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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Não Alinhados</title>
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		<title>Cuba reafirma seu compromisso com o Movimento dos Países Não-Alinhados</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 17:03:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[O chanceler cubano Bruno Rodríguez endossou, em 7 de janeiro, o compromisso de seu país com o multilateralismo e o Movimento dos Países Não-Alinhados (Noal). O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, endossou esta quinta-feira, 7 de janeiro, o compromisso da Ilha maior das Antilhas com o multilateralismo e com o Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal). Em mensagem postada no Twitter, o chanceler cubano reconheceu a rejeição daquele órgão às medidas coercitivas dos Estados Unidos, destinadas a dificultar o confronto com a Covid-19 na Ilha, e destacou a promoção da solidariedade e da cooperação internacional no interior do Mnoal.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6186" alt="cuba no alineados" src="/files/2021/01/cuba-no-alineados.jpg" width="300" height="246" />O chanceler cubano Bruno Rodríguez endossou, em 7 de janeiro, o compromisso de seu país com o multilateralismo e o Movimento dos Países Não-Alinhados (Noal)</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, endossou esta quinta-feira, 7 de janeiro, o compromisso da Ilha maior das Antilhas com o multilateralismo e com o Movimento dos Países Não Alinhados (Mnoal).</p>
<p>Em mensagem postada no Twitter, o chanceler cubano reconheceu a rejeição daquele órgão às medidas coercitivas dos Estados Unidos, destinadas a dificultar o confronto com a Covid-19 na Ilha, e destacou a promoção da solidariedade e da cooperação internacional no interior do Mnoal.</p>
<p>Em outubro passado, Rodríguez Parrilla defendeu, dentro do grupo, o legítimo direito dos países membros ao desenvolvimento, limitado pela imposição de medidas extraterritoriais.</p>
<p>Assim publica no Twitter o chanceler cubano. O Mnoal rejeitou medidas coercitivas unilaterais que impedem o confronto eficaz à # Covid19 e promove a solidariedade e a cooperação internacional.</p>
<p>Em 2020, #Cuba apoiou o Movimento e reafirmou seu compromisso com o desalinhamento e o multilateralismo.</p>
<p>Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) 7 de janeiro de 2021</p>
<p>«As sanções ocorrem quando a situação econômica global é crítica e é agravada pelos efeitos devastadores da Covid-19, cujo maior fardo recai sobre o mundo subdesenvolvido», disse o chanceler cubano na reunião ministerial do bloco, convocada pela Organização das Nações Unidas de forma virtual.</p>
<p>«O MNoal, principal mecanismo de acordo político nos países do Sul, deve assumir um papel decisivo na defesa das reivindicações de nossos povos», destacou nessa reunião.</p>
<p>«Após 65 anos da adoção dos princípios de Bandung, que deram origem ao Mnoal, permanecem plenamente válidos e têm grande relevância em um cenário internacional cada vez mais perigoso», disse o titular das Relações Exteriores.</p>
<p><strong>(Tirado de Granma)</strong></p>
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		<title>Cuba condena ameaças e agressão econômica de EUA contra Venezuela</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 23:32:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuba rechaçou hoje a ameaça militar, hostilidade e agressão econômica dos Estados Unidos contra Venezuela, durante a reunião ministerial do Movimento de Países Não Alinhados (Mnoal), nesta capital.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4952" alt="1Movimiento-de-Pases-No-Al" src="/files/2018/04/1Movimiento-de-Pases-No-Al.jpg" width="300" height="247" />Cuba rechaçou hoje a ameaça militar, hostilidade e agressão econômica dos Estados Unidos contra Venezuela, durante a reunião ministerial do Movimento de Países Não Alinhados (Mnoal), nesta capital.</p>
<p>Consideramos as medidas coercitivas unilaterais, injustas e arbitrárias e a injerencia externa contra o processo bolivariano que ameaçam a paz e o diálogo entre venezuelanos, com propósitos desestabilizadores, denunciou o vice-chanceler cubano Abelardo Moreno.</p>
<p>O chefe da delegação cubana no XVIII encontro ministerial do Mnoal indicou que para essa organização é inaceitável a ameaça de intervenção militar ou de destruição contra qualquer de seus Estados membros.</p>
<p>Moreno denunciou que enquanto Cuba fortalece os laços de colaboração com o resto do mundo, o governo estadunidense recrudesce seu criminoso bloqueio econômico, comercial e financeiro contra seu país, incluída a dimensão extraterritorial, apontou.</p>
<p>Washington impôs novos obstáculos às limitadas possibilidades de seu empresariado para comerciar e investir em Cuba, e restrições adicionais às viagens de seus cidadãos, simultaneamente que emprega uma retórica contra Cuba digna da Guerra Fria, lamentou o diplomata.</p>
<p>O Mnoal continua sendo o principal foro de acordo dos países do Sur e, apesar do complexo palco internacional, mantém seu ativismo nos principais processos em curso nas diferentes sedes multilaterais, destacou o vice-ministro das Relações Exteriores.</p>
<p>A erradicação da fome, a pobreza e a exclusão social continuam como um repto, destacou Moreno, que assiste à reunião ministerial nesta capital, na costa do mar Caspio, que será sede da cúpula do Mnoal no próximo ano.</p>
<p>Não podemos nos permitir viver em um mundo onde 155 milhões de crianças menores de cinco anos sofrem atrasos no crescimento e milhares de milhões de pessoas são empurradas ao desemprego e a pobreza extrema, afirmou.</p>
<p>Enquanto a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável carece de meios de aplicativo por falta de vontade política e egoísmo dos países industrializados, as despesas militares globais superam 1,7 biliões de dólares que incluem a modernização de armas nucleares, destacou.</p>
<p>Assim, rechaçamos a manipulação, politizaçãon e dupla moral no tratamento dos direitos humanos, indicou o vice-chanceler cubano.</p>
<p>A maquinaria das Nações Unidas foi incapaz de promover e proteger a realização de todos os direitos humanos para todos, sobre a base do respeito e apego aos princípios de universalidade, imparcialidade, objetividade e não seletividade, observou Moreno.</p>
<p>Rechaçamos a utilização de conceitos como &#8216;soberania limitada&#8217;, &#8216;intervenção humanitária&#8217;, &#8216;guerra preventiva&#8217; ou &#8216;responsabilidade de proteger&#8217;, pois podem servir a interesse mesquinhos de um país ou grupo de países, declarou o diplomata caribenho.</p>
<p>Isso pode ser empregue para violar a soberania e a integridade territorial, para apoderar dos recursos e mutilar a independência de nossos países, denunciou.</p>
<p><strong>(Prensa Latina) </strong></p>
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