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	<title>Cubadebate (Português) &#187; mídia</title>
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		<title>O Big Data e a ciência da manipulação das massas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 17:48:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A princípios do século passado, Edward L. Bernays, publicitário, jornalista e inventor da teoria das relações públicas, considerado o pai da propaganda moderna e da engenharia do consenso nos EUA, afirmava em um dos seus escritos: «A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um elemento de importância na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade, constituem o governo invisível que detém o verdadeiro poder que rege o destino de nosso país».]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6048" alt="Cartel mediaticos" src="/files/2020/09/Cartel-mediaticos.jpg" width="300" height="249" />A princípios do século passado, Edward L. Bernays, publicitário, jornalista e inventor da teoria das relações públicas, considerado o pai da propaganda moderna e da engenharia do consenso nos EUA, afirmava em um dos seus escritos: «A manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um elemento de importância na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade, constituem o governo invisível que detém o verdadeiro poder que rege o destino de nosso país».</p>
<p>Nascido na Áustria e sobrinho de Sigmund Freud, aplicou muitas das teorias e descobertas do tio na «ciência da manipulação das massas». Convertida em uma arte pelos integrantes do «governo invisível», é uma das ferramentas mais importantes na construção simbólica do capitalismo estadunidense.</p>
<p>Hoje, com o avanço das tecnologias das comunicações, a informação e a Internet, este saber atingiu patamares difíceis de calcular.</p>
<p>Os analistas podem construir modelos capazes de prever atributos ocultos, entre eles, preferências políticas, orientação sexual, quanto confia você nas pessoas com as que se relaciona, quão sólidas são essas relações, tudo graças à informação que os próprios usuários sobem às redes.</p>
<p>Nossos correios eletrônicos, tuits, apresentações on line, post no Facebook&#8230;, alimentam o volume de dados que se gera cada dia na Internet.</p>
<p>Existem mais telefones celulares no mundo do que seres humanos. À medida que continue crescendo o uso destes dispositivos, o fluxo da informação crescerá de maneira exponencial.</p>
<p>Registram-se, armazenam-se e se processam dados do comportamento humano. As aplicações que utilizamos deixam pegadas, milhares de pegadas, que são utilizadas pelas empresas do Big Data.</p>
<p>O Big Data oferece dados sociodemográficos que podem ser usados para uma campanha eleitoral ou política, e para o trabalho subversivo contra determinado adversário. Isto permite organizar as forças para mobilizar o voto e, sobretudo, convencer os indecisos.</p>
<p>Por exemplo, durante a campanha de Mauricio Macri, à presidência de Argentina, sua equipe de campanha entrecruzou dados socioeconômicos em grande escala, e com esta informação aplicaram a teoria de microsegmentação do voto, para enviar mensagens que refletissem, de forma particular e específica, as preocupações de cada bairro, de cada família, de cada pessoa.</p>
<p>Barack Obama, François Hollande, Donald Trump, Jair Bolsonaro&#8230;, utilizaram o Big Data. Os golpistas na Bolívia, os estrategistas da subversão política contra Venezuela e Cuba, utilizam o Big Data para suas campanhas desestabilizadoras.</p>
<p>Conhecemos o escândalo da Cambridge Analytica, a empresa que trabalhou na campanha Leave, do Brexit, na campanha de Donald Trump e de vários governantes europeus.</p>
<p>Cambridge Analytica foi denunciada por seu roubo de dados dos usuários de Facebook, mas não é a única que emprega estas práticas. Por exemplo, há empresas que manipulam informação de mais de 500 milhões de cidadãos do mundo e se dedicam a vender dados agregados.</p>
<p>Contra a Ilha atua a Força de Tarefa na Internet para Cuba, também conhecida como Grupo Operativo da Internet para a subversão em Cuba, programa criado pelo Governo dos Estados Unidos para subverter a ordem interna, seguindo as diretrizes expostas pelo presidente Donald Trump, em seu memorando presidencial de 16 de junho de 2017.</p>
<p>Bolsas e viagens para jovens jornalistas com sedutores propósitos, estratégias avançadas de manejo de redes sociais e pagamento generoso a cibermercenários, e acosso incessante àqueles que defendem a Revolução, fizeram parte da tática financiada a partir de Washington e de terceiros países.</p>
<p>Cada Plano de Ação Encoberta elaborado pelos governos de turno nos EUA contra a Ilha insubmissa durante 60 anos, traz acarretada uma bem paga atividade midiática, que agora inclui entre suas ferramentas o Big Data.</p>
<p><strong>(Fonte: Granma)</strong></p>
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		<title>O grande circo das «mudanças» e das «pressas»</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 23:34:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubadebate</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hábitos, costumes e tradições (tão aparentemente intocáveis em tempos de «normalidade») foram «desarticulados» pela força descomunal da crise sanitária, até hoje, a maior da história, provocada pelo capitalismo. Casamentos, aniversários, batismos, funerais... ritos, procissões ou herdades e muita coisa mais, foram suspensas, modificadas ou foram adiadas sob os desígnios da Covid-19 e toda a parafernália desatada pela irracionalidade do capitalismo e de sua mídia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-6019" alt="cartel covid medios" src="/files/2020/09/cartel-covid-medios2.jpg" width="300" height="252" />Hábitos, costumes e tradições (tão aparentemente intocáveis em tempos de «normalidade») foram «desarticulados» pela força descomunal da crise sanitária, até hoje, a maior da história, provocada pelo capitalismo. Casamentos, aniversários, batismos, funerais&#8230; ritos, procissões ou herdades e muita coisa mais, foram suspensas, modificadas ou foram adiadas sob os desígnios da Covid-19 e toda a parafernália desatada pela irracionalidade do capitalismo e de sua mídia.</p>
<p>Aqueles que, abraçados aos seus dogmas, juraram jamais faltar aos ritos de sua eleição, ficaram sem sua missa e sem a homilia. Todas as rotinas foram alteradas. «Mudou», provisoriamente, a catarata de estereótipos matutinos executados (às vezes, com orgulho) por pais e filhos ao começar o dia e partirem para cumprir seu horário de trabalho ou escolar. «Mudou», aparentemente, o rito da higiene e do vestir, o penteado, o perfume e a saudação. «Mudou», momentaneamente, o «ritmo» da rua, do transporte e a sobrevivência entre enxames de automóveis, trens e motocicletas. «Mudou» o smog e a poluição sonora. Assim seja por uma temporada. Mudou tudo para que nada mude?</p>
<p>Lá onde houve quarentena, obrigatória ou voluntária, houve «mudanças» para gostos e desgostos. Toda a estrutura cultural burguesa sofreu um abalo enorme. A rotina monstruosa, fabricada para padronizar a exploração da mão de obra, com suas matilhas de enganos e suas lavagens de cérebro cotidianas, sofreu rachaduras sensíveis. Ficou à vista o monstro descarnado do capitalismo e seus muito poucos donos usurários. Tal como no «Mágico de Oz». Isso explica a «infodemia» desatada para remendar as fissuras do sistema e evitar-lhe visibilidade ao sujeito social transformador. Que não veja o desastre (do qual é cúmplice involuntário) contra ele mesmo. Que não se perceba o despojo e que continue parecendo progresso. Por isso para eles é urgente «voltar à normalidade».</p>
<p>Tudo aquilo enunciado como invencível, tremeu abalado pelo «vírus» (de origem acidental ou experimental, algum dia saberemos?). Tudo aquilo que nos venderam como inamovível se curvou diante da soma dos contágios e os óbitos. O sólido se dissolve. As «grandes verdades» do establishment resultaram ser tolices faladas por tecnocratas que, onde juravam que havia «carência de recursos», apareceram magicamente com montes de assistencialismo. Estado subsidiário de emergência, antes que escape de suas mãos o «controle» social e se esvaia o «estado de direito» burguês. Somente o medo ao contágio conteve as massas. Tudo o demais ficou a nu. Novamente. E se desatou um vendaval «renovado» de falsidades.</p>
<p>Se, tal como se diz, «a verdade nos fará livres»… entende-se por que é perseguida, desfigurada e prostituída tão febrilmente nas masmorras ideológicas das oligarquias. As táticas e estratégias das falsidades midiáticas foram aperfeiçoadas e se produzem em série, a partir dos laboratórios de guerra psicológica melhor disfarçados. Alguns se chamam «noticiários». E nos mentem, de manhã e de tarde e à noite, sob o amparo, inclusive, de empresas e governos em países «democráticos». É preciso pôr ponto final a isso.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que goza com as consequências e não explica as causas.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que superpõe a sua opinião ao devir dos fatos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que faz aliança com as agendas dos poderosos, contra os fracos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que engorda calúnias para atrair dinheiro e/ou simpatias.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo empenhado em louvar interesses de cúpula e ignorar os depoimentos dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que se rende à «obediência devida» perante injustiças editoriais.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que coloca o capital acima dos seres humanos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que perde solidariedade com as lutas emancipadoras dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que não denuncia os interesses do saqueio dos recursos naturais dos povos.</p>
<p>Falta à verdade o jornalismo que se torna indiferente perante a exploração dos trabalhadores em todo o mundo.</p>
<p>Estamos infectados com intermináveis afirmações imprecisas, com sustento paupérrimo e próximas da calúnia, referidas à situação atual do mundo e da pandemia. A verdade está submetida a um bloqueio econômico demencial, submetida a sanções ideológicas imperiais e gritarias demagógicas em defesa da «liberdade de expressão» burguesa. Nos noticiários de todo o tipo fabricaram infâmias descomunais, que nada invejam aos piores jornais de Miami. Nenhum rigor informativo, enquêtes adquiridas nas fontes da direita e um «tom» de superioridade que parece ter esquecido a situação de emergência à que está sendo submetida a humanidade por culpa do capitalismo. Alguém duvida?</p>
<p>Esse «jornalismo de guerra», também de pandemia, deve ser repudiado. Já se prontifica o clã dos monopólios mundiais, estão no forno centenas de fake news novas. Vamos tê-las bem cedo, com o café da manhã. É muito provável que os diretores ou diretoras de notícias gostem da usurpação e da ingerência, seja de onde for, que ajudem voluntariosamente a aprofundar a agressão imperial contra a espécie humana e que não lhes importe nada o respeito à soberania dos povos e a não intervenção na vida política de cada país, embora o disfarcem como «notícias internacionais».</p>
<p>Na fase atual da pandemia (se alguém sabe qual é, deve avisar) a «informação» copia os formatos de uma imprensa que em nada faz justiça às melhores tradições jornalísticas. Tudo ao contrário, as torna mais vis. Não sejamos cúmplices. Talvez não seja muito o que se possa fazer com umas linhas de protesto e denúncia, mas muito se faz não permitindo que o silêncio seja vencedor. Nem a impunidade. Não devemos aceitar a falta de pudor oligarca quando mostra falácias perigosas, como se fossem verdades atesouráveis. Somos os indicados, e indicadas, para dar um lugar à denúncia. Ter isso em conta, comentá-lo e compartilhá-lo. Desterrar os vícios históricos e as deficiências em nossos modos e meios de produção informativa. Que não sejamos vencidos pelo silêncio.</p>
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