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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Mundo</title>
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		<title>A péssima nutrição ameaça o mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 23:21:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comida]]></category>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<description><![CDATA[NESTE mundo de paradoxos, ao passo que a fome domina de um lado, sua pior antítese progride pelo outro. E de ambos os flagelos nasce uma preocupante conclusão: a humanidade se enfrenta a uma situação nutricional grave.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4886" alt="Alimentos" src="/files/2018/03/Alimentos.jpg" width="300" height="231" />NESTE mundo de paradoxos, ao passo que a fome domina de um lado, sua pior antítese progride pelo outro. E de ambos os flagelos nasce uma preocupante conclusão: a humanidade se enfrenta a uma situação nutricional grave.</p>
<p>«Cerca de dois bilhões de pessoas carecem de micronutrientes chaves, como ferro e vitamina A; 52 milhões de crianças padecem emaciação (perda involuntária que ultrapassa 10% do peso corporal)… Em 88% dos países existe uma carga pesada, que se percebe através de duas ou três formas de desnutrição (atraso do crescimento na infância, anemia nas mulheres na idade reprodutiva ou sobrepeso nas mulheres adultas), e os progressos respeito às metas mundiais de nutrição evoluem devagar», assinalou o relatório sobre a Nutrição Mundial, de 2017.</p>
<p>Se os dados não fossem totalmente claros, basta saber que no mundo uma em cada três pessoas é desnutrida.</p>
<p>A obesidade mata, anualmente, tantas pessoas quanto a fome, pois mais de 2,6 milhões destas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), morrem devido à epidemia; definida como o excesso de gordura corporal, devido a um desequilíbrio energético ocasionado por uma alta ingestão de energia superposta, com baixas despesas.</p>
<p>A representante do Programa Mundial de Alimentos em Cuba, Laura Melo, PMA — agência que comemora seus 55 anos de cooperação com nosso país — disse ao semanário Granma Internacional que, segundo o relatório, Cuba se coloca entre as nações de maior acesso a cobertura e execução para fortalecer a nutrição materna e infantil. «É conhecido, não obstante, que a anemia por carência de ferro, o sobrepeso e a obesidade são preocupações e prioridades na agenda do Estado».</p>
<p>«Este tema tem muito a ver com os hábitos alimentares, por isso a importância da educação nutricional, o tipo de alimentos que consumimos, não se trata só de acesso aos alimentos, mas também de diversificar nosso regime».</p>
<p>O que preferem comer as pessoas? Um simples olhar tira as dúvidas do perigo que representam os alimentos processados, que geraram a epidemia mundial da obesidade. Disso se encontram suficientes indicadores em Cuba, caso levarmos em conta que, segundo os resultados da 3ª Sondagem Nacional de Fatores de Risco, realizada em 2010, ultrapassa-se 40,4 % na população cubana maior de 15 anos que não faz atividade física suficiente, e a obesidade em sua forma, que inclui sobrepeso, representa 43,8 %, com os hábitos não saudáveis de alimentação entre suas condicionantes.</p>
<p>AÇÚCAR NO REGIME: PÉSSIMA COMPANHIA</p>
<p>«O consumo elevado de açúcar é associado a diversas patologias, como o sobrepeso, a obesidade, as alterações hepáticas, as desordens do comportamento, a diabetes, hiperlipemia, doenças cardiovasculares, vários tipos de câncer e cáries dentais, entre outras doenças», alerta, por seu lado, o Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional de Saúde, em seu 10º número, no volume de 24 de outubro de 2017.</p>
<p>«No texto, a OMS alega que a ingestão de açúcar livre, entre eles os conteúdos em produtos como as bebidas adoçadas, constitui atualmente um dos principais fatores que dá pé a um incremento da obesidade e a diabetes no mundo», expressa.</p>
<p>Nesse sentido, vale esclarecer que as fontes principais de açúcar adicionado — aquele que os fabricantes acrescentam nos alimentos ou bebidas, durante seu processo ou preparação — incluem refrigerantes, gasosas, bolos, bolachas, sucos de fruta açucarados, doces à base de lacticínios, chocolates e outros produtos.</p>
<p>«A OMS recomenda para adultos e crianças diminuir o consumo de açúcar livre, para menos de 10% da ingestão calórica total, se bem que para obter maiores benefícios se recomenda idealmente diminuir seu consumo abaixo de 5% da ingestão calórica total, isso proporcionaria benefícios adicionais à saúde», acrescenta a publicação.</p>
<p>Igualmente, sublinha, a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) apela a adotar medidas, como a restrição do comércio de produtos alimentares e bebidas processadas para as crianças, o incremento dos custos destes alimentos mediante impostos, o aumento da produção e acesso a alimentos frescos saudáveis, bem como a formulação de novas diretrizes para os programas alimentares escolares e pré-escolares.</p>
<p>«Nos hábitos e atitudes dietéticas do cubano se conta o consumo em excesso de alimentos ricos em açúcar refinado e reiteradamente misturado com gorduras», assinalou o texto.</p>
<p>Segundo estudos realizados em nosso país, entre os fatores de risco mais importantes para o aparecimento da diabetes se encontra o sedentarismo e a obesidade, referido anteriormente por especialistas em nossa página `Tudo Saúde´. A 3ª Sondagem Nacional de Fatores de Risco de 2010, determinou que se atingia 61% no país quanto à prevalência de diabéticos conhecidos; no entanto, segundo dados de 2015 padece diabetes 5,7 % da população, mostrando que ainda existe um subregistro da doença e um grupo de pessoas que não sabe que são diabéticas.</p>
<p>Igualmente, as estatísticas sanitárias oficiais mostram que mais 25% da população maior de 14 anos é hipertensa conhecida, e se estima que depois dos 50 anos, cerca de 50% pode padecer isso.</p>
<p>O fator comum de todas estas doenças: o regime. Ocupar-se de prevenir a partir das idades mais precoces, incentivar os estilos de vida sadios e a prática do exercício físico, bem como políticas públicas que tornem visíveis estes elementos, é o modo mais efetivo de enfrentar esta epidemia crescente.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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		<title>Contribuição da China à economia mundial</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 15:23:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[A China é uma economia poderosa, de 1,3 bilhão de habitantes. Sua habilidade para crescer e aumentar sua influência global, no contexto da crise financeira internacional, tem feito com que boa parte do mundo olhe o gigante asiático como um farol no meio da tempestade. A contração da economia mundial contrasta com os sucessos conseguidos por China, depois que iniciou o processo da Reforma e Abertura, há mais de 30 anos. Desde 1978 até hoje, Pequim se propôs como tarefa crescer economicamente, para benefício de sua população, mas também aceitou o desafio de se tornar uma referência global.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4297" alt="China laboratorio" src="/files/2016/09/China-laboratorio.jpg" width="300" height="197" />A China é uma economia poderosa, de 1,3 bilhão de habitantes. Sua habilidade para crescer e aumentar sua influência global, no contexto da crise financeira internacional, tem feito com que boa parte do mundo olhe o gigante asiático como um farol no meio da tempestade.</p>
<p>A contração da economia mundial contrasta com os sucessos conseguidos por China, depois que iniciou o processo da Reforma e Abertura, há mais de 30 anos. Desde 1978 até hoje, Pequim se propôs como tarefa crescer economicamente, para benefício de sua população, mas também aceitou o desafio de se tornar uma referência global.</p>
<p>Durantes os últimos anos, sua economia equivale a 30% do Produto Interno Bruto Global e é um dos primeiros cinco países que mais investe em outros mercados, o que converte a China um dos motores das enfraquecidas finanças globais.</p>
<p>A lista de sucessos dos chineses, somado ao seu empenho na estabilidade, acima de qualquer meta, têm sido essenciais para que a comunidade internacional deposite suas esperanças neles. Entre 1980 e 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês multiplicou-se por 16 e em 2010 superou o do Japão e se tornou o segundo maior do mundo, ultrapassado só pelo dos Estados Unidos.<br />
Antes, em 2009, já tinha superado a Alemanha, para se tornar o primeiro exportador em nível mundial.</p>
<p>A China, como potência, tem dito que não pretende fugir de sua responsabilidade com o resto das nações e, por isso, sugeriu a construção de uma economia mundial inovadora, para gerar novas diretrizes de crescimento, aberta para ampliar o alcance do desenvolvimento, interligada para forjar uma coesão interativa e inclusiva, no sentido de fortalecer a base dos resultados ganhar-ganhar.</p>
<p>MANTER O PROGRESSO PARA ASSEGURAR A LIDERANÇA<br />
No âmbito de uma economia global, cheia de riscos e desafios, Pequim está ciente do seu papel atual. Há vários anos vem planejando uma série de estratégias encaminhadas a assegurar seu crescimento constante, sob os preceitos do aprofundamento da Reforma e Abertura.</p>
<p>A história tem demonstrado que a capacidade constante do crescimento econômico não só é uma necessidade do povo chinês, mas também é uma fonte de benefícios para o resto do mundo.<br />
Depois de 38 anos de reformas, o país se encontra em um ponto de partida, no qual tenta aprofundar, aperfeiçoar e gerar fontes de receitas mais fortes para sua ascensão.</p>
<p>As autoridades da segunda maior economia do mundo têm reconhecido que transitam por uma etapa de “nova normalidade” e que se fortalecem, com vista ao futuro.</p>
<p>Durante vários anos consecutivos, a taxa de crescimento da economia chinesa desacelerou gradualmente até se estabilizar, desde 2010 até hoje, em torno de sete pontos porcentuais. De acordo com o Banco Mundial, esse índice continua sendo uma quimera para muitos países, inclusive para alguns dos mais desenvolvidos.</p>
<p>Nesse contexto, a liderança da nação asiática assegurou que adotará as medidas necessárias para garantir a estabilidade e fazer uma contribuição maior ainda ao mundo.</p>
<p>Tanto o presidente Xi Jinping, quanto o primeiro-ministro Li Keqiang têm dito que seu Estado trabalha para aprofundar uma reforma integral que abra melhores perspectivas de desenvolvimento e que lhe permita tornar-se um impulsor do desenvolvimento.</p>
<p>Suas perspectivas para conseguir uma visão melhorada da economia chinesa compreendem elevar a qualidade e a eficiência, o emprego e as receitas, a proteção do meio ambiente e a poupança dos recursos.</p>
<p>Realizar a modernização de um país que tem a maior população do mundo é um fato sem precedentes na história da humanidade. Mas a maioria dos especialistas confia na tenacidade dos chineses, capazes de tirar da pobreza a mais de 600 milhões de pessoas.</p>
<p>No planejamento para progredir a um nível superior, a inovação se coloca como o principal impulso para a próxima revolução tecnológica e industrial.<br />
A China aposta nas novas ciências, como fonte inesgotável de crescimento econômico sustentável.</p>
<p>Colocar o peso da progressão no uso das tecnologias e nos modelos mais recentes de produção e comércio são conceitos recolhidos no último plano quinquenal, aprovado pelas autoridades asiáticas.<br />
De acordo com o já exposto, apostar na inovação implica, também, dar impulso a vias alternativas para crescer e transitar para fontes de riquezas mais atualizadas.</p>
<p>Para a China a promoção de estratégias para conseguir a excelência, baseadas na inovação, estimular políticas a favor do meio ambiente, compartilhar de maneira justa e ampliar a abertura, são opções necessárias para garantir seu auge, enquanto para o resto dos Estados se trata de uma lufada de ar, visando a superar as dificuldades e criar mais oportunidades.</p>
<p>As propostas de Pequim não só estabelecem bases renovadas para dar impulso à progressão em escala mundial, também contribuem para o bem-estar de todos os seres humanos e a paz.</p>
<p>ALIANÇAS QUE CONTRIBUAM PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL</p>
<p>A China transforma os métodos para persistir em seu renascer econômico, enquanto se comunica e se abre ao exterior, de maneira mais profunda.</p>
<p>Quando há apenas dez anos, a influência de Pequim só compreendia aqueles países próximos das suas fronteiras, muito poucos conseguiam antever seu papel como garantia da estabilidade econômica internacional.</p>
<p>Hoje, não só é evidente seu crescente poder como país, mais bem sua capacidade de criar uma extensa rede de laços com o resto do mundo.</p>
<p>Atingir um florescimento equilibrado da maior quantidade possível de nações é um dos objetivos que a China se propõe como potência. A iniciativa de «Uma faixa e Uma Rota» constitui uma tentativa importante a esse respeito. Mediante vias terrestres e marítimas, esta imensa rota de comércio ligará o país com a Europa, o resto da Ásia e a África, com o propósito de integrar as economias de diferentes países.</p>
<p>Este novo modelo de cooperação multilateral e bilateral, no qual intervém o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (BAII) como fornecedor do capital, procura promover a cooperação internacional e contribuir para elevar a qualidade da vida nos mais de 70 países que até o momento participam do mecanismo.</p>
<p>A diversificação de sua pasta de investimentos no exterior é outra das vias com a qual a China conseguiu influir além de suas fronteiras.</p>
<p>O relatório de Tendências Globais de 2030, elaborado pelo Conselho Nacional de Inteligência dos Estados Unidos, assinala que a nação asiática já superou os Estados Unidos quanto ao valor de importação e exportação de mercadorias, tornando-se o país com maior comércio do mundo e, provavelmente, também desbancará a potência norte-americana antes de 2030, para se tornar a maior economia da terra.</p>
<p>Os números do investimento direto chinês no estrangeiro e do investimento estrangeiro no gigante asiático são indicadores que também avaliam seu potencial como gerador de oportunidades para o resto do mundo.</p>
<p>Segundo estatísticas oficiais, em 2015 os investimentos chineses superaram os US$120 bilhões, para se colocar atrás dos Estados Unidos.</p>
<p>O desenvolvimento além de suas fronteiras também teve como bom destino a América Latina, continente com o qual tem desenvolvido uma importante parceria estratégica.</p>
<p>Estatísticas oficiais confirmam que, nos últimos anos, o comércio bilateral cresceu até US$200 bilhões e o gigante asiático é o primeiro mercado de destino das exportações do Brasil e o Chile, e o segundo do Peru, Cuba e a Costa Rica.</p>
<p>A China também esta pronta para impulsionar a cooperação com a Associação das Nações do Sueste Asiático (Asean). Para estes dez estados que funcionam como um bloco, a relação com o gigante asiático é vital para que a região seja estável e dinâmica economicamente.</p>
<p>Seu objetivo é fomentar a exportação das capacidades industriais avançadas, acessíveis e amigáveis com o ambiente para aqueles países que precisarem delas, afirmou à agência Xinhua o vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Ning Jizhe.</p>
<p>Para a Asean, uma comunidade com mais de 600 milhões de habitantes, integrada por Vietnã, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmã, Singapura e Tailândia e que pretende defrontar os desafios atuais de maneira coordenada, despregar maior colaboração com seu maior parceiro comercial, mediante o investimento direto, subcontratação de projetos, cooperação tecnológica ou comércio de equipe, resulta de uma importância estratégica.</p>
<p>Se bem, até o momento, mais de 300 empresas financiadas pela China se estabeleceram em 26 zonas de cooperação econômica, em oito países da Asean, com um investimento total de US$1,7 bilhão, os laços econômicos ainda têm uma ampla margem de melhoria, devido às enormes complementaridades que possuem.</p>
<p>Sua integração no grupo dos BRICS, como forcas principais das economias de mercado emergente e os países em vias de desenvolvimentos, também demonstra seu compromisso de estabelecer sociedades onde os ganhos sejam compartilhados.</p>
<p>Este grupo composto pelo Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul possui um enorme po¬tencial de crescimento, aspira a que os chamados emergentes tenham papéis mais importantes nos assuntos internacionais e na governabilidade global, o que contribuirá para a construção de una economia mundial mais equilibrada.</p>
<p>Neste momento, a China já atingiu um ritmo de crescimento e um grau de integração no mundo, suficiente para ter um impacto substancial em nível internacional. Porém, isso só será possível, segundo os peritos, se os governos programam uma associação global para a cooperação de benefício mútuo, uma comunidade de destino e interesses compartilhados e a criação de um novo governo econômico mundial, sem discriminação e baseado na cooperação.</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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