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	<title>Cubadebate (Português) &#187; OEA</title>
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		<title>Apresentando credenciais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 17:47:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[SEM perder tempo, Jair Bolsonaro enviou seu filho Eduardo para Washington, enquanto esperava em casa pelo enviado de Trump para enviar-lhe a mensagem de apoio em sua rápida ascensão antilatino-americana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5295" alt="Bolsonaro hijo EEUU" src="/files/2018/12/Bolsonaro-hijo-EEUU.jpg" width="300" height="256" />SEM perder tempo, Jair Bolsonaro enviou seu filho Eduardo para Washington, enquanto esperava em casa pelo enviado de Trump para enviar-lhe a mensagem de apoio em sua rápida ascensão antilatino-americana.</p>
<p>Tudo isso acontece no Brasil, quando ainda resta mais de um mês para Bolsonaro receber a banda presidencial, agora nas mãos de Michel Temer, o presidente imposto, depois de um golpe parlamentar-midiático contra Dilma Rousseff, que havia sido eleita pelo voto popular de 54,5 milhões de brasileiros.</p>
<p>É claro que, durante a visita do filho do novo presidente aos Estados Unidos, não foram suficientes os efusivos abraços com o vice-presidente Mike Pence, com funcionários do Departamento de Estado, do Tesouro, do Conselho de Segurança Nacional e outros, com os quais ele conspirou e chegou a propor fórmulas para unir forças, em planos contra países como a Venezuela e Cuba, os mesmos que deram sua solidariedade desinteressada ao povo brasileiro.</p>
<p>Eduardo foi bem recebido por outro personagem da pior fauna da América Latina, ancorado em Washington, o secretário-geral da OEA, Luis Almagro. Sorrindo, ambos posaram para as câmeras e exibiram suas dentaduras nas redes sociais.</p>
<p>É que Jair Bolsonaro confiou a seu filho a tarefa de fortalecer os laços com o governo Trump e com grupos conservadores ligados ao Partido Republicano. Esta é mais uma de suas viagens para os Estados Unidos, onde há quatro meses — no meio da campanha do pai para a presidência — ele se reuniu com Steve Bannon, estrategista na campanha presidencial de Trump, em 2016, e conhecido promotor de um agrupamento mundial da extrema direita.</p>
<p>Nesta apresentação de credenciais sobre o que será o novo governo brasileiro de Jair Bolsonaro, soube-se que a primeira visita ao exterior será ao Chile, os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>Seu futuro ministro da Economia já declarou que o Mercosul não será uma prioridade para seu governo, porque «não tem a importância que lhe é dada e está supervalorizado».</p>
<p>Ernesto Araujo, que assumirá o Ministério das Relações Exteriores no governo Bolsonaro, afirmou que «lutará contra a ideologia marxista na política externa», incluindo o que chamou de «alarmismo climático», em referência aos efeitos das mudanças do clima que já causam enormes desastres em nível mundial.</p>
<p>Não estão pensando que esta posição é semelhante à de Donald Trump, quando decidiu sair dos Acordos da Cúpula de Paris sobre o assunto?</p>
<p>Filho de gato caça ratos, é um símile de duas posições que são uma.</p>
<p>E se houvesse algo a dizer, o futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil se declarou «um admirador de Donald Trump», a quem ele descreveu como «o salvador da civilização ocidental».</p>
<p>Conclusão: ainda não estamos em janeiro de 2019, mas as cartas de apresentação do novo governo brasileiro já estão na mesa e serão os habitantes do seu país e da América Latina, que poderão avaliar, porque se este é o começo, vamos imaginar o que virá depois.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Equador tem muitas expectativas com a CELAC, afirma Correa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:08:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CELAC]]></category>
		<category><![CDATA[Ecuador]]></category>
		<category><![CDATA[OEA]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Correa]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente equatoriano, Rafael Correa, reiterou que seu país irá nesta sexta-feira e sábado à Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (CELAC) com muitas expectativas e a aspiração de que substitua à OEA. Em conversa com jornalistas, Correa questionou a estrutura mesma da OEA, a qual disse tem um peso muito importante dos Estados Unidos e historicamente tem servido para defender os interesses desse país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2364" src="/files/2011/11/Rafael-Correa.jpg" alt="" width="300" height="250" />O presidente equatoriano, Rafael Correa, reiterou que seu país irá  nesta sexta-feira e sábado à Cúpula da Comunidade de Estados  Latino-americanos e do Caribe (CELAC) com muitas expectativas e a  aspiração de que substitua à OEA.</p>
<p>Em conversa com jornalistas, Correa questionou a estrutura mesma da  OEA, a qual disse tem um peso muito importante dos Estados Unidos e  historicamente tem servido para defender os interesses desse país.</p>
<p>Essa organização historicamente serviu para defender os interesses de  Washington, enfatizou ao recordar que a Cuba a expulsaram por sua  Revolução, mas com Chile não fizeram o mesmo com a ditadura de Pinochet.</p>
<p>Na guerra das Malvinas, agregou, deveu acabar-se a OEA porque se violou  o Tratado Interamericano de Proteção Reciproca quando Estados Unidos  não apoiou a um de seus países membro, Argentina, senão a um  extrarregional, fustigou ao referir à presença colonial de Grã-Bretanha.</p>
<p>Manifestou que como latino-americano lhe molesta, por exemplo, ter que ir discutir o tema de Honduras em Washington.</p>
<p>Assim mesmo refutou que organismos como a Comissão Interamericana de  Direitos Humanos da OEA, que nasceu com o Pacto de San José em 1969 para  defender a cidadãos contra as ditaduras, agora defendam aos grupos que  apoiam esses regimes.</p>
<p>Destacou o contra sentido de que levem a  Equador a Washington porque julgou aos poderosos, em referência à  remessa a esse foro de seu julgamento por injúrias contra os autores do  livro O Grande Irmão, onde afirmam conhecia contratos de seu irmão com o  Estado.</p>
<p>Querem estar acima do bem e do mau, isto é da justiça, e  que ninguém lhes possa dizer nada para seguir injuriando, insultando ou  submetendo Governos, expressou, e recalcou chegou o momento de dizer  Basta!, de ter que ir discutir estas coisas em Washington.</p>
<p>Destacou sua convicção de que se requer uma mudança profunda no sistema  interamericano e que basicamente seja latino-americano, porque é claro o  poder gravitante dos Estados Unidos, apontou.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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