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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Pessoas</title>
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		<title>Cuba é sagrada</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 16:19:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um criador conquista os espaços com a sua obra, não com pretensões desajeitadas, muito menos com a pretensão de que o Estado revolucionário abrace comportamentos indignos que só contribuam para o desconforto na suposta visão de uma geração ferida, amarga, reprimida, o que é totalmente falso
Eu também fui jovem. Fomos todos jovens impetuosos, corajosos, lindos... não me esqueço daquela etapa especial e, até hoje, caminho com o mesmo coração de adolescente. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6126" alt="San isidro Parque Trillo" src="/files/2020/12/San-isidro-Parque-Trillo.jpg" width="300" height="254" />Um criador conquista os espaços com a sua obra, não com pretensões desajeitadas, muito menos com a pretensão de que o Estado revolucionário abrace comportamentos indignos que só contribuam para o desconforto na suposta visão de uma geração ferida, amarga, reprimida, o que é totalmente falso</p>
<p>Eu também fui jovem. Fomos todos jovens impetuosos, corajosos, lindos&#8230; não me esqueço daquela etapa especial e, até hoje, caminho com o mesmo coração de adolescente. Mas não por ser jovem alguma vez solicitei algum espaço das instituições: trabalhei muito, fiz um trabalho, dei resultados, mesmo quando era muito jovem, dentro e fora do nosso país, ao ritmo da pura partitura manuscrita!</p>
<p>Fiquei aqui o tempo todo: resisti, lutei, colaborei comprometida com minha terra. Aqui fiz o meu trabalho, aqui nasceram os meus três filhos: hoje bons jovens, magnificamente formados pela Revolução.</p>
<p>Quero dizer que o direito de criar não está sujeito ao sapato, é simplesmente uma necessidade da alma, mesmo num pequeno bolso. Os espaços que um criador ganha com a sua obra, não com pretensões desajeitadas, muito menos com a pretensão de que o Estado revolucionário abrace comportamentos indignos que só contribuam para o desconforto na suposta visão de uma geração ferida, amarga, reprimida, o que é totalmente falso.</p>
<p>Sinto os jovens do Movimento San Isidro um tanto desorientados. Consegui ver alguns vídeos e é muito doloroso verificar a ligação mínima, haveria muito mais vizinhos rondando do que os membros do chamado movimento, ou seja, um pequeno grupo de jovens insatisfeitos. Eu me pergunto: insatisfeitos com o quê? Insatisfeitos com o treinamento recebido? Tive a oportunidade de conhecer a realidade de artistas, e muito talentosos, em tantas partes do mundo sem nenhum apoio, que me orgulho muito dos esforços do Governo cubano para subsidiar o grosso dos artistas profissionais do pátio, mesmo com tantas limitações econômicas, porque falando claramente, os artistas não são «o centro do universo» longe disso; o esforço é enorme e inusitado, que não existe como em outros países, exceto para instituições específicas financiadas diretamente por seus governos selecionados.</p>
<p>Porém, o Estado não tem que colocar pessoas que ignoram sua gestão e desrespeitam nosso sistema político, porque justamente o socialismo que temos, imperfeito ou não, é o que fomenta essa política cultural que protege intelectuais e artistas, para o qual não faz sentido que as pessoas que são contra o sistema se beneficiem dele.</p>
<p>Sou defensora dos jovens, da necessária continuidade, e apelo, exorto a que se juntem sempre com coragem ao presente e ao futuro dignos do país, porque são eles que, continuando, nos fazem sentir, seus velhos, vitoriosos.</p>
<p>Para concluir, reafirmo que, quando a obra de um criador é válida e penetra profundamente nos outros, não há Deus que a paralise: ela caminha sozinha, se impõe, triunfa por si mesma. Então, a trabalhar! Por que se perder em lamentações, menos fazer concessões de princípios éticos e morais, e flagelar, sim, por Cuba, que é sagrada, pela Cuba dos cientistas, professores, médicos, trabalhadores &#8230;, a Cuba das crianças, dos idosos, a nossa Cuba, e juntar-se ao movimento de todo um povo, num abraço limpo e edificante, pelo e para o bem-estar de todos.</p>
<p>Fui jovem, compus música com pouquíssimos recursos e continuo escrevendo assim, porque acredito que a verdadeira criação não precisa de muito mais: um velho piano, pautado e uma caneta! Nada mais, e com a necessidade de se saber útil, que dever essencial, e a felicidade de tê-lo cumprido. Este é o criador que eu entendo, que, aliás, não envelhece.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Hoje, a pátria e o legado</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:43:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As Diretrizes (...) marcam o caminho para a atualização de nosso modelo econômico, condição essencial para manter as conquistas sociais da Revolução, sob os princípios da racionalidade, do realismo e da eficiência no uso dos recursos, e ao mesmo tempo satisfazer gradualmente a necessidades da população (...).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5384" alt="Cuba patria" src="/files/2018/12/Cuba-patria.jpg" width="300" height="250" />As Diretrizes (&#8230;) marcam o caminho para a atualização de nosso modelo econômico, condição essencial para manter as conquistas sociais da Revolução, sob os princípios da racionalidade, do realismo e da eficiência no uso dos recursos, e ao mesmo tempo satisfazer gradualmente a necessidades da população (&#8230;).</p>
<p>Os inimigos da Revolução — tanto de fora como de dentro — sob a égide de críticas a uma suposta lentidão ou pouca audácia das medidas adotadas, escondem suas verdadeiras intenções de restaurar o regime de opróbrio existente em Cuba até 1959.</p>
<p>Continuaremos reforçando as instituições do país, pensando e planejando detalhadamente cada nova decisão, e exigindo que a prática do controle e monitoramento de cada tarefa seja efetiva e verdadeira. A questão não é resolver um problema à custa de criar outro, mas encontrar soluções definitivas para não recuar mais tarde.</p>
<p>Não ignoramos as limitações materiais que muitas vezes nos impedem de avançar no ritmo que gostaríamos (&#8230;), dificuldades multiplicadas pelo bloqueio.</p>
<p>Mas não permitiremos que essas reais limitações sejam usadas como pretexto por aqueles que continuam agindo por inércia, sem iniciativa ou espírito de luta diante das dificuldades. Aqueles que constantemente usam como justificativa o que falta, em vez de aproveitar ao máximo os recursos disponíveis. É necessário declarar a guerra sem quartel aos desperdícios, à indolência e às atitudes negligentes ou burocráticas (&#8230;).</p>
<p>Temos o dever, em primeiro lugar, os militantes do Partido e da União dos Jovens Comunistas, de fortalecer ainda mais o vínculo com os trabalhadores e a população; buscar os melhores métodos que nos permitam ouvir diariamente e, sobretudo, levar em conta suas críticas, opiniões e sugestões para cumprir o acordado; pregar com o exemplo e enfrentar os erros e as atitudes incorretas com coragem e no caminho certo a cada circunstância, para explicar com argumentos convincentes a política da Revolução e as razões de cada medida. A isso devemos dedicar todos os nossos esforços e energias (&#8230;).</p>
<p>Não estamos sozinhos nesta batalha decisiva para preservar nosso direito à independência e uma vida digna. Contamos com a solidariedade de muitas mulheres e homens de vergonha em todos os confins do planeta. A verdade e a justiça, mais cedo ou mais tarde, acabam se impondo.</p>
<p>Hoje podemos afirmar que não foi em vão o sacrifício dos mártires de 26 de julho e dos que caíram, cedo ou tarde, em defesa da justiça e da liberdade.</p>
<p>Como aqueles que na manhã de Santa Ana não deixaram o Apóstolo morrer no centenário de seu nascimento, as gerações atuais e futuras de revolucionários manterão para sempre o glorioso legado dos Pais Fundadores da Nação.</p>
<p>Fragmentos do discurso proferido no evento nacional pelos 59 anos do assalto ao quartel Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, na cidade de Guantánamo, em 26 de julho de 2012.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>O povo cubano tem sido o verdadeiro protagonista de sua Revolução</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 17:39:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nem mesmo o mais sonhador daqueles que acompanharam Fidel em um evento como este, em 1º de janeiro de 1959, poderia imaginar que hoje estaríamos aqui.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5382" alt="pueblo Cuba" src="/files/2018/12/pueblo-Cuba.jpg" width="300" height="248" />Nem mesmo o mais sonhador daqueles que acompanharam Fidel em um evento como este, em 1º de janeiro de 1959, poderia imaginar que hoje estaríamos aqui.</p>
<p>Nada fácil tem sido este longo e perigoso caminho. Isso foi possível, em primeiro lugar, graças à imensa capacidade de resistência e luta de várias gerações do nobre e heróico povo cubano, verdadeiro protagonista desta, sua Revolução, que é o triunfo do mesmo ideal dos mambises que em 1868, com Carlos Manuel de Céspedes à frente, começaram a guerra pela independência do jugo espanhol; de Antonio Maceo e Máximo Gómez, com quem José Martí em 1895 retomou o feito libertário, trunco pela intervenção norte-americana em 1898, o que impediu a entrada a Santiago de Cuba do Exército de Libertação.</p>
<p>Esse foi o desejo que motivou a Geração do Centenário, sob o comando de Fidel, a atacar o quartel Moncada, nesta cidade, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo; para superar o fracasso e suportar os rigores da prisão, chegou na expedição do iate Granma, suportou o revés de Alegria de Pio e seguiu para a Serra Maestra para iniciar a luta de guerrilha do exército rebelde nascente, cujo Comandante-em-chefe, exemplo de coragem pessoal no combate, tenacidade e fé inabalável na vitória, juntamente com sua vocação unitária e liderança inquestionável, soube forjar a unidade de todas as forças revolucionárias e levá-las à vitória.</p>
<p>(&#8230;) Neste próprio lugar, em janeiro de 1959, em meio à alegria popular que se espalhou pelo país todo, Fidel advertia com premoniço, e cito suas palavras: «A Revolução começa agora, a Revolução não será uma tarefa fácil, a Revolução será uma empresa difícil, cheia de perigos».</p>
<p>Muito cedo, foram organizados muitos planos de desestabilização , começando com o refúgio oferecido nos Estados Unidos a criminosos e torturadores do regime de Batista. (&#8230;)</p>
<p>Foram 55 anos de luta constante contra os desígnios de onze administrações norte-americanas, que com mais ou menos hostilidade, não cederam a fim de mudar o sistema econômico e social fruto da Revolução, apagar seu exemplo e restaurar o domínio imperial sobre nossa pátria</p>
<p>A Revolução Cubana pôs fim a vários mitos, entre eles, que não era possível construir o socialismo em uma pequena Ilha a 90 milhas dos Estados Unidos (&#8230;)</p>
<p>Há muito trabalho a ser feito (&#8230;) A nova geração de líderes que gradual e ordenada estão assumindo maiores responsabilidades na gestão da nação nunca vai esquecer que esta é a Revolução Socialista dos humildes, pelos humildes e para os humildes (&#8230;).</p>
<p><strong>(Trechos do discurso na cerimônia comemorativa do 55º aniversário do triunfo da Revolução, no Parque Carlos Manuel de Céspedes, Santiago de Cuba, 1º de janeiro de 2014)</strong></p>
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		<title>Raúl presidiu a última guarda de honra na homenagem ao Comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz no memorial José Martí</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 00:26:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e primeiro-secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chefiou a última guarda de honra na homenagem ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, no memorial José Martí da Praça da Revolução, em Havana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4450" alt="Ultima guardia Raul" src="/files/2016/11/Ultima-guardia-Raul.jpg" width="300" height="213" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e primeiro-secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chefiou a última guarda de honra na homenagem ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana, no memorial José Martí da Praça da Revolução, em Havana.</p>
<p>Nesse solene momento, o companheiro Raúl esteve acompanhado do segundo secretário do Partido, José Ramón Machado Ventura, do Comandante da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e do primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.</p>
<p>Hoje, às 19h00 será realizado um multitudinário ato político-cultural na Praça da Revolução, no qual os citadinos, em nome de todo o povo de Cuba prestará tributo a seu invicto Comandante.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Hoje, ato de massas de homenagem póstuma ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 00:22:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A histórica Praça da Revolução José Martí será palco, na terça-feira, 29 de novembro, às 19 horas, de um gigantesco ato político cultural, no qual será homenageado postumamente o líder da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz.

Neste ato discursarão chefes de Estado, de governo e personalidades, chegadas a Cuba de diferentes partes do mundo com o propósito de prestar tributo de respeito e recordação a Fidel.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4448" alt="Plaza de la Revolucion" src="/files/2016/11/Plaza-de-la-Revolucion.jpg" width="300" height="230" />A histórica Praça da Revolução José Martí será palco, na terça-feira, 29 de novembro, às 19 horas, de um gigantesco ato político cultural, no qual será homenageado postumamente o líder da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz.</p>
<p>Neste ato discursarão chefes de Estado, de governo e personalidades, chegadas a Cuba de diferentes partes do mundo com o propósito de prestar tributo de respeito e recordação a Fidel.</p>
<p>Horas depois, na quarta-feira, 30 de novembro, às 7 horas da manhã, da sala Granma do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias MINFAR, começará a cerimônia de translado das cinzas para o Oriente do país pelo itinerário que lembra o percurso da Caravana da Liberdade, em janeiro de 1959.</p>
<p>As redes nacionais da rádio e da televisão cubanas transmitirão diretamente o ato e o início da cerimônia de translado das cinzas.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Todas as honras ao eterno Comandante</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 00:16:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Justamente às 8 horas da manhã da segunda-feira, 28 de novembro, no salão Granma do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, os principais líderes da Revolução fizeram um plantão de honra ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz. Neste íntimo espaço, onde hoje aparece a imagem de um Fidel imenso, encontram-se suas cinzas até que sejam transferidas para o cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4446" alt="Raul rinde honor a cenizas" src="/files/2016/11/Raul-rinde-honor-a-cenizas.jpg" width="300" height="124" />Justamente às 8 horas da manhã da segunda-feira, 28 de novembro, no salão Granma do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, os principais líderes da Revolução fizeram um plantão de honra ao Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz. Neste íntimo espaço, onde hoje aparece a imagem de um Fidel imenso, encontram-se suas cinzas até que sejam transferidas para o cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba.</p>
<p>Após a voz de Firmes!, proferida pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz houve um minuto de silêncio em honra do líder histórico da Revolução Cubana.</p>
<p>Raúl foi o primeiro a caminhar e depositar sua flor branca na urna; instantes depois assinou o livro que contém o juramento de ser fiéis ao conceito de Revolução expresso pelo Comandante-em-chefe, em 1º de maio de 2000.</p>
<p>A seguira, prestaram honras os comandantes da Revolução Ramiro Valdés Menéndez e Guillermo García Frías; depois fizeram-nos, um após o outro, os restantes membros do Bureau Político do Comitê Central do Partido como reafirmação revolucionária de dar continuidade às ideias de nosso Comandante.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba prestar homenagem a Fidel</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2016 23:49:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até o Memorial José Martí, na Praça da Revolução, chegam cubanos de diferentes gerações para prestar homenagem póstuma ao Comandante Fidel Castro e expressar sua decisão de continuar o processo socialista com a assinatura do conceito de Revolução. Na capital também se acondicionaram locais nos municípios mais afastados da histórica Praça, onde os cidadãos poderão prestar tributo ao Comandante.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4444" alt="plaza homenaje" src="/files/2016/11/plaza-homenaje.jpg" width="300" height="244" />Até o Memorial José Martí, na Praça da Revolução, chegam cubanos de diferentes gerações para prestar homenagem póstuma ao Comandante Fidel Castro e expressar sua decisão de continuar o processo socialista com a assinatura do conceito de Revolução.</p>
<p>Na capital também se acondicionaram locais nos municípios mais afastados da histórica Praça, onde os cidadãos poderão prestar tributo ao Comandante.</p>
<p>Tanto faz a cor da pele, a idade, as crenças, Cuba toda rende homenagem a Fidel e demonstra que se continuará sua obra.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um adeus para o Comandante</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2016 23:44:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Miguel Alfonso, residente angolano de primeiro ano de cirurgia cardiovascular, no Hospital Ameijeiras. «Levo sete anos em Cuba e um de meus desejos era conhecer Fidel Castro em pessoa. Infelizmente, já não terei essa oportunidade, mas ele tem deixado um legado marcado na minha vida pessoal, na dos meus companheiros que compartilharam a experiência de]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4442" alt="Fidel bandera" src="/files/2016/11/Fidel-bandera.jpg" width="300" height="235" />Miguel Alfonso, residente angolano de primeiro ano de cirurgia cardiovascular, no Hospital Ameijeiras.</p>
<p>«Levo sete anos em Cuba e um de meus desejos era conhecer Fidel Castro em pessoa. Infelizmente, já não terei essa oportunidade, mas ele tem deixado um legado marcado na minha vida pessoal, na dos meus companheiros que compartilharam a experiência de tê-lo escutado falar, de ter lido quem é uma figura histórica para o mundo».</p>
<p>«É uma figura insubstituível na história da humanidade. Apesar de que seja este um momento muito triste é também a ocasião para refletir sobre os verdadeiros ideais da humanidade porque ele foi um homem muito comprometido com eles».</p>
<p>«Há algo que ele dizia e sempre lembro: nós não damos o que nos sobra mas sim o que temos. É uma perda muito sentida. Agora resta manter esses ideais e seguir, seguir».</p>
<p>«Cuba tem um lugar importante na história de Angola, e no fim de um sistema de segregação racial no meu continente como o apartheid. Há uma parte em nossa história na que Cuba e Fidel estão presentes e é o momento de nossa luta de libertação. Ele ficará conosco porque faz parte de nossa história».</p>
<p>Mabele Bernardo, residente angolano de primeiro ano de cirurgia cardiovascular, no Hospital Ameijeiras.</p>
<p>«É um momento muito difícil, no qual temos muito que dizer mas as palavras não saem. Coincide que Cuba e Angola partilham de uma história comum. A mostra é que nós estejamos estudando cá, a maioria dos de minha terra que viemos formar-nos a Cuba proviemos de famílias muito pobres, e Fidel tem significado em nossas vidas justamente oportunidade, oportunidade de estudar uma carreira, de fazer-nos médicos».</p>
<p>«Ao povo cubano? Que partilhamos sua dor, que estamos muito gratos por essa porta que nos abriu e que estamos convictos de que Deus está com ele».</p>
<p>Ismail Hussein Dabó, estudante de segundo ano da carreira de Direito da Guiné Bissau</p>
<p>«Tem sido uma grande perda. Fidel foi um dos mandatários que apoiou a independência de meu país, um defensor da paz, de seu povo, que fez tudo por conseguir a equidade dos homens, por garantir a saúde, a educação, a estabilidade econômica. Acho que cubanos e estrangeiros como nós, devemos procurar seguir o exemplo e o caminho que ele definiu, una mostra de gratidão pela oportunidade que nos deu para estudar.</p>
<p>Augusto Jorge Lutete, estudante angolano de terceiro ano de psicologia da Universidade de Havana.</p>
<p>«Fidel Castro é também um referente para meu país. Ele lutou pelos meus. Portanto essa perda para vocês é também nossa perda, ele não foi um homem grande somente para Cuba mas sim para toda a humanidade. Foi como quando perdemos Nelson Mandela, sentimos isso os africanos e todo o mundo conosco. Lembro Fidel como um homem de bem que lutou pela libertação mais além de suas fronteiras. Fidel conseguiu fazer-se eterno, sua eternidade já está escrita na história da humanidade».</p>
<p>Carlos Rodrigues, estudante angolano de primeiro ano de Direito.</p>
<p>«Ele é um homem imortal, é uma imagem vivente para nós».</p>
<p>Lucía Pérez Cuervo, estudante do Instituto Superior das Relações Internacionais:</p>
<p>«Embora soubéssemos que este dia ia chegar não deixou de nos surpreender a notícia. Perto da meia-noite, quando soubemos da notícia, vários estudantes do Instituto Superior das Relações Internacionais fomos para a escola e ali estivemos a madrugada toda ligados às redes sociais para combater a campanha contrarrevolucionária daqueles que não respeitaram este momento de luto para o povo de Cuba».</p>
<p>«Depois viemos para a escadaria da Universidade de Havana onde Fidel, de jovem, tantas vezes arengou os estudantes revolucionários. Foi a maneira de expressar o que sentimos e pensamos e é que apesar da dor estamos convictos que Fidel não acaba aqui, que este projeto de país não acaba e que continuar adiante é o que cabe cumprir aos da minha geração».</p>
<p>Pilar González, universitária:</p>
<p>«O que estamos vivendo é maior que tudo, é mais forte… Somos uma geração que nasceu com Fidel, a geração que sucedeu outra também filha de Fidel. É uma ausência que nos dilacera. Hoje ninguém nos disse que viéssemos para a universidade, ninguém nos convocou aqui, de maneira voluntária nos avisamos nós próprios para a lendária escadaria de Alma Máter, um anfiteatro natural dos jovens cubanos, e uma tribuna que também foi de Fidel, porque o que não podíamos era ficar quietos e em silêncio, diante de tamanha tristeza».</p>
<p>Grupo de professoras do ensino primário do município Centro Habana</p>
<p>«Como Fidel Castro ninguém…»</p>
<p>«Este é um povo fidelista»</p>
<p>«É uma dor profunda, que nos chega bem dentro. Sabíamos que ia acontecer… um dia, mas não pensamos que ia chegar assim…»</p>
<p>«É muito duro pensar em uma Cuba sem Fidel»</p>
<p>«A dívida que teremos daqui em diante os professores cubanos é ensinar às crianças quem era Fidel, como pensava e que fez esse homem para merecer a gratidão e a adoração de tantos em seu país e fora dele».</p>
<p>«Fidel era família. Era pai, era amparo, proteção. E nunca ninguém está preparado para despedir coisas como essas».</p>
<p>Regla Macina: «Hoje Cuba inteira está de luto. Com independência da diversidade de credos, pontos de vista e posições ideológicas que se manifestam entre nós — os cubanos — hoje a tristeza e a dor nos unem, acima de quaisquer dessas divergências, porque acima de tudo, somos um povo fidelista».</p>
<p>Aida Laurence, de Guantánamo: «Homem como poucos, Fidel nos deu coisas que são difíceis de medir, de tocar: deu-nos um exemplo, deu-nos certeza, esperança, um futuro, educação; uma sociedade de paz, sem violência, que posso dizer eu que nasci com a Revolução, para mim Fidel é tudo».</p>
<p>Morreu um líder, o maior<br />
«Soube a notícia ontem à noite e foi tamanho impacto. De algum modo, já o povo se estava ‘preparando’, mas ninguém pensou que finalmente viria a acontecer. E que aconteceria mesmo, justamente, em 25 de novembro, quando se comemoravam 60 anos de sua saída do México no iate Granma. Morreu um líder, um dos maiores estadistas do século XX». José Luis del Pino, informático.</p>
<p>Cuba é fidelista<br />
«Escutei Raúl e fiquei surpreendido. A notícia me chocou e, sobretudo, o modo em que falou. Porque eu sim admirava Fidel. Porque Cuba é Fidelista. Para mim Fidel é o maior, o máximo, com Cuba e com o mundo. Por ele fui internacionalista em Angola. Por ele tenho três filhos médicos. E por ele estamos prontos para continuar na frente». Luis Robles, carpinteiro.</p>
<p>Uma flor para o Comandante<br />
«Soube da notícia hoje às sete horas da manhã quando me contou minha tia. Foi uma notícia impactante que não podia acreditar. Este ramo de flores é para meu pai, mas também dedicarei uma flor ao Comandante». Lissette de la Caridad de Armas, estudante.</p>
<p>Ele nos deu dignidade<br />
«Somos de uma geração que nasceu e cresceu com Fidel, que confiava em Fidel porque nos deu educação, segurança e dignidade, sobretudo às mulheres, pois sua obra nos emancipou. Já não estará mais fisicamente, mas sim estarão suas ideias e seu espírito. Cuba está triste e não aceitamos sua partida. Lembro dele quando do regresso de Elián, quando do regresso dos Cinco Heróis, pelos quais tanto lutou e teve a felicidade de vê-los em casa. Lembro suas palavras aquele outubro de 1976, após o crime de Barbados. E como aquele dia, também choramos hoje. Aqueles que celebram sua morte não sentem respeito, nem sequer por si próprios». Elsa Rodríguez, especialista docente da Faculdade de Biologia, da Universidade de Havana.</p>
<p>Fidel, de Cuba e do mundo<br />
«Soube da notícia por uma vizinha e foi impactante. Perdi o sono. Aos cubanos essa notícia nos chega fundo, inclusive àqueles que não são revolucionários. Até seus adversários, se fossem honestos, deveriam admirar Fidel, por sua capacidade de voar alto, até o futuro, e depois voltar a contá-lo. Cuba perde seu líder e o mundo perde um referente de luta, de unidade, de integração. A gente está triste. Pôrém Fidel fica preso para sempre à história da Humanidade. Fidel mudou a história da África e alimentou os movimentos revolucionários e guerrilheiros da América Latina. Fidel não somente é nosso, mas sim do mundo». Juan Alberto González, taxista.</p>
<p>Viver em todas as gerações<br />
«Soube da notícia por minha filha, que está no México. Ela dá aulas em uma universidade. Chamou-se aos gritos, estava muito afetada. Desde então temos falado seis vezes e agora está mais tranquila, porque já tem a passagem para estar na terça-feira, 29 de novembro, na Praça. Trata-se de um acontecimento muito triste, embora seja a lei da vida. Estive muitas vezes perto de Fidel e sempre terminei sendo entrevistada. Ele perguntava sobre tudo, queria saber tudo. Esse era Fidel. Há silêncio e consternação. Porém, para continuarmos sendo o que temos sido até hoje, é preciso continuar seu legado e ensiná-lo aos jovens. Tenho um neto de 13 anos. Chamou-me cedo e me perguntou como estava. Eu lhe disse que muito triste e ele respondeu que também estava. É nessa e em todas as gerações, onde deverá seguir vivo Fidel». Marta Matamoros, jornalista aposentada.</p>
<p>Imortal<br />
«Quando vi Raúl, rapidamente imaginei. Já ele se tinha despedido, em abril, durante o 7º Congresso. Mas Fidel é imortal, porque são suas ideias. Fidel é um líder inigualável, com defeitos e virtudes. Todos cometemos erros. Já não mais estará fisicamente, mas de qualquer forma estará. E nós contionuaremos porque assim nos ensinou». Luis Rodríguez, músico.</p>
<p>Fez-nos invencíveis<br />
«Há um silêncio profundo nas ruas, tão profundo como a tristeza. Mas Fidel esteve, está e estará entre nós. Em nossos filos, netos e bisnetos, nos internacionalistas, no mundo. Aqui mesmo, agora. A obra de Fidel fez-nos invencíveis». Luis Romero, coronel aposentado das FARs.</p>
<p>Cuba tem que seguir<br />
«Sou desses que devem sua formação às ideias de Fidel e a Revolução. E em honra disso, devemos continuar defendendo tudo aquilo que nos legou. Cuba está calada, mas tranquila e triste, como a avó da minha esposa que hoje, por causa da tristeza, não quis tomar o café da manhã» Olián Valdés, licenciado em Cultura Física.</p>
<p>O maior que nasceu neste mundo<br />
«Quando soube não podia acreditar. Eu nasci em Havana Velha, antes do triunfo da Revolução e conhecei bem as mazelas daquela época: as crianças sem escolas, sem proteção, sem acesso à saúde. E vivi desde o início as transformações de Fidel, que foi dando a quem nada tinha. Fidel é o melhor que nasceu neste mundo. E eu, que sou católica, creio que Deus o pôs na terra para salvar-nos» Teresa Julia Martínez, engenheira civil.</p>
<p>Sinto-o como um familiar<br />
«Trata-se de um presidente sem igual, que não se repetirá. É um líder para Cuba e para o mundo. A ele devemos tudo. Por ele fui internacionalista. E não senti sua morte como a morte de um presidente mas sim como a morte um familiar». Luis Enrique Garlobo, trabalhador independente.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A unidade como a melhor homenagem</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2016 23:40:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O povo cubano lamenta a notícia dolorosa da morte do Comandante-em-chefe, e todos têm algo que dizer. São muitas as lembranças e agradecimentos que provocaram nos cubanos, que não estão prontos — nem querem — para dizer-lhe adeus. Em todo caso um «Até sempre, Fidel».

Que um homem como Fidel já não esteja entre nós não é nada fácil, assegurou o jornal Granma o habitante de Artemisa Plácido Núñez, combatente da Revolução Cubana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4440" alt="Fidel boina" src="/files/2016/11/Fidel-boina.jpg" width="300" height="255" />O povo cubano lamenta a notícia dolorosa da morte do Comandante-em-chefe, e todos têm algo que dizer. São muitas as lembranças e agradecimentos que provocaram nos cubanos, que não estão prontos — nem querem — para dizer-lhe adeus. Em todo caso um «Até sempre, Fidel».</p>
<p>Que um homem como Fidel já não esteja entre nós não é nada fácil, assegurou o jornal Granma o habitante de Artemisa Plácido Núñez, combatente da Revolução Cubana.</p>
<p>Por seu lado, Maritsa Leyva, trabalhadora da unidade de alimentos Nuevo Éxito, em Las Tunas, muito prejudicada admitiu: «Desde o mais profundo de meu coração lhe digo que não me cabe no peito tanta dor. Dizer Fidel é dizer Cuba, dizer irmão, dizer o mundo».</p>
<p>A Lázaro Castro Aguilera, diretor do Local Histórico Birán, Monumento Nacional, a morte de Fidel lhe «causou uma grande dor. Senti-me o peito muito apertado e me dirigi ao túmulo de Lina, a mãe. Imaginei uma conversação com ela, para dizer-lhe que já não estaria mais entre nós esse filho tão grande que deu para o mundo, aquele pelo qual ela tanto sofreu quando o viu padecer as vicissitudes de revolucionário».</p>
<p>Lembrou, também, «as vezes que Fidel visitou e narrou detalhadamente sua vida aqui. Pensei vê-lo a cavalo, subindo a ladeira, com ares de caçador; senti que se banhava no rio próximo e fazendo coisas de menino e adolescente».</p>
<p>O coletivo, que trabalha na chácara que viu nascer ao Comandante-em-chefe, está consternado pelo falecimento do companheiro Fidel, contudo, continuará atendendo com esmero aos visitantes que cheguem por estes dias.</p>
<p>«Sobre Fidel tem que continuar pesquisando, de maneira que se revele toda sua grandeza e sabedoria. Essa é uma forma de mantê-lo vivo, de fazer com que sempre nos acompanhe», acrescentou López.</p>
<p>Aqueles que vão a Birán, acrescentou o diretor, vêm com muito respeito, e a maioria reflete sincera dor. Ali se abriu um livro de condolências já assinado por todos os que passaram por aqui. Está colocado junto a uma foto de Fidel, ao lado da qual muitos depositam as flores que trazem.</p>
<p>«Espontaneamente se aproximaram aos que trabalhamos no Local Histórico de Birán para falar do feito por Fidel a favor do povo, do importante que é respeitar seu pensamento. A maioria opina que a melhor maneira de homenageá-lo é manter a unidade», contou ao Granma Lázaro Castro Aguilera.</p>
<p>Para cada cubano, o impacto da notícia foi muito forte. Pedro Pascual Rodríguez, morador de Birán, lamentou: «não me posso sentir bem. Morreu Fidel!, o revolucionário de maior capacidade organizadora que conheci. Foi capaz de unir os patriotas cubanos e levá-los à vitória. Depois se passou a vida fazendo o mesmo em nível internacional».</p>
<p>Iraida Martínez Duardo, professora aposentada da província de Las Tunas, assinalou que esta perda foi irreparável, «sobretudo porque com seus noventa anos, conservava a mesma lucidez e espírito que o distinguiram sempre. Agora nos corresponde continuar para a frente com sua obra, mas neste dia o povo de Cuba nunca vai esquecê-lo. Eu, nunca vou esquecê-lo».</p>
<p>Aqueles que viveram os anos prévios a esse glorioso janeiro de 1959, sabem quanto significou tê-lo como guia, esclareceu a aposentada de Artemisa Vicenta Calderín, visivelmente comovida. «O Comandante ofereceu um melhor futuro para os cubanos, o que fez pelo povo não teve igual».</p>
<p>«Foi ele quem levou a cabo a Revolução, e deu passos importantes contra o analfabetismo, a favor da saúde, a educação. Essa data se lembrará com tristeza», vaticinou o morador de Guantánamo Manuel de Jesús Catalá Balón, Combatente da Coluna 6, Juan M. Ameijeiras, do Exército Rebelde.</p>
<p>Para Antonio Marrero Duvergel, correspondente de Rádio Rebelde em Guantánamo, Fidel foi o maior estadista da história: estratega militar, político insuperável, condutor de multidões, estudioso insaciável, conhecedor da ciência, a economia, o esporte, a cultura, o meio ambiente, excelente orador… paradigma mundial do internacionalismo e com um coração que sempre latiu ao lado dos povos, dos despojados. Por tudo isso sua obra transcendeu a todo o mundo e perdurará eternamente entre os revolucionários.</p>
<p>Leonardo Aguilar, um habitante de Guantánmo de 70 anos lembra ao Fidel como a figura da que mais aprendeu desde que nasceu.</p>
<p>«Eu fui alfabetizador, e participei em tudo aquilo que a Revolução necessitou. Assim me forjei até agora. Viu-o uma vez quando veio a Guantánamo. Mas de longe. Tivesse gostado estreitar sua mão», comentou Aguilar.</p>
<p>Por seu lado, Marrero Duvergel, lembrou: «Eu nasci no campo, e graças a Fidel e à Revolução me tornei jornalista. O que sou, devo a ele».</p>
<p>Joaquín González, professor da escola vocacional Ernesto Che Guevara, em Villa Clara, rememora emocionado que «a Revolução guiada por Fidel foi a que operou minha filha do cérebro em um afamado hospital da capital, e a que hoje paga um salário a minha esposa Nilda por cuidá-la. Isso não poderei esquecê-lo jamais».</p>
<p>Assim, Cuba sente uma eterna gratidão com o Comandante. Suas ideias, suas razões de luta e seu conceito de Revolução «continuarão para a frente, nas mãos do general-de-exército Raúl Castro, que contará com o apoio e consagração de todo o povo cubano», asseverou Eberto Estrada Sao, diretor do Instituto Provincial de Meteorologia de Las Tunas.</p>
<p>«Será lembrado — acrescentou Estrada — como um homem de bem, de respeito, digno destes tempos, líder incontestável de nossa nação, da América e do mundo. Agora se multiplicará em cada cubano que se sinta digno continuador de sua obra».</p>
<p>Rigoberto Miralles, residente em Bayamo e aposentado, disse que suas lições de luta permanente, tenacidade, sacrifício, humanismo, solidariedade e patriotismo, «nos indicarão o caminho a seguir para conquistar a sociedade mais próspera à qual aspiramos os cubanos, sem renunciar à soberania tecida com o sangue dos heróis e mártires da Pátria».</p>
<p>«Tive a sorte de conhecê-lo quando criança, quando fomos alunos da Escola Rural Mixta Número 15, nas proximidades de sua casa natal. Pela forma em que tratava aso que ali estudávamos não parecia o filho do principal fazendeiro da zona», referiu Pascual Rodríguez, morador de Birán.</p>
<p>Também, Rodríguez assegurou que «a inteligência se percebia em seguida, igual que era muito disposto para tudo. Quando me lembro dessas coisas, compreendo que já naqueles momentos deixava ver o humanismo pelo qual é reconhecido».</p>
<p>Para Delia Rivero Tour, educadora del Círculo infantil Volodia em Las Tunas, a partir de agora, corresponde mantê-lo vivo, lembrá-lo.</p>
<p>«Sempre penso em sua sensibilidade às crianças com uma frase muito linda sua que diz que “uma criança sadia merece tudo, doente merece mais”. Essas palavras dizem muito do homem que foi», comenta comovida a educadora.</p>
<p>Lorena Infante García, aluna da Escola Secundária Básica Inés Luaces, de Camaguey, concordou com isso, e comentou ao jornal: «Amamo-lo como nosso máximo líder, por tudo o que fez pela felicidade e o bem-estar das crianças cubanos e do mundo».</p>
<p>Para os pioneiros, disse Infante, o Comandante foi e será exemplo a seguir, como estão presentes José Martí, Ignacio Agramonte, Antonio Maceo, Camilo Cienfuegos, Ernesto Che Guevara e tantos heróis e mártires da Pátria».</p>
<p>Isso significa, acrescentou a pioneira, ser bons estudantes, disciplinados, aplicados, dar o passo para frente perante cada chamamento para melhorar a Revolução, formar-nos como profissionais de alta qualificação e, sobretudo, como bons seres humanos como foi ele, sempre sincero, honesto, preocupado pela sorte dos outros.</p>
<p>Hoje a juventude cubana perde a seu Comandante no plano físico, «mas o ganhará minuto a minuto preservando seu legado imenso em todas as ordens: ética, moral, patriótico. Observar sua atitude será um espelho perante o qual nos olhemos para sermos melhores e mais comprometidos», comentou a habitante de Cienfuegos Lisandra Martínez Acea, trabalhadora bancária de 23 anos.</p>
<p>Este é um momento de ratificação de seu pensamento, dos princípios da Revolução. Suas ideias e ações, converteram nosso país em um paradigma para o resto do mundo, e a ele em um ícone, uma inspiração, assegurou a jovem de Artemisa Yamilia Almanza, trabalhadora da Escola Latino-americana de Medicina.</p>
<p>Isso é e continuará sendo Fidel, o guia, o inspirador, o motor impulsionador de cada projeto, o homem do Moncada, do Granma, da Serra, o líder incontestável… o eterno Comandante.</p>
<p>Que ninguém pense que porque nosso Comandante faleceu esta Revolução vai cair, assegurou Armando Peña Garvey, elaborador de alimentos na unidade La Primada, Guantánamo, «pelo contrário — comentou Peña —, agora é que vamos a nos fortalecer&gt; mais, e estaremos mais unidos. Temos que continuar para a frente, e demonstrar ao mundo quem somos os cubanos».</p>
<p>«Fidel não morreu não», disse desafiante Jesús Catalá Balón, combatente da Coluna 6, Juan M. Ameijeiras, do Exército Rebelde.</p>
<p>«O que morreu seu corpo, mas ele continua viva, porque há milhões de pessoas aqui, sobretudo os jovens, que seguem seus passos. Aqui, e no mundo todo», acrescentou.</p>
<p>A ello, Ángel González Rodríguez, tenente-coronel da reserva residente em Santa Clara, acrescentou que «quando pequeno vi passar a Caravana da Liberdade e em um desses lugares, perante as massas que o aclamavam, Fiidel assinalou que essa multidão desejaria vê-la quando chegasse a hora de seu enterro, porque significaria que tinha cumprido o compromisso com o povo ao que dedicou sua vida. E assim será».</p>
<p>Sua morte é um fato terrível, mas aqui não vai acontecer nada, concordou o alfabetizador Leonardo Aguilar. «Aqui permanece Raúl, e com ele os jovens, e todo o povo, para manter viva a chama da Revolução».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>O mundo diz adeus a um gigante da história</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2016 23:35:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todos os recantos do planeta brotam mostras de reconhecimento a vida e obra revolucionária de um dos grandes líderes do século 20 e o decorrido do 21; o guerrilheiro da Serra Maestra e o estadista de estatura global que mudou para sempre a história da América Latina e de vários povos do mundo: Fidel Castro. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi um dos primeiros em pronunciar-se sobre a morte em 25 de novembro, aos 90 anos, do líder histórico da Revolução Cubana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4438" alt="Fidel unidad Granma" src="/files/2016/11/Fidel-unidad-Granma.jpg" width="300" height="225" />De todos os recantos do planeta brotam mostras de reconhecimento a vida e obra revolucionária de um dos grandes líderes do século 20 e o decorrido do 21; o guerrilheiro da Serra Maestra e o estadista de estatura global que mudou para sempre a história da América Latina e de vários povos do mundo: Fidel Castro.</p>
<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi um dos primeiros em pronunciar-se sobre a morte em 25 de novembro, aos 90 anos, do líder histórico da Revolução Cubana.</p>
<p>O presidente venezuelano instou a preservar o legado emancipador e anti-imperialista de Fidel Castro.</p>
<p>«Depois de 60 anos da partida do iate Granma passou à imortalidade o comandante Fidel Castro», através da rede social Twitter.</p>
<p>Maduro disse também que transmitiu solidariedade, amor e condolências tanto ao presidente cubano Raúl Castro, quanto ao povo antilhano.</p>
<p>O dignitário ressaltou a amizade fraternal que tiveram Fidel e Hugo Chávez, líder da Revolução Bolivariana, e comparou suas vidas, marcadas por seu talante anti-imperialista.</p>
<p>«Duas revoluções acossadas pelo império, duas revoluções em que crescemos e devemos continuar crescendo».</p>
<p>«Que dignidade tão grande significa Fidel!, e para dizer Fidel tem que dizer Hugo Chávez», acrescentou.</p>
<p>Desde a Venezuela, a chanceler Delcy Rodríguez também se pronunciou ao dizer: «Abriu caminho para as causas justas e dignas dos povos oprimidos em nosso Continente, e marca rumo vitorioso ao futuro».</p>
<p>O presidente da Bolívia, Evo Morales, apontou, em 26 de novembro, que a melhor forma de homenagear ao líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, é solidificar a união entre os povos do mundo, é nunca esquecer sua resistência ao modelo imperialista e capitalista, disse em um contato telefônico com a Telesur.</p>
<p>No contato, Morales ressaltou que a aprendizagem com o líder da Revolução Cubana foi constante. «Fidel nos deu lições de luta, de perseverança, pela libertação, a integração dos povos do mundo».</p>
<p>«Fidel, o único irmão e companheiro do mundo que compartilhou solidariedade com todos os povos do mundo, o gigante da história, da humanidade», acrescentou.</p>
<p>Entretanto, o presidente de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén expresso que «com profunda dor recebemos a notícia do falecimento do querido amigo e eterno companheiro, Comandante Fidel Castro Ruz».</p>
<p>Fidel viverá sempre nos corações dos povos solidários que lutamos pela justiça, dignidade e fraternidade, acrescentou Cerén.</p>
<p>Enrique Peña Nieto, presidente do México ressaltou o papel do Comandante-em-chefe como promotor de uma relação bilateral com seu país, baseada no respeito, no diálogo e na solidariedade.</p>
<p>Fidel Castro foi um amigo do México, líder da Revolução Cubana e referente emblemático do século 20, expressou.</p>
<p>Por seu lado, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, fez chegar suas condolências ao governo e povo de Cuba no triste falecimento do revolucionário cubano. «A Índia chora a perda de um grande amigo. Que sua alma descanse em paz», escreveu Modi em Twitter.</p>
<p>A presidenta do opositor Partido do Congresso indiano, Sonia Gandhi, lamentou a irreparável perda e destacou a luta de Fidel pelos oprimidos e pela liberdade.</p>
<p>«O falecimento de Fidel Castro não é uma perda apenas para Cuba», assinalou Sonia Gandhi, que lembrou que o líder se «levantou contra todas as tentativas de afogar a voz da liberdade» e destacou sua contribuição ao Movimento dos Países Não Alinhados.</p>
<p>O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, também manifestou sua dor após conhecer a morte do líder histórico da Revolução Cubana.</p>
<p>Zuma disse que nunca esquecerá a solidariedade de Cuba na etapa de luta contra o apartheid.</p>
<p>Através de Twitter, o Congresso Nacional Africano (ANC) qualificou a Fidel de camarada e amigo e mostrou sua tristeza «pelo falecimento do grande líder e revolucionário».</p>
<p>A Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) lamentou a morte do líder cubano e enunciou que a história da organização está muito ligada à estatura revolucionária do Comandante-em-chefe.</p>
<p>Os militantes da FMLN manifestaram também seu agradecimento pelo exemplo de suas lutas e princípios.<br />
Para o intelectual argentino Miguel Bonasso «morreu o maior dos revolucionários, o mais generoso dos estadistas, que me honrou com sua amizade. O enorme Fidel Castro».</p>
<p>O presidente do Comitê das Relações Internacionais do Senado russo, Konstantin Kosachev, assegurou que Fidel Castro estará incluído por sempre na história da humanidade.</p>
<p>Sob a direção de Fidel Castro, Cuba resistiu uma terrível pressão externa, ao defender sua soberania e seu direito a uma via própria de desenvolvimento de acordo com seus interesses particulares e não outros trazidos de fora. Fidel Castro é uma pessoa-símbolo como é também seu companheiro de luta, Ernesto Che Guevara, afirmou o senador russo.</p>
<p>O cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez, em seu blog Segunda Cita expressou suas condolências «a seus familiares, ao povo de Cuba, ao Mundo e a todo o Universo pela perda de um dos seres humanos mais extraordinários de todos os tempos».</p>
<p>O chefe da equipe negociadora das Forças Armadas da Colômbia-Exército do Povo (FARCs-EP) nos diálogos de paz com o Governo nacional, Iván Már­quez, afirmou perante a perda do líder caribenho que com ele partiu «o revolucionário mais admirável do século 20».</p>
<p>«Obrigado Fidel por seu imenso amor pela Colômbia. Que o Acordo de Paz de Havana seja nosso postreira homenagem», indicou Márquez, membro do Secretariado das FARCs-EP.</p>
<p>Na França a notícia da morte do líder cubano ocupa primeiras páginas e manchetes em quase toda a mídia, onde uma frase se repete constantemente: Faleceu «o pai da Revolução Cubana».</p>
<p>Vários jornais dedicaram extensos artigos para lembrar a trajetória do líder histórico da Revolução Cubana, desde as lutas para conseguir a independência definitiva da Ilha caribenha até as tensões vividas com os Estados Unidos; país que, depois do triunfo revolucionário, instaurou um ferrenho bloqueio econômico para derrocar o novo governo, cerco que se mantém até hoje.</p>
<p>O jornal Le Monde dedicou um trabalho para lembrar as estreitas relações entre o líder cubano e inúmeros artistas e intelectuais de renome internacional, como o escritor colombiano Gabriel García Márquez e o filósofo francês Jean-Paul Sartre.</p>
<p>Muitas mídias digitais do Equador divulgaram em sua primeira página a notícia da morte do líder cubano, aos 90 anos, informou a Prensa Latina.</p>
<p>A Agência de Notícias Andes ofereceu na íntegra a mensagem divulgada por Raúl Castro, presidente de Cuba, sobre a morte de seu irmão.</p>
<p>A versão digital do jornal equatoriano El Telégrafo dedica várias notas de sua primeira página à figura do líder revolucionário cubano sob o título: Adeus ao último ícone político do século 20.</p>
<p>Fidel é um dos gigantes políticos do século 20, sua vida está profundamente ligada à história de seu país, ressaltou a versão eletrônica do jornal The Times of India.</p>
<p>A principal mídia italiana também dedicou seu espaço estelar à morte do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro.</p>
<p>As agências de notícias AGI, ANSA, o portal noticioso da Rádio e Televisão Italianas (RAI) e os mais importantes jornais como La Repubblica, Correire della Sera, La Stampa, Il Sole 24 Ore, Il Messagero, entre outros, publicam a notícia com amplo destaque nas primeiras páginas de seus respectivos sites.</p>
<p>O jornal mexicano La Jornada, um dos de maior circulação no país, ressalta em uma manchete: Morreu Fidel Castro, líder da Revolução Cubana e figura central do século 20.</p>
<p>Desde o México também o Excélsior informou da lamentável notícia da morte, divulgada pelo presidente cubano, Raúl Castro, em uma alocução televisada na Ilha.</p>
<p>Mídia informativa colombiana também reagiu na madrugada do sábado 25 de novembro ao conhecer do falecimento do líder cubano.</p>
<p>A influente revista Semana destacou em seu site que o próprio presidente Raúl Castro anunciou a morte de seu irmão e líder da Revolução Cubana, em uma alocução televisiva desde seu escritório.</p>
<p>O jornal El Tiempo de Bogotá em seu serviço digital ecoou da informação.</p>
<p>Igualmente, os canais televisivos RCN, Noticias 24 e Cable Noticias, entre outros, depois de interromper suas transmissões de madrugada e transmitir o acontecimento, começaram a oferecer entrevistas e sinopses sobre a vida e obra de Fidel Castro.</p>
<p>A ex-congressista e lutadora pelos direitos humanos, Piedad Córdova escreveu: «Comandante Fidel Castro, o senhor não apenas escreveu a história: o senhor é a história. Até sempre, comandante».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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