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	<title>Cubadebate (Português) &#187; patrimônio</title>
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		<title>A cidade encantada</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 17:35:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conservadora, mas inexoravelmente ligada com a modernidade, medieval e nediterrânea, humilde e presunçosa ao mesmo tempo, a cidade de Sancti Spíritus comemora, neste 4 de junho, seu 505º aniversário, algo como a primeira grande festa depois do jubileu pelo meio milênio, em 2014, que consagrou a antiga vila por sua beleza, pela conservação de seu patrimônio e pelo valor de seus filhos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5487" alt="Sspiritus" src="/files/2019/06/Sspiritus.jpg" width="300" height="248" />Conservadora, mas inexoravelmente ligada com a modernidade, medieval e nediterrânea, humilde e presunçosa ao mesmo tempo, a cidade de Sancti Spíritus comemora, neste 4 de junho, seu 505º aniversário, algo como a primeira grande festa depois do jubileu pelo meio milênio, em 2014, que consagrou a antiga vila por sua beleza, pela conservação de seu patrimônio e pelo valor de seus filhos.</p>
<p>Como precisaram os historiadores mais persistentes, o povoado nasceu nas margens do rio Tuinucú, entre dois riachos que mais tarde teriam o nome de El Fraile e Pueblo Viejo, embora não demorou mais do que alguns anos para começar a sua transferência para as margens do rio Yayabo, onde se arraigou até hoje, envolveu-se na vida nacional, alcançou seu status de cidade pela Ordem Real em 1867 e tornou-se capital da província em 1976.</p>
<p>«Alguns dizem que Sancti Spiritus é uma cidade que parece adormecida, mas posso garantir-lhes que está bem desperta», disse ao Granma Internacional Alexis Lorente Jimenez, deputado ao parlamento cubano e presidente da Assembleia Municipal do Poder Popular, anunciando as festividades por ocasião da data.</p>
<p>Embora o aniversário esteve «cozinhando-se» por um bom tempo, o festival cultural começou na sexta-feira passada e vai até esta terça-feira, no momento em que haverá uma sessão solene da Assembleia Municipal, dedicada a homenagear a cidade e a lembrar a presença de seus homens e mulheres em todas as lutas pela independência da Pátria.</p>
<p>A data da fundação esperou-se na noite da segunda-feira com uma gala cultural que, teve como palco o entorno da ponte sobre o rio Yayabo, um dos ícones distintivos da cidade, e o Teatro Principal, instituição que comemora na terça-feira seu 180º aniversário.</p>
<p>Entre as obras que receberam um notável impulso nas últimas semanas estão a Casa das promoções musicais; os terminais ferroviários e rodoviários de ônibus provinciais; um laboratório de prótese na clínica municipal de Odontologia; o café Cubita, na avenida; uma nova linha de biscoitos e a loja Quinto Siglo; ao qual se somam a renovação e pintura de edifícios localizados no centro histórico; a recuperação de parques e outros espaços públicos; bem como a reabilitação de diversas instalações do comércio e da gastronomia.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>A virtude de acreditar nos jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 00:31:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«CADA VEZ QUE Raúl se aproxima dos jovens, seus olhos brilham; torna-se dinâmico», disse em tom baixo o lutador revolucionário aposentado Jorge Risquet Valdés, depois de se voltar para mim. O general-de-exército, então ministro das Forças Armadas Revolucionárias (FARs), visitando uma das unidades do Exército do Leste, havia compartilhado com jovens combatentes, incluindo oficiais, nos quais ele reconhecia a vontade de continuar elevando a disposição para o combate.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4995" alt="Raul marcha antorchas" src="/files/2018/04/Raul-marcha-antorchas.jpg" width="300" height="248" />«CADA VEZ QUE Raúl se aproxima dos jovens, seus olhos brilham; torna-se dinâmico», disse em tom baixo o lutador revolucionário aposentado Jorge Risquet Valdés, depois de se voltar para mim. O general-de-exército, então ministro das Forças Armadas Revolucionárias (FARs), visitando uma das unidades do Exército do Leste, havia compartilhado com jovens combatentes, incluindo oficiais, nos quais ele reconhecia a vontade de continuar elevando a disposição para o combate.</p>
<p>Risquet foi um companheiro de luta próximo de Raul. Eu tive em conta sua observação mais tarde, durante as poucas vezes que eu participei, como repórter para a imprensa militar, das visitas do segundo chefe da Revolução Cubana ao comando que fundou em 1961. Em cada uma dessas oportunidades, ao trocar ideias com os jovens, Raúl revelou confiança absoluta neles.</p>
<p>Sem dúvida, essa é uma das grandes virtudes manifestas por Raúl Castro em sua longa vida como revolucionário, marcada pela coerência de pensamento e ações.</p>
<p>José Ramón Fernández, outra das personalidades achegadas ao general-de-exército, escreveu: «Seu conhecimento da vida, dos seres humanos, de suas convicções revolucionárias e sua inabalável confiança na juventude tornam o camarada Raul um profundo conhecedor da essência da educação das novas gerações, bem como um crítico contundente de formas e métodos que não correspondem a cada época histórica, a cada nova etapa do desenvolvimento da Revolução, com a realidade, com a própria vida».</p>
<p>«Raúl reconhece, acrescentou Fernandez, que os jovens de hoje são mais exigentes, capazes, cultos, educados e, acima de tudo, mais críticos. Ele alertou, ao mesmo tempo, que o erro é querer se aproximar deles através de fórmulas esquemáticas, com recursos triviais e argumentos não substanciados. Em sua opinião, para alcançar as mentes e os corações dos jovens, fortalecê-los ideológica e politicamente, despertar o seu interesse e estimular as suas motivações, o trabalho político-ideológico, necessariamente, tem que ganhar em extensão e profundidade, deve ser incomparavelmente mais rigoroso e, acima de tudo, mais moderno».</p>
<p>A esse respeito, acrescentou: «Ele concebe a educação dos jovens com os jovens como protagonistas de sua própria formação, como participantes ativos na sua aprendizagem, na obra transformadora em sempre levar a Revolução para novas metas, novos níveis de desenvolvimento, como herdeiros da experiência daqueles que os precederam, mas com sua própria luz, iniciativa, criatividade e um profundo sentimento de compromisso de serem continuadores, sejam quais forem as dificuldades».</p>
<p>Talvez pareça ao leitor que os critérios de Risquet e José Ramón Fernández são profusamente marcados pelas inegáveis ​​simpatias que surgiram na batalha diária junto a Raúl. Mesmo assim, qualquer avaliação feita sobre o papel que ele atribui à juventude na perpetuidade das conquistas políticas e sociais que Cuba desfruta hoje desperta a fúria revolucionária.</p>
<p>Em minha opinião, um daqueles momentos vibrantes em que Raul foi ator principal ocorreu em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 2013, durante a celebração do 60º aniversário dos ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes.</p>
<p>Sua emoção era evidente e a transmitia aos presentes: «Os anos se passaram, mas esta ainda é uma revolução da juventude, como era em 26 de julho de 1953; aqueles que lutaram e caíram nas ruas de Santiago de Cuba, em 30 de novembro de 1956. Jovens foram, esmagadoramente, as pessoas envolvidas na luta contra os bandidos por cinco anos, de 1960 a janeiro de 1965, aproximadamente; durante esse tempo, chegaram a existir bandos ativos de tamanhos diferentes em todas as províncias do país, inclusive no sul da capital. Também foram jovens os que derrotaram os mercenários em Playa Girón (Baía dos Porcos); aqueles que se juntaram, incluindo adolescentes, à campanha de alfabetização, a maioria deles estudantes; aqueles que se juntaram em massa às milícias, às nascentes Forças Armadas Revolucionárias e ao Ministério do Interior; as centenas de milhares de compatriotas que cumpriram missões internacionalistas em outras terras do mundo&#8230;»</p>
<p>Raúl lembrou que eram jovens muitos dos que partiram a missões dando serviços de educação e de saúde em outras nações; os cientistas, intelectuais, artistas e atletas que colheram tanta glória; aqueles que, respondendo ao apelo do país, cumprem seu serviço militar, entre eles as meninas que se unem voluntariamente a essa tarefa; os estudantes do ensino secundário; os estudantes universitários; os trabalhadores e camponeses que geram renda para a economia na produção e nos serviços; nossos professores e mestres.</p>
<p>E depois de ressaltar que na pátria convivemos várias gerações, cada uma com sua própria história e méritos, Raúl disse: «A Geração Histórica está deixando seu lugar aos «novos pinheiros» com calma e serena confiança, baseados na preparação e capacidade demonstrada de manter no alto as bandeiras da Revolução e do socialismo, pelas quais deram suas vidas inúmeros patriotas e revolucionários, desde os índios e escravos que se revoltaram contra a opressão até os nossos dias».</p>
<p>Na verdade, reforçava conceitos. Em 4 de abril de 2010, ao encerrar o 9º Congresso da União dos Jovens Comunistas, ocasião em que apontou que a batalha econômica era a principal tarefa e o centro do trabalho ideológico, pois dela depende a sustentabilidade e preservação de nosso sistema social, disse: «Os jovens cubanos são chamados a substituir a geração fundadora da Revolução e liderar a grande força das massas requer de uma vanguarda que convença e mobilize, com base na autoridade que emana do exemplo pessoal, liderada por líderes firmes, capazes e de prestígio, líderes reais, não improvisados, que tenham passado pela forja insubstituível da classe trabalhadora, em cujo seio se cultivam os valores mais genuínos de um revolucionário. A vida demonstrou eloquentemente o perigo de violar esse princípio».</p>
<p>Ao mesmo tempo, ele transmitiu várias dicas. Em uma delas especificou: «Hoje mais do que nunca, precisamos de líderes capazes de realizar trabalho ideológico eficaz, que não pode ser o diálogo dos surdos ou repetição mecânica de slogans; líderes que raciocinem com argumentos sólidos, sem se acreditarem donos absolutos da verdade; que saibam ouvir, mesmo que não gostem do que algumas pessoas dizem; que valorizem com a mente aberta os critérios dos outros, o que não exclui refutar com argumentos e energia aqueles que sejam inaceitáveis».</p>
<p>Da mesma forma, ele abordou a necessidade de incentivar discussões francas e não ver discrepâncias em um problema, mas a fonte das melhores soluções. «A unanimidade absoluta é geralmente fictícia e, portanto, prejudicial. A contradição, quando não é antagônica como é o nosso caso, é o motor do desenvolvimento. Devemos suprimir, com toda intencionalidade, tudo o que alimenta a simulação e o oportunismo. Aprender a reunir opiniões, estimular a unidade e fortalecer a liderança coletiva são características que devem caracterizar os futuros líderes da Revolução».</p>
<p>A seguir, com a experiência ganha em manifestações precoces de rejeição a regimes corruptos e em sucessivas batalhas sob balas que zumbem, bem como em tempestades da natureza, ameaças militares com presságios de cataclismo nuclear e severos confrontos ideológicos, expôs a linha a seguir permanentemente: «Jovens com a atitude e capacidade necessárias para assumir tarefas de direção ao longo do país. O desafio é descobri-los, prepará-los e atribuir-lhes, paulatinamente, maiores responsabilidades».</p>
<p>Nesse dia também citou Fidel: «Acreditar nos jovens é ver neles além de entusiasmo, capacidade; além de energia, responsabilidade; além de juventude, pureza, heroísmo, caráter, vontade, amor à Pátria ¡fé na Pátria!, amor à Revolução, fé na Revolução, confiança em si mesmos! Convicção profunda de que a juventude pode, de que a juventude é capaz, convicção profunda de que nos ombros da juventude podem ser depositadas grandes tarefas».</p>
<p>O invicto condutor da Revolução cubana tinha expressado a ideia, em 4 de abril de 1962, no ato de fundação da União dos Jovens Comunistas. Passados 48 anos, a voz de Raúl transmitia a força e a paixão que unicamente identifica aqueles que lutam ombro a ombro pela justiça plena e anteveem triunfos nas batalhas a serem travadas.</p>
<p>É a atitude mantida hoje, prestes a deixar, por sua própria vontade, a presidência dos Conselhos de Estado e de Ministros. A maior satisfação, disse, «…é a tranquilidade e serena confiança que sentimos ao ir entregando às novas gerações a responsabilidade de continuar construindo o socialismo».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Esteban Lazo, reeleito por seus méritos como Presidente da Assembleia Nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 00:25:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Agradeço a vocês, em nome das deputadas Mari e Brito, bem como no meu próprio,a honra que nos conferem, ao eleger-nos para tão altos cargos», disse Esteban Lazo Hernández, quem foi reeleito por unanimidade como presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4993" alt="Estreban Lazo" src="/files/2018/04/Estreban-Lazo.jpg" width="300" height="248" />«Agradeço a vocês, em nome das deputadas Mari e Brito, bem como no meu próprio,a honra que nos conferem, ao eleger-nos para tão altos cargos», disse Esteban Lazo Hernández, quem foi reeleito por unanimidade como presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular.</p>
<p>Durante as primeiras horas desta sessão constitutiva da Assembleia Nacional, a Comissão de Candidaturas Nacional propôs:</p>
<p>Para presidente, Juan Esteban Lazo Hernández, quem desempenhou com eficiência essa responsabilidade durante os últimos cinco anos. Foram reconhecidos seus esforços e o avanço alcançado.</p>
<p>Juan Esteban Lazo Hernández, foi aprovado com 604 votos (100%)</p>
<p>÷ Idade: 74 anos</p>
<p>÷ Nível escolar: Superior</p>
<p>÷ Ocupação: Membro do Bureau Político. Presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular ÷ Organizações às que pertence: PCC, CTC, CDR</p>
<p>÷ Integrou a Associação dos Jovens Rebeldes, foi alfabetizador e membro das Milícias Nacionais Revolucionárias. Desde sua incorporação ao Partido, em 1963, desempenhou diversas responsabilidades, entre elas organizador do Comitê Regional do Partido em Colón e primeiro secretário nesse território. Foi delegado provincial do Ministério da Agricultura, segundo e primeiro secretário do Comitê Provincial do PCC em Matanzas, primeiro secretário do Comitê Provincial em Santiago de Cuba, sendo transferido com a mesma responsabilidade para a Cidade de Havana. Em 2003 entrou no Bureau Político a cargo da esfera Ideológica. Membro do secretariado do Comitê Central desde 2006 até 2013. Foi delegado em todos os congressos do PCC. Deputado da Assembleia Nacional desde 1981 e vice-presidente do Conselho de Estado entre 1992 e 2013.</p>
<p>Para vice-presidenta foi proposta Ana María Mari Machado, jurista de profissão e que demonstrou capacidade. Presidiu a Comissão Eleitoral Nacional no ano 2010.</p>
<p>Ana María Mari Machado, foi aprovada como vice-presidenta com 604 votos (100%)</p>
<p>Idade: 54 anos</p>
<p>÷ Nível escolar: Superior</p>
<p>÷ Ocupação: Vice-presidenta da Assembleia Nacional do Poder Popular</p>
<p>÷ Organizações às que pertence: PCC, CTC, CDR, FMC</p>
<p>÷ Começou na usina açucareira Abel Santamaría; entrou nos tribunais como juíza no Tribunal Municipal Popular de Encrucijada.</p>
<p>Presidenta desse tribunal, juíza do Tribunal Provincial Popular de Villa Clara, vice-presidenta do Supremo Tribunal Popular e vice-presidenta da Assembleia Nacional do Poder Popular.</p>
<p>É membro do Comitê Central.</p>
<p>Para Secretaria foi proposta a reeleição de Miriam Brito Sarroca, quem é deputada desde o ano 2008.</p>
<p>Miriam Brito Sarroca, foi aprovada com 603 votos (99.83%)</p>
<p>÷ Idade: 57 anos</p>
<p>÷ Nível escolar: Superior</p>
<p>÷ Ocupação: Secretária da Assembleia Nacional do Poder Popular ÷ Organizações às que pertence: PCC, CTC, CDR, FMC</p>
<p>÷ Desempenhou diversas responsabilidades, entre elas coordenadora dos CDRs na província Havana e membro do Comitê Provincial do PCC, vice-presidenta do Conselho da Administração da mesma província, secretária da Assembleia Provincial e funcionária da Assembleia Nacional. É deputada.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Destacam trascendência de Remedios para a cultura cubana</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2015 01:52:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Não se poderá escrever a história de Cuba, sem falar de San Juan de los Remedios, cidade que fez um importante contributo à cultura cubana”, expressou o Historiador de Havana, Eusebio Leal Spengler, na sessão solene da Assembleia Municipal do Poder Popular, pelo ensejo do 500º aniversário da oitava vila fundada pelos espanhóis em Cuba, atividade presidida pelo segundo-secretário do Comitê Central do Partido, José Ramón Machado Ventura, e pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Ber múdez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3832" alt="diaz canel remedios" src="/files/2015/07/diaz-canel-remedios.jpg" width="300" height="228" />“Não se poderá escrever a história de Cuba, sem falar de San Juan de los Remedios, cidade que fez um importante contributo à cultura cubana”, expressou o Historiador de Havana, Eusebio Leal Spengler, na sessão solene da Assembleia Municipal do Poder Popular, pelo ensejo do 500º aniversário da oitava vila fundada pelos espanhóis em Cuba, atividade presidida pelo segundo-secretário do Comitê Central do Partido, José Ramón Machado Ventura, e pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Ber­múdez.</p>
<p>Discursando para os convidados, Leal Spengler reconheceu “a contribuição feita por várias personalidades remedianas à história da nação cubana, tais como Francisco Carrillo e Alejandro García Caturla, entre uma plêiade de patriotas e intelectuais que deram renome a esta cidade, chamada a converter-se em uma atração para o turismo nacional e de fora”, indicou.</p>
<p>Prévio à assembleia, se produziu o cancelamento de selos alegóricos à comemoração por parte de Machado Ventura e Díaz-Canel, e depois teve lugar um percurso pelas principais obras construídas ou reparadas para a ocasião.</p>
<p>Dentre os lugares visitados pela comitiva, integrada também por Omar Ruiz Martín, do secretariado do Comitê Central; o vice-presidente do Conselho de Ministros, Ulises Rosales del Toro; e as máximas figuras políticas e governamentais de Villa Clara, Julio Lima Corzo e Jorgelina Pestana Mederos, respectivamente, entre outros dirigentes presentes na comemoração, estiveram a loja Tres Reyes, dedicada à venda de charutos, café e rum; a ampliação do hotel Mascotte, a taverna El Parrandero, o hotel Camino del Príncipe e uma tabacaria.</p>
<p>Durante o percurso, Machado Ventura reconheceu a qualidade e beleza das obras executados pelo meio milênio e fez um apelo a cuida-las e conservá-las para as gerações presentes e futuras.</p>
<p>Por acordo da Assembleia Municipal do Poder Popular, e como parte das atividades pelo 500º aniversário, um grupo de personalidades recebeu a condição de filhos ilustres ou adotivos da vila, condição que foi entregue pelo prefeito, Alexey Rodríguez Alonso.</p>
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