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	<title>Cubadebate (Português) &#187; Ministério das Relações Exteriores</title>
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		<title>Declaração do Ministério das Relações Exteriores de Cuba</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 22:26:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meios internacionais de imprensa difundiram, nas últimas semanas, a intenção do secretário-geral da OEA, Luis Almagro Lemes, de viajar a Havana, a fim de receber um “prêmio” inventado por um grupelho ilegal anticubano, que opera em contubérnio com a Fundação para a Democracia Pan-americana, da extrema direita, criada nos dias da 7ª Cúpula das Américas do Panamá, para canalizar esforços e recursos contra governos legítimos e independentes em “Nossa América”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4552" alt="cubaminrex" src="/files/2017/02/cubaminrex.jpg" width="300" height="180" />Meios internacionais de imprensa difundiram, nas últimas semanas, a intenção do secretário-geral da OEA, Luis Almagro Lemes, de viajar a Havana, a fim de receber um “prêmio” inventado por um grupelho ilegal anticubano, que opera em contubérnio com a Fundação para a Democracia Pan-americana, da extrema direita, criada nos dias da 7ª Cúpula das Américas do Panamá, para canalizar esforços e recursos contra governos legítimos e independentes em “Nossa América”.</p>
<p>O plano, elaborado após várias viagens entre Washington e outras capitais da região, consistia em montar em Havana uma aberta e grave provocação contra o governo cubano, gerar instabilidade interna, afetar a imagem internacional do país e, ao mesmo tempo, afetar o bom andamento das relações diplomáticas de Cuba com outros Estados. Talvez alguns calcularam mal e pensaram que Cuba sacrificaria as essências a as aparências.</p>
<p>No espetáculo acabariam sendo envolvidos o próprio Almagro e alguns outros personagens direitistas que integram a chamada Iniciativa Democrática para Espanha e as Américas (IDEA), a qual também agiu de forma agressiva, nos últimos anos, contra a República Bolivariana da Venezuela e outros países com governos progressistas e da esquerda na América Latina e o Caribe.</p>
<p>A tentativa contou com a conivência e apoio de outras organizações com vultosas credenciais anticubanas, como o Centro Democracia e Comunidade e o Centro de Estudos e Gestão para o Desenvolvimento da América Latina (CADAL); e o Instituto Interamericano para a Democracia, do terrorista e agente da CIA Carlos Alberto Montaner. Ainda, desde o ano 2015, veio a público o vínculo que existe entre estes grupos e a Fundação Nacional para a Democracia dos Estados Unidos (NED, por sua sigla em inglês), que recebe verbas do governo desse país, para implementar seus programas subversivos contra Cuba.</p>
<p>Ao conhecer destes planos e fazendo valer as leis que sustentam a soberania da nação, o governo cubano resolveu negar o ingresso ao território nacional a cidadãos estrangeiros ligados aos fatos descritos.</p>
<p>Em um irreprochável ato de transparência e de apego aos princípios que regem as relações diplomáticas entre os Estados, as autoridades cubanas contataram os governos dos países de onde deviam viajar essas pessoas e informaram, tentaram dissuadir e de prevenir a consumação desses atos.</p>
<p>Tal como estabelecem as regulamentações da aviação civil internacional, as linhas aéreas cancelaram as reservas dos passageiros ao conhecer que estes não seriam bem-vindos. Alguns poucos foram reembarcados. Houve quem procurou manipular os fatos, em função de estreitos interesses políticos dentro de seu próprio país, aproveitando os processos internos que neles têm lugar.</p>
<p>Não faltaram pronunciamentos de defensores de falsos perseguidos, parceiros de passadas ditaduras e políticos desempregados, dispostos a se aliarem com vulgares mercenários, ao serviço e pagos por interesses estrangeiros, que não gozam de reconhecimento algum dentro de Cuba, vivem amparados em calúnias insustentáveis, adotam a posse de vítimas e agem contra os interesses do povo cubano e do sistema político, econômico e social que este escolheu livremente e que tem defendido de forma heróica.</p>
<p>Quanto a Almagro e à OEA, não nos surpreendem suas declarações e atos abertamente anticubanos. Em muito curto tempo à frente dessa organização, tem se destacado por gerar, sem mandato algum dos estados membros, uma ambiciosa agenda de autopromoção, com ataques contra governos progressistas como a Venezuela, Bolívia e o Equador.</p>
<p>Nesse período acirraram-se as arremetidas imperialistas e oligárquicas contra a integração latino-americana e caribenha e contra a ordem institucional democrática em vários de nossos países. Em uma ofensiva neoliberal milhões de latino-americanos têm retornado à pobreza, centenas de milhares já perderam seus empregos, foram forçados a emigrar ou foram assassinados ou desaparecidos por máfias e traficantes enquanto se expandem no hemisfério ideias protecionistas e de isolamento, a deterioração ambiental, as deportações, a discriminação religiosa e racial, a falta de segurança e a repressão brutal.</p>
<p>Onde esteve a OEA, que sempre guardou cúmplice silêncio frente a estas realidades? Por que ficou calada? É preciso ser um tresnoitado para tentar vender aos cubanos “os valores e princípios do sistema interamericano” frente à dura e antidemocrática realidade gerada por esse mesmo sistema. É preciso ter escassa memória para não lembrar que, em fevereiro de 1962, Cuba se ergueu solitária frente a esse “conclave imoral”, como o denominou Fidel na Segunda Declaração de Havana. Cinquenta e cinco anos depois e acompanhados dos povos e governos do mundo todo, é mister reiterar, como assegurou o presidente Raúl Castro, que Cuba nunca regressará à OEA.</p>
<p>José Martí alertou que &#8220;nem povos nem homens respeitam quem não se faz respeitar (…) homens e povos vão por este mundo espetando o dedo na carne alheia para ver se é mole ou se resiste, e é preciso ficar de carne dura, de forma tal que bote para fora esses dedos atrevidos”.</p>
<p>Em Cuba não esquecemos as lições da história.</p>
<p>Havana, 22 de fevereiro de 2017</p>
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		<title>Conversações migratórias entre Cuba e os Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 18:37:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EM 30 de novembro de 2015, foi realizada uma nova rodada de conversações migratórias entre delegações de Cuba e os Estados Unidos, presididas, respectivamente, pela diretora-geral para os Estados Unidos do Ministério das Relações Exteriores, Josefina Vidal Ferreiro e pelo subsecretário adjunto para os Assuntos do Hemisfério Ocidental, do Departamento de Estado, Edward Alex Lee.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4050" alt="cuba-eeuu" src="/files/2015/12/cuba-eeuu-300x180.jpg" width="300" height="180" />EM 30 de novembro de 2015, foi realizada uma nova rodada de conversações migratórias entre delegações de Cuba e os Estados Unidos, presididas, respectivamente, pela diretora-geral para os Estados Unidos do Ministério das Relações Exteriores, Josefina Vidal Ferreiro e pelo subsecretário adjunto para os Assuntos do Hemisfério Ocidental, do Departamento de Estado, Edward Alex Lee.</p>
<p>Durante o encontro, ambas as partes examinaram o andamento dos Acordos Migratórios entre os dois países e trocaram idéias sobre o enfrentamento à emigração ilegal. A delegação cubana reiterou sua profunda preocupação pela persistência de uma abordagem politizada do tema migratório com respeito a Cuba, por parte do governo dos Estados Unidos, pela vigência da política da Lei de Ajuste Cubano e, particularmente, pela aplicação da chamada política de “pés secos-pés molhados”, a qual confere aos cubanos um tratamento diferenciado e único no mundo, ao admiti-los de forma imediata e automática, sem importar as vias e meios que utilizam, inclusive se chegam de maneira irregular ao seu território.</p>
<p>Os representantes de Cuba insistiram em que esta política estimula a emigração ilegal, insegura e desordenada, bem como o tráfico de emigrantes e as entradas irregulares aos Estados Unidos a partir de terceiros países, de cidadãos cubanos que saem legalmente de Cuba e entram da mesma forma ao primeiro país de destino, a partir do qual continuam, de maneira irregular, para o território estadunidense, convertendo-se em vítimas das redes de traficantes de pessoas e do crime organizado, tal como se tornou evidente, mais recentemente, na altura da situação criada na Costa Rica e em outros países da região.</p>
<p>A parte cubana insistiu em que esta política viola a letra e o espírito dos Acordos Migratórios em vigor, mediante os quais o governo dos Estados Unidos se comprometeu a descontinuar a prática de admitir emigrantes cubanos que chegassem ao seu território por vias irregulares, de forma a garantir uma emigração legal segura e ordenada entre os dois países.</p>
<p>De sua parte, a delegação estadunidense transmitiu que seu governo não tem a intenção de fazer mudanças na política migratória que se aplica aos cidadãos cubanos.</p>
<p>A delegação cubana reafirmou seu rechaço ao “Programa de Parole para Profissionais Médicos Cubanos”, estabelecido pelo governo de George W. Bush, em 2006, para alentar médicos e outro pessoal cubano da saúde a abandonar suas missões em terceiros países e emigrar para os Estados Unidos. Recalcou que esta é uma prática censurável, encaminhada a afetar os programas de cooperação cubanos e a privar de recursos humanos vitais a Cuba e a muitos países que os necessitam.</p>
<p>A representação cubana recalcou que tanto a política de “pés secos-pés molhados” como o “Programa de Parole para Profissionais Médicos Cubanos” são incoerentes com o contexto bilateral atual, entorpecem a normalização das relações migratórias entre Cuba e os Estados Unidos e geram problemas a outros países da região.</p>
<p>Na rodada, que se desenvolveu em um ambiente respeitoso e profissional, foram avaliados outros aspectos das relações migratórias, incluindo o cumprimento dos acordos vigentes, a emissão de vistos para emigrantes e visitas temporárias, as ações de ambas as partes para enfrentar a emigração ilegal, o contrabando de pessoas, bem como a fraude de documentos. As duas delegações coincidiram nos resultados positivos que teve o encontro técnico bilateral sobre fraude migratória, celebrado em março de 2015 em Havana, combinando realizar um novo encontro deste tipo, no próximo ano, em Washington.</p>
<p>A delegação de Cuba expressou satisfação pela realização, em abril, de uma videoconferência sobre um novo procedimento de comunicações entre as Tropas Guarda-fronteiras de Cuba e o Serviço da Guarda Costeira dos EUA (SGC) e confirmou a celebração de um novo encontro técnico entre os dois serviços, em Havana, em dezembro de 2015.</p>
<p>A delegação de Cuba transmitiu sua disposição a manter estas conversações e convidou uma delegação dos Estados Unidos a viajar a Havana, durante o primeiro semestre de 2016, para ter um novo encontro.</p>
<p><strong>Comunicado de imprensa da delegação cubana à rodada de conversações migratórias entre Cuba e os Estados Unidos. Washington, 30 de novembro de 2015</strong></p>
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		<title>Encontro Hemisférico Derrota da ALCA começa em 20 de novembro</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2015 20:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mais de uma década da derrota da ALCA, Havana será a sede, entre os dias 20 e 22 de novembro, do Encontro Hemisférico Derrota da ALCA, dez anos depois, com o objetivo de reformular estratégias de atuação que permitam a integração dos povos e a mobilização ante a contraofensiva do imperialismo. O Centro de Convenções de Cojímar, em Havana, será sede do evento, até 22 do presente mês, para o qual o Capítulo Cubano da Articulação de Movimentos Sociais para a ALBA convocou líderes de organizações populares, sindicais, eclesiais e ecumênicas, indígenas e camponesas, redes regionais e internacionais, bem como intelectuais e acadêmicos, informou a Agência Cubana de Notícias.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4057" alt="Encuentro hemisferico" src="/files/2015/12/Encuentro-hemisferico.jpg" width="300" height="225" />A mais de uma década da derrota da ALCA, Havana será a sede, entre os dias 20 e 22 de novembro, do Encontro Hemisférico Derrota da ALCA, dez anos depois, com o objetivo de reformular estratégias de atuação que permitam a integração dos povos e a mobilização ante a contraofensiva do imperialismo.</p>
<p>O Centro de Convenções de Cojímar, em Havana, será sede do evento, até 22 do presente mês, para o qual o Capítulo Cubano da Articulação de Movimentos Sociais para a ALBA convocou líderes de organizações populares, sindicais, eclesiais e ecumênicas, indígenas e camponesas, redes regionais e internacionais, bem como intelectuais e acadêmicos, informou a Agência Cubana de Notícias.</p>
<p>Em uma entrevista coletiva, há alguns dias, a presidenta da Organização de Solidariedade com os Povos da Ásia, África e a América Latina (Ospaaal), Lourdes Cervantes, mencionou como outros objetivos do encontro celebrar a vitória contra a Área de Livre Comércio das Américas (Alca); e “avaliar o que se fez nestes dez anos em defesa da soberania de nossos povos”.</p>
<p>A propósito, entre os painéis do Encontro Hemisférico Derrota da ALCA, serão examinados os impactos gerais do livre comércio e o papel das transnacionais, a atualização das estratégias de dominação imperial e a rearticulação da direita e os processos de mudança e de integração regional com seus novos cenários.</p>
<p>Igualmente, pretende-se gerar um espaço de solidariedade internacionalista entre as organizações do continente.</p>
<p>O evento constituirá a contribuição de Cuba à Jornada Continental de Luta Antiimperialista, que começou em 5 de novembro e conclui no dia 22 com o encontro hemisférico em Havana.</p>
<p>Os organizadores confirmaram a presença de cerca de 200 participantes, dos quais 120 representarão diversos organismos internacionais e movimentos sociais que gozam de grande influência internacionalmente.</p>
<p>O programa do evento permitirá analisar o desenvolvimento regional dez anos depois da derrota da ALCA, os processos de integração e o comércio regional atual, onde destacam temas como o recente Tratado Transpacífico e o estado das relações entre Cuba e os Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Granma)</strong></p>
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