<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cubadebate (Português) &#187; Paz</title>
	<atom:link href="http://pt.cubadebate.cu/tag/paz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.cubadebate.cu</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Sep 2023 15:09:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>es-ES</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.8.1</generator>
	<item>
		<title>Venezuela permanece firme</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/02/16/venezuela-permanece-firme/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/02/16/venezuela-permanece-firme/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 16:59:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4764</guid>
		<description><![CDATA[As ânsias de desestabilizar a Venezuela e acabar com o mandato constitucional do presidente Nicolás Maduro aumentam continuamente e com isso as agressões que o país bolivariano está enfrentando.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4765" alt="Venezuela paz" src="/files/2018/02/Venezuela-paz.jpg" width="300" height="251" />As ânsias de desestabilizar a Venezuela e acabar com o mandato constitucional do presidente Nicolás Maduro aumentam continuamente e com isso as agressões que o país bolivariano está enfrentando.</p>
<p>Não é apenas uma oposição interna, que já fez várias tentativas fracassadas de golpe de Estado, apelando a guarimbas (distúrbios nas ruas) e boicotes econômicos, mas além de suas fronteiras, as provocações são geradas diariamente.</p>
<p>Em seu desejo de acabar com o governo de Maduro, EUA. aplicou sanções financeiras contra a nação bolivariana e tentou encontrar aliados na América Latina, onde houve um enfraquecimento da esquerda e o retorno ao poder das administrações neoliberais nos últimos dois anos.</p>
<p>O assessor norte-americano de segurança nacional, HR McMaster, referiu-se a isso, há alguns meses atrás, quando disse que as decisões futuras que sejam tomadas na Casa Branca estarão «em consenso com a região».</p>
<p>Nesse sentido, apenas alguns dias atrás, o secretário do Estado, Rex Tillerson, percorreu a região e, em uma de suas paradas, sugeriu um golpe militar contra o governo constitucional de Maduro.</p>
<p>Após a visita, Tillerson agradeceu a posição contra a Venezuela do chamado Grupo de Lima, formado por países da região que realizam abertamente críticas contínuas à administração de Maduro e seu governo.</p>
<p>Precisamente, o Grupo Lima foi um fator chave na decisão do Peru de reconsiderar a participação da Venezuela na Cúpula das Américas que se reunirá nesse país no mês de abril. No entanto, Maduro disse na quinta-feira que ele vai participar da reunião de forma alguma, para trazer e defender a verdade de sua nação.</p>
<p>Por outro lado, o presidente venezuelano também denunciou a existência de um plano destinado a incitar um confronto e uma tentativa contra a paz entre este país e a vizinha Colômbia.</p>
<p>O chefe de Estado falou da existência de evidências físicas de uma maquinação para criar um falso positivo na fronteira, desencadear um conflito e assim encontrar a justificativa perfeita para a tão aguardada (pelos Estados Unidos) intervenção estrangeira.</p>
<p>Durante as últimas semanas, as tropas colombianas e as forças armadas brasileiras foram estacionadas nas fronteiras com a Colômbia como parte de uma suposta operação para garantir a segurança na área.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2018/02/16/venezuela-permanece-firme/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cartagena: o início de uma nova era de paz</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/26/cartagena-o-inicio-de-uma-nova-era-de-paz/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/26/cartagena-o-inicio-de-uma-nova-era-de-paz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 15:39:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cartagena]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
		<category><![CDATA[FARCs-EP]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4306</guid>
		<description><![CDATA[Minutos depois do meio-dia do domingo, 25 de setembro — hora de Cuba — o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou a esta cidade caribenha para participar dos atos que terão lugar por ocasião da assinatura do Acordo Final entre o governo colombiano e as FARCs-EP para a terminação do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4307" alt="Raul Colombia" src="/files/2016/09/Raul-Colombia.jpg" width="300" height="225" />Minutos depois do meio-dia do domingo, 25 de setembro — hora de Cuba — o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, chegou a esta cidade caribenha para participar dos atos que terão lugar por ocasião da assinatura do Acordo Final entre o governo colombiano e as FARCs-EP para a terminação do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura.</p>
<p>No aeroporto Rafael Núñez, o presidente cubano foi recebido pela vice-ministra das Relações Exteriores, Patricia Londoño, a qual manifestou sentir-se honrada ao poder dar as boas-vindas a Raúl. E expressou sua “infinita gratidão a Cuba por todos os esforços, por ter sido a sede das negociações e conversações, durante os últimos anos”.</p>
<p>A delegação cubana é composta, ainda, pelo ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla; o historiador da cidade de Havana, Eusebio Leal Spengler; o embaixador cubano na Colômbia, José Luis Ponce Caraballo, bem como outros funcionários do governo e da chancelaria, muitos dos quais se desempenharam, em diferentes momentos, como garantes na Mesa das Conversações.</p>
<p>Desde sua posição como garante neste histórico processo, cujos primeiros passos foram dados, há quase quatro anos atrás em Havana, Cuba contribuiu ao mesmo, convencida da importância de conseguir uma paz definitiva na irmã nação da Colômbia, e contribuir, assim, ao compromisso de nossa região de se converter em uma Zona de Paz.</p>
<p>Segundo fontes da chancelaria cubana, para o meio-dia da segunda-feira, foi prevista uma cerimônia religiosa oferecida pelo presidente Juan Manuel Santos, na igreja San Pedro Claver, situada no centro histórico.</p>
<p>Na tarde terá lugar o ato protocolar de assinatura dos acordos de Paz, na esplanada de San Francisco, do Centro de Convenções Cartagena de Indias, para o qual têm confirmado sua assistência por volta de 16 chefes de Estado ou de Governo; igualmente, estarão presentes representantes de organismos internacionais e chanceleres de diferentes países.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/26/cartagena-o-inicio-de-uma-nova-era-de-paz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>América Latina e o Caribe continua comprometida com a paz</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/america-latina-e-o-caribe-continua-comprometida-com-paz/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/america-latina-e-o-caribe-continua-comprometida-com-paz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 21:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[o Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=4292</guid>
		<description><![CDATA[COM o objetivo de continuar comprometida com a Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, começou em 21 de setembro, em Havana, o Primeiro Seminário Internacional dedicado a avaliar as realidades e desafios do referido documento, assinado aqui durante a 2ª Cúpula da Celac, em 2014.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4293" alt="icap, reunio paz" src="/files/2016/09/icap-reunio-paz.jpg" width="300" height="218" />COM o objetivo de continuar comprometida com a Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, começou em 21 de setembro, em Havana, o Primeiro Seminário Internacional dedicado a avaliar as realidades e desafios do referido documento, assinado aqui durante a 2ª Cúpula da Celac, em 2014.</p>
<p>Durante as palavras de boas-vindas, o presidente do Movimento Cubano pela Paz e Soberania dos Povos, Silvio Platero Yrola, expressou que o evento se celebra em um contexto marcado pela ofensiva imperial contra os processos revolucionários e de integração da Nossa América.</p>
<p>Platero referiu que a Proclamação resulta um compromisso importante para as nações latino-americanas, e isso será o eixo central das discussões destas jornadas.</p>
<p>Photo: Yaimí Ravelo<br />
Ainda, precisou que este evento teve início no Dia Internacional da Paz e constituirá um tributo ao líder da Revolução cubana Fidel Castro.</p>
<p>Também, nesse dia, entregou-se à presidenta do Conselho Mundial da Paz, Maria do Socorro Gomes, a Medalha da Amizade, por parte de José Ramón Balaguer, chefe do Departamento das Relações Internacionais do Partido Comunista de Cuba (PCC).</p>
<p>A ativista brasileira afirmou que recebe este reconhecimento de parte do país mais valente e solidário do mundo, e afirmou que a paz é uma necessidade imperiosa em nível global.</p>
<p>Este Primeiro Seminário Internacional Realidades e Desafios da Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz se estenderá até sexta-feira, 23 de setembro, com palestras e debates dedicados a examinar as perspectivas e desafios atuais da área.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2016/09/22/america-latina-e-o-caribe-continua-comprometida-com-paz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Melhor e Mais Inteligente</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/04/01/o-melhor-e-mais-inteligente/</link>
		<comments>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/04/01/o-melhor-e-mais-inteligente/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 01:01:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy Carter]]></category>
		<category><![CDATA[Khaddhafi]]></category>
		<category><![CDATA[Líbia]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.cubadebate.cu/?p=1898</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, por razões de espaço e tempo, não disse uma palavra do discurso pronunciado por Barack Obama na segunda-feira 28, a respeito da guerra na Líbia. Dispunha de uma cópia da versão oficial, fornecida à imprensa pelo Governo dos Estados Unidos. Tinha sublinhado algumas das coisas que ele afirmou. Voltei a revê-lo e cheguei à]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, por razões de espaço e tempo, não disse uma palavra do discurso pronunciado por Barack Obama na segunda-feira 28, a respeito da guerra na Líbia. Dispunha de uma cópia da versão oficial, fornecida à imprensa pelo Governo dos Estados Unidos. Tinha sublinhado algumas das coisas que ele afirmou. Voltei a revê-lo e cheguei à conclusão de que não valia a pena gastar demasiado papel no assunto.</p>
<p>Lembrava o que me contou Carter quando nos visitou em 2002 sobre o cultivo de florestas nos Estados Unidos, visto que ele possui uma plantação familiar no Estado de Georgia. Nesta visita lhe perguntei de novo sobre aquela cultura e voltou a expressar que semeia as plantas de pinheiro a uma distância de 3 por 2 metros, que equivalem a 1 700 árvores por hectare, e se recolhem passados uns 25 anos.</p>
<p>Há muitos anos li que <em>The New York Times</em>, numa edição dominical, consumia o papel extraído da desflorestação de 40 hectares de bosque. Portanto, explica-se minha preocupação pela poupança de papel.</p>
<p>É claro que Obama é um excelente articulador de palavras e frases. Poderia se ganhar a vida escrevendo historietas para crianças. Conheço seu estilo porque o primeiro que li e sublinhei, muito antes de que assumisse a presidência, foi um livro titulado os “Sonhos do meu Pai”. Fi-lo com respeito e, pelo menos, consegui apreciar que seu autor sabia escolher a palavra precisa e a frase adequada para ganhar a simpatia dos leitores.</p>
<p>Confesso que não gostei da sua tática de suspense, ocultando suas próprias idéias políticas até o final. Fiz um esforço especial por não esquadrinhar no último capítulo o que opinava sobre diversos problemas, do meu ponto de vista fulcrais neste momento da história humana. Tinha a certeza de que a profunda crise econômica, a colossal despesa militar, e o sangue jovem derramado por seu predecessor republicano, ajudá-lo-iam a derrotar o seu adversário eleitoral, apesar dos enormes preconceitos raciais da sociedade norte-americana. Era ciente dos riscos que corria de que o eliminassem fisicamente.</p>
<p>Por óbvias razões de politicagem tradicional procurou, antes das eleições, o apoio dos votos dos anti-cubanos de Miami, na sua maioria dirigidos por pessoal de origem batistiana e reacionária, que converteram os Estados Unidos numa república bananeira, onde a fraude eleitoral determinou nada menos que a vitória de W. Bush em 2000, lançando à lixeira a um futuro Prêmio Nobel: Al Gore, Vice-presidente de Clinton e aspirante à presidência.</p>
<p>Um elementar sentido de justiça teria levado o Presidente Obama a retificar as conseqüências do infame julgamento que conduziu ao desumano, cruel, e especialmente injusto encarceramento dos cinco patriotas cubanos.</p>
<p>Sua Mensagem à União, seus discursos no Brasil, Chile e em El Salvador, e a guerra da NATO na Líbia, obrigaram-me a sublinhar, mais do que sua própria autobiografia, o mencionado discurso.</p>
<p>O quê é o pior desse pronunciamento e como explicar as aproximadamente 2 500 palavras que contém a versão oficial?</p>
<p>Do ponto de vista interno, sua falta total de realismo coloca seu feliz autor nas mãos dos seus piores adversários, que desejam humilhá-lo e vingar-se da sua vitória eleitoral em novembro de 2008. Não lhes basta ainda com o castigo a que o submeteram nos finais de 2010.</p>
<p>Do ponto de vista externo, o mundo tomou mais consciência do que significam para muitos povos o Conselho de Segurança, a NATO e o imperialismo ianque.</p>
<p>Para ser tão breve quanto prometi, explico-lhes que Obama começou seu discurso afirmando que desempenhava seu papel “detendo a força do Talibã no Afeganistão e perseguindo Al-Qaeda por todo o planeta”.</p>
<p>De imediato acrescenta que: “Durante gerações, os Estados Unidos da América têm desempenhado um papel singular como alicerce da segurança mundial e como defensor da liberdade humana”.</p>
<p>Isto é algo do qual, como os leitores sabem, os cubanos, os latino-americanos, os vietnamitas e outros muitos, podemos dar constância da sua veracidade.</p>
<p>Após essa solene declaração de fé, Obama investe uma boa parte do tempo em  falar do Khaddhafi, seus horrores e as razões pelas quais os Estados Unidos e seus aliados mais próximos: “―Reino Unido, a França, o Canadá, a Dinamarca, Noruega, a Itália, a Espanha, a Grécia e a Turquia― países que têm lutado junto de nós durante decênios. […] têm elegido cumprir com sua responsabilidade de defender o povo líbio.”</p>
<p>Mais adiante acrescenta: “…a NATO, tem tomado o comando para impor o embargo de armas e a zona de exclusão aérea.”</p>
<p>Confirma os objetivos da decisão “Como resultado da transferência para uma coligação mais ampla, centrada na NATO, o risco e o custo desta operação –para nosso exército e para o contribuinte estadunidense&#8211; reduzir-se-á significativamente.</p>
<p>“Por conseguinte, para aqueles que duvidaram de nossa capacidade para levar a cabo esta operação, quero deixar algo claro: os Estados Unidos fizeram aquilo que eu disse que faríamos.”</p>
<p>Volta às suas obsessões sobre Khaddhafi e às contradições que agitam sua mente: “Khaddhafi não tem abandonado o poder e, enquanto o não fizer, a Líbia continuará sendo um perigo.”</p>
<p>“Verdade é que os Estados Unidos não podem empregar nosso exército lá onde houver repressão e, levando em conta os riscos e custos de uma intervenção, sempre devemos fazer um balanço entre os nossos interesses e a necessidade de agir.”</p>
<p><span style="font-size: small"> </span> <span style="font-size: small">“A tarefa que dei às nossas tropas (de) –proteger o povo líbio […] conta com o apoio internacional e está respaldada por um mandato das Nações Unidas.”</span></p>
<p>As obsessões se reiteram uma e outra vez: “Se tentássemos derrocar Khaddhafi pela força, nossa coligação se quebraria. Teríamos […] de enviar tropas estadunidenses ao terreno para cumprir essa missão ou arriscarmo-nos à possibilidade de matar muitos civis com os ataques aéreos.”</p>
<p>“…temos esperanças no futuro do Iraque, mas a mudança de regime ali levou oito anos e custou milhares de vidas estadunidenses e iraquianas e quase 3 milhões de milhões de dólares.”</p>
<p>Dias depois de iniciados os bombardeamentos da NATO começou a divulgar-se a notícia de que um caça-bombardeiro norte-americano tinha sido derribado. Depois se soube, por alguma fonte, que era verdade. Alguns camponeses ao verem descer um pára-quedas, fizeram o que por tradição fazem na América Latina: foram ver; e se alguém precisa, auxiliam-no. Ninguém podia saber como pensavam. Com certeza eram muçulmanos, estavam fazendo com que a terra produzisse e não podiam ser partidários dos bombardeamentos. Um helicóptero que apareceu repentinamente para resgatar o piloto disparou contra os camponeses, feriu gravemente um deles, e de milagre não os matou a todos. Como o mundo sabe, os árabes, por tradição, são hospitaleiros com seus inimigos, alojam-nos em suas próprias casas, e se colocam de costas para não ver o caminho que eles seguem. Inclusive um covarde ou um traidor não significaria nunca o espírito de uma classe social.</p>
<p>Só a Obama lhe podia passar pela mente a peregrina teoria que incluiu em seu discurso, como pode apreciar-se no trecho seguinte:</p>
<p>“Não obstante, haverá ocasiões em que nossa segurança não estará diretamente ameaçada, mas sim nossos interesses e valores. […] sabemos que aos Estados Unidos, como a nação mais poderosa do mundo, pedir-lhe-ão ajuda com freqüência.</p>
<p>“Nesses casos, não devemos ter medo de agir, porém o peso das ações não deve recair apenas sobre os Estados Unidos. Como o temos feito na Líbia, nossa tarefa é então mobilizar a comunidade internacional para empreender uma ação coletiva.”</p>
<p>“Este é o tipo de liderança que temos mostrado na Líbia. É claro que, inclusive quando atuemos como parte de uma coligação, os riscos de qualquer ação militar serão elevados. Esses riscos foram constatados quando um dos nossos aviões sofreu uma avaria enquanto sobrevoava Líbia. Inclusive quando um dos nossos aviadores se lançou de pára-quedas, em um país cujo líder tem satanizado com tanta freqüência os Estados Unidos, numa região que tem uma história tão difícil com nosso país, este estadunidense não encontrou inimigos. Em vez disso, foi recebido por pessoas que o abraçaram. Um jovem líbio que veio em sua ajuda expressou: ‘Somos teus amigos. Estamos tão agradecidos desses homens que estão protegendo os céus.”</p>
<p>“Esta voz é apenas uma entre muitas numa região onde a nova geração se opõe a que lhe continuem negando seus direitos e oportunidades.”</p>
<p>“Mesmo assim, esta mudança provocará que o mundo seja mais complicado durante um tempo. O progresso será desigual e a mudança chegará de um modo bem divergente a diferentes países. Existem lugares, como o Egipto, onde esta mudança nos inspirará e infundirá nossas esperanças.”</p>
<p>Todo o mundo conhece que Mubarak foi aliado dos Estados Unidos, e quando Obama visitou a Universidade de El Cairo, em junho de 2009, não podia ignorar as dezenas de milhares de milhões de dólares subtraídos por aquele no Egipto.</p>
<p>Continuou com o emotivo relato:</p>
<p>“…acolhemos com beneplácito o fato de que a história esteja em andamento no  Oriente Médio e no Norte da África, e que os jovens estejam à vanguarda. Porque em qualquer lugar onde as pessoas anseiem ser livres, encontrarão um amigo nos Estados Unidos. Afinal de contas, é essa fé, são esses ideais, os que constituem o verdadeiro indicador da liderança estadunidense.”</p>
<p>“…nossa fortaleza no exterior se sustenta na nossa fortaleza nacional. Esta sempre deve ser nossa Estrela Polar, a capacidade do nosso povo de alcançar seu potencial, adotar decisões inteligentes com nossos recursos, incrementar a prosperidade que atua como fonte do nosso poder, e erguer os valores que tanto apreciamos.”</p>
<p>“Olhemos para o futuro com confiança e esperança, não só no nosso próprio país, mas também em todos aqueles que têm anseios de liberdade em todo o mundo.”</p>
<p>A espectacular historieta me fez lembrar do <em>Tea Party</em>, do senador Bob Menéndez e da ilustre Ileana Ros, a loba feroz que desafiava as leis para manter seqüestrado o menino cubano Elián González. Ela é hoje nada menos que Chefe do Comitê de Relações Exteriores da Câmara de Representantes dos Estados Unidos.</p>
<p>Khaddhafi não se cansa de repetir que Al-Qaeda lhe faz a guerra e envia combatentes contra o governo da Líbia, porque ele apoiou a guerra antiterrorista de Bush.</p>
<p>Aquela organização teve no passado excelentes relações com os serviços de inteligência norte-americanos na luta contra os soviéticos no Afeganistão, e possui sobrada experiência sobre os métodos de trabalho da CIA.</p>
<p>O quê acontecerá se as denúncias de Khaddhafi fossem certas? Como explicaria Obama ao povo norte-americano que uma parte dessas armas de combate terrestre caísse nas mãos dos homens de Bin Laden?</p>
<p>Não teria sido melhor e mais inteligente ter lutado para promover a paz e não a guerra na Líbia?</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/04/firma-de-fidel-31-de-marzo-de-2011-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>31 de março de 2011</strong></p>
<p><strong>19h58</strong></p>
<div><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://writingessayservices.com/" >writing expository essays</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/04/01/o-melhor-e-mais-inteligente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
