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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Poesia</title>
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		<title>Nada é mais sublime do que a pátria</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 18:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal El Diablo Cojuelo — que nasceu para mostrar aos estudantes de Havana a corrupção imposta pelo regime colonial em Cuba, como o personagem que lhe deu título em relação à própria metrópole enquanto guiava um aluno no romance homônimo de Luis Vélez de Guevara - apareceu em 19 de janeiro de 1869.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5396" alt="Marti dibujo" src="/files/2019/01/Marti-dibujo.jpg" width="300" height="254" />O jornal El Diablo Cojuelo — que nasceu para mostrar aos estudantes de Havana a corrupção imposta pelo regime colonial em Cuba, como o personagem que lhe deu título em relação à própria metrópole enquanto guiava um aluno no romance homônimo de Luis Vélez de Guevara &#8211; apareceu em 19 de janeiro de 1869.</p>
<p>Quatro dias depois, circulou outra publicação La Patria Libre circulou, cujo subtítulo – Semanário Democrático-Cosmopolita — reflete a atmosfera na qual Martí se mexia. Ao contrário de El Diablo Cojuelo, que foi concebido pelo próprio Martí e outros colegas — entre eles Fermín Valdés Domínguez — o La Patria Libre tem um corte material diferente, e parece lógico supor que os adultos participaram de seus auspícios, como o maestro Mendive. como já foi dito.</p>
<p>Mas o estudante Martí, sem ter completado 16 anos, dotou o jornal do texto mais duradouro: o dramático poema Abdala, encabeçado por uma anotação em que a tipografia propiciava uma eloquente ambiguidade. A frase &#8220;Escrito expressamente para a Pátria&#8221;, impressa em letras maiúsculas e sem aspas ou qualquer outro sinal que destacasse La Patria, como o título da publicação, favorecia que a peça teatral fosse recebida como destinada ao jornal em que aparecesse ou — com certeza — a Cuba.</p>
<p>O detalhe é significativo: como o autor era impedido de incitar abertamente à rebelião patriótica, o texto recriou a decisão de um jovem príncipe africano — da Núbia, um nome de lugar que acusticamente marca uma semelhança ostensiva com Cuba — para defender sua terra contra o invasor estrangeiro, e morrer nessa luta, se necessário, apesar dos pedidos da mãe, que tenciona salvar sua vida.</p>
<p>Com razão, foi visto no herói, Abdala, um alter ego de Martí e uma prefiguração de seu destino.</p>
<p>(Fragmento extraído de Cesto de Llamas, biografia de José Martí)</p>
<p>(&#8230;) Morrer! Morrer quando Nubia luta;</p>
<p>quando o nobre sangue se derrama</p>
<p>dos meus irmãos, mãe; Quando espera</p>
<p>das nossas forças, liberdade a pátria!</p>
<p>Mãe, não chore! Voar tal como voam</p>
<p>matrizes nobres de coragem nas asas</p>
<p>Gritar no campo para os guerreiros:</p>
<p>«Lutar! Lutar, Nubianos! Esperança!</p>
<p>Não chore, você me diz? E sua vida</p>
<p>O país algum dia me pagará?</p>
<p>A vida dos nobres, minha mãe</p>
<p>É lutar e morrer para obedecer,</p>
<p>E se necessário, com o seu próprio aço</p>
<p>Se rasgar por salvar suas entranhas!</p>
<p>Mais&#8230; sinto vontade de morrer: na minha agonia</p>
<p>Não venha perturbar minha triste calma.</p>
<p>Silêncio!&#8230; eu quero ouvir&#8230; Oh! Me parece</p>
<p>Que o exército inimigo, derrotado,</p>
<p>Foge pela planície&#8230; Ouça!&#8230; Silêncio!</p>
<p>Eu os vejo correr&#8230; os covardes</p>
<p>Os bravos guerreiros avançam&#8230;</p>
<p>Núbia venceu! Moro feliz: a morte</p>
<p>Eu não me importo, porque eu consegui salvá-la&#8230;</p>
<p>Oh, quão doce é morrer, quando se morre</p>
<p>Lutando corajosamente para defender a pátria!</p>
<p>(Fragmento de Abdala)</p>
<p>AÇÃo facebook twitter</p>
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		<title>Faleceu a poeta Carilda Oliver Labra</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 23:59:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[a literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Carilda Oliver]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[Carilda, Prêmio Nacional de Literatura teve como destino a poesia, segundo firma seu biógrafo Urbano Martínez Carmenate. Também é bem verdade que seu horizonte criativo foi marcado de maneira essencial pelo amor patriótico, o único consolo para suportar a dor do exílio político de sua família. «...Essa tragédia... só posso sobreviver a ela quando me agarro à Pátria», escreveu ela.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5178" alt="Carilda y Fidel" src="/files/2018/08/Carilda-y-Fidel.jpg" width="300" height="199" />Os cubanos acordaram na quarta-feira, 29 de agosto, com a notícia da morte de Carilda Oliver Labra, a poeta que transcendeu por seu trabalho de autêntica cubanidade, por sua sensibilidade e pelo delírio pela cidade que a viu nascer.</p>
<p>Carilda, Prêmio Nacional de Literatura teve como destino a poesia, segundo firma seu biógrafo Urbano Martínez Carmenate. Também é bem verdade que seu horizonte criativo foi marcado de maneira essencial pelo amor patriótico, o único consolo para suportar a dor do exílio político de sua família. «&#8230;Essa tragédia&#8230; só posso sobreviver a ela quando me agarro à Pátria», escreveu ela.</p>
<p>Esse sentimento, juntamente com o valor de sua obra poética, fez dela digna da admiração e afeição de todo o povo, resumiu o general-de-exército Raul Castro em uma mensagem de congratulações por seu 95º aniversário.</p>
<p>Na carta, Raúl lembrou a repercussão de Canto a Fidel, um sinal de sua coragem e a lealdade comprovada à Revolução e seu Líder Histórico.</p>
<p>Esta intelectual de Matanzas, autora desse poema épico, foi precisamente uma das pessoas que melhor decifrou a natureza indomável e o gênio do líder em sua juventude.</p>
<p>Em seu lar, na rua Tirry, onde a morte a surpreendeu, Carilda admitiu há alguns anos que seu livro favorito era ‘Al sur de mi garganta’, «pelo amor que tenho por ele e porque foi meu primeiro prêmio; mas há livros mais avançados, na ordem técnica, escritos com mais ternura e amor&#8230; coisas mais puras&#8230;».</p>
<p>TRIBUTO PÓSTUMO</p>
<p>«Todo o trabalho de Carilda Oliver Labra, figura essencial da cultura cubana, foi uma canção à vida», significou Alpidio Alonso, ministro da Cultura, durante o funeral do Prêmio Nacional de Literatura, realizado na quarta-feira, 29 de agoto, na casa grande da Calzada de Tirry 81.</p>
<p>A empolgante despedida foi encabeçada por Lázara Mercedes López Acea, membro do Bureau Político; e Víctor Gaute, membro do secretariado do Comitê Central do Partido. Também estavam presentes personalidades culturais, intelectuais, artistas e moradores de Matanzas de várias gerações.</p>
<p>UNEAC LAMENTA FALECIMENTO DE CARILDA OLIVER LABRA</p>
<p>A União dos Escritores e Artistas de Cuba expressou suas mais sentidas condolências aos familiares e amigos da poetisa Carilda Oliver Labra, cujo falecimento em 29 de agosto, na cidade de Matanzas, deixou um vácuo na Literatura Cubana e na Língua Espanhola. Carilda fez uma contribuição importante à poesía amorosa, bem como também à poesia social de Cuba.</p>
<p>«Em 1957 e em arriscados momentos de combate expressou seu apoio à causa revolucionária enviando à Serra Maestra seu poema ‘Canto a Fidel’. Os escritores e artistas cubanos estaremos sempre orgulhosos de ter contado em nossos fileiras com uma escritora de seu tamanho e sua qualidade humana».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl parabeniza Carilda Oliver em seu 95º aniversário natalício</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jul 2017 22:31:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, enviou na quinta-feira, 6 de julho, uma carta de parabéns à poetisa Carilda Oliver Labra, Prêmio Nacional de Literatura, no seu 95º aniversário natalício.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4630" alt="Carilda" src="/files/2017/07/Carilda.jpg" width="300" height="238" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, enviou na quinta-feira, 6 de julho, uma carta de parabéns à poetisa Carilda Oliver Labra, Prêmio Nacional de Literatura, no seu 95º aniversário natalício.</p>
<p>«Tão valiosa obra poética e o compromisso que a senhora manteve sempre com a Pátria, fizeram-na credora da admiração e o carinho de todo nosso povo», assegurou o presidente cubano na carta lida pelo presidente da União dos Escritores e Artistas de Cuba (Uneac), Miguel Barnet.</p>
<p>«Não poderia deixar de lhe reiterar, em uma data tão significativa como é seu 95º aniversário, que o inesquecível ‘Canto a Fidel’ que a senhora escreveu há 60 anos, além de uma prova de coragem, também atesta sua provada lealdade à nossa Revolução e a seu Líder Histórico», sustentou após parabenizá-la e enviar-lhe um forte abraço.</p>
<p>O general-de-exército lhe enviou, ainda, um ramo de rosas, do qual foi portador Abel Prieto, ministro da Cultura.</p>
<p>Na cerimônia de homenagem e reconhecimentos, na qual esteve presente uma representação da vanguarda intelectual de Matanzas, o Conselho de Estado da República de Cuba, em um ato de suprema justiça, outorgou à poetisa a Ordem Félix Varela de Primeiro Grau.</p>
<p>Durante a empolgante comemoração, a habitual tertúlia ‘Al Sur de mi garganta’, escutou-se mais de uma voz para enaltecer essa mulher que conseguiu seduzir várias gerações com sua poesia e sua própria existência.</p>
<p>No ato de homenagem também marcaram presença Teresa Rojas Monzón, primeira secretária do Partido, e Tania León Silveira, presidenta da Assembleia do Poder Popular (governo) na província.</p>
<p>Alentada pela ocasião e os reconhecimentos, Carilda disse que estava contente do ocorrido em seu aniversário e agradeceu a todos pelas manifestações de gratidão, embora afirmasse, com sua tradicional agudeza que ela não se sentia como uma mulher de 95 anos. «Não os tenho, portanto nós todos estamos enganados nisso», reafirmou sorridente.</p>
<p>(Carta do presidente cubano Raúl Castro)</p>
<p>Havana, 6 de julho de 2017</p>
<p>«Ano 59º da Revolução»</p>
<p>Estimada Carilda:</p>
<p>Sua valiosa obra poética e o compromisso que a senhora sempre manteve com a Pátria fizeram-na credora da admiração e do carinho de nosso povo todo.</p>
<p>Não poderia deixar de lhe reiterar, em uma data tão significativa como é seu 95º aniversário natalício, que o inesquecível ‘Canto a Fidel’ que a senhora escreveu há 60 anos, além de uma prova de coragem, também atesta sua provada lealdade à nossa Revolução e ao seu Líder Histórico.</p>
<p>Receba os meus parabéns e um forte abraço</p>
<p>Raúl Castro Ruz</p>
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