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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Panamá</title>
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		<title>Cuba salva: no mesmo dia chegam alguns da Serra Leoa e outros partem para o Panamá</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2020 16:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo. «Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante»]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6153" alt="medicos cubanos sierra leona" src="/files/2021/01/medicos-cubanos-sierra-leona.jpg" width="300" height="249" />«Juramos colocar em nossa fronte a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, expressou o agradecimento de seu Governo e de seu povo</p>
<p>«Vocês chegam em um momento em que o país está aperfeiçoando seus protocolos de atuação, em um momento em que aumenta o número de viajantes vindos do estrangeiro e a responsabilidade familiar é muito importante», comentou o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, dando as boas-vindas à brigada do contingente Henry Reeve, que lutou contra a Covid-19 em Serra Leoa.</p>
<p>O grupo de 16 colaboradores trabalhou naquele país desde o dia 5 de julho, em conjunto com o pessoal de saúde do Freetown National Central Hospital. Eles realizaram 1.060 atendimentos médicos (324 para pacientes graves) e 5.721 procedimentos de enfermagem.</p>
<p>Junto com a solidariedade vinda da África, partiu para a América Central outra delegação da irmandade, a 55ª, que recebeu a bandeira de parte do dr. José Angel Portal Miranda, ministro da Saúde de Cuba, e composta por 230 colaboradores para enfrentar a doença na República do Panamá. «Nossos profissionais são treinados para avaliar a vida dos pacientes com especial sensibilidade, sem interferir nas questões políticas internas de nenhum dos países onde prestam seus serviços», disse o dr. Santiago Badía, secretário-geral do Sindicato da Saúde, que acrescentou que cerca de 30 mil trabalhadores do setor trabalham em 66 países e outros 470 mil já mostraram sua vontade de ir onde sejam necessários.</p>
<p>«Juramos colocar em nossa testa a estrela que ilumina e mata, a mesma que nos guiará na obra do altruísmo e do amor infinito que é salvar vidas», disse o dr. Carlos Ricardo Pérez Díaz, chefe da brigada. Enquanto isso, o embaixador do Panamá, Reinaldo Rivera Escudero, expôs a complexa situação que vive seu país e, com grande emoção, transmitiu o agradecimento de seu Governo e de seu povo.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Indígenas exigem cancelamento de hidroelétrica no Panamá</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2015 01:27:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[hidroelétrica Barro Blanco]]></category>
		<category><![CDATA[nação indígena]]></category>
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		<description><![CDATA[UUm porta-voz da etnia panamenha NgÃñbe Buglé reiterou hoje a decisão irrefutável de exigir o fechamento definitivo da hidroelétrica Barro Blanco, que uma multinacional levanta sobre o rio Tabasará, em domínios da nação indígena. A próxima segunda-feira é o prazo que deu o Governo do Panamá para a decisão final da mesa de diálogo sobre a obra em conflito, e os que se opõem ao projeto estão dispostos a se levantar em todo o país contra a conclusão da central elétrica. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3629" alt="proy-hidroelectrica-barro-blanco-panama" src="/files/2015/05/proy-hidroelectrica-barro-blanco-panama.jpg" width="300" height="169" />Um porta-voz da etnia panamenha NgÃñbe Buglé reiterou hoje a decisão irrefutável de exigir o fechamento definitivo da hidroelétrica Barro Blanco, que uma multinacional levanta sobre o rio Tabasará, em domínios da nação indígena.</p>
<p>A próxima segunda-feira é o prazo que deu o Governo do Panamá para a decisão final da mesa de diálogo sobre a obra em conflito, e os que se opõem ao projeto estão dispostos a se levantar em todo o país contra a conclusão da central elétrica se essa passar, disse à imprensa Ricardo Miranda, do movimento indígena M-10.</p>
<p>Este representante do povo NgÃñbe nas conversas, realçou que o Governo deve se pronunciar pelo povo e não a favor do capital estrangeiro, e denunciou que Barro Blanco foi desde seus início imposto à força, com polícias, mas que há muitas irregularidades em sua execução.</p>
<p>&#8220;Temos sido amigáveis, aceitamos e participamos na mesa de diálogo, contribuímos com provas que demonstram que o projeto não é viável, e esperamos que se emita um veto a favor do povo&#8221;, assinalou Miranda.</p>
<p>Outras declarações similares foram respondidas recentemente pelo presidente do país Juan Carlos Varela, que disse que se decidirá o que mais convenha a todos os panamenhos e recusou qualquer ultimato.</p>
<p>A construção custou à empresa Generadora do Istmo, S.A. (Genisa) aproximadamente 130 milhões de dólares até o momento, quando asseguram ter executado 95% da obra.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, a então Autoridade do Meio Ambiente ordenou a suspensão temporária da obra, depois de encontrar discrepâncias com o estudo de impacto ambiental.</p>
<p>Uma semana depois iniciou-se o diálogo, onde participam os integrantes das comunidades indígenas e camponesas que com toda certeza serão afetados, Genisa e o Governo, além de delegados das Nações Unidas como mediadores.</p>
<p>Segundo os líderes nativos, a pressa da hidroelétrica afetaria diretamente a 270 pessoas que vivem perto de a bacia do Tabasará, e indiretamente a três mil que dependem desse afluente para suas atividades.</p>
<p>Genisa alega que não há afetação alguma à nação e só incidirá minimamente em 5,81 hectares o transcorrer do rio que deságua em áreas anexas a comunidades indígenas, pelo qual -assegurou- subscreveram dois acordos de compensação com as autoridades locais.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Iniciam processo penal contra ex-presidente panamenho Martinelli</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 15:53:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Panamá]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Martinelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a notificação hoje à Corte Suprema de Justiça (CSJ) da suspensão do foro eleitoral a Ricardo Martinelli, dá início o processo penal contra o ex-presidente panamenho. Uma fonte do Tribunal Eleitoral confirmou que a decisão chegará aos advogados de Martinelli e à CSJ, pois na segunda-feira foi recusada a reconsideração interposta pela defesa.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3586" alt="panama_ricardomartinelli_re" src="/files/2015/04/panama_ricardomartinelli_re.jpg" width="300" height="200" />Com a notificação hoje à Corte Suprema de Justiça (CSJ) da suspensão do foro eleitoral a Ricardo Martinelli, dá início o processo penal contra o ex-presidente panamenho.</p>
<p>Uma fonte do Tribunal Eleitoral confirmou que a decisão chegará aos advogados de Martinelli e à CSJ, pois na segunda-feira foi recusada a reconsideração interposta pela defesa.</p>
<p>A partir deste fato, o magistrado fiscal Oydén Ortega terá dois meses para a investigação sumária do caso, no qual vincula ao ex-presidente com possíveis contratos para a compra de comida desidratada por um montante de 44,9 milhões de dólares através do Programa Nacional de Ajuda (PAN).</p>
<p>O expediente inclui a declaração do ex-director do PAN Giacomo Tamburrelli, que assegurou que a licitação dos produtos foi uma fachada, já que Martinelli deu a ordem para que o contrato fosse adjudicado à empresa Lerkshore International Limited.</p>
<p>A Lei 55 de 2012 estabelece que para aceitar uma denúncia contra um deputado &#8211; é o caso de Martinelli como membro do Parlamento Centro-Americano &#8211; deve ser apresentada a &#8220;prova idônea do fato punível&#8221;, e fixar em dois meses o prazo máximo face a uma investigação sumária.</p>
<p>Em 20 de janeiro último, o presidente da Assembleia Nacional, Adolfo Valderrama, apresentou um projeto de lei para eliminar a blindagem aos deputados, iniciativa que não tem encontrado eco na comissão de Governo.</p>
<p>A esse respeito, o presidente do referido grupo, Pedro Miguel González, reconheceu que não há consenso para aprovar a lei neste período de sessões, que terminará em 30 do presente mês.</p>
<p>Sidney Sittón, da equipe de advogados de Martinelli, declarou que o ex-presidente não prevê regressar ao país, independentemente de que não tenha nada a temer, pois até a data não há nenhuma imputação.</p>
<p>Alegou que a equipe legal está pronta para fazer frente a qualquer processo, o qual tem um claro fundo político que será exposto.</p>
<p>De igual forma, anunciou que o irmão do ex-governante, Mario Martinelli, atualmente investigado por irregularidades na atribuição de contratos para a compra de sacas de grãos com sobrecustos, se nega a pagar a fiança de desencarceramento fixada em dois milhões de dólares.</p>
<p>A apelação desta quota para não ser detido pelo caso do PAN se soma a medida cautelar de proibição de saída do país que lhe impôs a Promotoria Anticorrupção.</p>
<p>A promotora Tania Sterling acusa-o pela suposta comissão dos crimes de peculato, fraude e corrupção, em um processo onde há envolvidas outras 53 pessoas.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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