescimento de 12% em relação aos períodos anteriores, e um nível de ocupação próximo a 80%. O hotel recebeu visitantes de vários países, entre os quais latino-americanos e europeus se destacam. No entanto, vários foram os reveses que eles superaram.</p>
<p>«Em 2018 nadamos contra a corrente. Nosso principal mercado, que é o mercado norte-americano (60% dos visitantes que recebe o hotel), sofreu o impacto das medidas implementadas pela administração de Donald Trump», explicou Martínez Rodríguez.</p>
<p>Após as advertências de viagem emitidas contra Cuba pelo Departamento de Estado em 2017 e o ressurgimento do bloqueio em 2018, as visitas dos norte-americanos à Ilha foram afetadas em mais de 10%.</p>
<p>Segundo Martinez, 2018 foi um ano em que se reinventaram. Os eventos forçaram o Hotel Nacional, instalação que mais norte-americanos recebe na Ilha, «a procurar novas fórmulas para evitar a deterioração econômica e financeira». Um deles, acrescentou, foi apelar para as vendas online.</p>
<p>«Até então, a maioria dos turistas chegava através das agências de viagens, o que conseguimos reverter, fazendo com que metade das reservas fosse online. Desta forma, tivemos clientes, principalmente da Alemanha, Inglaterra, Canadá, México e a Colômbia», explicou Martínez Rodríguez.</p>
<p>Graças a esta iniciativa, o Hotel Nacional de Cuba fechou 2018 com mais convidados do que no ano anterior. Eles receberam mais de 200.000 turistas-dias, o que representou um aumento de 12%. A renda é de cerca de 26 milhões de dólares e seus lucros são em torno de 17 milhões de dólares. Nas palavras de seu diretor, os resultados tornam o hotel um dos mais eficientes do país.</p>
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		<title>Prêmio Casa: Continuidade e transformação</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 18:32:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[a literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Casa das Américas]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[José Martí]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Fernandez Retamar]]></category>

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		<description><![CDATA[DO prédio estilo art deco, onde tem sua sede, em El Vedado havanês, ao seu Prêmio Literário e outros que convoca, a Casa das Américas é simplesmente extraordinária.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5400" alt="Casa de las Americas Premio" src="/files/2019/01/Casa-de-las-Americas-Premio.jpg" width="300" height="247" />DO prédio estilo art deco, onde tem sua sede, em El Vedado havanês, ao seu Prêmio Literário e outros que convoca, a Casa das Américas é simplesmente extraordinária.</p>
<p>Ali está desde sua fundação, em julho de 1959, por uma das primeiras leis do Governo Revolucionário e ali centenas de intelectuais latino-americanos e caribenhos se reuniram em torno de um Prêmio que hoje celebra sua 60ª edição.</p>
<p>Haydée Santamaría (1923-1980), heroína da luta revolucionária, que presidiu a Casa a partir dessa data de início e até a sua morte, assinou três meses após a criação desta instituição a ideia de convocar um concurso literário, cujas bases foram elaboradas pelo grande intelectual cubano Alejo Carpentier. O primeiro júri se reuniu em 1960.</p>
<p>Com algumas mudanças de nome, originalmente Concurso Literário Hispano-americano (1960), Concurso Literário Latino-americano (1964) até seu atual Prêmio Casa (1965), tornou-se em seis décadas ininterruptas, um dos mais prestigiados e de solidez do continente.</p>
<p>Aspectos como a qualidade dos livros vencedores em uma grande amostra de gêneros (15 atualmente), competindo obras (cerca de 30 mil títulos), autores publicados, e os júris participantes (ultrapassam o número de 1.300) endossam essa avaliação.</p>
<p>No volume Prêmio Casa de las Américas. Memoria, compilación e valoración de la história del concurso, de 1999, Jorge Fornet e Ines Casanas destacam como «sua primeira chamada incluiu os gêneros canônicos: poesia, romances, teatro, ensaios e contos, mas outros foram se juntando&#8230; Daí que surgissem como gêneros ou categorias o testemunho, a literatura do Caribe em francês, inglês ou crioulo, a literatura brasileira de ficção e não-ficção, a literatura para crianças e jovens, e os tópicos que abordavam estudos sobre gênero, culturas indígenas, latinos nos Unidos ou afro-americanismo».</p>
<p>O mesmo Fornet, diretor do Centro de Pesquisas Literárias, anunciou em entrevista coletiva liderada pelo poeta Roberto Fernández Retamar, presidente da Casa, que neste 2019, ano em que a instituição e o Prêmio comemoram o seu 60º aniversário, o concurso literário terá sessões de 21 a 31 de janeiro.</p>
<p>O número de livros enviados, quase 600, atestam o interesse que o Prêmio ainda desperta em jovens autores e a confiança na forte ética de um concurso, cuja única indicação foi a de dar recompensa a qualidade literária.</p>
<p>A convocatória em 2019 foi para os gêneros de romances (recebidas 167 obras); poesia (224), Ensaio Histórico Social (28), Literatura Brasileira (45), Literatura para crianças e jovens (101) e Prêmio de Estudo sobre Latinos nos Estados Unidos (19).</p>
<p>Além disso, reiteram-se os prêmios honoríficos que, em 2000, a Casa convocou pela primeira vez de poesia José Lezama Lima; de narrativa José María Arguedas e de ensaio Ezequiel Martínez Estrada.</p>
<p>Esses nomes, que receberam os prêmios honoríficos, não são apenas emblemáticos dentro da literatura do continente americano — como indicado por um amplo dossiê realizado pelo Centro de Pesquisas e pelo Departamento de Comunicação da Casa — mas também ligados à instituição e ao Prêmio desde seus primeiros anos.</p>
<p>O cubano Lezama Lima foi júri três vezes, o peruano Arguedas em outra e o argentino Martinez Estrada não só agiu como tal, mas foi o primeiro a ganhar o Prêmio de Ensaio 1960 com Análisis funcional de la cultura.</p>
<p>A composição do júri desta vez é a seguinte: no romance será concedido por Adrián Curiel Rivera (México), Victor Goldgel (Argentina), Lina Meruane (Chile), Anne Marie Metaillié (França) e Eduardo del Llano (Cuba); em poesia por Aurea María Sotomayor (Porto Rico), Raúl Vallejo (Equador) e Soleida Rios (Cuba) e o ensaio histórico-social por Nestor França (Venezuela), Elissa L. Lister (República Dominicana) e Raúl Garces (Cuba).</p>
<p>A seleção na literatura brasileira ficará a cargo de Isis Barra Costa, Luisa Geisler e José Luiz Passos; o prêmio de estudos sobre Latinos nos Estados Unidos por Frances Aparicio (Porto Rico), José Manuel Valenzuela (México) e Rubén Rumbaut (Cuba-EUA.), enquanto a literatura para crianças e jovens por Elena Dreser (Argentina), Mario Picayo (Cuba-EUA) e Olga Marta Pérez (Cuba).</p>
<p>Dado que esta é a 60ª edição, as palavras inaugurais couberam a Fernández Retamar, e com elas o júri foi constituído.</p>
<p>O Prêmio Casa 2019 é continuidade e transformação, para comemorar esta 60ª edição.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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