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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Nicolás Maduro</title>
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		<title>Irmanado com o Foro de São Paulo o Congresso dos Jovens e Estudantes pela Paz e a Solidariedade dos Povos</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2019 00:32:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
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		<description><![CDATA[COM uma grande marcha que demonstrou a união entre estudantes universitários e futuros oficiais das forças armadas na luta pela paz, os jovens venezuelanos comemoraram o Dia do Estudante Universitário em Caracas, que coincidiu com o Congresso Internacional de Jovens e Estudantes para Paz e Solidariedade dos Povos, com a assistência de mais de mil delegados de diferentes federações de estudantes do mundo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5643" alt="Venezuela" src="/files/2019/11/Venezuela.jpg" width="300" height="255" />COM uma grande marcha que demonstrou a união entre estudantes universitários e futuros oficiais das forças armadas na luta pela paz, os jovens venezuelanos comemoraram o Dia do Estudante Universitário em Caracas, que coincidiu com o Congresso Internacional de Jovens e Estudantes para Paz e Solidariedade dos Povos, com a assistência de mais de mil delegados de diferentes federações de estudantes do mundo.</p>
<p>Uma representação cubana participou da grande concentração, marcha e ação, onde levantaram suas vozes para o socialismo, denunciaram os eventos na Bolívia e no Chile e condenaram fortemente o neoliberalismo. «Um sim para a unidade, a igualdade, a amizade e a liberdade entre os povos da América» tem sido o lema levantado pelos representantes da Ilha maior das Antilhas nas sessões do Congresso, onde foram retomados os acordos da 25ª Reunião do Fórum de São Paulo, em particular o papel da nova geração como garantidora da unidade dos povos, e foram anunciadas propostas e iniciativas para garantir o bem-estar desse setor populacional.</p>
<p>O programa do evento inclui painéis e conferências sobre o papel dos jovens na construção do socialismo, também as incidências do neoliberalismo em nossos povos e a necessidade de articular estratégias de comunicação para enfrentar as campanhas da mídia que são realizadas contra processos progressistas na América Latina. Um momento muito importante deve ser o intercâmbio com o presidente Nicolás Maduro, marcado para amanhã, 23.</p>
<p>Precisamente na quinta-feira, o presidente venezuelano, no ato protagonizado pelos jovens, destacou o compromisso dos estudantes em defender as conquistas educacionais da Revolução Bolivariana: «Precisamos construir uma pátria melhor, lutar contra o imperialismo e lutar pelo socialismo». E os exortou a se comprometerem com a construção de uma educação pública gratuita e de qualidade e a levar adiante o legado da Revolução Bolivariana à vitória para sempre.</p>
<p>Na mobilização, a juventude defendeu a paz e apoiou as conquistas do processo revolucionário, repudiou o golpe de estado realizado na Bolívia e simpatizou com os povos da Palestina e do Chile, que lutam contra as ditaduras patrocinadas e financiadas pelo Governo dos EUA; causas também defendidas no Congresso, que busca articular estratégias e ações em favor das novas gerações de latino-americanos, mas sobretudo em favor da Patria Grande.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Não há plataforma melhor que este Fórum para ratificar que Cuba jamais renunciará ou trairá seus princípios ou à Venezuela</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2019 16:53:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, no encerramento do 25º Fórum de São Paulo, em Caracas, Venezuela, em 28 e julho de 2019, «Ano 61º da Revolução»]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5547" alt="diaz-canel-y-maduro-en-el-foro-de-sao-paulo-en-caracas-01-580x435" src="/files/2019/07/diaz-canel-y-maduro-en-el-foro-de-sao-paulo-en-caracas-01-580x435.jpg" width="300" height="245" />Discurso proferido pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel, no encerramento do 25º Fórum de São Paulo, em Caracas, Venezuela, em 28 e julho de 2019, «Ano 61º da Revolução»</p>
<p>Companheiro Nicolás Maduro Moros, irmão presidente da República Bolivariana da Venezuela;</p>
<p>Companheiras e companheiras da Direção da Revolução Bolivariana;</p>
<p>Companheira Monica Valente;</p>
<p>Líderes latino-americanos e caribenhos e de outras partes do mundo que nos acompanham;</p>
<p>Companheiras e companheiros:</p>
<p>Deixem-me dedicar minhas primeiras palavras ao Comandante Hugo Chávez Frías, o grande amigo de Cuba, o filho da América que hoje completa 65 anos na eternidade (Aplausos).</p>
<p>Nosso Comandante-em-chefe Fidel Castro, que o amou muito e que foi um dos primeiros a reconhecer suas qualidades como líder, referindo-se ao aparecimento de um político extraordinário como Chávez em nossa região ferida, colocou-o ao lado de Simón Bolívar e José Martí na batalha pelo destino da Grande Pátria. Fidel disse:</p>
<p>«Há muito tempo, tenho a mais profunda convicção [...] de que, quando a crise chega, surgem líderes. Foi assim que Simón Bolívar surgiu quando a ocupação da Espanha por Napoleão e a imposição de um rei estrangeiro criaram as condições propícias à independência das colônias espanholas neste hemisfério. Foi assim que surgiu José Martí, quando chegou a hora auspiciosa da eclosão da Revolução da Independência em Cuba. Foi assim que Hugo Chávez surgiu, quando a terrível situação social e humana na Venezuela e na América Latina determinou que chegara a hora de lutar pela segunda e verdadeira independência.</p>
<p>Bolívar, Martí, Fidel, Chávez, o que esses homens têm em comum que, sempre que nos convocamos a pensar, nos sentimos obrigados a citá-los e beber de seus respectivos legados? Nossa América, Martí responderia, que a nomeou dessa maneira para distingui-la claramente da América imperial que nos desprezava e que mais nos despreza agora, como evidencia a enorme muralha projetada na fronteira sul, os atrozes maus-tratos dos migrantes, leis como a Helms -Burton, a Lei Nica, a perseguição financeira e a imposição arbitrária de tarifas aos países da região, a suspensão da ajuda ao desenvolvimento, o bloqueio e a guerra suja contra Cuba e a Venezuela, entre outros atos da maldade sem limites.</p>
<p>Mas até essa maldade se reduz quando Nossa América se encontra, isto é, o mundo diversificado, plural e contribuinte de líderes partidários progressistas e ativistas sociais latino-americanos e caribenhos que, desde os anos 90 do século passado, decidiram construir esse espaço unitário da esquerda viva e ativa.</p>
<p>Então o sonho de Bolívar parece mais próximo quando disse: «Eu quero mais do que qualquer outro ver se formar a maior nação do mundo na América Latina, menos por sua extensão e riqueza do que por sua liberdade e glória».</p>
<p>O Libertador também nos legou outra ideia fundamental, e cito-o novamente: «A união faz tudo e, portanto, devemos preservar esse precioso princípio».</p>
<p>José Martí, que teve o Libertador como inspiração e guia, foi o grande arquiteto e construtor da unidade que faltava na luta cubana por sua independência; embora tenha morrido sem ver o triunfo, mesmo em sua última carta inacabada, defendeu apaixonadamente a ideia de «impedir a tempo, com a independência de Cuba que os Estados Unidos se estendam através das Antilhas e caiam, com mais força, em nossas terras de América».</p>
<p>Tanto de Bolívar quanto de Marti, Fidel e Chávez nutrem a ideologia de nossas revoluções: unidade e integração eram suas grandes obsessões. E essas também devem ser as nossas (Aplausos).</p>
<p>Sei que essas são também as obsessões do Fórum de São Paulo, nascidas da necessidade de unidade e articulação dos partidos políticos e movimentos populares de esquerda em nossa região para enfrentar o imperialismo e a direita neoliberal, hábeis na hora de agir bem coordenadas para destruir através de métodos antidemocráticos, golpes de Estado, criminalização de líderes progressistas, fraude e manipulação de dados, tudo aquilo que construímos em favor da verdadeira democracia e da justiça social.</p>
<p>O Consenso de Nossa América e todos os documentos nascidos no Fórum de São Paulo atestam essas preocupações. A avaliação dos cenários, a crítica e a autocrítica, imprescindíveis para avançar, cristalizaram-se na dinamização que o Fórum experimentou nos últimos anos, em face da crescente ofensiva neoliberal e dos grandes ataques imperiais.</p>
<p>Companheiras e companheiros:</p>
<p>O mês de julho tem coincidências únicas na história que compartilhamos. É o mês em que nasceu Simón Bolívar, o Libertador da América (Aplausos). É o mês em que foi assinada a Ata da Independência da Venezuela (Aplausos). É o mês em que a Geração do Centenário de José Martí, liderada por Fidel Castro, atacou os quartéis de Santiago de Cuba e Bayamo para reiniciar a Revolução Cubana (Aplausos) É o mês em que triunfou a Revolução Sandinista, que acaba de completar 40 anos (Aplausos). E é o mês em que Hugo Chávez nasceu, um dia como hoje (Aplausos e exclamações de: «Chávez vive, a luta continua!» E de: «Chávez não morreu! Chávez se tornou milhões, Chávez voltou!»</p>
<p>O Fórum de São Paulo nos convoca em um julho extremamente desafiador e aqui estamos: para acompanhar a heroica resistência venezuelana e exigir o fim do cerco brutal que lhe foi imposto. A Venezuela é hoje a primeira trincheira da luta antiimperialista (Aplausos). Ele nos chama a condenar e exigir o levantamento do bloqueio contra Cuba (Aplausos).</p>
<p>O Fórum nos convoca a apoiar a rebelião do povo porto-riquenho, que mais de cem anos de colônia ianque não conseguiram enterrar (Aplausos). Também nos une para rejeitar os atos escandalosos do império contra familiares de migrantes e particularmente contra os seus filhos, maltratados, sofrendo abusos numa espécie de jaulas, porque privam o ser humano da sua dignidade e dos seus direitos mais elementares.</p>
<p>Com essas novas provocações batendo na indignação acumulada, o Fórum de São Paulo é chamado a desempenhar um papel muito mais protagonista no complexo cenário político atual. Além disso, considerando o ataque aos processos progressistas nos países onde a esquerda conquistou espaços de poder e nos quais promoveu mudanças e notáveis ​​avanços sociais.</p>
<p>A contra-ofensiva do imperialismo ianque e da oligarquia, juntamente com os falcões que se apropriaram literalmente da política externa dos EUA para a América Latina e o Caribe, estão perigosamente diminuindo o espaço geográfico que a Comunidade Latino-americana e Caribenha (Celac) declarou Zona de Paz.</p>
<p>Os povos têm vergonha dos lacaios políticos, que o império usa por conveniência e depois descarta com total desprezo.</p>
<p>Nesse contexto, os contratempos das forças progressistas em alguns países também estão inseridos e o que é pior: a divisão que persiste entre elas, fragmentando e enfraquecendo a vontade declarada de agir em conjunto.</p>
<p>Na falta de programas políticos estratégicos e distanciados dos movimentos sociais, existem fórmulas na esquerda que se descartam como alternativa.</p>
<p>A experiência da Revolução Cubana baseia-se na compreensão inicial do papel estratégico da unidade em torno dos objetivos fundamentais da justiça social em estreita aliança com o povo, suas necessidades e problemas, à qual deve sua resistência vitoriosa.</p>
<p>Acreditamos que todos temos que dar e receber experiências sem pretender repetir o erro da repetição e da cópia que foi tão caro em períodos históricos anteriores.</p>
<p>Justamente para salvar os sonhos e esperanças, quando a experiência socialista europeia desmoronou, este Fórum de articulação de forças progressistas foi criado por Fidel e Lula, que baseia sua ação naquilo que nos une e não no que nos separa (Aplausos).</p>
<p>Ambos os líderes nos deixaram um valioso instrumento de concertação e unidade na diversidade. Fidel não está fisicamente mais, mas seu extraordinário trabalho sobreviveu a ele e dele podemos nos alimentar sem limites.</p>
<p>Lula, preso sob falsas acusações e escandalosas armadilhas legais, é o exemplo de quão longe os inimigos da esquerda podem ir. É a maior expressão do medo imperialista e oligárquico quando a esquerda galga o poder. Eles fizeram de tudo para evitar o retorno de Lula à presidência de um país, que somente com o PT conseguiu redistribuir o máximo possível a enorme riqueza nacional.</p>
<p>Hoje a libertação de Lula é também um dos grandes desafios para as forças de esquerda na região (Aplausos). As mobilizações não podem parar. Um de nossos fundadores permanece injustamente preso e devemos acabar com esse abuso (Aplausos e exclamações de «Lula livre! Lula livre!»)</p>
<p>O Fórum é um precioso legado de nossos líderes e um mecanismo viável para neutralizar os ataques das forças que implodiriam nossa mais valiosa aliança.</p>
<p>Não nos esqueçamos, por um momento, de que estamos na sitiada Caracas, nas mil vezes atacada e cercada República Bolivariana da Venezuela.</p>
<p>Nas ruas de Caracas, ontem, caminharam, em defesa da heroica Revolução Bolivariana, líderes e ativistas sociais dos cinco continentes, junto aos legítimos representantes do povo venezuelano (Aplausos). Essa marcha não foi flagrada ou divulgada pelas numerosas câmeras de emissoras de televisão transnacionais que levaram o planeta a acreditar que o Estado venezuelano não tem poder ou seguidores em sua terra.</p>
<p>Vamos ratificar perante o mundo o nosso apoio e solidariedade ao legítimo presidente Nicolás Maduro Moros e à união militar cívica que tantas vezes falhou nos piores planos do inimigo (Aplausos e exclamações de «Abaixo&#8230;!»).</p>
<p>Deve-se ter em mente que garantir a paz na Venezuela equivale a defendê-la para toda a região.</p>
<p>Apoiar e defender a Venezuela é enfrentar decisivamente o retorno da Doutrina Monroe e a escalada imperialista contra nossos povos. Hoje é contra a Venezuela, Cuba e Nicarágua, amanhã será contra os outros e no final eles vão contra todos.</p>
<p>Os Estados Unidos ameaçam e difamam Cuba e Venezuela por não reconhecerem seu fracasso na tentativa de derrubar a Revolução Bolivariana e deturpar a cooperação altruísta que nosso país oferece aqui e em mais de 80 nações. Não há plataforma melhor que este Fórum para ratificar que Cuba jamais renunciará ou trairá seus princípios ou trairá a Venezuela (Aplausos e exclamações de: «Cuba e a Venezuela, uma única bandeira!»).</p>
<p>Aqui eu ratifico o que foi expresso no recente 26 de julho em Bayamo, há apenas dois dias: «O cerco se fecha cada vez mais em torno ao nosso país como em torno da a Venezuela, Nicarágua e qualquer outra nação que se recuse a aceitar o plano imperial para seu destino.</p>
<p>«[...] a administração dos Estados Unidos começou a agir de forma mais agressiva para impedir a chegada de combustível a Cuba [...]»</p>
<p>«Eles querem nos cortar luz, água e até o ar, para obter de nós concessões políticas. Eles não se escondem para fazer isso. Declaram publicamente os fundos destinados à subversão dentro de Cuba, inventam pretextos falsos e hipócritas para nos devolver às suas listas espúrias e justificar o ressurgimento do bloqueio».</p>
<p>«No topo do cinismo, eles apelam para chantagem.</p>
<p>«Ignorantes da história e dos princípios da política externa da Revolução Cubana nos propõem negociar uma possível reconciliação em troca de deixar o curso escolhido e defendido por nosso povo, agora como antes. Eles sugerem trair amigos, jogando 60 anos de dignidade na lixeira».</p>
<p>Cuba diz: «Não, senhores imperialistas, não nos entendemos!» (Aplausos e exclamações de: «Pátria ou Morte! Cuba sim, Ianques não!»).</p>
<p>Partidos políticos e movimentos populares:</p>
<p>Há menos de uma semana, representantes de um pequeno grupo de países desta região ofenderam o Fórum de São Paulo, e a esses nós dizemos que o Fórum está aqui e estará e terá muito a fazer porque é novamente «a hora dos fornos, em que somente será preciso ver apenas a luz». Essa luz é a unidade, o grande legado deixado por nossos heróis, de Bolívar a Martí, Fidel e Chávez (Aplausos).</p>
<p>É insultuosa e muito cínica a reação daquela cipaia perante o Encontro do Fórum de São Paulo, eles inventaram todo tipo de lendas e insultos. Eles, reis da conspiração, acusam os participantes do Fórum de praticar diariamente o que eles fazem contra nossos povos. Devem sentir muita mágoa que esses líderes da esquerda de todo o mundo: difamados, perseguidos, amordaçados, com tantos companheiros assassinados e desaparecidos, ousem desafiar o mandato imperial de se silenciarem e ter medo.</p>
<p>Não há mistérios ou conspiração, nem planos de agressão e interferência, nem jamais houve nos quase 30 anos do Fórum de São Paulo. O imperialismo é um especialista nisso e as oligarquias nacionais são especialistas, tão temerosas do povo, que inventam falsas causas para aprisionar os líderes populares em processos espúrios.</p>
<p>Ninguém se esconde para vir a este evento pela paz, soberania e prosperidade do povo, porque não há trabalho mais nobre que exija mais sacrifícios do que a batalha por aqueles ideais que sempre foram movidos pela esquerda do mundo.</p>
<p>Como os participantes do Fórum documentaram e discutiram, é necessário articular a resistência ao neoliberalismo e ao imperialismo em nossas respectivas estratégias de comunicação: criar e nutrir as redes da verdade contra a ofensiva das mentiras.</p>
<p>As novas gerações interagem de forma natural e dinâmica nessas áreas, que hoje controlam e utilizam as intenções perversas das forças que nos opõem.</p>
<p>No 65º aniversário de Chávez, aquele comunicador extraordinário que deixou o coração da Pátria de Bolívar para nos trazer de volta a palavra e o sonho do Libertador, não pode haver melhor homenagem à sua memória viva do que um movimento progressista de esquerda, democrático e diverso, como os partidos e grupos sociais que o integram, desencadeando a criatividade ilimitada do povo para fazer sua própria história da história e a própria história na luta comum pela justiça.</p>
<p>Parabéns, Comandante! (Aplausos)</p>
<p>Os povos da América Latina e do mundo vieram celebrar seu nascimento, onde seus restos mortais descansam. Seu poderoso ideal revolucionário está mais vivo do que nunca em sua amada terra natal e em todos os cantos do mundo que tocou sua palavra apaixonada (Aplausos).</p>
<p>«Pela Paz, a Soberania e a Prosperidade dos povos&#8230; Unidade, Luta, Batalha e Vitória&#8221;, diz o slogan deste evento, número 25, desde a fundação do Fórum. O desafio é finalmente torná-lo a realidade desta bela aliança de forças.</p>
<p>Toda vez que avançamos uma seção, por pequena que pareça, na conquista de nossos projetos de desenvolvimento em Cuba, dizemos: E vamos por mais!</p>
<p>O mesmo sentimento nos encoraja ao valorizar o potencial dessa força magnífica que somos, atuando juntos e articulados. Vamos sempre marchar para mais!</p>
<p>Até à vitória, sempre! (Exclamações de:</p>
<p>«Venceremos!»)</p>
<p>(Ovação)</p>
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		<title>A Venezuela não está sozinha, seu povo e a comunidade internacional a acompanham</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 22:29:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5429" alt="Maduro golpe" src="/files/2019/02/Maduro-golpe.jpg" width="300" height="251" />O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.</p>
<p>Na quinta-feira, 24, durante a abertura do ano judicial venezuelano, Maduro disse O povo venezuelano continua em mobilização, como pediu seu legítimo presidente, Nicolás Maduro, para defender a soberania, paz e a constitucionalidade do projeto bolivariano naquele país, atacado novamente na última quarta-feira, 23 de janeiro, por um golpe organizado e patrocinado pelo governo dos Estados Unidos.que, de acordo com a Constituição venezuelana, «não há nenhuma razão para considerar a falta de cargo», aduzida pelo deputado Juan Guaidó para se proclamar presidente no comando.</p>
<p>Na Carta Magna são declaradas como faltas absolutas do presidente: «morte, renúncia, demissão decretada por sentença do TSJ ou deficiência física ou mental e nenhum desses casos existe», disse o presidente.</p>
<p>GOVERNADORES, SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O PODER ELEITORAL E O CIDADÃO APOIAM A CONSTITUIÇÃO</p>
<p>O Poder Eleitoral da Venezuela, representado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), exigiu respeitar a vontade do povo que constitucionalmente elegeu o seu presidente, em maio de 2018. «O CNE repudia e condena a completa ignorância e violação da ordem constitucional, evidenciada em 23 de janeiro», disse Tibisay Lucena, sua presidenta.</p>
<p>Maikel Moreno, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, afirmou que o sistema judicial reconhece a autoridade de Nicolás Maduro como presidente constitucional e ignora a usurpação do cargo com o sério propósito de contornar a vontade do povo.</p>
<p>Também o Procurador Geral, Tarek William Saab, em nome do Poder Cidadão, condenou a tentativa de golpe da direita e expressou apoio irrestrito ao Executivo.</p>
<p>Segundo a PL, os governadores de 19 estados venezuelanos pediram a preservação da paz, o respeito à democracia e a soberania do país sul-americano e rejeitaram atos violentos favorecidos pelos opositores. O pronunciamento foi divulgado pelo governador do estado de Miranda, Héctor Rodríguez. «As forças de segurança do país são mobilizadas para garantir a paz do povo», disse.</p>
<p>Qualificou a oposição de irresponsável, ao permitir a interferência estrangeira e instou a população a não se deixar contaminar pelo ódio da direita.</p>
<p>MADURO RATIFICADO COMO SEU COMANDANTE-CHEFE</p>
<p>Os comandantes das Regiões Estratégicas de Defesa Integral (REDIs) da Venezuela ratificaram seu apego à Constituição e o apoio ao presidente Nicolás Maduro, como seu comandante-chefe. O principal representante da REDI Ocidental, Fabio Zavarce, rejeitou a interferência internacional nos assuntos venezuelanos e ratificou seu apoio ao chefe de Estado. Da região dos Andes, Manuel Bernal expressou a lealdade e subordinação das unidades operacionais sob seu comando ao governo constitucional do país sul-americano.</p>
<p>Enquanto isso, o comandante da REDI Los Llanos, Víctor Palacios, enfatizou a «estrita adesão à Magna Carta e às leis da Venezuela» dos órgãos militares que ele dirige, o que reafirmou em Aragua, o chefe do REDI Central, Domingo Hernandez Antes. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse que «a FANB defenderá a Constituição venezuelana como garantidora da soberania nacional».</p>
<p>A COMUNIDADE INTERNACIONAL DIANTE DA INTERFERÊNCIA NA VENEZUELA</p>
<p>Os países membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA-TCP) apoiaram e reconheceram o presidente Maduro, dadas as ameaças de golpe de Estado promovidas pelos Estados Unidos. Reiteraram em um comunicado que só reconhecerão como representantes da Venezuela, nos âmbitos multilateral e bilateral, os funcionários diplomáticos indicados pelo Poder Executivo da Venezuela, chefiado pelo presidente Maduro, e enfatizaram que não reconhecerão presença alguma, nas organizações multilaterais, de nenhum representante que seja resultado da violação dos atuais regulamentos legais venezuelanos, por parte de um suposto governo paralelo.</p>
<p>Telesur relata que o presidente russo Vladimir Putin falou por telefone com Maduro, expressando seu apoio. O líder russo enfatizou: «Uma intervenção externa destrutiva viola as normas fundamentais do direito internacional». Na conversa, ele se expressou a favor de encontrar soluções no âmbito do campo constitucional. Os dois chefes de Estado confirmaram sua disposição de continuar a cooperação em vários campos.</p>
<p>O governo da Nicarágua disse em um comunicado: «A Grande Pátria não se curva, fica orgulhosa, com o Amor de seus Povos. Geminados na ALBA, somos todos da Venezuela. A América Latina e o Caribe, berço de grandes e luminosos seres, reivindicam dignidade e grandeza contra o império».</p>
<p>«A China apoia os esforços do governo da Venezuela para manter sua soberania, independência e estabilidade», disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, em entrevista coletiva. «Seguimos o princípio da não-interferência nos assuntos internos de outros países, nos opomos à interferência estrangeira nos assuntos internos da Venezuela e esperamos que a comunidade internacional siga também esse princípio», concluiu.</p>
<p>«O Irã apoia o governo e a nação da Venezuela em face de qualquer interferência estrangeira nos assuntos internos do país ou qualquer outro ato ilegítimo e ilegal, incluindo uma tentativa de golpe de Estado», disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Bahram Qasemi. O ministério das Relações Exteriores da Síria expressou sua solidariedade com a Venezuela e com Maduro, condenando a interferência dos Estados Unidos.</p>
<p>O Partido Comunista da Índia também criticou esta intervenção e exortou os povos do mundo a mostrar solidariedade ao povo venezuelano. O Partido Comunista Francês e organizações sociais como o Círculo Bolivariano de Paris e o Coletivo ALBA-TCP França, a Frente Guasu do Paraguai e a esquerda alemã fizeram o mesmo.</p>
<p>Evo Morales pronunciou-se em sua conta no Twitter: «Nossa solidariedade com o povo venezuelano e o irmão Nicolás Maduro, nestas horas decisivas em que as farpas do imperialismo buscam novamente ferir de morte a democracia e a autodeterminação dos povos da América do Sul. Nunca mais vamos ser o quintal dos EUA». Também o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, manifestou seu apoio e respaldo frente aos ataques da oposição venezuelana.</p>
<p>O porta-voz da secretaria das Relações Exteriores do México anunciou que o governo do presidente Andrés Manuel López Obrador não prevê mudanças em sua política exterior relativamente à Venezuela e reconhece Nicolás Maduro como presidente legítimo.</p>
<p>Da Rússia, o senador do Conselho da Federação desse país, Andréi Klímov, assegurou que o governo do presidente Vladimir Putin não prevê nenhuma mudança na política exterior do Kremlin a respeito da Venezuela.</p>
<p>A Frente Brasil Popular que reúne um grupo de organizações políticas ofereceu seu apoio mediante as redes sociais, enquanto que outros agrupamentos se reuniram na embaixada da Venezuela em Bulgária para externar sua solidariedade ao povo dessa nação e ao seu legítimo presidente.</p>
<p>Os EUA pediram ao Conselho de Segurança da ONU que se reunisse em 25 de janeiro, para discutir a situação na Venezuela. Esse chamado é, além do ridículo, é hipócrita, porque o convocador é o que provocou o que está acontecendo na nação bolivariana, organizado a partir da cadeira do seu presidente, com seus mais altos cargos como executores da ordem de golpe.</p>
<p>As redes sociais foram inundadas com memes imperdíveis sobre isso, em franca denúncia da interferência da administração Trump. Um deles diz:</p>
<p>«Você quer ser presidente sem passar por uma eleição popular desconfortável, ligue para 1 800 Mike Pence, garantia no momento».</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl despediu Nicolás Maduro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 22:31:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em horas da noite da quarta-feira, dia 18, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no aeroporto internacional José Martí, despediu o presidente da República Bolivariana da Venezuela, companheiro Nicolás Maduro Moros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5122" alt="Raul y Maduro" src="/files/2018/07/Raul-y-Maduro.jpg" width="300" height="244" />Em horas da noite da quarta-feira, dia 18, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no aeroporto internacional José Martí, despediu o presidente da República Bolivariana da Venezuela, companheiro Nicolás Maduro Moros.</p>
<p>Em horas da noite da quarta-feira, dia 18, o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, no aeroporto internacional José Martí, despediu o presidente da República Bolivariana da Venezuela, companheiro Nicolás Maduro Moros, que se encontrava de visita em Cuba para participar do 24º Encontro Anual do Foro de São Paulo.</p>
<p>Junto ao presidente venezuelano estavam também a primeira combatente Cilia Flores e o ministro para a Comunicação e a Informação, Jorge Rodríguez.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Presidente da Venezuela conclui visita oficial a Cuba</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 23:07:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, concluiu na noite do domingo, 22 de abril, uma visita a Cuba durante a qual foram ratificados os profundos laços de amizade e cooperação entre os dois países.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5008" alt="Maduro se va" src="/files/2018/04/Maduro-se-va.jpg" width="300" height="255" />O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, concluiu na noite do domingo, 22 de abril, uma visita a Cuba durante a qual foram ratificados os profundos laços de amizade e cooperação entre os dois países.</p>
<p>Maduro foi despedido no aeroporto internacional José Martí pelo ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.</p>
<p>Durante sua permanência na Ilha maior das Antilhas, destinada a ratificar os planos conjuntos e contribuir com novas ideias para potencializar a integração e o desenvolvimento dos povos, Maduro se reuniu no Palácio da Revolução com o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel Díaz-Canel.</p>
<p>Momentos antes do encontro, o presidente bolivariano colocou uma oferenda floral no monumento ao Apóstolo cubano, José Martí, na Praça da Revolução, desta capital.</p>
<p>Em declarações à imprensa, Maduro assegurou que vinha a Cuba para alicerçar a verdadeira unidade, a independência e a libertação do século XXI, que vai descansar na integração econômica que seja construída.</p>
<p>As relações entre Cuba e a Venezuela são caracterizadas por laços entranháveis de amizade e de irmandade. Esses vínculos, fundados pelo Comandante Hugo Chávez e o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, foram continuados por Maduro e o general-de-exército, Raúl Castro.</p>
<p>Havana e Caracas são dos principais encorajadores de um novo tipo de integração, baseada na solidariedade e a complementaridade, cuja máxima expressão é a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl despediu-se do presidente Maduro</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 23:16:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, despediu-se na tarde da quinta-feira, 15 de dezembro, no aeroporto internacional José Martí, do presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4480" alt="Raul despide maduro" src="/files/2016/12/Raul-despide-maduro.jpg" width="300" height="206" />O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, despediu-se na tarde da quinta-feira, 15 de dezembro, no aeroporto internacional José Martí, do presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros.</p>
<p>Junto ao presidente venezuelano regressaram Cilia Flores, Primeira Combatente; Ricardo Menéndez, vice-presidente do Conselho de Ministros para o Planejamento e o Conhecimento e ministro de Planejamento; Eríka Farías, vice-presidenta e ministra para as Comunas; a almirante Carmen Meléndez, ministra de Despacho da Presidência; Eulogio del Pino, ministro para o Petróleo e Wilmar Castro Sotelo, ministro da Agricultura, os quais também participaram do ato de Solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela celebrado no Palácio das Convenções, por ocasião do 12º aniversário da criação da ALBA-TCP e do 22º do primeiro encontro de Fidel Castro com Hugo Chávez.<br />
<strong><br />
(Granma)</strong></p>
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		<title>Maduro chega a Cuba para comemorar 12 anos da ALBA</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 22:36:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, chegou a Cuba por ocasião da comemoração do 12º aniversário da Alternativa Bolivariana para os povos da América (ALBA), noticiou a televisão nacional.

Chegando a Cuba 22 anos depois do encontro entre Fidel e Chávez, a comemorar os 12 anos da ALBA e ratificar o caminho de união e libertação, afirmou o dignitário venezuelano em sua conta de Twitter.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4466" alt="Bruno y Maduro" src="/files/2016/12/Bruno-y-Maduro.jpg" width="300" height="180" />O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, chegou a Cuba por ocasião da comemoração do 12º aniversário da Alternativa Bolivariana para os povos da América (ALBA), noticiou a televisão nacional.</p>
<p>Chegando a Cuba 22 anos depois do encontro entre Fidel e Chávez, a comemorar os 12 anos da ALBA e ratificar o caminho de união e libertação, afirmou o dignitário venezuelano em sua conta de Twitter.</p>
<p>Maduro chegou a Havana na madrugada da quarta-feira, dia 13, e foi recebido no Aeroporto Internacional José Martí pelo chanceler cubano, Bruno Rodríguez, ampliou a reportagem televisiva.</p>
<p>A ALBA é um projeto de integração latino-americana que, por iniciativa de Hugo Chávez e Fidel Castro, nasceu como alternativa ao Tratado de Livre Comércio para as Américas, impulsionado pelos Estados Unidos.</p>
<p>A aliança latino-americana foi fundada de maneira oficial em 14 de dezembro de 2004.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Encontro amistoso de Fidel com Nicolás Maduro</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2016 22:14:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz teve um encontro amistoso, no sábado, 19 de março, com o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, pouco antes de concluir sua visita oficial a Cuba.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4121" alt="Fidel con Maduro" src="/files/2016/03/Fidel-con-Maduro.jpg" width="300" height="198" />O comandante-em-chefe Fidel Castro Ruz teve um encontro amistoso, no sábado, 19 de março, com o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, pouco antes de concluir sua visita oficial a Cuba.</p>
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		<title>Maduro enaltece significação do 4F</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 21:18:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em uma transmissão da Venezolana de Televisão, desde o Palácio de Miraflores, em Caracas, onde recebeu a passeata da força chavista que comemora a data heróica, na qual um grupo de militares patriotas, encabeçados por Hugo Chávez, revoltaram-se contra as políticas neoliberais aplicadas pelo governo de Carlos Andrés Pérez, o chefe de Estado expressou: “No 4 de fevereiro foi uma necessidade histórica que abriu os caminhos de nascimento e violentos então, para que na Venezuela se desse a primeira revolução política, social e econômica, pacífica e democrática do século XX e o século XXI”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4077" alt="Maduro 4f" src="/files/2016/02/Maduro-4f.jpg" width="300" height="200" />O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, expressou que o dia 4 de fevereiro de 1992 indicou o caminho e abriu passagem à primeira revolução pacífica e democrática na história da Venezuela.</p>
<p>Em uma transmissão da Venezolana de Televisão, desde o Palácio de Miraflores, em Caracas, onde recebeu a passeata da força chavista que comemora a data heróica, na qual um grupo de militares patriotas, encabeçados por Hugo Chávez, revoltaram-se contra as políticas neoliberais aplicadas pelo governo de Carlos Andrés Pérez, o chefe de Estado expressou: “No 4 de fevereiro foi uma necessidade histórica que abriu os caminhos de nascimento e violentos então, para que na Venezuela se desse a primeira revolução política, social e econômica, pacífica e democrática do século XX e o século XXI”.</p>
<p>O presidente comentou que o dia 4 de fevereiro tem sua explicação histórica, “era o regresso das bandeiras da soberania, de independência, de dignidade (&#8230;) foi um grito desesperado daquela geração virtuosa de militares dizendo: ‘Basta a entrega de nossa pátria aos ianques e ao Fundo Monetário Internacional (FMI)’”.</p>
<p>“Ante os caminhos fechados da repressão, assassinato e a imposição do pacote de medidas neoliberais foi que surgiu uma geração heróica e gloriosa, por isso diante do fechamento de todos os caminhos pacíficos para que nosso povo pudesse manifestar sua força, surgiu a geração bolivariana do comandante Hugo Chávez”, manifestou Maduro.</p>
<p>Acompanharam o presidente Maduro a primeira combatente Cilia Flores; o vice-presidente da República, Aristóbulo Istúriz; o vice-presidente para a área social, Jorge Arreaza; o general-em-chefe Jacinto Pérez Arcay; os deputados do bloco da pátria Diosdado Cabello e Darío Vivas, bem como os militares patriotas de 4 de fevereiro de 1992.</p>
<p>Nesse dia de 1992, Chávez falou ao país através dos meios de comunicação social e assumiu a responsabilidade da revolta, ao manifestar que “por agora” os objetivos não haviam sido alcançados. Desde então, a data converteu-se na esperança de uma mudança popular, que se concretizou com sua chegada à presidência da Venezuela em 1999, quando deu começo à Revolução Bolivariana.</p>
<p><strong>(Prensa Latina)</strong></p>
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		<title>Mensagem de Fidel ao Presidente Nicolás Maduro</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 16:19:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Junto-me à opinião unânime daqueles que lhe felicitaram por seu brilhante e valente discurso na noite de 6 de dezembro, logo que foi conhecido o veredito das urnas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="center"><img class="alignleft size-full wp-image-4068" alt="fidel-escribe" src="/files/2015/12/fidel-escribe.jpg" width="300" height="252" />Caro Nicolás:</p>
<p style="text-align: left">Junto-me à opinião unânime daqueles que lhe felicitaram por seu brilhante e valente discurso na noite de 6 de dezembro, logo que foi conhecido o veredito das urnas.</p>
<p style="text-align: left">Na história do mundo, o mais alto nível de glória política que podia alcançar um revolucionário coube-lhe ao ilustre combatente venezuelano e Libertador de América, Simón Bolívar, cujo nome não pertence já apenas a esse país irmão, mas a todos os povos de América Latina.</p>
<p style="text-align: left">Outro oficial venezuelano de pura estirpe, Hugo Chávez, o compreendeu, admirou e lutou por suas ideias até o último minuto de sua vida. Desde criança, quando assistia à escola primária, na pátria onde os herdeiros pobres de Bolívar também tinham que trabalhar para ajudar ao sustento familiar, desenvolveu o espírito em que se forjou o Libertador de América.</p>
<p style="text-align: left">Os milhões de crianças e jovens que hoje assistem à maior e mais moderna cadeia de escolas públicas no mundo são os da Venezuela. Outro tanto pode se dizer de sua rede de centros de assistência médica e atendimento à saúde de um povo valente, mas empobrecido por causa de séculos de pilhagem por parte da metrópole espanhola, e mais tarde pelas grandes transnacionais que tiraram de suas entranhas, durante mais de cem anos, o melhor do imenso caudal de petróleo<b> </b>com que a natureza dotou esse país.</p>
<p style="text-align: left">A história também deve deixar constância de que os trabalhadores existem e são os que tornam possível o desfrute dos alimentos mais nutritivos, dos medicamentos, da educação, da segurança, da moradia e da solidariedade do mundo. Também podem, se assim o desejarem, perguntar-lhe à oligarquia: sabem tudo isso?</p>
<p style="text-align: left">Os revolucionários cubanos —a poucas milhas dos Estados Unidos da América, que sempre sonharam com apoderar-se de Cuba para convertê-la em um híbrido de casino com prostíbulo, como modo de vida para os filhos de José Martí— não renunciarão jamais a sua plena independência e ao respeito total de sua dignidade. Tenho a certeza de que só com a paz para todos os povos da Terra e o direito a tornar em propriedade comum os recursos naturais do planeta, assim como as ciências e tecnologias criadas pelo ser humano para benefício de todos seus habitantes, poderá ser preservada a vida humana na Terra. Se a humanidade prossegue seu caminho pelas sendas da exploração e continua a pilhagem de seus recursos pelas transnacionais e pelos bancos imperialistas, os representantes dos Estados que se reuniram em Paris, tirarão as ilações pertinentes.</p>
<p style="text-align: left">A segurança não existe hoje para ninguém. São nove os Estados que possuem armas nucleares, um deles, os Estados Unidos da América, lançou duas bombas que mataram centenas de milhares de pessoas em apenas três dias, e causaram danos físicos e psíquicos a milhões de pessoas indefesas.</p>
<p style="text-align: left">A República Popular China e a Rússia conhecem muito melhor do que os Estados Unidos da América os problemas do mundo, porque tiveram que suportar as terríveis guerras que lhes impus o egoísmo cego do fascismo. Não albergo dúvidas que por sua tradição histórica e sua própria experiência revolucionária farão o máximo esforço por evitar uma guerra e contribuir ao desenvolvimento pacífico de Venezuela, América Latina, Ásia e África.</p>
<p style="text-align: left">Fraternalmente,</p>
<p style="text-align: left">Fidel Castro Ruz</p>
<p style="text-align: left">10 de dezembro de 2015</p>
<p style="text-align: left">18h42</p>
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