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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Nicaragua</title>
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		<title>Nicarágua é agora o alvo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 21:32:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Nicaragua]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[SUJEITOS mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as avenidas, fecham as principais ruas, atacam instituições estatais, queimam pneus, ateam fogo, saqueiam e matam. Até o momento, aproximadamente 170 pessoas morreram na Nicarágua, vítimas do caos e a violência. Uma forte campanha na mídia acompanha os eventos e, mais do que acompanhá-los, dinamiza-os, multiplica-os, falsifica-os sem pudor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5101" alt="Nicaragua bomba" src="/files/2018/07/Nicaragua-bomba.jpg" width="300" height="245" />SUJEITOS mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as avenidas, fecham as principais ruas, atacam instituições estatais, queimam pneus, ateam fogo, saqueiam e matam.</p>
<p>Até o momento, aproximadamente 170 pessoas morreram na Nicarágua, vítimas do caos e a violência. Uma forte campanha na mídia acompanha os eventos e, mais do que acompanhá-los, dinamiza-os, multiplica-os, falsifica-os sem pudor.</p>
<p>Os atos violentos são apresentados como manifestações pacíficas de estudantes, a imprensa mostra fotos de «assassinadas pelo governo sandinista», mas a mentira tem pernas curtas e o engano vem à baila. Várias denúncias mostram que os mortos estão vivos, um jovem que mora no exterior retorna para negar a mentira perante as câmeras, mas isso não é reproduzido pela grande mídia.</p>
<p>De acordo com o publicado pelo blogueiro e escritor Max Blumenthal, no início de junho, um grupo de ativistas da oposição do governo da Nicarágua se reuniu em Washington DC, com líderes da Freedom House. O grupo de oposição, conhecido como m19, foi pedir a Donald Trump e outros funcionários do governo dos Estados Unidos «para ajudá-los em sua luta contra o presidente nicaraguense Daniel Ortega».</p>
<p>As ligações das organizações norte-americanas com os acontecimentos na Nicarágua e em outras partes do mundo são claramente mostradas no texto de Blumenthal. «A Fundação Nacional para a Democracia é um agente principal do poder suave dos Estados Unidos, que se intrometeu em assuntos de outros países, desde a sua fundação, no auge da Guerra Fria, em 1983 (&#8230;)». E o autor cita Allen Weinstein, fundador do NED, em 1991: «Muito do que fazemos hoje foi feito, há cerca de 30 anos, pela CIA».</p>
<p>O orçamento com o qual a NED opera vem do Congresso dos Estados Unidos, que lhe concede milhões, a cada dois anos, como parte do orçamento do Departamento do Estado. Também recebem doações de quatro associações: a Fundação Smith Richardson, a Fundação John M. Ohin, a Fundação Lynde e Harry Bradley e a Freedom House, indiretamente financiadas por contratos federais.</p>
<p>O dinheiro é distribuído entre o Instituto Republicano Internacional (IRI), o Instituto Nacional Democrático para os Assuntos Internacionais (NDI), o Centro Americano para a Solidariedade Internacional do Trabalho, da Federação Americana dos Sindicatos Congresso da Indústria Organizações (AFL-CIO) e o Centro para a Empresa Privada Internacional (CIPE, sua sigla em inglês), da Câmara do Comércio, que por sua vez distribui recursos monetários e materiais a outras organizações no território norte-americano e no mundo, e desembolsam dinheiro e materiais para as organizações de oposição em países que não têm a simpatia do governo norte-americano.</p>
<p>Sujeitos mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as ruas e provocam violência na Nicarágua. Foto: www.telemetro.com<br />
A história do blogger americano enfatiza sobre os culpados: «Além da NED, a Usaid foi o promotor mais ativo da mudança de regime contra os governos de orientação socialista na América Latina. Na Nicarágua, o orçamento da Usaid ultrapassou 5,2 milhões, em 2018, com a maioria dos fundos destinados à formação da sociedade civil e organizações da mídia.</p>
<p>É a mesma Usaid que utilizou as verbas da Aliança para o Progresso, programa de «ajuda econômica, política e social» dos EUA, uma sorte de Plano Marshall e a primeira grande tentativa de deter a revolução latino-americana e isolar Cuba, para financiar a repressão. Mas em vez de engenheiros, técnicos e trabalhadores qualificados, a Usaid formou policiais, soldados, paramilitares, torturadores e assassinos inescrupulosos; em vez de usinas, plantações agrícolas e escolas, construiu centros de detenção e tortura.</p>
<p>Não se deve esquecer que foi a mesma Usaid que também financiou a formação de grupos de extermínio, pagou programas de «saúde» que ocultavam processos desumanos de esterilização na América Central e colaborou com os narcoagentes da CIA, na operação Irã-Contra.</p>
<p>A Usaid criou uma rede profunda em nosso continente, que atrai quadros, faz líderes, penetra a sociedade civil. Um verdadeiro exército intervencionista de «especialistas», «consultores», «assessores» que trabalham no desenvolvimento destes planos subversivos. Somente nos seus primeiros dez anos de criação, o NED distribuiu mais de 200 milhões de dólares em 1.500 projetos para apoiar os chamados «Amigos da América».</p>
<p>Sérvia, Geórgia, Quirguistão, Belarus, Ucrânia, Irã e Venezuela, onde quer que haja um governo que viola os interesses dos EUA agem os especialistas em desestabilização e caos, generosamente financiados.</p>
<p>Mercenários, delinquentes, funcionários pagos do «golpe suave», das «Revoluções das Cores», revoluções com nomes marcantes e pacíficos, projetadas em laboratórios de Langley, também conhecidas como a Revolução das Rosas, Revolução das Tulipas, Revolução Laranja, ou mais próximo da realidade, como a Revolução do bulldozer na Sérvia, onde os soldados e armas da nova guerra são a compra de consciências acríticas e o engano, a sedução mediante o uso de conceitos atraentes para jovens e muito dinheiro, todo o dinheiro que seja necessário. E, naturalmente, agora o novo alvo é a Nicarágua.</p>
<p>ENTRE OS PROJETOS SUBVERSIVOS DA USAID, NA NICARÁGUA, SÃO:</p>
<p>- Participação dos cidadãos no processo eleitoral.</p>
<p>- Incubar uma cultura de transparência na juventude nicaraguense.</p>
<p>- Treinamento de jovens estudantes de comunicação para produzir histórias que promovam a autoeficácia.</p>
<p>- Multimídia para a governança democrática.</p>
<p>- Fortalecimento do direito dos cidadãos de mulheres e jovens de Masaya.</p>
<p>- Marco Legal de Ação Cidadã para jornalistas.</p>
<p>- Participação ativa dos cidadãos nicaraguenses em seu direito de voto.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Raúl felicitou Daniel Ortega e Rosario Murillo pela vitória eleitoral na Nicaragua</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 01:04:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[eleições presidenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Nicaragua]]></category>
		<category><![CDATA[Raúl Castro]]></category>

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		<description><![CDATA[O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.
«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4390" alt="Daniel Ortega y Rosario Murillo" src="/files/2016/11/Daniel-Ortega-y-Rosario-Murillo.jpg" width="300" height="231" />O general-de-exército Raúl Castro Ruz felicitou Daniel Ortega e sua companheira Rosario Murillo, após serem eleitos presidente e vice-presidenta da Nicarágua.</p>
<p>«Queridos Daniel e Rosario: Felicito-os por esta grande vitória eleitoral. Nossa América poderá continuar contando com vocês para avançar no empenho de alcançar justiça e prosperidade para nossos povos», expressou Raúl, em uma mensagem transmitida pelo embaixador de Cuba na Nicarágua, Eduardo Martínez.</p>
<p>Por sua parte, a chancelaria da Venezuela emitiu um comunicado no qual o presidente venezuelano Nicolás Maduro felicitou Daniel e Rosario «pela vitória perfeita da Frente Sandinista».</p>
<p>A chancelaria do Equador difundiu uma comunicação na qual parabeniza o presidente Daniel Ortega por seu triunfo nas eleições de domingo, 6 de novembro. «O governo do Equador expressa sua satisfação pelo excelente estado da relação bilateral entre ambos os países, e expressa sua vontade de continuar trabalhando com a irmã República da Nicarágua em um marco de cooperação e confiança mútua».</p>
<p>O analista político nicaraguense Cairo Amador manifestou em uma entrevista para a Telesur que os resultados das eleições demonstram que a Frente Sandinista continua tendo um forte apoio social.</p>
<p>Isto é o resultado de uma política ampla de alianças com setores produtivos e setores sindicais que de alguma maneira continuam tendo uma visão de desenvolvimento e crescimento.</p>
<p>O analista afirmou que Daniel Ortega tem estado à vanguarda e tem respondido às necessidades, carências e às expectativas da população.</p>
<p>O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) da Nicarágua confirmou o triunfo do presidente Daniel Ortega nas eleições gerais do domingo 6 de novembro, após serem contabilizados os resultados de 99,8 % das juntas receptoras de votos.</p>
<p>Segundo o relatório oferecido pelo titular do CSE, Roberto Rivas, o líder da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) — acompanhado por Rosario Murillo como vice-presidenta — conseguiu 72,5% dos quase 2,5 milhões de votos válidos emitidos, de acordo com a Prensa Latina.</p>
<p>Rivas indicou que o Partido Conservador atingiu 2,3 %; a Aliança Liberal Nicaraguense 4,3 %; o Partido Aliança pela República 1,4 % e o Partido Liberal Independente 4,5 %; e acrescentou que se registrou 68,2 % de participação nas eleições. Os votos nulos representaram 3,5 %, precisou.</p>
<p>«Queremos reiterar nosso agradecimento ao povo que no dia das eleições se expressou nas urnas, nos centros de votação, exercendo seu direito ao sufrágio, destacou o titular do CSE.</p>
<p>«Com 99,8 % dos resultados neste momento, acho que já não teremos outro comparecimento público, os resultados já estão cá e isso vai se manter já em 100%», explicou o magistrado Roberto Rivas.</p>
<p>Desta forma, Daniel Ortega obteve seu quarto período presidencial, e terceiro de forma consecutiva, sempre representando a FSLN.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Daniel Ortega: por mais uma vitória</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 22:10:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[election]]></category>
		<category><![CDATA[Nicaragua]]></category>
		<category><![CDATA[Politics]]></category>
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		<description><![CDATA[«A cada lar e a cada família nicaraguense, nosso invariável compromisso de continuar mudando a Nicarágua... cultivando e conseguindo vitórias que nos permitam fortalecer a convivência, e avançar, passo a passo, tirando a pobreza, e promovendo o bem-estar e direitos», assinou a mensagem do fechamento da campanha eleitoral da FSLN.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4373" alt="Daniel Ortega elecciones" src="/files/2016/11/Daniel-Ortega-elecciones.jpg" width="270" height="187" />«A cada lar e a cada família nicaraguense, nosso invariável compromisso de continuar mudando a Nicarágua&#8230; cultivando e conseguindo vitórias que nos permitam fortalecer a convivência, e avançar, passo a passo, tirando a pobreza, e promovendo o bem-estar e direitos», assinou a mensagem do fechamento da campanha eleitoral da FSLN.</p>
<p>Em 6 de novembro a Nicarágua viverá uma jornada de sufrágios, na qual o comandante Daniel Ortega e a coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania do Governo,. Rosário Murillo, postulam-se como candidatos à presidência e vice-presidência do país, respectivamente, pelo atual partido governante: a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN).</p>
<p>Nesta ocasião, Ortega procura a reeleição para seu terceiro período consecutivo e quarto mandato na história da nação centro-americana, o que resulta muito provável, pois segundo a mais recente sondagem de M&amp;R Consultores, ambos os candidatos desse partido têm 68% de intenção de votos.</p>
<p>Essa mesma pesquisa mostrou que 65% dos nicaraguenses apoia à FLSN em relação aos restantes partidos que se apresentam nos sufrágios.</p>
<p>De acordo com o Livro Branco Processo Eleitoral 2016 do país, nestas eleições «participam 16 partidos políticos, deles 11 de circunscrição nacional e 5 das regiões autônomas do Caribe nicaraguense».</p>
<p>A Aliança Unida Nicarágua Triunfa, regido pela FSLN, compromete-se em continuar com os sucessos do governo do presidente Daniel Ortega, que propiciou o bem-estar à grande maioria do povo nicaraguense, nos últimos dez anos.</p>
<p>Entre esses avanços se encontra uma redução da pobreza, que desceu desde 45,5% até 29,6% segundo a sondagem realizada pelo Instituto Nacional de Informação de Desenvolvimento (INIDE), que também mostrou que o desenvolvimento econômico do país centro-americano tem sido sustentável (4,5%) tornando-se assim, um dos países da América Central de maior crescimento.</p>
<p>Também, o comandante Daniel Ortega aplica este ano seu Plano de Bom Governo 2016, que sob o lema, «Trabalhando juntos como grande família» promove e fortalece ações em todos os setores da sociedade: saúde, educação, turismo e economia.</p>
<p>Por sua parte, o Partido Liberal Independente (PLI) propõe combater a corrupção e o esbanjamento, erradicar em curto prazo a pobreza crítica, garantir a segurança alimentar e incrementar o emprego produtivo. Essa agrupação apresenta como candidato José del Carmen Alvarado, odontologista, dedicado à agricultura e a pecuária.</p>
<p>O Partido Liberal Constitucionalista (PLC) tem em seu bilhete para presidente Maximo Rodriguez, político nicaraguense que foi deputado entre 1996 e 2011.</p>
<p>Sob o lema «Unidos pela mudança», o PLC vislumbra em seu plano até 2021 uma Nicarágua socialmente justa e inclusiva, economicamente forte e politicamente estável.</p>
<p>Outras das agrupações, Aliança pela República (APRE) proclama que tem como único compromisso «unificar esforços, forças e capacidades para criar uma sociedade mais justa, inclusiva, despolitizada e participativa, que restabeleça o estado do direito e que se respeite a Constituição Política e as Leis»; contando com Carlos Canales como opção para a presidência.</p>
<p>Por outro lado, Unidade Democrática se ergue como aliança entre o Partido Conservador (agrupação nicaraguense mais antiga), o Partido Social Cristão e Os independentes, que procuram «Uma República para todos» com cestas básicas ao alcance do povo, educação de qualidade e governo transparente. Seu candidato é o jovem Erick Cabezas, advogado e notário público.</p>
<p>A Aliança Liberal Nicaraguense tem como eixos a educação integral e de qualidade, o investimento, a segurança social e a atenção à mulher e a juventude; para isso conta em seu bilhete com Saturnino Cerrato, ex-religioso nicaraguense.</p>
<p>Às eleições estão convocados mais de três milhões de nicaraguense, que além de eleger presidente e vice-presidente para os próximos cinco anos, escolherão 90 deputados nacionais e 20 para o Parlamento Centro-americano (Parlacen).</p>
<p>O presidente é eleito pela maioria absoluta ou relativa com ao menos 45% dos votos públicos, excetuando o caso se obtiver um 35%, mais superando aos restantes candidatos por uma diferença mínima de 5%.</p>
<p>Embora tenha que esperar até o domingo para conhecer os resultados, mediante das sondagens mais recentes, pode-se saber desde estes dias quem será o vencedor: Daniel Ortega.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Homenagem a Tomás Borge com presidente da Nicarágua à frente</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/noticias/2012/05/03/homenagem-tomas-borge-com-presidente-da-nicaragua-frente/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:14:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nicaragua]]></category>
		<category><![CDATA[Tomas Borge]]></category>

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		<description><![CDATA[Manágua, 2 mai (Prensa Latina) O presidente Daniel Ortega encabeçará hoje um ato de homenagem ao recém falecido comandante da revolução sandinista Tomás Borge, em continuidade ao tributo póstumo liderado pelo povo da Nicarágua, com ampla repercussão mundial.A Praça da Fé acolherá a cerimônia, prevista para a tarde, enquanto o país continua de luto nacional pela perda.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2614" src="/files/2012/05/tomas-borges1.jpg" alt="" width="300" height="250" />Manágua, 2 mai (Prensa Latina) O presidente Daniel Ortega encabeçará hoje um ato de homenagem ao recém falecido comandante da revolução sandinista Tomás Borge, em continuidade ao tributo póstumo liderado pelo povo da Nicarágua, com ampla repercussão mundial.</p>
<p>A Praça da Fé acolherá a cerimônia, prevista para a tarde, enquanto o país continua de luto nacional pela perda do último dos fundadores sobreviventes da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN).</p>
<p>Também o Parlamento realizará nesta quarta-feira por convocação especial em homenagem a Borge, político de alta sensibilidade humana que defendeu a Nicarágua assim que foro internacional esteve presente, como mesmo fez com as causas justas de outros povos, confirmou à imprensa o titular da Assembleia Nacional, René Núñez.</p>
<p>Nascido em 13 de agosto de 1930, Borge faleceu no passado 30 de abril por infecção pulmonar de natureza cancerígena, que o manteve internado durante várias semanas no hospital militar de Manágua, onde foi operado em 6 de abril último.</p>
<p>Numerosos governos, partidos políticos, organizações religiosas e sociais e intelectuais de diferentes partes da órbita expressaram as condolências pelo desaparecimento físico do revolucionário, destacado escritor, poeta, deputado e diplomata.</p>
<p>Desde cedo, começaram ontem as honras fúnebres no Palácio Nacional; milhares de pessoas marcharam pelas ruas desta cidade para ir ao recinto onde permanece exposto o cadáver do lutador contra a ditadura somozista, que sofreu prisão e tortura.</p>
<p>O dia de manifestações populares ontem estendeu-se até altas horas da noite em concerto ao ar livre, na praça da Revolução, porque &#8220;agora celebramos a vida eterna de Tomás, a imortalidade de Tomás, a alegria de ter a Tomás no caminho para mais vitórias para o povo&#8221;, disse a dirigente governamental Rosario Murillo.</p>
<p>Segundo detalhou, os restos de Borge descansarão junto aos do Comandante Carlos Fonseca (fundador do FSLN), em um mausoléu erigido nesta capital.</p>
<p>&#8220;Assim como ele pediu, assim o quer sua família e Daniel tem escutado, estamos trabalhando já para que ocupe esse lugar que lhe pertence junto a Carlos, dois comandantes vencedores da morte, tayacanes vencedores da morte&#8221;, adiantou a servidora pública pouco depois do falecimento.</p>
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		<title>A esmagadora vitória de Daniel e da FSLN</title>
<link>http://pt.cubadebate.cu/reflexoes-fidel/2011/11/12/esmagadora-vitoria-de-daniel-e-da-fsln/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 14:18:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fidel Castro Ruz]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões de Fidel]]></category>
		<category><![CDATA[CIA]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ortega]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Nicaragua]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo atual os problemas são sumamente complexos e difíceis. Porém, enquanto o mundo exista os países pequenos podemos e devemos exercer nossos direitos à independência, à cooperação, ao desenvolvimento e à paz.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há 72 horas, no domingo 6 de novembro houve uma eleição geral em que Daniel Ortega e a FSLN da Nicarágua obtiveram uma vitória esmagadora.</p>
<p>Quis o azar que no dia seguinte se completasse o 94º aniversário da gloriosa Revolução Socialista Soviética. Páginas inapagáveis da história foram escritas por operários, camponeses e soldados russos, e o nome de Lenine brilhará sempre entre os homens e mulheres que sonham com um destino justo para a humanidade.</p>
<p>Esses temas são cada vez mais complexos e nunca serão suficientes os esforços envidados para educar as novas gerações. Por isso dedico hoje um espaço para comentar este fato, no meio de tantos que acontecem diariamente no planeta e dos quais chegam notícias por um número crescente de vias apenas imaginadas há umas décadas.</p>
<p>Devo dizer que as eleições na Nicarágua foram ao estilo tradicional e burguês, que nada tem de justo ou eqüitativo, visto que os setores oligárquicos, de caráter antinacional e pró-imperialistas dispõem como norma do monopólio dos recursos econômicos e publicitários, que em geral, e de modo especial em nosso hemisfério, estão ao serviço dos interesses políticos e militares do império, o que destaca a magnitude da vitória sandinista.</p>
<p>É uma verdade que se conhece bem em nossa Pátria desde que Martí tombou em Dos Ríos, a 19 de maio de 1895, para “impedir a tempo com a independência de Cuba que se estendam pelas Antilhas os Estados Unidos e caiam, com mais essa força, sobre nossas terras da América”. Nunca nos cansaremos de o repetir, especialmente depois que nosso povo tem sido capaz de suportar duramente meio século de bloqueio econômico sustido, e as mais brutais agressões desse império.</p>
<p>No entanto, não é o ódio o que move nosso povo, são as idéias. Delas nasceu nossa solidariedade com o povo de Sandino, o General de homens livres, cujos fatos liamos com admiração  quando, já lá vão mais de 60 anos, éramos estudantes universitários e sem as maravilhosas perspectivas culturais dos que dentro de poucos dias, junto aos do ensino médio, participarão naquilo que constitui uma formosa tradição: o Festival Universitário do Livro e da Leitura.</p>
<p>A morte heróica do herói nicaragüense, que lutou contra os ocupantes ianques de seu território, foi sempre uma fonte de inspiração para os revolucionários cubanos. Nada tem de esquisito, nossa solidariedade com o povo nicaragüense, expressada desde os primeiros dias do triunfo revolucionário em Cuba, em 1 de janeiro de 1959.</p>
<p>O jornal Granma nos lembrava ontem dia 8 da morte heróica em novembro de 1976, apenas dois anos e meio da vitória, do fundador da FSLN Carlos Fonseca Amador, “guia vencedor da morte”, como diz uma bela música escrita em sua memória, “noivo da Pátria Vermelha-negra, Nicarágua inteira te grita presente”.</p>
<p>A Daniel o conheço bem; nunca adotou posições extremistas e foi sempre invariavelmente fiel a princípios básicos. Responsabilizado com a Presidência a partir de uma direção política colegiada, caracterizou-se por sua conduta respeitosa diante dos pontos de vista dos companheiros de tendências surgidas dentro do Sandinismo em determinada etapa da luta antes do triunfo. Tornou-se assim num fator de unidade entre os revolucionários e manteve constantes contatos com o povo. A isso se deveu a grande ascendência que adquiriu entre os setores mais humildes da Nicarágua.</p>
<p>A profundeza da Revolução Sandinista lhe ganhou o ódio da oligarquia nicaragüense e do imperialismo ianque.</p>
<p>Os crimes mais atrozes foram levados a cabo contra seu país e seu povo, na guerra suja que Reagan e Bush promoveram desde a presidência e a Agência Central de Inteligência.</p>
<p>Numerosos bandos contra-revolucionários foram organizados, treinados e abastecidos por eles; o tráfico de drogas se converteu em instrumento de financiamento da contra-revolução e dezenas de milhares de armas introduzidas no país ocasionaram a morte ou a mutilação de milhares de nicaragüenses.</p>
<p>Os sandinistas mantiveram as eleições no meio daquela batalha desigual e injusta.</p>
<p>A esta situação se adicionou o derrubamento do campo socialista, a iminente desintegração da URSS e o início do Período Especial em nossa Pátria. Em tais difíceis circunstâncias e apesar do apoio majoritário do povo nicaragüense, expressado em todas as sondagens de opinião, tornou-se impossível uma eleição vitoriosa.</p>
<p>O povo nicaragüense foi obrigado a suportar de novo quase 17 anos de governos corrompidos e pró-imperialistas. Os indicadores de saúde, alfabetização e justiça social instaurados na Nicarágua, começaram a descender dolorosamente. Não obstante, os revolucionários sandinistas sob a direção de Daniel continuaram sua luta ao longo daqueles amargos anos, e de novo o povo recuperou o governo, ainda que em condições sumamente difíceis que exigiam o máximo de experiência e sabedoria política.</p>
<p>Cuba continuava sob o brutal bloqueio ianque, sofrendo também as duras conseqüências do Período Especial e da hostilidade de um dos piores assassinos que tem governado os Estados Unidos, George W. Bush, o filho do pai que tinha promovido a guerra suja na Nicarágua, a liberdade do terrorista Posada Carriles para distribuir armas entre os contra-revolucionários da Nicarágua e indultou Orlando Bosch, o outro autor do Crime de Barbados.</p>
<p>Contudo, uma nova etapa se iniciava em nossa América com a Revolução Bolivariana na Venezuela e o ascenso ao poder no Equador, na Bolívia, no Brasil, no Uruguai, na Argentina e no Paraguai, de governos comprometidos com a independência e a integração dos povos latino-americanos.</p>
<p>Com satisfação posso afirmar também que a solidariedade de Cuba com a pátria de Sandino jamais cessou no campo da solidariedade política e social. Devo assinalar com toda justiça que a Nicarágua foi dos países que melhor utilizou a colaboração de Cuba na saúde e na educação.</p>
<p>Os milhares de médicos que têm prestado seus serviços nesse heróico país irmão, sentem-se realmente estimulados pelo excelente uso e o emprego que os sandinistas têm dado a seus esforços. Mesma coisa pode se afirmar relativamente aos milhares de professores que um dia, na primeira fase do processo, enviaram às montanhas mais afastadas para ensinar a ler e escrever aos camponeses. Hoje as experiências educativas em geral, e de modo especial as práticas do ensino médico derivadas da Escola Latino-americana de Medicina, onde são formados milhares de excelentes médicos, têm sido deslocadas para a Nicarágua. Tais realidades constituem um excelente estímulo para nosso povo.</p>
<p>Esses detalhes que menciono não constituem mais do que um exemplo do fecundo esforço dos revolucionários sandinistas em prol do desenvolvimento de sua Pátria.</p>
<p>O fundamental do papel de Daniel e da razão, a meu ver, de sua esmagadora vitória, é que nunca se afastou dos contatos com o povo e a incessante luta por seu bem-estar.</p>
<p>Hoje é um líder verdadeiramente experimentado que foi capaz de manejar situações complexas e difíceis a partir dos anos em que seu país esteve de novo sob a égide do capitalismo rapaz. Sabe conduzir problemas complicados de forma inteligente, o que pode e o que não pode, o que deve ou não deve fazer para garantir a paz e o avanço sustentável do desenvolvimento econômico e social do país. Sabe muito bem que a seu povo heróico e valente deve a irrefutável vitória, por sua ampla participação e quase dois terços dos votos a seu favor. Foi capaz de se vincular estreitamente com os operários, com os camponeses, os estudantes, os jovens, as mulheres, os técnicos, os profissionais, os artistas e todos os setores e forças progressistas que sustentam e fazem avançar o país. É, segundo minha opinião, muito correto o apelo a todas as forças políticas democráticas dispostas a trabalhar pela independência e o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>No mundo atual os problemas são sumamente complexos e difíceis. Porém, enquanto o mundo exista os países pequenos podemos e devemos exercer nossos direitos à independência, à cooperação, ao desenvolvimento e à paz.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/11/firma-de-fidel-9-de-noviembre-de-2011-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></p>
<p><strong>Fidel Castro Ruz</strong></p>
<p><strong>9 de novembro de 2011</strong></p>
<p><strong> 20h12.</strong></p>
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