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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Notícias falsas</title>
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		<title>O Big Data e a ciência da manipulação das massas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:48:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A princípios do século passado, Edward L. Bernays, publicitário, jornalista e inventor da teoria das relações públicas, considerado o pai da propaganda moderna e da engenharia do consenso nos EUA, afirmava em um dos seus escritos: «A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um elemento de importância na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade, constituem o governo invisível que detém o verdadeiro poder que rege o destino de nosso país».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6048" alt="Cartel mediaticos" src="/files/2020/09/Cartel-mediaticos.jpg" width="300" height="249" />A princípios do século passado, Edward L. Bernays, publicitário, jornalista e inventor da teoria das relações públicas, considerado o pai da propaganda moderna e da engenharia do consenso nos EUA, afirmava em um dos seus escritos: «A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um elemento de importância na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade, constituem o governo invisível que detém o verdadeiro poder que rege o destino de nosso país».</p>
<p>Nascido na Áustria e sobrinho de Sigmund Freud, aplicou muitas das teorias e descobertas do tio na «ciência da manipulação das massas». Convertida em uma arte pelos integrantes do «governo invisível», é uma das ferramentas mais importantes na construção simbólica do capitalismo estadunidense.</p>
<p>Hoje, com o avanço das tecnologias das comunicações, a informação e a Internet, este saber atingiu patamares difíceis de calcular.</p>
<p>Os analistas podem construir modelos capazes de prever atributos ocultos, entre eles, preferências políticas, orientação sexual, quanto confia você nas pessoas com as que se relaciona, quão sólidas são essas relações, tudo graças à informação que os próprios usuários sobem às redes.</p>
<p>Nossos correios eletrônicos, tuits, apresentações on line, post no Facebook&#8230;, alimentam o volume de dados que se gera cada dia na Internet.</p>
<p>Existem mais telefones celulares no mundo do que seres humanos. À medida que continue crescendo o uso destes dispositivos, o fluxo da informação crescerá de maneira exponencial.</p>
<p>Registram-se, armazenam-se e se processam dados do comportamento humano. As aplicações que utilizamos deixam pegadas, milhares de pegadas, que são utilizadas pelas empresas do Big Data.</p>
<p>O Big Data oferece dados sociodemográficos que podem ser usados para uma campanha eleitoral ou política, e para o trabalho subversivo contra determinado adversário. Isto permite organizar as forças para mobilizar o voto e, sobretudo, convencer os indecisos.</p>
<p>Por exemplo, durante a campanha de Mauricio Macri, à presidência de Argentina, sua equipe de campanha entrecruzou dados socioeconômicos em grande escala, e com esta informação aplicaram a teoria de microsegmentação do voto, para enviar mensagens que refletissem, de forma particular e específica, as preocupações de cada bairro, de cada família, de cada pessoa.</p>
<p>Barack Obama, François Hollande, Donald Trump, Jair Bolsonaro&#8230;, utilizaram o Big Data. Os golpistas na Bolívia, os estrategistas da subversão política contra Venezuela e Cuba, utilizam o Big Data para suas campanhas desestabilizadoras.</p>
<p>Conhecemos o escândalo da Cambridge Analytica, a empresa que trabalhou na campanha Leave, do Brexit, na campanha de Donald Trump e de vários governantes europeus.</p>
<p>Cambridge Analytica foi denunciada por seu roubo de dados dos usuários de Facebook, mas não é a única que emprega estas práticas. Por exemplo, há empresas que manipulam informação de mais de 500 milhões de cidadãos do mundo e se dedicam a vender dados agregados.</p>
<p>Contra a Ilha atua a Força de Tarefa na Internet para Cuba, também conhecida como Grupo Operativo da Internet para a subversão em Cuba, programa criado pelo Governo dos Estados Unidos para subverter a ordem interna, seguindo as diretrizes expostas pelo presidente Donald Trump, em seu memorando presidencial de 16 de junho de 2017.</p>
<p>Bolsas e viagens para jovens jornalistas com sedutores propósitos, estratégias avançadas de manejo de redes sociais e pagamento generoso a cibermercenários, e acosso incessante àqueles que defendem a Revolução, fizeram parte da tática financiada a partir de Washington e de terceiros países.</p>
<p>Cada Plano de Ação Encoberta elaborado pelos governos de turno nos EUA contra a Ilha insubmissa durante 60 anos, traz acarretada uma bem paga atividade midiática, que agora inclui entre suas ferramentas o Big Data.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba denuncia proliferação do ciberterrorismo, violação de privacidade e notícias falsas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciberterrorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Cuba denunciou a proliferação do ciberterrorismo, da violação da privacidade das pessoas e das notícias falsas na Internet, no Foro da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (CMSI) 2020, mediante a intervenção de Ernesto Rodríguez Hernández, vice-ministro das Comunicações do país. Em seu discurso destacou que a Covid-19 aumentou o abismo digital existente entre os países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6046" alt="cartel ciberterrorismo" src="/files/2020/09/cartel-ciberterrorismo.jpg" width="300" height="251" />Cuba denunciou a proliferação do ciberterrorismo, da violação da privacidade das pessoas e das notícias falsas na Internet, no Foro da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (CMSI) 2020, mediante a intervenção de Ernesto Rodríguez Hernández, vice-ministro das Comunicações do país.</p>
<p>Em seu discurso destacou que a Covid-19 aumentou o abismo digital existente entre os países, tornando evidente a necessidade de contar com uma infraestrutura de comunicações que permita o acesso em igualdade de condições a fontes de informação confiáveis, e que sirva de suporte a um número importante de serviços públicos.</p>
<p>O vice-ministro denunciou que as práticas negativas no uso das redes sociais não contribuem para o desenvolvimento sustentável de nossos povos:</p>
<p>«trabalhemos então em prol da paz no ciberespaço, pelo respeito à identidade, a integridade e a honra das pessoas, a segurança coletiva, o bem-estar geral e a moralidade pública», assinalou.</p>
<p>Também se referiu à necessidade de uma infraestrutura global de comunicações mais sólida, que facilite «o suporte a um número importante de serviços públicos, incluídos aqueles que garantem a assistência na Saúde e a continuidade na educação».</p>
<p>Nesse espaço, defendeu que: «perante esta crise sanitária mundial, Cuba reitera seu apelo à unidade global, a solidariedade e a cooperação internacional e a deixar de lado as diferenças políticas e eliminar as medidas coercitivas unilaterais impostas por alguns países, que violam o Direito Internacional e a Carta das Nações Unidas, e limitam a capacidade dos Estados para enfrentar eficazmente esta pandemia».<br />
<strong><br />
(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>O grande circo das «mudanças» e das «pressas»</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 23:34:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hábitos, costumes e tradições (tão aparentemente intocáveis em tempos de «normalidade») foram «desarticulados» pela força descomunal da crise sanitária, até hoje, a maior da história, provocada pelo capitalismo. Casamentos, aniversários, batismos, funerais... ritos, procissões ou herdades e muita coisa mais, foram suspensas, modificadas ou foram adiadas sob os desígnios da Covid-19 e toda a parafernália desatada pela irracionalidade do capitalismo e de sua mídia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6019" alt="cartel covid medios" src="/files/2020/09/cartel-covid-medios2.jpg" width="300" height="252" />Hábitos, costumes e tradições (tão aparentemente intocáveis em tempos de «normalidade») foram «desarticulados» pela força descomunal da crise sanitária, até hoje, a maior da história, provocada pelo capitalismo. Casamentos, aniversários, batismos, funerais&#8230; ritos, procissões ou herdades e muita coisa mais, foram suspensas, modificadas ou foram adiadas sob os desígnios da Covid-19 e toda a parafernália desatada pela irracionalidade do capitalismo e de sua mídia.</p>
<p>Aqueles que, abraçados aos seus dogmas, juraram jamais faltar aos ritos de sua eleição, ficaram sem sua missa e sem a homilia. Todas as rotinas foram alteradas. «Mudou», provisoriamente, a catarata de estereótipos matutinos executados (às vezes, com orgulho) por pais e filhos ao começar o dia e partirem para cumprir seu horário de trabalho ou escolar. «Mudou», aparentemente, o rito da higiene e do vestir, o penteado, o perfume e a saudação. «Mudou», momentaneamente, o «ritmo» da rua, do transporte e a sobrevivência entre enxames de automóveis, trens e motocicletas. «Mudou» o smog e a poluição sonora. Assim seja por uma temporada. Mudou tudo para que nada mude?</p>
<p>Lá onde houve quarentena, obrigatória ou voluntária, houve «mudanças» para gostos e desgostos. Toda a estrutura cultural burguesa sofreu um abalo enorme. A rotina monstruosa, fabricada para padronizar a exploração da mão de obra, com suas matilhas de enganos e suas lavagens de cérebro cotidianas, sofreu rachaduras sensíveis. Ficou à vista o monstro descarnado do capitalismo e seus muito poucos donos usurários. Tal como no «Mágico de Oz». Isso explica a «infodemia» desatada para remendar as fissuras do sistema e evitar-lhe visibilidade ao sujeito social transformador. Que não veja o desastre (do qual é cúmplice involuntário) contra ele mesmo. Que não se perceba o despojo e que continue parecendo progresso. Por isso para eles é urgente «voltar à normalidade».</p>
<p>Tudo aquilo enunciado como invencível, tremeu abalado pelo «vírus» (de origem acidental ou experimental, algum dia saberemos?). Tudo aquilo que nos venderam como inamovível se curvou diante da soma dos contágios e os óbitos. O sólido se dissolve. As «grandes verdades» do establishment resultaram ser tolices faladas por tecnocratas que, onde juravam que havia «carência de recursos», apareceram magicamente com montes de assistencialismo. Estado subsidiário de emergência, antes que escape de suas mãos o «controle» social e se esvaia o «estado de direito» burguês. Somente o medo ao contágio conteve as massas. Tudo o demais ficou a nu. Novamente. E se desatou um vendaval «renovado» de falsidades.</p>
<p>Se, tal como se diz, «a verdade nos fará livres»… entende-se por que é perseguida, desfigurada e prostituída tão febrilmente nas masmorras ideológicas das oligarquias. As táticas e estratégias das falsidades midiáticas foram aperfeiçoadas e se produzem em série, a partir dos laboratórios de guerra psicológica melhor disfarçados. Alguns se chamam «noticiários». E nos mentem, de manhã e de tarde e à noite, sob o amparo, inclusive, de empresas e governos em países «democráticos». É preciso pôr ponto final a isso.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que goza com as consequências e não explica as causas.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que superpõe a sua opinião ao devir dos fatos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que faz aliança com as agendas dos poderosos, contra os fracos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que engorda calúnias para atrair dinheiro e/ou simpatias.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo empenhado em louvar interesses de cúpula e ignorar os depoimentos dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que se rende à «obediência devida» perante injustiças editoriais.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que coloca o capital acima dos seres humanos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que perde solidariedade com as lutas emancipadoras dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que não denuncia os interesses do saqueio dos recursos naturais dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que se torna indiferente perante a exploração dos trabalhadores em todo o mundo.</p>
<p>Estamos infectados com intermináveis afirmações imprecisas, com sustento paupérrimo e próximas da calúnia, referidas à situação atual do mundo e da pandemia. A verdade está submetida a um bloqueio econômico demencial, submetida a sanções ideológicas imperiais e gritarias demagógicas em defesa da «liberdade de expressão» burguesa. Nos noticiários de todo o tipo fabricaram infâmias descomunais, que nada invejam aos piores jornais de Miami. Nenhum rigor informativo, enquêtes adquiridas nas fontes da direita e um «tom» de superioridade que parece ter esquecido a situação de emergência à que está sendo submetida a humanidade por culpa do capitalismo. Alguém duvida?</p>
<p>Esse «jornalismo de guerra», também de pandemia, deve ser repudiado. Já se prontifica o clã dos monopólios mundiais, estão no forno centenas de fake news novas. Vamos tê-las bem cedo, com o café da manhã. É muito provável que os diretores ou diretoras de notícias gostem da usurpação e da ingerência, seja de onde for, que ajudem voluntariosamente a aprofundar a agressão imperial contra a espécie humana e que não lhes importe nada o respeito à soberania dos povos e a não intervenção na vida política de cada país, embora o disfarcem como «notícias internacionais».</p>
<p>Na fase atual da pandemia (se alguém sabe qual é, deve avisar) a «informação» copia os formatos de uma imprensa que em nada faz justiça às melhores tradições jornalísticas. Tudo ao contrário, as torna mais vis. Não sejamos cúmplices. Talvez não seja muito o que se possa fazer com umas linhas de protesto e denúncia, mas muito se faz não permitindo que o silêncio seja vencedor. Nem a impunidade. Não devemos aceitar a falta de pudor oligarca quando mostra falácias perigosas, como se fossem verdades atesouráveis. Somos os indicados, e indicadas, para dar um lugar à denúncia. Ter isso em conta, comentá-lo e compartilhá-lo. Desterrar os vícios históricos e as deficiências em nossos modos e meios de produção informativa. Que não sejamos vencidos pelo silêncio.</p>
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		<title>A verdade de Cuba contesta uma nova onda de calúnias dos EUA</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 00:03:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[Evidências contundentes foram mostradas na noite da quarta-feira, 27 de novembro, em uma reportagem do Noticiário da TV Cubana, a fim de negar a nova campanha de difamação e desacreditação contra Cuba dirigida pelo governo dos Estados Unidos, que desta vez usa como pretexto a detenção do contrarrevolucionário José Daniel Ferrer.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5489" alt="Medidas TRUMP CUBA" src="/files/2019/06/Medidas-TRUMP-CUBA.jpg" width="300" height="248" />Evidências contundentes foram mostradas na noite da quarta-feira, 27 de novembro, em uma reportagem do Noticiário da TV Cubana, a fim de negar a nova campanha de difamação e desacreditação contra Cuba dirigida pelo governo dos Estados Unidos, que desta vez usa como pretexto a detenção do contrarrevolucionário José Daniel Ferrer.</p>
<p>As imagens destroem as falácias desse personagem e daqueles que o reproduzem e exageram no exterior, em relação ao desaparecimento físico, suposto abuso físico, tortura ou recebimento de alimentos insuficientes.</p>
<p>Vários vídeos confirmam que o agente assalariado no serviço dos Estados Unidos recebe visitas familiares na prisão, goza de um estado de saúde adequado e que os ferimentos que ele relatou foram causados ​​por ele mesmo, após a prisão.</p>
<p>As gravações também mostram as visitas da encarregada de negócios dos EUA em Cuba, Mara Tekach, à casa de Ferrer. Elas provam que a diplomata conduz pessoalmente o desempenho desse indivíduo.</p>
<p>As próprias palavras de Ferrer demonstram seu status de mercenário ao serviço de uma potência estrangeira, quando, em uma entrevista em um programa de televisão norte-americano, reconhece que recebeu a quantia de US$ 50.000 de várias fontes, incluindo a Fundação Nacional Cubano-Americana, financiada pela Casa Branca. No programa, outro participante relata que essa ação em qualquer país do mundo é considerada um crime de mercenarismo e é punida com sentenças severas.</p>
<p>O relatório da NTV também apresenta fortes testemunhos de vítimas — incluindo ativistas contra-revolucionários — que sofreram a violência de José Daniel Ferrer, como Emenelio Céspedes, Roberto Ayala Galindo e Erik Domínguez.</p>
<p>«Se algo acontecer à minha família, ou a mim em particular, responsabilizo José Daniel Ferrer. Se algo acontecer, é pela ‘mão dele’. Abusivo, arrogante, assassino, torturador (&#8230;)», denunciou Sergio García González, sequestrado por Ferrer.</p>
<p>A avaliação especializada do médico Yaro Sánchez Corona certifica que Ferrer apresenta «boas condições gerais, alimenta-se adequadamente, bebe líquidos e tem boa diurese. Do ponto de vista nutricional, possui peso adequado ao seu tamanho e, segundo os bioparâmetros, apresenta boas frequências respiratórias e cardíacas e pressão arterial normal».</p>
<p>Diante do fracasso político de tentar render os cubanos com o endurecimento do bloqueio econômico e das medidas para privar-nos de combustível, dada a capacidade demonstrada de resistência de nosso povo, e encorajados pela implementação dos métodos de guerra não convencional e pelo apoio a golpes recentes na região; Washington recorre a uma nova onda de calúnias, usando o controle do monopólio sobre a mídia e as redes sociais.</p>
<p>«Contra a verdade, nada dura», disse o Herói nacional José Martí. Ciente disso, Cuba enfrenta todas as fraudes e não renuncia à sua soberania e independência das ameaças dos Estados Unidos.</p>
<p>Quem é esse personagem?</p>
<p>Em 20 de novembro, este jornal informou que José Daniel Ferrer é um agente assalariado ao serviço dos EUA, com uma longa história de ações provocativas contra a ordem pública e a legalidade.</p>
<p>«José Daniel Ferrer foi preso pela polícia no dia 1 de outubro, em resposta à denúncia apresentada por um cidadão cubano, que acusa Ferrer e três outros indivíduos de sequestrá-lo por uma noite inteira e sofrer severos espancamentos que o deixaram em condições de internação hospitalar.</p>
<p>«Ferrer está aguardando julgamento (&#8230;). Deve-se saber que antes de sua atividade a serviço do governo dos Estados Unidos, José Daniel Ferrer tinha uma trajetória de comportamento criminoso e violento, totalmente ausente de motivações políticas. Ele tem um registro gravado que remonta a 1993. Isso inclui ataques com violência física contra outros cidadãos, incluindo mulheres e desordem pública, comportamento que aumentou nos últimos anos. Acima de tudo isso, há evidências suficientes». Que atividades o governo dos Estados Unidos promove?</p>
<p>A embaixada dos EUA em Cuba tem sido o veículo fundamental de atenção, orientação e financiamento da conduta de José Daniel Ferrer, em uma manifestação clara de interferência nos assuntos internos de Cuba e de uma instigação aberta à violência, à interrupção da ordem e o desprezo da aplicação da lei por esse cidadão.</p>
<p>«Não é novidade para o governo dos Estados Unidos usar pessoas com essas características para a sua atividade política subversiva contra Cuba e para campanhas de descrédito, com o apoio inescrupuloso da grande mídia».</p>
<p>Por que essas ações norte-americanas contra Cuba são ilegais?</p>
<p>Essas atividades ilegais constituem uma interferência nos assuntos internos de Cuba e buscam minar nossa ordem constitucional.</p>
<p>A Constituição da República de Cuba, adotada pela grande maioria de nosso povo, estabelece em seu artigo 1º: «Cuba é um estado socialista de direito e justiça social, democrático, independente e soberano, organizado com todos e para o bem de todos como uma república unitária e indivisível, fundada no trabalho, dignidade, humanismo e ética de seus cidadãos para usufruir de liberdade, equidade, igualdade, solidariedade, bem-estar e prosperidade individual e coletiva ».</p>
<p>No capítulo II, Relações internacionais, o artigo 16º estabelece que: «A República de Cuba baseia as relações internacionais no exercício de sua soberania e princípios antiimperialistas e internacionalistas, com base nos interesses do povo e, consequentemente:</p>
<p>b) ratifica sua aspiração por uma paz digna, verdadeira e válida para todos os Estados, com base no respeito à independência e soberania dos povos e seu direito à autodeterminação, expresso na liberdade de escolher seu sistema político, econômico e social e cultural, como condição essencial para garantir a coexistência pacífica entre as nações;</p>
<p>c) mantém a disposição de observar de maneira irrestrita os princípios e normas que compõem o Direito Internacional, em particular direitos iguais, integridade territorial, independência dos Estados, não uso ou ameaça do uso da força nas relações internacionais, cooperação internacional para benefício e interesse mútuo e equitativo, solução pacífica de controvérsias com base na igualdade, respeito e outros princípios proclamados na Carta das Nações Unidas (&#8230;);</p>
<p>h) condena a intervenção direta ou indireta nos assuntos internos ou externos de qualquer Estado e, portanto, agressão armada, qualquer forma de coerção econômica ou política, bloqueios unilaterais em violação do Direito Internacional ou outras interferências e ameaças à integridade dos estados.</p>
<p>Por seu turno, a Carta das Nações Unidas estipula, dentro dos Objetivos estabelecidos no Artigo 1º: «Promover entre as nações relações amistosas baseadas no respeito ao princípio da igualdade de direitos e na autodeterminação dos povos; e tomar outras medidas apropriadas para fortalecer a paz universal ».</p>
<p>O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, reconhece que: «Todos os povos têm direito à autodeterminação. Sob esse direito, estabelecem livremente seu status político e também proporcionam seu desenvolvimento econômico, social e cultural».</p>
<p>A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, no Artigo 41º, afirma que, sem prejuízo de seus privilégios e imunidades, todas as pessoas que gozam desses privilégios e imunidades devem respeitar as leis e regulamentos do Estado receptor. Eles também são obrigados a não interferir nos assuntos internos desse Estado. Além disso, este pacto internacional estabelece que as instalações da missão não devem ser usadas de maneira incompatível com as funções da missão estabelecidas na referida Convenção, em outras normas do Direito Internacional geral ou em acordos específicos em vigor entre o Estado acreditante e o Estado receptor.</p>
<p>Portanto, as atividades dos Estados Unidos representam uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, dos propósitos e princípios do Direito Internacional, da Convenção de Viena, do Acordo entre Cuba e os Estados Unidos para a restauração das relações diplomáticas e a reabertura de missões diplomáticas permanentes nos respectivos países e das leis cubanas e norte-americanas.</p>
<p>Resposta de Cuba</p>
<p>O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, rejeitou em sua conta do Twitter as ações ilegais da embaixada dos Estados Unidos em Havana, sob a proteção do secretário de Estado da nação, Mike Pompeo: «Não nos intimidam as ameaças dos EUA, fazem parte da política de interferência contra Cuba. É deplorável que ele exorte seus diplomatas a violar o Direito Internacional e as leis dos Estados Unidos. Cuba não renuncia à sua soberania e independência».</p>
<p>Por seu lado, o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, disse nesta plataforma digital: «Sequência irracional de medidas para intensificar o bloqueio e as mentiras do governo dos EUA contra Cuba, procuram fazer pretextos que levem ao encerramento de missões diplomáticas, o que é contrário ao desejo de ambos os povos, os cubanos que residem nos Estados Unidos e a comunidade internacional».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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