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	<title>Cubadebate (Português) &#187; o terrorismo</title>
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		<title>Não deixo de escutar a voz desesperada de meu pai</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 01:07:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MIGUEL Espinosa teve medo. «Sinto que não me resta muito tempo de vida», disse a sua família dias antes do crime em Barbados. Outras duas vezes antes, naquele ano 1976, Espinosa tinha copilotado um avião em perigo de estourar. A primeira vez, quando transladava do México a Havana a Hortensia Bussi, viúva do presidente chileno Salvador Allende. Uma das bagagens da aeronave continha uma bomba que não estourou.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4327" alt="Vigilia Barbados" src="/files/2016/10/Vigilia-Barbados.jpg" width="300" height="206" />MIGUEL Espinosa teve medo. «Sinto que não me resta muito tempo de vida», disse a sua família dias antes do crime em Barbados.</p>
<p>Outras duas vezes antes, naquele ano 1976, Espinosa tinha copilotado um avião em perigo de estourar. A primeira vez, quando transladava do México a Havana a Hortensia Bussi, viúva do presidente chileno Salvador Allende. Uma das bagagens da aeronave continha uma bomba que não estourou.</p>
<p>Pouco tempo depois, aguardava sua saída do aeroporto de Kingston, Jamaica, o avião de Cubana que ele comandaria de retorno à Ilha. A demora técnica impediu a morte de Espinosa e do resto dos passageiros, porque o artefato estourou no vagão que transladava as bagagens à nave.</p>
<p>A terceira vez não correu a mesma sorte. Não estava na lista do voo CU-455 de Barbados a Havana naquele 6 de outubro, na última hora teve que suprir um membro da tripulação. A aeronave saiu em tempo com duas bombas ativas que estouraram poucos minutos depois da decolagem, a apenas 600 metros da costa de Bridgetown. Miguel Espinosa morreu com 47 anos, junto ao resto da tripulação e passageiros. 73 no total, deles 57 cubanos. É um entre os 3.478 assassinados e milhares de feridos, vítimas do terrorismo que assolou a Cuba com a cumplicidade das sucessivas administrações norte-americanas desde 1959 até agora.</p>
<p>«Eu tinha dez anos» — diz Haymel Espinosa Gómez, ao tempo que folheia um livro grosso de fotos e recortes de jornal, armado por ela ao longo dos últimos 40 anos. Cada manchete guarda relação com o crime no qual seu pai, Miguel Espinosa, perdeu a vida.</p>
<p>«Em 6 de outubro tínhamos combinado com papai em que ele nos pegaria a mamãe e a mim à saída da escola. Estávamos juntas ali, pois tivemos que arranjar e pintar a sala de aulas junto a outras mães e colegas da turma. Quando às 16h00 não tínhamos tido notícias dele, sentimos que algo tinha acontecido».</p>
<p>Cerca das 17h00 estacionou, justo em frente de sua escola primária, um ônibus pequeno do qual começaram a descer homens e mulheres vestidos com o uniforme de Cubana de Aviação. «Deduzimos que tinha acontecido o pior». A notícia do atentado correu como a pólvora e a casa da família Espinosa-Gómez se foi enchendo de vizinhos, amigos, familiares, conhecidos…</p>
<p>«Todos eles foram a dar-nos apoio. Entre lágrimas se gritavam consignas revolucionárias. A dor se tinha multiplicado. Dias depois escutei a gravação recuperada da caixa-preta do avião», lembra ao tempo que se encharcam seus olhos. «Embora era muito pequena, nunca pôde esquecer o desespero nessa voz tão querida».</p>
<p>Hoje, depois de tantos anos, a dor em Haymel Espinosa permanece intacta. «Quando passam a gravação, eu troco de canal, ou continuo a outro lado».</p>
<p>No ano 2006, familiares das vítimas do atentado visitaram o monumento erigido em Barbados em honra aos 73 passageiros a bordo do CU-455.</p>
<p>«Está muito perto da costa. Lembro que nos sentamos em silêncio o mais perto possível do mar. Assim estivemos bom tempo olhando o horizonte e choramos. Anelamos um lugar em Cuba onde colocar flores em honra a eles».</p>
<p>«Ele me nomeou Haymel. Formou meu nome a partir dos nomes de duas heroínas cubanas: Haydée Santamaría e Melba Hernández. Isso prova o comprometido que se sentia com a Revolução», conta orgulhosa a filha ao tempo que desenterra uma foto de seu pai, tirada em 1976. Nela ele veste camisa branca, calça preta e leva com elegância um boné de capitão de Cubana de Aviação. Na foto sorri.</p>
<p>«Era muito brincalhão» — conta Haymel com ternura —, «adorava brincar com as pessoas. Graças a isso comprovamos, no ano 1976, que era daltônico. Se não chega a elogiar o vestido vermelho de uma doutora do quarteirão, que em verdade era verde, ainda pensaríamos que não sabia as cores. Ela, assombrada com aquele erro, fez-lhe todos os chek-ups devidos e os resultados deram positivo ao daltonismo. Não o liberaram de Cubana de Aviação pela falta de pilotos que tinha o país, e, também, por seu prestígio e experiência na linha aérea».</p>
<p>Haymel Espinosa se tornou médica, não só pela vocação que sentia, mas também porque assim seu pai teria querido. Integrou as Forças Armadas Revolucionárias como ele. «E até tentei ser piloto, mas não pude» — sorri.</p>
<p>«A tragédia mudou minha vida. Pouco tempo antes do atentado em Barbados, eu estava aprendendo a tocar o violão. Meu pai tinha armado um para mim com partes de outros mais velhos. No dia antes de sua partida, jurou que a seu retorno a casa em 6 de outubro me traria um novo, já tinha reunido o dinheiro. Naquele dia teria ido me pegar à escola com ele nas mãos. Assim o imaginava. O violão nunca chegou, também não ele e eu nunca mais quis tocar».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba não esquece</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 22:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[COM motivo do 40º aniversário do crime em Barbados e por ocasião do Dia das Vítimas do Terrorismo de Estado, teve lugar um ato político-cultural, no teatro Lázaro Pena, da capital.
O encontro — presidido pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político do Partido, Miguel Díaz-Canel Bermúdez — foi um espaço de recordação e homenagem àqueles que perderam a vida em 6 de outubro de 1976.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4323" alt="ho,maje crimen barbadod" src="/files/2016/10/homaje-crimen-barbadod-300x198.jpg" width="300" height="198" />COM motivo do 40º aniversário do crime em Barbados e por ocasião do Dia das Vítimas do Terrorismo de Estado, teve lugar um ato político-cultural, no teatro Lázaro Pena, da capital.</p>
<p>O encontro — presidido pelo primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e membro do Bureau Político do Partido, Miguel Díaz-Canel Bermúdez — foi um espaço de recordação e homenagem àqueles que perderam a vida em 6 de outubro de 1976.</p>
<p>Wilfredo Pérez Rodríguez, em nome dos familiares, reclamou por uma justiça — disse — que ainda espera o povo de Cuba, a comunidade internacional e as famílias das vítimas. Mencionou a longa lista de atos terroristas perpetrados contra o país, mesmo do começo da Revolução.</p>
<p>Em Barbados não parou o terrorismo, assinalou, mas continuaram os atentados a diplomatas, a colocação de bombas em centros turísticos; Luis Posada Carriles, autor principal do crime, torturou venezuelanos, nicaraguenses, foi autor de bombas em hotéis, uma das quais causou a morte do jovem italiano Fabio Di Celmo, e conspirou para assassinar Fidel, ressaltou Pérez Rodríguez.</p>
<p>Da mesma forma, reafirmou quer não existe terrorismo bom e terrorismo mau, mas só, que tirou a chance a familiares e entes queridos de compartilhar a vida juntos.</p>
<p>Por seu lado, a primeira secretária do Comitê Nacional da União dos Jovens Comunistas, Sucelys Morfa González, qualificou o crime em Barbados como um dos fatos mais brutais contra o povo cubano.</p>
<p>Desde os primeiros momentos, indicou, descobriu-se quem tinham sido os autores do fato, e foram apresentadas provas irrecusáveis de seu envolvimento no mesmo.</p>
<p>Também lembrou a forma em que Fidel denunciou, na Praça da Revolução, o papel que tinha desempenhado a Agência Central de Inteligência (CIA) norte-americana desde 1959, na subversão contrarrevolucionária, mediante o sequestro de aviões, ataques piratas e sabotagens.</p>
<p>Acrescentou que neste contexto, o líder da Revolução referiu-se, ainda, a que a CIA planejou programas de desestabilização de governos estrangeiros nos quais incluía operações de assassinato dos líderes desses países e derribar aviões em pleno voo, tasl como o ocorrido em Barbados.</p>
<p>Morfa González apontou que Posada Carriles andava pelas ruas de Miami afirmando publicamente que não se arrependia do que tinha feito e de que se voltasse a nascer faria o mesmo de novo. Exemplo disso foram suas declarações acerca da morte de Fabio Di Celmo, nas quais cinicamente expressou que esse jovem estava no lugar e momento errados.</p>
<p>«Os jovens nunca deixarão de ser revolucionários», porque, arguiu, há uma herança martiana, fidelista, e um compromisso de exigir a justiça adiada.</p>
<p>No encontro participaram, ainda, integrantes do Bureau Político, do secretariado do Comitê Central e dos Conselhos de Estado e de Ministros, bem como dirigentes do Partido, o Governo, as organizações de massas, a UJC e outros.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Celebram vigília em homenagem às vítimas do terrorismo</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 01:39:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Centenas de estudantes, esportistas e trabalhadores efetuaram na noite da quarta-feira, 4 de outubro, uma vigília em homenagem às milhares de vítimas do terrorismo sofrido por Cuba durante mais de meio século. O encontro teve lugar no Memorial José Martí da Praça da Revolução, e dele participaram, ainda, familiares dos mártires do atentado à aeronave da Cubana de Aviação, de 6 de outubro de 1976, frente às costas de Barbados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4343" alt="Vigilia Barbados" src="/files/2016/10/Vigilia-Barbados1.jpg" width="300" height="206" />Centenas de estudantes, esportistas e trabalhadores efetuaram na noite da quarta-feira, 4 de outubro, uma vigília em homenagem às milhares de vítimas do terrorismo sofrido por Cuba durante mais de meio século.</p>
<p>O encontro teve lugar no Memorial José Martí da Praça da Revolução, e dele participaram, ainda, familiares dos mártires do atentado à aeronave da Cubana de Aviação, de 6 de outubro de 1976, frente às costas de Barbados.</p>
<p>«Ninguém nos obrigará a esquecer o passado que faz parte de nossa história. Exigimos justiça e que acabe a impunidade que tem acompanhado o crime nestes 40 anos», expressou ao proferir as palavras que começaram a vigília, Thalía Gattorno Espinosa, neta de Miguel Espinosa, co-piloto do avião CU 455.</p>
<p>“Cada vez que se fez uma convocatória para a vigília, eu me inscrevo como voluntário, porque demonstrar respeito pelas vítimas do terrorismo também é manter a memória”, disse ao jornal Granma Frank Javier Pérez Menéndez, estudante de 5º ano do Instituto Superior das Relações Internacionais.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>EUA retiram Cuba da lista de estados promotores do terrorismo</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 18:43:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Estados Unidos retiraram Cuba da lista de estados promotores do terrorismo, informou em 29 de maio uma nota oficial. O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jeff Rathke, em uma nota oficial indicou que “o prazo de 45 dias de notificação ao Congresso expirou e o secretário do Estado adotou a decisão final de rescindir a designação de Cuba como Estado Promotor do Terrorismo, que se torna efetiva hoje, 29 de maio”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3785" alt="monumento-letelier-moffitt" src="/files/2015/06/monumento-letelier-moffitt.jpg" width="300" height="225" />Os Estados Unidos retiraram Cuba da lista de estados promotores do terrorismo, informou em 29 de maio uma nota oficial.</p>
<p>O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jeff Rathke, em uma nota oficial indicou que “o prazo de 45 dias de notificação ao Congresso expirou e o secretário do Estado adotou a decisão final de rescindir a designação de Cuba como Estado Promotor do Terrorismo, que se torna efetiva hoje, 29 de maio”.</p>
<p>A lista é elaborada de forma unilateral por Washington e Cuba foi incluída desde 1982</p>
<p>A nota precisa que os Estados Unidos mantêm significativas preocupações e divergências com Havana, mas não existem critérios relevantes para manter essa política e a ação reflete a convicção estadunidense de que Cuba reúne os critérios para ser excluída.</p>
<p>Para ser efetiva, a decisão requer de sua publicação no Federal Register, o jornal oficial estadunidense, embora a repartição diplomática assegurasse que a decisão se torna efetiva de imediato.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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